terça-feira, 22 de setembro de 2009

A noite do Dois: Voltando as Memórias d um Transtorno Part.6


Part.6

O vaso q eu estava sentado era aqueles q se agaicha pra cagar. O q o diferenciava dos outros vasos. É q na parte d trás dele, pra onde normalmente fica apontada a bunda, tinha uma pequena caixa q é d onde se guardava a água q descia no vaso. Dava pra sentar como se sentasse no meio fiu d uma calçada d rua.

Ouço os dois chegando d novo e um deles diz: “Somos da Força Nacional e vamos interrogar você!” Eu dou uma olhada rápida pra eles, mas não consigo reconhecer ninguém e logo abaixo a cabeça e me pergunto o q esses caras da Força Nacional queriam comigo. Foi ae q me lembrei q tinha mandado um post no meu blog e em algumas comunidades do orkut avizanso q eu ia explodir todas as principais delegacias do país com uma bomba q era d tecnologia alienígena.

Olha a viajem q eu tive sobre essa bomba. Q quando ela explodisse não iria destruir nada q fosse material. Mas ela iria usar pulsos eletromagnéticos q matariam todas as pessoas q estivessem nervosas demais q estivessem num raio d 400 km q iriam morrer tendo convulções e paradas cardíacas. E tinha escrito também q eu também tinha essa bomba no corpo e q quem me matasse ia ativar ela e todas as bombas, sendo q a minha afetaria um raio d 7000 km.

Eu acreditava q essa bomba tinha sido implantada em mim por forças alienígenas d outros mundos. Esse era meu delírio daquele dia. E q delírio! Lembro q até tinha ligado pra delegacia da cidade avisando dessa bomba. Essa ligação foi feita d madrugada depois deu postar esses tópicos no orkut. É claro q o cara q me atendeu nem deu bola, olha q eu até disse meu nome.

Olha q depois eu até fui na delegacia no outro dia a noite depois desse telefonema louco q eu dei lá. Como eu já tinha ido lá antes os policiais já me conheciam e sabiam q eu tava surtadão. Me trataram como se eu fosse normal, fingiam q eu estava legal. E eu vi uma borboleta enorme q tinha pousado na parede da sala do escrivão, ae na minha visão eu acreditava q aquela era bomba q iria fazer a explosão eletromagnética q ia matar as pessoas. Eita delírio! Ae eu fui embora d lá depois d ter dito coisas d maluco pra os policiais d plantão, mas não mencionei nada sobre a bomba.

Passou-se uma semana senão me engano depois desse dia em q fiz essa ameça pela net. Agora estava num banheiro sujo com dois policiais inconseqüentes q queriam me interrogar. Os dois então estavam lá comigo e um deles começou a dizer: “Você vai nos dizer tudo agora!” Começou a me xingar e dar chutes na minha cabeça. E eu só ficava quieto no canto enquanto tomava chutes d cuturno no queixo, nas laterais da cabeça e também tomava cascudos muito fortes na cabeça. Mesmo com as porradas sendo fortes, era eu quase não me mexia. E isso dava mais raiva neles q viam q eu não expressava medo, nem dor. A um deles disseram: “Batiza ele.” Eles pegaram água da pia e jogaram água em mim.

Não me lembro direito qual foi o diálogo q eu tive com eles depois. Só sei q teve uma hora q um deles estava dando cascudos muito fortes na minha cabeça. Teve uma hora lá q eu comecei a ver q tinha uma luz muito forte vindo em minha direção. Estava sendo filmado por alguma câmera. Como não conseguia ver nada coloquei a mão esquerda na frente. Um deles viu uma marca na palma da minha mão esquerda e falou. “Q marca é essa na sua mão? Você é Jesus Cristo por a caso?” Então ele pegou minhas duas mãos e olhou pra elas, viu q eu só tinha marca em uma e me fez olhar pra elas. Eu disse. “Isso foi uma queimadura. Ae ele deixou de lado e não me perguntou mais nada sobre aquilo.

Ainda bem q não contei a eles q eu mesmo fiz aquela queimadura usando um esqueiro a alguns dias atrás. Tinha ficado 10 segundos com a chama queimando minha própria palma da mão. Então foi assim eles me batiam com cascudos e chutes na cabeça e eu não me lembro o q eles falavam, me lembro q eles sempre me jogavam água na cara quando eu ficava tonto demais quase desmaiando. Teve uma hora lá q eu mesmo me levantei d raiva. Tirei d um deles a latinha d margarida e peguei água na pia e joguei água em mim mesmo na minha cabeça e sentei d novo no vaso e fiquei lá com o punho fechado e apoiado no meu rosto com braço dobrado com o cutuvelo batendo escorado na minha perna. Já tava ficando d saco cheio d tanto tomar porrada.

Um deles chegou pra mim então, se agaichou olhou rapidamente pra minha cara, pelo q vi ele era negro mas não conseguia reconhecer o rosto dele. O q me fez perceber q ele era negro é q ele deixou o punho fechado na frente dos meus olhos e vi q o braço dele era negro. Ele falou: “Bate aqui.” Eu então fiz o encontro d punhos no punho dele d leve. Ele então deu um cascudo no meu punho. Foi como nada pra mim. Ele então falou: “Bate com força!” E eu bati devagar. E ele de novo deu um cascudo no meu punho e mandou bater d novo. Então eu dei uma batida leve no punho dele e d novo ele deu um cascudo no meu punho e depois se levantou com raiva e deu um monte d cascudo na minha cabeça. Só sei q ouvi um “AHHHHHHRRRR” d dor q vinha dele.

Ele machucou o punho depois d me bater d mal jeito na minha cabeça. Ele então deu uns dois tapas bem fortes nas minhas costas me jogou pro chão e começou a socar o meu peito com muita força depois disso ele começou a bater no meu peito com muita força como se estivesse me furando com uma faca, tirando q ele não estava d faca ele queria q eu tivesse um parada cardíaca e estava conseguindo.

Só sei q por alguns milésimos d segundo eu vi uma luz muito forte em cima d mim mas não era a luz da câmera. Parecia tão surreal q eu juro q tinha subido pra essa luz. Eu estava perdendo a consciência, talvez morrendo. Foi então q o policial saiu d cima d mim e foi embora chingando. Foi então q do nada voltei a lucidez. E um deles falou. “Levanta e senta no lugar.”

Levantei e sentei. No vaso d novo. Agora eles já estavão muito putos da vida comigo. Então um deles deu um chute no meu nariz. Eu juro q meu nariz tinha se afundado todo pra trás. O chute foi violento q arredou minha cabeça pra trás. Eu então peguei no meu nariz q parecia a meu ver na hora todo afundado pra trás e açoei ele, saiu uma pelota d sangue do meu nariz q caiu no vaso.

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