domingo, 31 de janeiro de 2010

Falando mais sobre o renascimento espiritual


Você já deve ter lido sobre o renascimento espiritual segundo o Guardianismo. Só q eu não disse tudo. Resumindo o q eu acredito. A energia espiritual q forma nossos espiritos q estão nos nossos corpos. Vem da Deusa Gaia. Melhor dizendo. Vem do planeta Terra q eu vejo como Deus também. Nosso espírito, nosso sopro d vida, veio d Gaia e a Gaia volta quando morremos. E Gaia trata d expelilo pra q ele possa renascer novamente entre os seres vivos.

Eu diria q nosso espírito é mais como uma semente. Quando o corpo do morto perde a energia espiritual q volta pra Terra. Essa energia entra como uma semente em Gaia, q a fecunda. Dessa semente vai nascer uma árvore espiritual, q pode dar um ou mais frutos. O numero d frutos vai depender d quão grande foi o espírito em quanto ele estava encarnado na Terra. Creio q isso só aconteça com uma minoria d almas q foram grandes personalidades da humanidade q quando seus espíritos fecundam Gaia, dão muitos frutos.

Quando os frutos saem da arvóre espiritual e vão renascer d novo. E isso pode acontecer d uma vez só ou cada fruto pode sair no seu tempo certo, a árvore espiritual, a qual vou chamar d árvore da vida deixa d existir. Pois a árvore da vida precisa dos frutos pra ter d existir, quando os fruto se desprendem dela pra renascer entre os seres vivos, não haverá mais necessidade dela existir. Pois sua existência era apenas pra alimentar os frutos com energia d Gaia.

Como eu mesmo disse. A árvore da vida pode gerar um fruto ou mais dependendo d quando o espírito q desencarnou, antes d fecundar Gaia tenha sido uma grande alma entre os seres vivos. Se tiver sido uma grande alma, o espírito dessa alma q fecundou Gaia, vai gerar muitos frutos. Esses frutos q renascem novamente, são fragmentos d um mesmo espírito q um dia foi encarnado na terra, q um dia foi uma grande alma.

Agora imaginem Jesus, este homem foi uma grande alma na Terra. Seu espírito quando fecundo Gaia, deve ter gerado muitos frutos, talvez mais d mil frutos, é difícil dizer. Talvez 777 mil frutos, se isso for mesmo verdade, pode ter surgido ae na Terra 777 mil reencarnações d Jesus. Pode haver fragmentos do espírito d Jesus q renasceram entre os homens, tornando-os almas mais fracas, tão fortes ou mais fortes na fé q o Jesus original. De repente até eu seria um desses fragmentos.

Vai ver também q os fragmentos do espírito d Jesus quando renasceram nos homens e quando esses desencarnaram. Podem ter sido grandes almas q quando seus espíritos voltaram pra Gaia e a fecundaram, deram árvores da vida q geraram muitos frutos também, talvez nem todos. Talvez alguns só morreram e quando seus espíritos fecundaram Gaia só produziram um fruto ou poucos frutos.

Isso é o q menos importa. O q realmente importa, é q eu creio q há muitos homens e mulheres entre nós nesse mundo q são fragmentos do espiríto d Jesus q estão ae reencarnados entre nós. E de repente você pode ser um deles. Mas no final das contas. Todos nós somos fragmentos do Grande Espírito Universal. Todos somos fragmentos d Deus.

Maktub e Maranata a todos...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Uma regressão a uma d minhas vidas passadas


Já me aconteceu d dormir e ter sonhos d regressões a vidas passadas umas 3 ou 5 vezes. Mas dessa ultima vez. Eu fiquei surpreso. Depois d ter sido assaltado. Eu passei a dormir muito pouco nessa segunda semana d Janeiro. Mas me lembro q um dia depois d ter sido assaltado e ter saído daquela encrenca felizmente e Graças ao bom Deus vivo.

Eu tinha pego um filme muito bom com meu amigo professor Valmir. Arn: O Cavaleiro Templário. Eu vi aquele filme e fiquei muito emocionado. Eu até chorei quando via o filme, foi muito bom. Ae eu me deitei pra dormir. Custei a dormir. Mas quando eu consegui eu vi um monte d cenas da idade moderna, media, tempos bíblicos e d repente eu estou vivendo como um indio pescador.

Tava numa cidade q parecia ser dos Incas ou Maias, num saco muito desses caras. Mas sei q sai pra pescar uns peixes com uma lança bem num rio. Foi quando q de repente eu senti uma luz muito forte batendo em mim. Olhei pra cima e tinha uma esfera d luz no céu azul como se fosse um planeta com um anel em volta d cor branca. Sei q na hora q eu olhei, senti uma paz imensa.

Só q meus olhos começaram a arder. D repente eu não conseguia ver mais nada. Ae do nada eu acordo também sentindo uma paz muito profunda. Mas não só isso! Também estava com os olhos ardendo como se tivesse olhado pra uma luz muito forte. E eu não dormi d olhos abertos e muito menos com a luz aceza. Essa experiência foi sinistra! Mas fantástica também também!

Música Deus da Banda Pato fu e sua lição


Deus
Pato Fu
Composição: John

Deus está no sinal vendendo chiclete (Vendo Deus na criança d rua)
Outro me assaltou
Levou todo o meu dinheiro
Me espetou com canivete (Deus no assaltante)
Deus arranhou meu carro (Deus no flanelinha)
E bagunçou meu lixo (Deus no cachorro d rua)
Deuses passam fome (Deus nos famintos)
A gente passa por cima (A gente num tá nem ae pra os pobres famintos)
Deus é menos que um bicho (Flando os homens são pior q os bichos)
Deus mentiu pra mim
Diz que não foi ele (Deus nos mentirosos)
Outro Deus é que é o ladrão (Sem comentários)
E um que tá pedindo pra ajudar
A mãe doente e dois "irmão" (Deus nos crente)

Deus, meu Deus
Será que você
É só uma ilusão? (Referência ao deus das religiões)
Não pode estar vivo
Você come lixo
Você come poluição (Deus sendo referido como a Terra em q vivemos destruímos)

D inicio quem ouve essa música pensa q é uma blasfema. Mas quando tu para pra refletir nela é nessa conclusão q tu chega.

O dia q escapei vivo d uma situação perigosa


Foi domingo passado, dia 11 d Janeiro se não me engano. Eu conheci dois novos amigos q fiquei d pegar umas músicas novas em mp.3 com eles. Eduardo e Tiago. Dois cabeludos como eu q amam o metal. Trocamos idéia na praça do centro e eu resolvi acompanhálos até suas casas pra saber onde eles moravam e depois ir em suas casa pegar as músicas em q um deles gravaria pra mim numa midia-dvd.

Quando deixei o ultimo deles perto d sua casa. Fui subindo a avenida q ia pra minha casa. Subi sem me preocupar com nada. Quando cheguei perto d casa. Próximo a esquina d minha casa. Do nada eu vejo um cara branco, d bermudão, chinela d dedo, camisa branca e uma pancinha d chop, com capacete branco na cabeça e mais um 38 na mão apontando pra mim e dizendo. "Passa o celular! Passa o celular!"

Mal ele tinha falado vinha o pensamento d a qualquer momento aquele cara me dar um tiro na barriga. Mas mantive a calma. Não tremi as pernas, meu coração não acelerou. Mas mesmo assim estava com medo. Um medo controlado. Então disse ao bandido calmamente. "Po cara. Num to com celular." O bandido falou. "Dinheiro! Passa o dinheiro." Eu d novo falei. "Também não com dinheiro."

Ele ficou irritado e repetiu. "Passa o dinheiro caralho!" Eu procurei manter a calma e disse. "Não tenho dinheiro aqui cara. É sério. Se você quiser pode até me revistar." O cara tava ficando mais irritado e apontando a arma pra minha cabeça e cada vez mais próximo. E d novo vinha o pensamento daquele cara a qualquer momento me dando um tiro. Eu tinha q dar algo pra ele. Como eu tinha um DVD virgem no bolso eu disse. "A única coisa q tenho aqui é esse DVD virgem. Se tu quizé ficar com ele..." Tirei o DVD do bolso o cara se aproximou e pegou ele.

Pensei q o cara ia me deixar em paz e ia vazar. Quando é fé sai outro cara d moto q tava escondido atrás do muro do vizinho na rua d baixo d casa. O cara também tava d capacete, era negro. Ae ele chegou perto do outro bandido e falo. "Fuzila ele! Fuzila ele!" Veio na minha cabeça o pensamento. "Não me fuzila e vai embora." Eu olhei pro cara e disse calmamente mais uma vez. "Por favor cara. Não faça isso." E logo em seguida voltei ao pensamento dele não me fuzilando e indo embora. Mas tive medo d qualquer momento tomar um tiro. Na verdade veio primeiro o pensamento dele apertando o gatilho. Mas logo imaginei ele vazando com comparsa dele.

O bandido me olho por alguns segundos penso e falo. "Vai t imbora vagabundo! Vai!" Falei. "Tá bom." dei as costas e ouvi o barulho da moto vazando. Detalhe. Em todo momento dessa situação. Estive d braços abaixados e o q me surpreendeu é q eu consegui ficar todo tempo calmo, mesmo estando com medo. Meu coração não acelerou e nem minhas pernas tremeram. Eu então fiquei espantado comigo mesmo. Passei da minha casa só por preocaussão pra os cara não me verem entrando em casa quando eles estivessem por perto.

Chamei meu irmão então pra abrir o portão porque tava sem chave. Vi os vigias noturnos q tinham notado também o assalto mas não precisaram agir ou não tiveram tempo d agir, pois devem ter percebido tarde o assalto. Ainda troquei ideia com eles. Eles disseram q viram os caras subindo d moto e eu nem tinha percebido nada. Eles disseram q quando ouviram o cara parando d moto depois lá perto do bandido q tava me apontando a arma q eles perceberam q era assalto. Pensavam q era moradores d lá. Porque viram a moto dobrando a avenida a esquerda. Só depois se tocaram q a coisa era séria.

Tudo bem. Eles fizeram a parte dele. Só sei q naquele domingo nem consegui dormir. Era quase meia noite quando entrei em casa. Nem dormi aquela noite. Fiquei imaginando um monte d coisas q me fizeram sair vivo aquela. Não foi a primeira vez q corri risco d vida e consegui sair vivo d uma situação dessas apenas com palavras. Pra ser sincéro creio não ser só palavras. Mas creio também q minha mente, meus pensamentos combinados com palavras me fizeram safar dessa. Talvez não. Talvez tive sorte. Isso não importa.

O q importa é q hoje estou vivo aqui deixando esse relato. Eu poderia ter reagido e me dado bem. Talvez não... Mas mesmo se eu estivesse com celular ou dinheiro passava pro cara. Pra mim não há bem material q vala mais q a vida. Só reagiria mesmo se não tivesse outro jeito. Se não tivesse escolha. Se eu tivesse d celular eu teria escolha. Mas como tava sem nada d valor mesmo, só co um DVD virgem d 1,25 reias, q nem mesmo eu passando pro cara serviu pra ele querer me poupar. Tive q ter nervos d aço e usar palavras amigáveis com cara pra ficar vivo! Ufa! Por essa eu fiquei besta. Também. A vida me ensinou a lidar com esse tipo d situação. Graças a Deus! Pois nesse dia estava na mão dele.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Tirei do Wikipedia: Luciferianismo


Luciferianismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

O luciferianismo é um conjunto de crenças cuja base encontra-se fixada na figura de Lúcifer. Divide-se em Luciferianismo Tradicional ou Teista (crença em Lúcifer como um ser espiritual) e Luciferianismo Simbólico ou Agnóstico* (crença em Lúcifer como um símbolo de luz, conhecimento, crescimento individual e auto-aperfeiçoamento).
Este tipo de crença existe também no Paganismo da Tradicional Ibérica, apesar de não corresponder diretamente a ela e de não possuir, no mais das vezes, ligação definitiva com nenhum tipo claro de misticismo.
• Não confundir com o agnosticismo, enquanto movimento filosófico não-religioso, que não tem relação com o luciferianismo.
Índice
[esconder]
• 1 Origens
• 2 Fundamentação teórica
• 3 Neoluciferianismo
• 4 Leituras
• 5 Ligações externas

[editar] Origens

O luciferianismo é um antigo culto de mistérios que tem origem nos cultos de adoração às serpentes. Apesar de muito posterior aos Mistérios Clássicos, como os de Elêusis, Delos e Delfos, contém traços que deitam suas origens nas práticas pagãs primitivas da Grécia e principalmente na Religião Órfica. O Luciferianista presta reverência à entidade romana conhecida como Lúcifer, o Andrógino, o Portador de Luz, o espírito do Ar, a personificação do esclarecimento. Lúcifer era o nome dado à estrela matutina (a estrela conhecida por outro nome romano, Vênus) e posteriormente descontextualizado e corrompido pelo Cristianismo. A estrela matutina aparece nos céus logo antes amanhecer, anunciando o Sol ascendente. O nome deriva do lucem ferre do termo latino, o que traz, ou o que porta a luz. Lúcifer vem do latim, lux + ferre e é denominado muitas vezes, como sendo a Estrela da Manhã. De entre todas as entidades da angelologia e demonologia tradicionais, Lúcifer foi aquela a manter a relação mais notável com a Humanidade.

[editar] Fundamentação teórica

Para um luciferianista, encontrar a faceta Lúcifer da divindade dentro de nós é fator importante no caminho da Verdade. Esta Verdade nos trará consciência, conhecimento e sobretudo, o livre-arbítrio. Lúcifer, para os homens, seria o caminho para o encontro com o Eu-Divindade, a manifestação da Vontade profunda integrada aos ritmos do mundo real.. Na angelologia hebraica, corresponde diretamente a Heylel, citado no Livro de Isaías como a "Estrela Brilhante" e mito muitíssimo anterior à elaboração romana de Lúcifer. Os hebreus herdaram este anjo dos babilônios entre 600 a.C. e 300 a.C., enquanto que os romanos só formularam seu "deus" após o surgimento do Cristianismo na Península Itálica. Vale ressaltar que existem diferenças importantes de cunho mítico, ritualístico e filosófico entre o Luciferianismo, mormente o Simbólico, e o Satanismo. O último posiciona-se, principalmente, como reação contrária ao Cristianismo, enquanto que o primeiro possui caráter distinto e identidade semelhante aos cultos pagãos, apesar de totalmente desligado do Paganismo para grande parte de seus praticantes

[editar] Neoluciferianismo

O Neoluciferianismo (ou Luciferianismo Moderno) é a versão mais atual do Luciferianismo, que resulta numa mescla das versões anteriores. Os luciferianistas modernos vêem Lúcifer como um referencial de auto realização e desenvolvimento pessoal, sem desconsiderarem a possibilidade que Ele de fato possa existir (enquanto entidade sobrenatural).

Na época da Inquisição católica todo e qualquer grupo ou pessoa que fosse, abertamente, não-cristã, poderia sofrer perseguição religiosa. O movimento, contudo, não desapareceu por completo e sim se desenvolveu, tendo relações com outras religiões ao longo do tempo, como a Religião Wicca - A Bruxaria Pagã - através da identificação de Lúcifer como uma das manifestações do Deus sol (o Consorte da Deusa). Alguns grupos Pagãos reconhecem Lúcifer como sendo parte do panteão pagão. É interessante destacar que Lúcifer, neste contexto, está totalmente desvinculado da mitologia cristã (que associa a figura de Lúcifer ao "diabo"). O Luciferianismo Moderno empresta alguns rituais e simbologias literárias com o Satanismo. Hoje em dia, o Luciferianismo prega uma visão centrada em Lúcifer, mas de forma eclética e aberta ao desenvolvimento como se pode ver em vários artigos expostos na Internet.

O q eu sei e o q especulo sobre os Segredos da Maçonaria


Pra falar da Maçonaria, q é uma Instituição q causa muita polêmica na sociedade, tem q ser falar d forma respeitosa e séria. Eu me considero um verdadeiro Maçom, mesmo sem ter sido oficialmente iniciado na ordem. Não q eu queira me gabar. Mas quando você se lembra q já foi um Templário em vidas passadas e quando também já foi Maçom, aos poucos você se lembra dos ensinamentos dessa Ordem. Hoje, está tendo Maçons me observando. Sabe porque digo isso com tanta convicção? Porque meu psiquiatra é maçom. Hehe.

Creio eu q possivelmente serei Maçom nessa vida d novo. Ser um Maçom, não é fácil, porque um Maçom, é muito discriminado pela sociedade, q os teme pelo fato d não compreenderem o q eles realmente fazem. Não irei lhes negar q a Maçonaria já fez coisas realmente erradas. E pode ter certeza, infelizmente há hipocrisia no meio deles. A Maçonaria também tem seus membros conrrompidos. Mas não vamos generalizar. Há pessoas boas, q são a maioria nela, diria q cerca d 65% pra ser mais exato. É, a coisa tá feia.

Mas com certeza, a Maçonaria é uma Instituição bem santa perto d muitas Igrejas. Estou falando d Igrejas em q a hipocrisia é enorme! Em q a hipocrisia vence. Igrejas como a Católica, a Assembléia d Deus q está mais pra Assembléia do Diabo, a Universal. Os poderosos dessas Igrejas, protegem criminosos, assassinos, protegem homens q espancam mulheres, protegem pedófilos, nelas se escondem psicopatas e sociopatas. Nelas há políticos corruptos q enganam o povo. Eles nem se quer tem idéia d q estão com a marca da besta.

Pois pensam como a besta e também agem como a besta, mas garanto q logo vai cair essas máscaras. Isso já está acontecendo. Pois tem pessoas q agem pra isso acontecer. O Brasil vive uma guerra e essa guerra é política. É tudo uma guerra entre políticos e poderosos d todo o Brasil. Essa guerra acontece d baixo dos panos. E a grande maioria dos brasileiros não tem a mínima idéia disso. São bons contra bons. São mal contra mals. São mals contra bons e bons contra mals.

E surpresa! Tudo isso acontece porque não se há uma harmonia entre conceitos éticos, políticos e religiosos. Ok pessoal! Vamos logo ao q interessa. Vamos falar sobre a Maçonaria pra nós profanos ficarmos mais por dentro dessa sociedade mais discreta do q secreta. Os rituais simbólicos q a Maçonaria faz, são baseados em muitos rituais antigos q envolvem d tudo, rituais estranhos e q são bem engraçados. Não duvide q nela haja também rituais d sacrifício d animais e d humanos. Eu não duvido!

Mas isso é um caso a parte. Eles tem conhecimentos sobre esses rituais q envolvem sacrífícios. Mas não os praticam. Se praticavam, não praticam mais creio eu. E os maçons q os fazem, se são descobertos estão fudidos, pois as punições da Maçonaria variam desde maldições em q o cara fica literalmente pertubado por forças imcompreendidas por profanos, lobotomia e até mesmo a morte em casos extremos.

Os maçons tem sua próprias leis e quem as quebra, pode não ser punidos pela justiça convencional, mas com certeza a punição deles é bem pior, pior até mesmo q a própria morte! Pelo menos especulo eu. Pois bem, os rituais da Maçonaria envolvem muito o conhecimento dos egípicios, vejam filmes como Indiana Jones, A Múmia e filmes Bíblicos q falam sobre o Egito q vocês vão ter noção sobre esses rituais. A

Maçonaria também tem rituais q envolvem a cultura dos fenícios, essênios, caballa, judaísmo, rituais d Atlantida, rituais islâmicos q já entra a influência do sufismo q é o lado mais mistico do Islâ. Tem até influência do budismo Zem em sua filosofia! É uma verdadeira mistura q eles fazem desses rituais, q são usados tanto pra iniciações, pra mostrar algum ensinamento pra passar pra o próximo grau.

E sim! Eles também fazem magia pra moldar a realidade! Eles sacam muito d magia. Porque eles são magos! E são dos bons! Eu lhes falei aqui sobre rituais q envolvem sacrifícios. Eles tem conhecimento sobre esses tipos d rituais, mas um Maçom q tem bom senso não os faz. E por um simples motivo. Maçons tem sua filosofia d vida baseada na cultura dos essênios.

Os essênios tinham como ideologia, d q todos seres vivos deviam ser amados d forma incondicional. Por isso q eles eram vegetarianos. Monges essênios, não podiam matar os animais, nenhuma espécie d vida, entra nessa os insetos, vacas, cabras, ovelhas, só se havia uma exeção pra peixes, tomar leite também era permitido. Mas nunca tirar a vida d um animal! E homens também entram nessa. Tanto q Jesus já foi um monge essênio, foi dos essênios q Jesus também formou sua opinião.

Por isso q maçons, gostam tanto d animais, mas creio eu q eles tem como objetivo também se tornarem vejetarianos. Mas isso é só mais uma especulação minha. Não lhes dou certeza d tudo q estou escrevendo aqui, muitos mitos eu já sei q não passam d boatos ridiculos d quem quer desmoralizar os maçons, mas muitos rituais q nos parecem coisas do diabo ou coisa d doido na Maçonaria, são reais! Chegam até ser engraçados.

Os maçons aprendem muita coisa sobre filosofia, história, teologia, psicologia e matemática também e outras coisas também. É uma Instituição q tem como regra, o aperfeiçoamento pessoal e d seus próximos. Pois a perfeição pra eles e também pra mim. É o constante estágio d se aperfeiçoar em todos aspectos da vida e ajudar os próximos no mesmo também.

Como eu estava dizendo, os maçons fazem uma verdadeira mistura d rituais pagãos pra fazerem seus próprios rituais simbólicos, e esses rituais, podem ser visto com maus olhos por profanos. Maçons são verdadeiros magos do caos por causa dessa mistura d rituais simbólicos. Tanto q o cara q fundou a ordem Thanaterus. Q é uma ordem q ensina magia do caos era maçom. Por isso há tanta discrição na Maçonaria.

Eles levam a sério aquele trecho da Bíblia q está no evangelho d Mateus, q diz q quando você orar, deve fazer isso em segredo e seu Pai q t v em segredo t recompensará publicamente. Os maçons, em sua maioria, seguem a filosofia do deísmo. Os deístas acreditam em Deus, mas não tem religião e procuram fazer seus próprios caminhos e concepções sobre Deus.

Procura no wickipedia q você vão saber mais sobre o deísmo. Pra entender a Maçonaria, tem q entender a história dos Templários. A Maçonaria, sempre existiu antes mesmo dos templários, antes mesmo da época do rei Salomão, antes mesmo d Buda. O q na verdade aconteceu, é q a ordem só mudou d nome. Mas os conhecimentos da Maçonaria, são d milênios, creio q tenha mais d 10 mil anos!

Os templários saíram pelo mundo, foram acumulando muitos conhecimentos sobre várias ciências, entre essas ciências, estava o ocultismo. Eles então descobriram muitos podres da Igreja Católica. Foi então q a Igreja, vendo q os Templários representavam um enorme perigo pra suas autoridades eclesiásticas, q poderiam perder o poder sobre seus fiéis, resolveram acabar com a ordem dos Templários.

Os templarios q sobraram, fizeram então outras ordens surgir, ordens como a Rosa Cruz, Teosofia, OTO, Crânios e Ossos e é claro, a Maçonaria. Todos tinham como objetivo melhorar o mundo em q viviam e q ainda hoje vivem. E é isso gente. Eu sou um estudioso da Maçonaria. Troco idéia com maçons. Converso muito com meu psiquiatra. Já livros escritos por maçons, vindo d maçons mesmo e d gente envolvida com a ordem.

Leia livros do William Morgam se você quizer saber como é os esquema d ritual simbólico da Maçonaria. O cara é um ex-maçom. Pelo q li e confirmei com meu médico q é maçom o doutor Walber. Os rituais d iniciação acontecem coisas do tipo o cara ta vestido só d tunica branca e olhos vendados.

Ele começa dizendo q veio a procura da luz. Faz juramentos com as mãos sobre a Bíblia ou qualquer livro sagrado d sua nação. Também ele fica com a mão sobre simbolos maçônicos q é o esquadro e compasso. Ae eles em cada ritual repetem meio mundo d frases q dão um certo ensinamento moral por trás d simbologia. Eles fazem um tipo d teatro ensaiado nesses rituais pra passar d grau. Ae eles aprendem novos sinais e gestos com a mão pra se reconhecerem, palavras chaves q fazem referência a nomes e palavras pagãs d várias culturas.

Eu até sei como são alguns desses sinais e gestos porque já vi documentários q mostram maçons se comprimentando. A saudação deles por exemplo é colocar a mão na barriga do jeito q o braço fica parecendo um esquadro. E a mão também. Quanto a dizerem q maçons adoram Lúcifer. Não digo q adoram. Mas especulo e tenho quase certeza q tem rituais deles q eles fazem referências a Lúcifer.

Mas obviamente eles não devem fazer isso como referência ao Lúcifer q as Igrejas pregam. Pois Lúcifer, segundo o Lúciferianismo e historiadores. Lúcifer era só mais uma divindade grega, conhecida também como estrela da manhã. E não tinha nenhuma relação com o mal como os cristãos d hoje dizem. A Igreja católica q o pegou essa divindade e a colocou como representação do mal. Coisa q nunca foi originalmente.

Maçons aprendem q Deus mesmo está dentro deles q a Luz está dentro deles e q eles e Deus são um só. E Lúcifer segundo o paganismo grego é o portador da Luz. Isso q eu acredito. Se procura no wikipedia sobre Luciferianismo q tu vai entender mais sobre esse mistério. Eu hoje to aqui como sempre estudando sobre a Maçonaria. Sei q só vou saber mesmo sobre a Maçonaria quando entrar nela, essa é minha vontade.

Poderia falar mais sobre o q eu sei, mas se você quizer saber mais sobre a Maçonaria, procure em livrarias livros q falam sobre Maçonaria escritos sobre maçons escrito por maçons. Obviamente eles não vão revelar tudo, mas mostram o suficiente pra matar a curiosidade e largar alguns mitos sobre a Maçonaria. Ou então entre no blog www.blogdamaconaria.blogspot.com q dá pra você ter umas idéia legal sobre eles. Só lhe digo pra ser mente aberta e não ter preconceitos pra entender mais a Maçonaria.

Maktub e Maranata e q Jesus(Deus em nós) os acompanhe.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Inteligências Multiplas


A Teoria das Inteligências Múltiplas e suas implicações para Educação

Autora: Maria Clara S. Salgado Gama ©
Doutora em Educação Especial pela Universidade de Colúmbia, Nova Iorque

No início do século XX, as autoridades francesas solicitaram a Alfredo Binet que criasse um instrumento pelo qual se pudesse prever quais as crianças que teriam sucesso nos liceus parisenses. O instrumento criado por Binet testava a habilidade das crianças nas áreas verbal e lógica, já que os currículos acadêmicos dos liceus enfatizavam, sobretudo o desenvolvimento da linguagem e da matemática. Este instrumento deu origem ao primeiro teste de inteligência, desenvolvido por Terman, na Universidade de Standford, na Califórnia: o Standford-Binet Intelligence Scale.

Subseqüentes testes de inteligência e a comunidade de psicometria tiveram enorme influência, durante este século, sobre a idéia que se tem de inteligência, embora o próprio Binet (Binet & Simon, 1905 Apud Kornhaber & Gardner, 1989) tenha declarado que um único número, derivado da performance de uma criança em um teste, não poderia retratar uma questão tão complexa quanto a inteligência humana. Neste artigo, pretendo apresentar uma visão de inteligência que aprecia os processos mentais e o potencial humano a partir do desempenho das pessoas em diferentes campos do saber.

As pesquisas mais recentes em desenvolvimento cognitivo e neuropsicologia sugerem que as habilidades cognitivas são bem mais diferenciadas e mais espcíficas do que se acreditava (Gardner, I985). Neurologistas têm documentado que o sistema nervoso humano não é um órgão com propósito único nem tão pouco é infinitamente plástico. Acredita-se, hoje, que o sistema nervoso seja altamente diferenciado e que diferentes centros neurais processem diferentes tipos de informação ( Gardner, 1987).

Howard Gardner, psicólogo da Universidade de Hervard, baseou-se nestas pesquisas para questionar a tradicional visão da inteligência, uma visão que enfatiza as habilidades lingüística e lógico-matemética. Segundo Gardner, todos os indivíduos normais são capazes de uma atuação em pelo menos sete diferentes e, até certo ponto, independentes áreas intelectuais. Ele sugere que não existem habilidades gerais, duvida da possibilidade de se medir a inteligência através de testes de papel e lápis e dá grande importância a diferentes atuações valorizadas em culturas diversas. Finalmente, ele define inteligência como a habilidade para resolver problemas ou criar produtos que sejam significativos em um ou mais ambientes culturais.

A teoria

A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner (1985) é uma alternativa para o conceito de inteligência como uma capacidade inata, geral e única, que permite aos indivíduos uma performance, maior ou menor, em qualquer área de atuação. Sua insatisfação com a idéia de QI e com visões unitárias de inteligência, que focalizam sobretudo as habilidades importantes para o sucesso escolar, levou Gardner a redefinir inteligência à luz das origens biológicas da habilidade para resolver problemas. Através da avaliação das atuações de diferentes profissionais em diversas culturas, e do repertório de habilidades dos seres humanos na busca de soluções, culturalmente apropriadas, para os seus problemas, Gardner trabalhou no sentido inverso ao desenvolvimento, retroagindo para eventualmente chegar às inteligências que deram origem a tais realizações. Na sua pesquisa, Gardner estudou também:

( a) o desenvolvimento de diferentes habilidades em crianças normais e crianças superdotadas; (b) adultos com lesões cerebrais e como estes não perdem a intensidade de sua produção intelectual, mas sim uma ou algumas habilidades, sem que outras habilidades sejam sequer atingidas; (c ) populações ditas excepcionais, tais como idiot-savants e autistas, e como os primeiros podem dispor de apenas uma competência, sendo bastante incapazes nas demais funções cerebrais, enquanto as crianças autistas apresentam ausências nas suas habilidades intelectuais; (d) como se deu o desenvolvimento cognitivo através dos milênios.

Psicólogo construtivista muito influenciado por Piaget, Gardner distingue-se de seu colega de Genebra na medida em que Piaget acreditava que todos os aspectos da simbolização partem de uma mesma função semiótica, enquanto que ele acredita que processos psicológicos independentes são empregados quando o indivíduo lida com símbolos lingüisticos, numéricos gestuais ou outros. Segundo Gardner uma criança pode ter um desempenho precoce em uma área (o que Piaget chamaria de pensamento formal) e estar na média ou mesmo abaixo da média em outra (o equivalente, por exemplo, ao estágio sensório-motor). Gardner descreve o desenvolvimento cognitivo como uma capacidade cada vez maior de entender e expressar significado em vários sistemas simbólicos utilizados num contexto cultural, e sugere que não há uma ligação necessária entre a capacidade ou estágio de desenvolvimento em uma área de desempenho e capacidades ou estágios em outras áreas ou domínios (Malkus e col., 1988). Num plano de análise psicológico, afirma Gardner (1982), cada área ou domínio tem seu sistema simbólico próprio; num plano sociológico de estudo, cada domínio se caracteriza pelo desenvolvimento de competências valorizadas em culturas específicas.

Gardner sugere, ainda, que as habilidades humanas não são organizadas de forma horizontal; ele propõe que se pense nessas habilidades como organizadas verticalmente, e que, ao invés de haver uma faculdade mental geral, como a memória, talvez existam formas independentes de percepção, memória e aprendizado, em cada área ou domínio, com possíveis semelhanças entre as áreas, mas não necessariamente uma relação direta.

As inteligências múltiplas

Gardner identificou as inteligências lingúística, lógico-matemática, espacial, musical, cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Postula que essas competências intelectuais são relativamente independentes, têm sua origem e limites genéticos próprios e substratos neuroanatômicos específicos e dispõem de processos cognitivos próprios. Segundo ele, os seres humanos dispõem de graus variados de cada uma das inteligências e maneiras diferentes com que elas se combinam e organizam e se utilizam dessas capacidades intelectuais para resolver problemas e criar produtos. Gardner ressalta que, embora estas inteligências sejam, até certo ponto, independentes uma das outras, elas raramente funcionam isoladamente. Embora algumas ocupações exemplifiquem uma inteligência, na maioria dos casos as ocupações ilustram bem a necessidade de uma combinação de inteligências. Por exemplo, um cirurgião necessita da acuidade da inteligência espacial combinada com a destreza da cinestésica.

Inteligência lingüística - Os componentes centrais da inteligência lingüistica são uma sensibilidade para os sons, ritmos e significados das palavras, além de uma especial percepção das diferentes funções da linguagem. É a habilidade para usar a linguagem para convencer, agradar, estimular ou transmitir idéias. Gardner indica que é a habilidade exibida na sua maior intensidade pelos poetas. Em crianças, esta habilidade se manifesta através da capacidade para contar histórias originais ou para relatar, com precisão, experiências vividas.

Inteligência musical - Esta inteligência se manifesta através de uma habilidade para apreciar, compor ou reproduzir uma peça musical. Inclui discriminação de sons, habilidade para perceber temas musicais, sensibilidade para ritmos, texturas e timbre, e habilidade para produzir e/ou reproduzir música. A criança pequena com habilidade musical especial percebe desde cedo diferentes sons no seu ambiente e, freqüentemente, canta para si mesma.

Inteligência lógico-matemática - Os componentes centrais desta inteligência são descritos por Gardner como uma sensibilidade para padrões, ordem e sistematização. É a habilidade para explorar relações, categorias e padrões, através da manipulação de objetos ou símbolos, e para experimentar de forma controlada; é a habilidade para lidar com séries de raciocínios, para reconhecer problemas e resolvê-los. É a inteligência característica de matemáticos e cientistas Gardner, porém, explica que, embora o talento cientifico e o talento matemático possam estar presentes num mesmo indivíduo, os motivos que movem as ações dos cientistas e dos matemáticos não são os mesmos. Enquanto os matemáticos desejam criar um mundo abstrato consistente, os cientistas pretendem explicar a natureza. A criança com especial aptidão nesta inteligência demonstra facilidade para contar e fazer cálculos matemáticos e para criar notações práticas de seu raciocínio.

Inteligência espacial - Gardner descreve a inteligência espacial como a capacidade para perceber o mundo visual e espacial de forma precisa. É a habilidade para manipular formas ou objetos mentalmente e, a partir das percepções iniciais, criar tensão, equilíbrio e composição, numa representação visual ou espacial. É a inteligência dos artistas plásticos, dos engenheiros e dos arquitetos. Em crianças pequenas, o potencial especial nessa inteligência é percebido através da habilidade para quebra-cabeças e outros jogos espaciais e a atenção a detalhes visuais.

Inteligência cinestésica - Esta inteligência se refere à habilidade para resolver problemas ou criar produtos através do uso de parte ou de todo o corpo. É a habilidade para usar a coordenação grossa ou fina em esportes, artes cênicas ou plásticas no controle dos movimentos do corpo e na manipulação de objetos com destreza. A criança especialmente dotada na inteligência cinestésica se move com graça e expressão a partir de estímulos musicais ou verbais demonstra uma grande habilidade atlética ou uma coordenação fina apurada.

Inteligência interpessoal - Esta inteligência pode ser descrita como uma habilidade pare entender e responder adequadamente a humores, temperamentos motivações e desejos de outras pessoas. Ela é melhor apreciada na observação de psicoterapeutas, professores, políticos e vendedores bem sucedidos. Na sua forma mais primitiva, a inteligência interpessoal se manifesta em crianças pequenas como a habilidade para distinguir pessoas, e na sua forma mais avançada, como a habilidade para perceber intenções e desejos de outras pessoas e para reagir apropriadamente a partir dessa percepção. Crianças especialmente dotadas demonstram muito cedo uma habilidade para liderar outras crianças, uma vez que são extremamente sensíveis às necessidades e sentimentos de outros.

Inteligência intrapessoal - Esta inteligência é o correlativo interno da inteligência interpessoal, isto é, a habilidade para ter acesso aos próprios sentimentos, sonhos e idéias, para discriminá-los e lançar mão deles na solução de problemas pessoais. É o reconhecimento de habilidades, necessidades, desejos e inteligências próprios, a capacidade para formular uma imagem precisa de si próprio e a habilidade para usar essa imagem para funcionar de forma efetiva. Como esta inteligência é a mais pessoal de todas, ela só é observável através dos sistemas simbólicos das outras inteligências, ou seja, através de manifestações lingüisticas, musicais ou cinestésicas.

O desenvolvimento das inteligências

Na sua teoria, Gardner propõe que todos os indivíduos, em princípio, têm a habilidade de questionar e procurar respostas usando todas as inteligências. Todos os indivíduos possuem, como parte de sua bagagem genética, certas habilidades básicas em todas as inteligências. A linha de desenvolvimento de cada inteligência, no entanto, será determinada tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por condições ambientais. Ele propõe, ainda, que cada uma destas inteligências tem sua forma própria de pensamento, ou de processamento de informações, além de seu sitema simbólico. Estes sistemas simbólicos estabelecem o contato entre os aspectos básicos da cognição e a variedade de papéis e funções culturais.

A noção de cultura é básica para a Teoria das Inteligências Múltiplas. Com a sua definição de inteligência como a habilidade para resolver problemas ou criar produtos que são significativos em um ou mais ambientes culturais, Gardner sugere que alguns talentos só se desenvolvem porque são valorizados pelo ambiente. Ele afirma que cada cultura valoriza certos talentos, que devem ser dominados por uma quantidade de indivíduos e, depois, passados para a geração seguinte.

Segundo Gardner, cada domínio, ou inteligência, pode ser visto em termos de uma seqüência de estágios: enquanto todos os indivíduos normais possuem os estágios mais básicos em todas as inteligências, os estágios mais sofisticados dependem de maior trabalho ou aprendizado.

A seqüência de estágios se inicia com o que Gardner chama de habilidade de padrão cru. O aparecimento da competência simbólica é visto em bebês quando eles começam a perceber o mundo ao seu redor. Nesta fase, os bebês apresentam capacidade de processar diferentes informações. Eles já possuem, no entanto, o potencial para desenvolver sistemas de símbolos, ou simbólicos.

O segundo estágio, de simbolizações básicas, ocorre aproximadamente dos dois aos cinco anos de idade. Neste estágio as inteligências se revelam através dos sistemas simbólicos. Aqui, a criança demonstra sua habilidade em cada inteligência através da compreensão e uso de símbolos: a música através de sons, a linguagem através de conversas ou histórias, a inteligência espacial através de desenhos etc.

No estágio seguinte, a criança, depois de ter adquirido alguma competência no uso das simbolizacões básicas, prossegue para adquirir níveis mais altos de destreza em domínios valorizados em sua cultura. À medida que as crianças progridem na sua compreensão dos sistemas simbólicos, elas aprendem os sistemas que Gardner chama de sistemas de segunda ordem, ou seja, a grafia dos sistemas (a escrita, os símbolos matemáticos, a música escrita etc.). Nesta fase, os vários aspectos da cultura têm impacto considerável sobre o desenvolvimento da criança, uma vez que ela aprimorará os sistemas simbólicos que demonstrem ter maior eficácia no desempenho de atividades valorizadas pelo grupo cultural. Assim, uma cultura que valoriza a música terá um maior número de pessoas que atingirão uma produção musical de alto nível.

Finalmente, durante a adolescência e a idade adulta, as inteligências se revelam através de ocupações vocacionais ou não-vocacionais. Nesta fase, o indivíduo adota um campo específico e focalizado, e se realiza em papéis que são significativos em sua cultura.

Teoria das inteligências múltiplas e a educação

As implicações da teoria de Gardner para a educação são claras quando se analisa a importância dada às diversas formas de pensamento, aos estágios de desenvolvimento das várias inteligências e à relação existente entre estes estágios, a aquisição de conhecimento e a cultura.

A teoria de Gardner apresenta alternativas para algumas práticas educacionais atuais, oferecendo uma base para:

( a) o desenvolvimento de avaliações que sejam adequadas às diversas habilidades humanas (Gardner & Hatch, 1989; Blythe Gardner, 1 990) (b) uma educação centrada na criança c com currículos específicos para cada área do saber (Konhaber & Gardner, 1989); Blythe & Gardner, 1390) (c) um ambiente educacional mais amplo e variado, e que dependa menos do desenvolvimento exclusivo da linguagem e da lógica (Walters & Gardner, 1985; Blythe & Gardner, 1990)

Quanto à avaliação, Gardner faz uma distinção entre avaliação e testagem. A avaliação, segundo ele, favorece métodos de levantamento de informações durante atividades do dia-a-dia, enquanto que testagens geralmente acontecem fora do ambiente conhecido do indivíduo sendo testado. Segundo Gardner, é importante que se tire o maior proveito das habilidades individuais, auxiliando os estudantes a desenvolver suas capacidades intelectuais, e, para tanto, ao invés de usar a avaliação apenas como uma maneira de classificar, aprovar ou reprovar os alunos, esta deve ser usada para informar o aluno sobre a sua capacidade e informar o professor sobre o quanto está sendo aprendido.

Gardner sugere que a avaliação deve fazer jus à inteligência, isto é, deve dar crédito ao conteúdo da inteligência em teste. Se cada inteligência tem um certo número de processos específicos, esses processos têm que ser medidos com instrumento que permitam ver a inteligência em questão em funcionamento. Para Gardner, a avaliação deve ser ainda ecologicamente válida, isto é, ela deve ser feita em ambientes conhecidos e deve utilizar materiais conhecidos das crianças sendo avaliadas. Este autor também enfatiza a necessidade de avaliar as diferentes inteligências em termos de suas manifestações culturais e ocupações adultas específicas. Assim, a habilidade verbal, mesmo na pré-escola, ao invés de ser medida através de testes de vocabulário, definições ou semelhanças, deve ser avaliada em manifestações tais como a habilidade para contar histórias ou relatar acontecimentos. Ao invés de tentar avaliar a habilidade espacial isoladamente, deve-se observar as crianças durante uma atividade de desenho ou enquanto montam ou desmontam objetos. Finalmente, ele propõe a avaliação, ao invés de ser um produto do processo educativo, seja parte do processo educativo, e do currículo, informando a todo momento de que maneira o currículo deve se desenvolver.

No que se refere à educação centrada na criança, Gardner levanta dois pontos importantes que sugerem a necessidade da individualização. O primeiro diz respeito ao fato de que, se os indivíduos têm perfis cognitivos tão diferentes uns dos outros, as escolas deveriam, ao invés de oferecer uma educação padronizada, tentar garantir que cada um recebesse a educação que favorecesse o seu potencial individual. O segundo ponto levantado por Gardner é igualmente importante: enquanto na Idade Média um indivíduo podia pretender tomar posse de todo o saber universal, hoje em dia essa tarefa é totalmente impossível, sendo mesmo bastante difícil o domínio de um só campo do saber.

Assim, se há a necessidade de se limitar a ênfase e a variedade de conteúdos, que essa limitação seja da escolha de cada um, favorecendo o perfil intelectual individual.

Quanto ao ambiente educacional, Gardner chama a atenção pare o fato de que, embora as escolas declarem que preparam seus alunos pare a vida, a vida certamente não se limita apenas a raciocínios verbais e lógicos. Ele propõe que as escolas favoreçam o conhecimento de diversas disciplinas básicas; que encoragem seus alunos a utilizar esse conhecimento para resolver problemas e efetuar tarefas que estejam relacionadas com a vida na comunidade a que pertencem; e que favoreçam o desenvolvimento de combinações intelectuais individuais, a partir da avaliação regular do potencial de cada um.

Referências Bibliográficas

1. Blythe, T.; Gardner, H. A school for all intelligences. Educational Leadership, v.47, n.7, p.33-7, 1990.

2. Gardner, H.; Giftedness: speculation from a biological perspective. In: Feldman, D.H. Developmental approaches to giftedness and creativity. São Francisco, 1982. p.47-60.

3. Gardner, H.Frames of mind. New York, Basic Books Inc., 1985.

4. Gardner, H. The mind's new science. New York, Basic Books Inc., 1987.

5. Gardner. H.;Hatcb, T. Multiple intelligences go to school: educational implications of the theory of Multiple Intelligences. Educational Researcher, v.18, n.8. p.4-10, 1989.

6. Kornhaber, M.L.; Gardner, H. Critical thinking across multiple intelligences. Trabalho apresentado durante a Conferência "The Curriculum Redefined. Paris, 1989.

7. Malkus, U.C.; Feldman, D.H.; Gardner, H. Dimensions of mind in early childhood. In: Pelegrini, A. (ed.)The psychological bases for early education Chichester, Wilev. 1988, p.25-38.

8. Walter,J.M.; Gardner, H. The theory of multiple intelligences: some issues and answers. In: Stemberg, RJ.; Wagner, R.K. (ed.) Pratical intelligence: nature and origins of competence in the every world.. Cambridge. Cambridge University Press, p.163-82

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domingo, 3 de janeiro de 2010

Após um bom tempo d tratamento...


Dia 29 d dezembro d 2009. Terça feira, 4:58 da manhã. Vai fazer 4 dias q estou na fazenda d meus avós onde vim pra passar o natal e o fim d ano. Nesses 4 dias tenho dormido em média 8 a 10 horas por dia. Por exeção hoje. Ontem fui dormir por volta das 21 horas acordei por volta das 3 da manhã, dormi no dia 28 umas 2 horas a tarde e provavelmente depois d escrever esse texto. Vá dormir até as 10 ou 11 horas da manhã desse dia 29.

Já faz pouco mais d um mês q me consultei com douto Walber. Meu psiquiatra q me fez o favor d reduzir boa parte dos medicamentos. Hoje estou tomando apena uma injeção d piportil por mês e uma pílula d akineton por dia na parte da manhã. O akineton serve pra não impregnar a injeção do piportil q poderia me trazer efeitos colaterais bem desagradáveis. Meu médico queria eu tomasse fernegam pa manter o sono. Mas como vi q estou dormindo bem, fiquei só com o akineton mesmo.

Pois bem. Hoje espero ansiosamente pra q doutor Walber me d alta. Pelo menos q ele me tire todos remédios. Estou otimista d q daqui 3 ou 4 meses eu esteja livre dos remédios e passarei a ter uma vida normal. Doutor Walber é um dos poucos psiquiatras q a meu ver acreditam q um bipolar possa viver sem remédios pro resto da vida. Na comunidade do Orkut, “Transtorno Bipolar d humor” a maioria dos portadores do transtorno é unânime em dizer q a doença não tem cura e q tem q se tratar pelo resto da vida.

Doutor Walber não acredita na cura, mas acredita q o bipolar não precise se medicar pelo resto da vida, pois chega um dia q o bipolar se auto controla e consegue se dominar. A minha pretensão é me curar, mas se eu conseguir me alto-dominar já me sentirei nascido d novo.

Depois q passei a me tratar no meio do ano d 2008 estabeleci metas pra minha vida. A primeira é continuar o tratamento até o fim. A segunda é me formar no meu curso superior e virar professor. E depois quero dar um jeito d publicar uma alguma obra literária minha.

Bem... Hoje olho pra trás e me lembro da várias cagadas q fiz quando estive em crise. Embora eu acredite q nem tudo q me aconteceu tenha sido apenas delírio. Tenho convicção q acontecia coisas q não convém aqui comentar. Se eu estiver certo mesmo no q acredito. Todo portador d algum transtorno mental quando consegue se curar ou se auto-controlar pode acabar conseguindo dons paranormais.

Pode até parecer loucura falar disso agora. Mas quando estava em crise acontecia coisas estranha como luzes do meu quarto e d casa piscarem repetidamente e queimarem com facilidade. Acontecia também fenômenos d telepatia comigo q passava por fases q eram verdadeiros e também por fazes q eram puro delírio. Teve as vezes também q objetos eletrônicos davam pane ou queimavam perto d mim por algum motivo. Foram esses tipos d coisa como clarividência, telepatia e outros q me aconteceram quando estava em crise.

Mas isso não aconteceu só quando estava em crise. Voltando a me tratar e estando bem lúcido, aconteceu fenômenos d clarividência e telepatia algumas vezes q me deixaram pasmo. Mas isso não vem ao caso comentar aqui. O medo q tenho hoje é q esses dons voltem pra valer depois d doutor Walber me der alta e eu volte a pirar novamente.
Comentei poucas vezes sobre esses fenômenos com doutor Walber, ele diz q teria d ter provas pra acreditar em mim e q eu não deveria dar crédito a isso porque estava em crise. Mas não comentei com ele dos fenômenos paranormais q me aconteceram depois q passei a me tratar. Até mesmo recentemente, a menos d um mês aconteceu um fenômeno d clarividência comigo q talvez eu conte pra doutor Walber. Mas creio q ele receberá a notícia com ceticismo.

Bem... Isso já não é algo muito importante pra mim me preocupar. O q tiver d vir q venha. Só espero estar em perfeito equilíbrio físico, mental e espiritual pra q possa levar a vida adiante. Depois d ter digitado essa ultima frase. Agora me deu sono d novo. Irei dormir...

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