sábado, 13 de junho de 2009

Casulo d ódio Part.2


Parte.2

Recuperei meu peso normal, pude voltar ao curso preparatório. O q sentia falta de mim era do meu cabelo grande, mas o q podia fazer... Deixar ele crescer de novo. Quando entrei na minha sala fui aplaudido e cumprimentado por todos da sala. Luma me deu um forte abraço e um beijo no rosto. Me sentia feliz por isso tudo, acabei fazendo muitos amigos no cursinho. Foi um dia normal de aula, foi nesse dia também q me aconteceu a coisa mais feliz da minha vida. Voltávamos do curso pra casa, mas dessa vez íamos de carro, ela já tinha terminado o curso de direção e recebido a carteira d motorista, Luma era mais velha do q eu alguns meses, já tinha 18 anos.

Ainda pensava, naquele acontecimento desagradável q me acontecera quando voltava a pé com ela. Naquele dia resolvemos parar numa sorveteria. Depois fomos nos sentar numa pracinha, no banquinho vimos q quase não tinha movimento, ficamos conversando, olhávamos muito um pro outro e nos tocávamos direto. Foi quando Luma começou a rir tanto q deixou cair um pouco de sorvete em sua calça, logo ela exclamou:

-Ai! Droga. – disse ela sorrindo – me melequei toda...
-Deixa eu limpá. – já estava rasgando uma folha do meu fichário e passando na perna dela – Pronto...

Foi quando terminei q olhamos olho no olho, ficamos uns 10 segundos nos olhando e calados, ela disse:
-Você não vai fazer nada?
-Fazer o q?
-Ah! Deixa q eu faço então.

Ela encostou seus lábios nos meus e então começamos a nos beijar, nossas línguas se juntaram, foi um longo beijo então fui abraça-la enquanto a beijava, mas tinha me esquecido de um detalhe, eu ainda estava com o sorvete na mão, acabou q nós dois nos sujamos. Pois o sorvete de casquinha q estava na minha mão, estava no meio de nossos peitos q se chocavam, paramos na hora e começamos a rir convulsivamente! E finalmente pude mostrar melhor, meus dentes corrigidos depois de ter tirado o aparelho. Depois fomos pra casa de mãos dadas. Foi nesse dia q começamos a namorar.

Quando o pessoal do curso ficou sabendo, nós éramos rodeados de gente. Meus colegas faziam comentários indiscretos do tipo como: “Mando bem cara! A moça é uma deuza grega!” “Cara de sorte! Todo mundo queria pegar ela! Realmente não sei o q ela viu num cara magrelão igual você!” “Rapaz! C já conseguiu o amor dela! Agora vamos ver se você consegue a segunda fase, q é leva ela pra cama!”

Esse ultimo comentário q seu citei q me fez ficar pensativo, sentia muito tesão por Luma, me perguntava quando seria nossa primeira vez. Essa primeira vez aconteceu, foi quando voltávamos de carro do cinema. Como minha casa era a dois quarteirões da casa dela, ela poderia guardar o carro e em seguida eu iria a pé pra casa. Foi quando a beijei e já ia me despedindo, ela segurou meu braço e me puxou pra dentro, não tinha ninguém em casa, só ela. Começamos a nos beijar, ela começou a tirar minha camisa e a beijar meu peito, subimos pro andar de cima do seu sobradinho, foi quando chegamos no seu quarto. Ela me deitou na cama, tirou sua blusa apertada, eu vi aqueles seios volumosos e duros. Ela estava em cima de mim, se debruçou sobre mim e começou a me beijar, foi então q eu me virei por cima dela e comecei a lhe tirar a calça, ela me ajudou, foi quando vi aquela calcinha vermelha. Logo a tinha tirado e comecei a chupar sua genitália. Ela gemia de prazer e forçava minha cabeça contra sua genitália. Logo ela teve um orgasmo, foi quando tirei minha calça e minha cueca, depois comecei a penetrá-la. Levantei sua perna e as firmei nos meus braços, fui penetrando cada vez mais rápido. Naquela noite fizemos amor selvagem, quando terminávamos estávamos sorrindo e olhando um pro outro. Ela me disse logo em seguida:
-Você foi ótimo.
-Obrigado.
-Você ainda era virgem num era.
-Era sim. Era...

Nos beijamos outra vez, foi quando olhei o relógio no meu pulso e vi q se passará pouco mais de uma hora desde q chegamos. Exclamei assustado:
-Meus pais! Eles devem estar preocupados! Vou ter q ir pra casa!
-Tome um banho primeiro. Vou na cozinha pegar algo pra bebermos.
Não tinha presa, entrei no banheiro do quarto dela, tomei um banho de cinco minutos.

Lá dentro mesmo coloquei minhas calças, lembrei q tinha deixado meus sapatos e camisa perto da cama, quando abri a porta do banheiro e já estava saindo, senti uma pancada forte na nuca, cai desacordado. Quando acordei meio atordoado ainda, estava amarrado a uma cadeira. Lá estava aquele desgraçado de novo, era o ex-namorado da Luma. Logo Indaguei:
-Você não devia estar na clínica de recuperação!?
-Devia, mas tenho dinheiro, por isso mando em todo mundo.

Ele então me deu um soco na cara, foi quando olhei pros lados procurando por Luma, foi quando a vi de pé, perto da sendo segurada por outros três comparsas daquele desgraçado, ele olhou pra Luma q estava aterrorizada e chorando, tinha na sua boca um pano amarrado pra q não gritasse. Ele pegou seu 38 e começou a passar no seu pescoço e a descer o cano do revolver pelos seus seios. Afastou a camisola dela começou a lhe beijar os seios. Irritado exclamei:
-Deixa ela em paz seu desgraçado!

Ele veio em minha direção e me acertou uma coronhada no rosto e começou a falar alto:
-Como você foi me trocar por um varapau como esse!
Luma começou a chorar enquanto ele dizia:
-Mas hoje você vai aprender a lição sua vagabunda!

Os comparsas dele a jogaram na cama e a seguravam, ela tentava a todo custo se soltar, mas por mais q chutasse, eles a seguravam. Foi quando comecei a ver a cena mais terrível de minha vida. Aquele desgraçado foi o primeiro q começou a estuprala. Eu não suportava ver aquele nojento em cima dela a violando. Não podia gritar, porque um de seus comparsas estava apontando uma outra arma pra minha cabeça. Só murmurava e chorava.
-Não façam isso com ela...
Não podia sair da cadeira, pois meus pés também estavam amarrados, meu choro começou a virar raiva.
-Soltem ela seus desgraçados!
Tomei uma pancada na cabeça.
-Se você gritar eu estoro sua cabeça.- disse um dos comparsas q logo amarrou minha boca com minha camisa.

Fui forçado a ver aqueles animais a estruparem, ouvia os gemidos d desespero de Luma, comecei a chorar muito e sentia raiva de mim mesmo pela impotência minha d não poder fazer nada. Foi quando aquele desgraçado q era o ex-namorado de Luma começou seu plano, colocou uma luva hospitalar na sua mão direita e pegou uma pistola. Pegou logo em seguida um travesseiro, colocou-o por cima da cabeça dela e atirou. Quando vi aquilo chorei mais ainda, ele chegou perto de mim e começou a dizer:
-Mas não fui eu q matei essa vagabunda. Foi você q fez essa atrocidade e logo em seguida se suicidou.

Ele colocou a arma acima do meu ouvido e atirou. Vi em câmera-lenta as coisas quando eu caía. Só conseguia me lembrar do rosto de Luma. Tudo começou a se apagar diante dos meus olhos então, vi toda minha vida naquela fração de segundos, quando tudo finalmente escureceu.

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