sábado, 13 de junho de 2009

Casulo d ódio Part.Final


Parte.Final

De repente me via na frente de um moreno da minha altura e de físico atlético, cabelos espetados como espinhos e raspados nas laterais fazendo um moicano mais largo q o normal e um cavanhaque bem cerrado. Estávamos dentro de uma sala oval escura q mais parecia uma masmorra, iluminada por tochas. Ele estava de calças jeans e sem camisa, mostrando uma tatuagem tribal q cubria seu peito e parte dos seus ombros, era o desenho q parecia-se com a cara de um demônio e os chifres estavam desenhados até seus ombros. Ele me deu um soco e cai, quando me pus de pé ele gritou:
-Já estou cansado de suas idiotices, sempre bonzinho demais! Deixando os outros t humilhar! Quando você vai começar a reagir! – falava me apontando o dedo.
Lembrei-me na hora como era sempre o cara marcado na escola q todo mundo zuava e me humilhava e apanhava de todo mundo ou ficava calado pra não apanhar.
De repente ele partiu para cima de mim e começou a me aplicar uma seqüência de socos, tomei um no queixo e cai, comecei a receber chutes na custela, foi quando comecei a ficar com uma raiva descontrolada, quando me levantei e comecei a enfrenta-lo.

Via o rosto de Luma em minha mente q gritava apavorada e chorava naquele instante, isso me deu mais força para lutar. A cada golpe q lhe dava, recebia seis em troca, caía mas me levantava. Os seus socos e chutes passaram a diminuir, estávamos nos equilibrando em número de pancadas. Foi uma troca de socos e chutes q parecia uma eternidade. Não sentia dor e mesmo assim continuava o enfrentando, nós dois começamos a sangrar muito, não sei d onde tirei tanta força do meu corpo raquítico pra machuca-lo. Foi quando ele parou me olhou fixamente nos olhos. Disse logo em seguida, mostrando um sorriso com sangue gotejando da boca e escorrendo pelo seu peito com corte nas duas sobrancelhas:
-Muito bem Israel! Parece q você aprendeu. Agora vá atrás deles!

Acordei de súbito e estava com arma na minha mão, puis a mão na minha cabeça e sentia o ferimento, q não sangrava espantosamente! , olhei minha mão e não tinha sangue, a arma joguei de lado, depois q me levantei daquela possa d sangue e vi o corpo de Luma, em volta de sua cabeça estava ensopado de sangue o colchão. Eu não entedia como uma bala q atravessou minha cabeça ainda tinha me deixado vivo, esse fato me espantava muito. Tentei olhar pra Luma d novo, mas não tive mais coragem de olhá-la, já era altas horas da madrugada, foi quando ouvi uma voz na minha cabeça: “Vá pra o bar, você sabe qual, aquele bar.” Me veio em mente logo em seguida a nítida imagem do bar em q tinha sido espancado por aqueles canalhas. Fiquei possuído de ódio e sai correndo da casa de Luma. Estava tão rápido q via tudo ao meu redor ficando pra trás como se estivessem passando entre eles um jato. Não demorou muito avistei o bar, lá estavam os quatro sentados tomando cerveja, quando Lúcio percebeu minha presença, os outros logo também perceberam todos olharam pra mim com seus rostos pálidos q mais pareciam fantasmas. Lúcio se levantou e exclamou:
-Pensei q estava morto! – disse assustado
-Eu também. – disse sorrindo cinicamente e virando meu rosto pra ele ver o buraco do tiro.

Estava a 3 metros de distância dele, num movimento rápido dei dois passos largos e lhe acertei um soco na boca do estômago q o arremessou 4 metros em cima da mesa de outro clientes. Quando percebi q os canalhas já sacavam a armas pra me matar, puxei a arma do primeiro q tentou mirar a na minha cabeça, tive um alerta na minha mente q uma bala iria me acertar pelas costas, me agachei e vi o dois tiros pegando no homem q desarmara, logo em seguida me virei e dei um salto de lado ficando deitado no ar e acertei dois tiros certeiros na cabeça de cada um deles, via tudo em câmera lenta quando fazia isso. Deitado no chão, percebi q a Pagero estava começando a se afastar, foi aí q aconteceu a cena mais surpreendente nesse momento. Me levantei rapidamente e comecei a correr numa velocidade incrível, descarreguei os tiros no vidro trazeiro q se estilhaçou todo, corri mais ainda até ficar ao lado da porta dos passageiro, quando a abri e pulei pra dentro do carro em movimento. Ele me olhou assustado, tentou puxar a arma, mas recebeu um soco no rosto, nesse momento o carro se descontrolou, como estávamos passando numa ponte, o carro quebrou a mureta e caímos no rio, tudo se apagou de novo na minha visão. Abri os olhos novamente e estava numa cama d hospital novamente, o guarda q estava lá acordou e me olhou espantado, logo avisou os médico q vieram.

Eram um homem e uma mulher, logo o médico começou a dizer:
-É um milagre q você esteja vivo meu rapaz, não sei como irá ficar depois d entrar em alta, pelo menos as sequelas vão facilitar seu julgamento. Fizemos uma cirurgia na sua cabeça, colocamos no buraco q atingiu sua cabeça q destruiu parte da sua massa encefálica q ficava na parte mais baixa do cérebro, no lugar dos buracos colocamos placas titânio e na parte danificada do cérebro enchemos com uma massa especial q contém células troncos q podem vir a fazer seu cérebro voltar ao normal. Pode se dizer q metade bala raspou o chaci do seu cérebro. Ainda pode ter consciência do q estamos falando. Mas não sabemos q seqüelas terá, temporariamente, é claro, já q a cirurgia tem muito sucesso depois q foi inventada, logo vai ser preso e condenado como um preso normal.

Lhe disse em seguida:
- Pelo menos ainda posso falar normalmente, ainda não sinto meu corpo por causa da anestesia.
- Talvez não o sinta mesmo depois do efeito, alguma parte dos seus movimentos devem ter sido prejudicadas, uma fisioterapia pode ajuda-lo com o tempo. Quando comecei a abrir os olhos estava saindo de uma cela individual e sendo levado por dois policiais até a sala do delegado, me sentei no banco. O delegado começou a falar:
-Senhor Israel, você é acusado de estupro seguido de homicídio da jovem Luma Sandernéli Gonçalves.

Olhei-o atônito o q dizia, ele continuava:
-Acusado também d matar 3 homens e de tentar matar Lúcio Ernandes Rodrigues.
-Matei aqueles homens e tentei matar Lúcio. Mas eu não estuprei Luma.
-Achamos seu semêm em luma, sinal de espancamento, sangue dela em sua camisa e suas digitais na arma do crime.
-Não! Foram eles q a estupraram, por isso fui mata-los!
-Segundo a versão q recebi de Lúcio, era de q Luma estava terminando o namoro com você e pretendia voltar pra ele naquela noite como ela não chegara ao encontro e Lúcio não conseguia ligar pra ela, concluímos q você chegou e a impediu de sair de casa, a estuprou descobriu por ela onde estava o namorado com q ela tinha voltado, a matou e em seguida foi a procura dele e cometeu os homicídios e tentou matar Lúcio.
-Isso é mentira! – disse me levantando da cadeira – Eles armaram tudo contra mim!
Os policiais então me seguraram e me forçaram a sentar. O delegado continuou: -Hahaha! Senhor Israel, será julgado em como adulto, já q a lei foi reformulada no ano de 2012 era de q a maior idade criminal seria de 16 anos. Você será julgado em Belém, onde está a prisão estadual para qual será transferido.
-Não! Vocês estão cometendo um erro!

Os guardas me levaram pra cela, no outro dia, minha mãe e meu pai me visitaram, contei toda a história sem omitir um único detalhe, exeto o de q tinha ressuscitado, em vez disso contei q eles tinham me acertado uma coronhada na cabeça pra desmaiar. Eles pensaram q eu estava louco, a versão q haviam lhes contado foi de q todos amigos de Lúcio e ele estavam desarmados. Minha mãe chorava e lamentava, era a única q acreditava em mim, meu pai achava toda história embaraçosa, achava q eu devia estar sobre efeito de alguma droga pra ter feito isso e imaginar tal história. Uma semana depois fui pra Belém, entrando no fórum algemado as 19:30, via todos me olharem espantados. A família de Luma estavam lá, seu pai sua mãe, sua irmã mais nova, junto com parentes e amigos de Luma e da família, eles me fuzilavam com os olhos.

Estava também a família de Lúcio, q era seu pai q me parecia ser viúvo pela ausência da mãe e alguns parentes dele q também me fuzilavam com os olhos enquanto Lúcio dava um sorriso cínico olhando pra mim. O veredicto não podia ser outro, fui considerado culpado, a versão de Lúcio foi aceita, não tive como me defender, todas as provas iam contra mim. Quando comecei a passar pelo corredor sendo levado por dois policiais, vi o rosto daquele desgraçado olhando pra mim e rindo, ele estava na cadeira q ficava ao lado do corredor. Não suportei aquela humilhação, consegui empurrar os guardas e tirar um da revolver bainha de um dos policiais. Numa ação rápida mirei pra Lúcio e dei 3 tiros, q lhe acertaram no peito no estômago e na cabeça.

Vi com satisfação seu corpo tombando no chão, os policiais me deram cacetadas nas costelas na cabeça e na panturrilha da perna pra abaixasse, soltei a arma no chão logo eles me imobilizaram e voltaram a me levar pro camburão. Nisso vi os olhos do pai de Lúcio q o tinha em seus braços e olhava furioso pra mim e gritou:
-Você vai pagar caro por isso rapaz!

Entrei na viatura sorrindo por ter me vingado daquele desgraçado, nem me importava se seria morto depois a mando do pai daquele desgraçado ou por qualquer outro prisioneiro da prisão. Quando cheguei lá eram 21 horas, entrando no corredor acompanhado de agentes carcerários, o silêncio na prisão era total, mas todos olhavam pra mim sérios. Observando como era as celas, vi q tinham cerca de 10 quadriliches cada uma,(4 camas sobrepostas sobre a outra) sorte minha q estava no ano de 2025 e prisão super-lotadas no Brasil eram raridades eles me mostraram a cama e tiraram minhas algemas. Eles então me entregaram umas botas de burraxa para q calçasse descalço, quando as coloquei.

Não eram botas de borracha comum, tinha uma liga metálica q passavam dos tornozelos 5cm. Nesses 5cm de liga metálica, q tinha como peculiaridade uma trava eletrônica grossa, os agentes pegaram um controle e apertaram um botão. A trava se firmou mais, não podia mais tirar a bota. Me perguntei pra q servia elas, o agente logo me respondeu:
-Essa liga metálica não pode ser cortada, nela contém um GPS, não importa pra onde você vá, nós podemos t achar se estiver com ela. Com esse controle, podemos usar uma outra utilidade da bota, podemos t dar uma choque na potência q quisermos, caso você venha à dar problemas.
-Não pretendo dar problemas... - disse eu.

Foi então q eu entrei no casulo, meu casulo d ódio. Não fiquei muito tempo na prisão. Como me comportava bem os presos ficavam com inveja de mim. Acabei brigando com eles dando uma surra em alguns e agora estou aqui na ala 27. Na verdade não fiz nada d errado. Sou um mutante tipo o Wolverinie, porque na verdaade sou imortal. Por isso q não adiantava eles me darem choque e nem me baterem nem me doparem. Fui rebelde sim, mas é q eu aprendi a não engolir sapo. Sou humilde e me considero um cristão. Sigo a Bíblia, sigo principalmente o evangelho d Mateus. E os capítulos q mais gosto estão no capitulo 5,6,7. O 5 fala das bem aventuranças o 6 ensina como orar e jenjuar e o 7 ensina a qual Deus devemos seguir, ou o Deus do dinheiro ou a Deus. E o versículo q eu mais gosto na Bíblia está no 1°Tim, cap.2, verssículos 3 e 4. Lá diz: Isso é bom e agradável diante d Deus, o qual quer q todos se salvem e alcancem a verdade total em sua plenitude. Agora só me diz uma coisa... Você acredita q sou imortal?
-Sim acredito...
-Sério mesmo!
-Você deve estar com um zumbido no ouvido agora não é?
-Sim.
-Eu. também.
-E então? O q você vai fazer agora meu caro pisicólogo Rávew?
-Fazer meu relatório e t colocar no emprego melhor pra q você saia daqui em breve, uns dois meses.
-Vc conseguiria isso pra mim?
-Claro.
-Muito obrigado doutor.
-Mais uma coisa...
-O q?
-Quer entrar na OGGU?
-Sim.
-Então lembre-se. Você não é o q os outros falam. Você não é o q os outros pensam. Você não é nem mesmo o q falar ou pensa. Você é você pela sua atitude. Atitude d Deus é ser imortal. atitude d Cristo é curar pessoas. E isso você já faz muito bem.
-Você é um iluminado q desceu do céu pra me salvar.
-Você também é. Pois a salvação é pra todos e sem restrição d raça d etinia e de crença. Pois é isso q Deus quer, pois é isso q nós queremos.

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