sábado, 13 de junho de 2009

Olhos d Onça



Olhos de onça

Obs: Esse foi o conto q escrevi me inspirou a escrever o meu livro Espíritos Indomáveis: Revelações d um Jovem Sonhador. Também está postado no inicio do Blog. Só aqui eu dei uma revisão básica nele.

E lá estavam as árvores sobre as terras de águas límpidas em volta, com as cores de azul e verde, refletidos da beleza natural da floresta, onde desfrutávamos de uma paisagem deslumbrante. Eu, apaixonado pela natureza, não resisti à tamanha beleza nos dada por Deus. Aquele conjunto de árvores altas, bem verdes, altura entre dez e quarenta metros. Chamada de floresta negra pelos moradores daquela região, pois diziam que quem estivesse nela em pleno dia, poderia jurar que era noite.

Com meu espírito aventureiro, tirei fotos de nossa lancha, em seguida fomos direto para margem da floresta e confirmamos o que os moradores tinham nos dito: “Dentro da floresta vai parecer que está de noite.” Agora só faltava achar a tribo Guatinchara, “pra” minha matéria sobre seus segredos, começaria a expedição no dia seguinte. Fomos alertados pelo guia, de perigos que corríamos, mas não esperávamos que esses perigos fossem grandes e com conseqüências macabras. Então nós acampamos na floresta negra, que ficava cada vez mais escura quando a noite chegava. Sentia algo estranho, como se já esperasse que aquilo fosse acontecer. Com toda aquela escuridão e frio, acendemos uma fogueira, tiramos uma “prosa” sobre lendas da tribo, religião, legalização das drogas e até mesmo o RPG. Na hora de dormir, o nosso grupo combinou de revezarmos a segurança na noite do acampamento, começando por mim, o guia e o biólogo da nossa expedição.

Pegamos nossas armas e fomos. Algum tempo depois, quase acabando o tempo de nossa segurança, ouço um certo barulho em cima daquelas árvores, parecia algo nos observando pulando de galho em galho. Falei aos meus companheiros que me ajudavam na segurança do acampamento:
- Tem alguma coisa de errado aqui! – digo demonstrando medo.

Marlon me responde:
-Você que deve estar estranho.
- Não, eu ouvi alguma coisa, parece que estamos sendo observados por algum animal que deve estar perto.
- Está ficando paranóico, isso sim.

Muapi fala:
- Também ouvi algo estranho nessas árvores.
- Viu Marlom, tá vendo que eu tinha razão. – digo a ele.
- Marlom, vamos nos separar e dar uma olhada em volta do acampamento. – diz a Muapi a Marlom.

Marlom fala:
- Tudo bem. E qual é o plano?

Nisso eu digo:
- Vamos nos separar e olhar pelos três cantos do acampamento.

Muapi fala:
- Será que não é melhor ficarmos juntos.

Eu respondo:
-Eu vou olhar o lugar sosinho.

Marlom fala:
- Eu irei com você então Muapi.
- O mais certo é que estivéssemos juntos...

Enquanto os dois conversavam, já estou andando pelo acampamento com meu rifle, observando as árvores meio aflito. Derrepente! Ouço rugido felino gritos de sofrimento: “Ahaaaaar! Ahaaar!” Sinto meu sangue gelar, todos acordam, saem de suas barracas e redes armados com suas pistolas e rifles gritando aflitos, pondo-se em prontidão: “Quê que ouve!? Quê que tá acontecendo!?” Aí que do escuro percebo um braço ensangüentado vindo de cima e caindo do meu lado, ficamos todos apavorados no centro do acampamento, do nada nos apareceu aquela fera negra, assustadora e enorme dilacerando rapidamente três dos nossos companheiros. Afastei-me rapidamente antes de atirar, vejo meus outros companheiros fazendo o mesmo que eu e atirarem feito loucos na fera de aparência humanóide.

Mas não! Como era rápido... Não o pegávamos! Um dos nossos começou a correr desesperado e foi rasgado pelas costas, mesmo nós usando lanternas, mal víamos a fera. Pois ela não parava quieta, ia para todos os lados, se escondeu de nós. Derrepente, saiu da escuridão matando a garradas, em questão de segundos, outros cinco companheiros próximos de mim. Continuo me afastando rapidamente, aperto o gatilho e percebo que não tenho mais balas. A fera para... Olha para mim e vem andando calmamente para meu lado. Mesmo suando frio, consegui recarregar meu rifle com as poucas balas que ainda restavam, apontei para o desgraçado há sete metros de mim. Puxei o gatilho e descarreguei com vontade todas as balas, impressionantemente ele conseguiu evitá-las, esquivou-se perfeitamente das balas!

Vendo melhor com a claridade da fogueira, vejo uma fera negra com mais de dois metros e meio de altura, olha pra mim com um sorriso macabro, gotejando sangue de sua boca. Era um homem meio onça, não pensei duas vezes, estava com tanto medo, que corri feito um doido. Poderia fazer cem metros em sete segundos, vi a lancha amarrada na margem do rio, tirei o facão de minha cintura, cortei rapidamente a corda num só golpe. Pulei dentro da lancha, por sorte a chave já estava no câmbio do barco, liguei o motor e zarpei de lá com tudo. Pensando estar livre daquele animal, passando entre as árvores do rio Amazonas mais aliviado, quando menos espero, algo pula das árvores no bico da lancha! Assustado, caí de costas no chão da lancha, era aquele bicho horrendo prestes a me atacar! E agora... O que me espera... Que irá me acontecer... Será que vou morrer?

Deitado no chão, percebo à meu lado um sinalizador, peguei-o rapidamente e dei um tiro perfeito no peito da fera. Foi tão forte o impacto, que o desgraçado deve ter voado mais ou menos cinco metros de distância, direto para água. Levantei-me, vi que estava prestes a bater nas árvores e pulei dela no momento exato da colisão. A conseqüência não poderia ser pior, a lancha explodiu, fazendo-me voar mais ou menos dez metros, caí violentamente no chão. Não sentia mais meu braço direito, devo ter quebrado, mas me sentia aliviado, pois a fera não estava mais me perseguindo. Levantei-me, andei um pouco para margem do rio, desconfiando de algo, para ver o que sobrou da lancha e se tinha realmente me livrado dele, parece que estava sonsinho.

Pensei estar sonsinho! Mais não, maldita fera que não morre! Levantou-se da água atordoada, com ferimento bem grave no seu peito, mas ainda querendo me matar! Nisso eu me perguntei, por que eu não fui embora correndo quando ainda pude? Mas agora era tarde, a fera veio em minha direção e não estava muito feliz. Me atacou com aquela garra enorme, sem nenhuma precisão, não foi difícil esquivar, o medo nos faz fazer coisas inacreditáveis quando os encaramos de frente. Fui parar atrás das costas dele, mas não esperava um “coice” no peito e fui parar a mais ou menos cinco metros da fera.

Colidindo com as costas num galho de uma árvore meio seca, com quase a circunferência de um “DVD”, quebrou na hora! Eu estava esticado no chão e a fera pulando direto sobre mim, peguei o galho quebrado usando o braço que não tinha fraturado, o levantei com a ponta para cima, dessa vez foi certeiro.
Bem no meio da ferida feita pelo sinalizador, atravessou o peito da fera, o sangue dela jorrou em cima de mim. Enquanto a fera descia, apoiei meus pés em seu peito.

Depois, consegui sair de baixo da fera com muito custo, tive que fazer muita força com minhas pernas para tirá-la de baixo de mim, agora só algo me importava... Eu sobrevivi! Com aquele galho na mão, o levantei para o alto como se fosse uma lança, dei um grito como se fosse um guerreiro e depois o joguei no rio. Voltei meus olhos para fera e algo estranho começou a acontecer, a fera começou a tomar forma humana!

Espantado, eu olhei aquilo que me parecia familiar. Fiquei mais horrorizado ainda, era nosso guia! Lá estava ele ainda com as roupas e botas intactas no corpo. Por que ele faria isso? Pareceu ser um homem bom, não passou de uma ilusão. Que loucura era essa agora!? Entendia tudo! Quando ouvi gritos, era Marlom sendo morto por ele. Espere um pouco!? Então quem estava pulando de árvore em árvore? E percebi que isso estava acontecendo de novo, quando menos espero! Pulam mais três deles, que se diferenciavam por usar tangas em seus corpos.Dois aparentavam uma mistura de homem e onça pintada, agora eu estou morto, não adiantaria fugir, pois estava muito cansado. Lutar! Só se fosse para morrer, me ajoelhei e fiquei quieto esperando pela morte. Um deles, um outro homem onça negra, que estava entre os dois, um pouco maior do que aquele que matei. Se diferenciava, com um cabelo grande, olhou para o guia... Olhou para mim. Nisso eu me perguntava: “E agora... Que me falta acontecer?”

Aquele ser extraordinário se transforma em um índio alto com quase dois metros, com tatuagens tribais estilo cerâmicas indígenas por quase a metade do corpo, fala para mim:
- Para tribo Guatinchara! Um homem de coragem vale mais do que tudo! Por isso conseguiu se livrar da morte. Mas não se esqueça avisar para o homem branco que quiser nos descobrir por interesses e nos destruir! Estarão sujeitos a isso! Você não sabe o que recebeu, isso lhe será útil como ensinamento de vida. Uma nova condição!

Eles saíram de lá pulando de árvore em árvore, perturbado, sai correndo pela noite no meio daquelas árvores sem parar, sentia minhas botas espirrando lama para trás. Apesar de estar com o braço quebrado e muito ferido, não estava nem aí para a dor, fui tomado por uma loucura. Vi um barranco e me deu vontade de pulá-lo, dei um pulo bem distante, deveria ser mais de cinco metros, consegui chegar do outro lado que era mais baixo. Caí dando um rolamento, me levantei e continuei correndo naquela lama até chegar num pasto de capim bem alto. Começou a chover forte e senti meu corpo se transformando novamente, minhas calças(Obs: Calça de elástico.) e minha camisa que eram largas ficaram justas, minhas botas se rasgaram e não estavam mais nos meu pés, eu era um Guatinchara!

Um homem meio onça pintada, minhas roupas se rasgavam um pouco enquanto eu ia correndo como um bicho pela mata, como se usasse quatro patas, sentindo todo aquele capim nos meus braços e as gotas de água nas minas costas. Não sei quanto eu tinha corrido, sei que era muito. Parecia um bicho do mato, um bicho desesperado por ajuda no meio daquele mato, passei por um riacho. Nesse riacho, molhei minhas pernas, vi que tinha uma ponte à cerca de trinta metros. Na hora em que saí do riacho, subi em cima de uma pedra, me destransformei. Pois estava muito cansado, quando ia passar para o outro lado, me escorreguei e caí desmaiado no chão de tanto cansaço. Não queria mais me levantar, pois não tinha mais forças para correr e nem mais forças para querer viver.

Tive pesadelos horríveis enquanto dormia, como se tudo tivesse voltado ao acampamento e como se visse tudo pelos olhos da fera, pelos olhos de uma onça. Acordo perturbado com tudo isso num hospital militar que me parecia se localizar na floresta, sem saber se o que me aconteceu foi real ou sonho.

Casulo d ódio Part.Final


Parte.Final

De repente me via na frente de um moreno da minha altura e de físico atlético, cabelos espetados como espinhos e raspados nas laterais fazendo um moicano mais largo q o normal e um cavanhaque bem cerrado. Estávamos dentro de uma sala oval escura q mais parecia uma masmorra, iluminada por tochas. Ele estava de calças jeans e sem camisa, mostrando uma tatuagem tribal q cubria seu peito e parte dos seus ombros, era o desenho q parecia-se com a cara de um demônio e os chifres estavam desenhados até seus ombros. Ele me deu um soco e cai, quando me pus de pé ele gritou:
-Já estou cansado de suas idiotices, sempre bonzinho demais! Deixando os outros t humilhar! Quando você vai começar a reagir! – falava me apontando o dedo.
Lembrei-me na hora como era sempre o cara marcado na escola q todo mundo zuava e me humilhava e apanhava de todo mundo ou ficava calado pra não apanhar.
De repente ele partiu para cima de mim e começou a me aplicar uma seqüência de socos, tomei um no queixo e cai, comecei a receber chutes na custela, foi quando comecei a ficar com uma raiva descontrolada, quando me levantei e comecei a enfrenta-lo.

Via o rosto de Luma em minha mente q gritava apavorada e chorava naquele instante, isso me deu mais força para lutar. A cada golpe q lhe dava, recebia seis em troca, caía mas me levantava. Os seus socos e chutes passaram a diminuir, estávamos nos equilibrando em número de pancadas. Foi uma troca de socos e chutes q parecia uma eternidade. Não sentia dor e mesmo assim continuava o enfrentando, nós dois começamos a sangrar muito, não sei d onde tirei tanta força do meu corpo raquítico pra machuca-lo. Foi quando ele parou me olhou fixamente nos olhos. Disse logo em seguida, mostrando um sorriso com sangue gotejando da boca e escorrendo pelo seu peito com corte nas duas sobrancelhas:
-Muito bem Israel! Parece q você aprendeu. Agora vá atrás deles!

Acordei de súbito e estava com arma na minha mão, puis a mão na minha cabeça e sentia o ferimento, q não sangrava espantosamente! , olhei minha mão e não tinha sangue, a arma joguei de lado, depois q me levantei daquela possa d sangue e vi o corpo de Luma, em volta de sua cabeça estava ensopado de sangue o colchão. Eu não entedia como uma bala q atravessou minha cabeça ainda tinha me deixado vivo, esse fato me espantava muito. Tentei olhar pra Luma d novo, mas não tive mais coragem de olhá-la, já era altas horas da madrugada, foi quando ouvi uma voz na minha cabeça: “Vá pra o bar, você sabe qual, aquele bar.” Me veio em mente logo em seguida a nítida imagem do bar em q tinha sido espancado por aqueles canalhas. Fiquei possuído de ódio e sai correndo da casa de Luma. Estava tão rápido q via tudo ao meu redor ficando pra trás como se estivessem passando entre eles um jato. Não demorou muito avistei o bar, lá estavam os quatro sentados tomando cerveja, quando Lúcio percebeu minha presença, os outros logo também perceberam todos olharam pra mim com seus rostos pálidos q mais pareciam fantasmas. Lúcio se levantou e exclamou:
-Pensei q estava morto! – disse assustado
-Eu também. – disse sorrindo cinicamente e virando meu rosto pra ele ver o buraco do tiro.

Estava a 3 metros de distância dele, num movimento rápido dei dois passos largos e lhe acertei um soco na boca do estômago q o arremessou 4 metros em cima da mesa de outro clientes. Quando percebi q os canalhas já sacavam a armas pra me matar, puxei a arma do primeiro q tentou mirar a na minha cabeça, tive um alerta na minha mente q uma bala iria me acertar pelas costas, me agachei e vi o dois tiros pegando no homem q desarmara, logo em seguida me virei e dei um salto de lado ficando deitado no ar e acertei dois tiros certeiros na cabeça de cada um deles, via tudo em câmera lenta quando fazia isso. Deitado no chão, percebi q a Pagero estava começando a se afastar, foi aí q aconteceu a cena mais surpreendente nesse momento. Me levantei rapidamente e comecei a correr numa velocidade incrível, descarreguei os tiros no vidro trazeiro q se estilhaçou todo, corri mais ainda até ficar ao lado da porta dos passageiro, quando a abri e pulei pra dentro do carro em movimento. Ele me olhou assustado, tentou puxar a arma, mas recebeu um soco no rosto, nesse momento o carro se descontrolou, como estávamos passando numa ponte, o carro quebrou a mureta e caímos no rio, tudo se apagou de novo na minha visão. Abri os olhos novamente e estava numa cama d hospital novamente, o guarda q estava lá acordou e me olhou espantado, logo avisou os médico q vieram.

Eram um homem e uma mulher, logo o médico começou a dizer:
-É um milagre q você esteja vivo meu rapaz, não sei como irá ficar depois d entrar em alta, pelo menos as sequelas vão facilitar seu julgamento. Fizemos uma cirurgia na sua cabeça, colocamos no buraco q atingiu sua cabeça q destruiu parte da sua massa encefálica q ficava na parte mais baixa do cérebro, no lugar dos buracos colocamos placas titânio e na parte danificada do cérebro enchemos com uma massa especial q contém células troncos q podem vir a fazer seu cérebro voltar ao normal. Pode se dizer q metade bala raspou o chaci do seu cérebro. Ainda pode ter consciência do q estamos falando. Mas não sabemos q seqüelas terá, temporariamente, é claro, já q a cirurgia tem muito sucesso depois q foi inventada, logo vai ser preso e condenado como um preso normal.

Lhe disse em seguida:
- Pelo menos ainda posso falar normalmente, ainda não sinto meu corpo por causa da anestesia.
- Talvez não o sinta mesmo depois do efeito, alguma parte dos seus movimentos devem ter sido prejudicadas, uma fisioterapia pode ajuda-lo com o tempo. Quando comecei a abrir os olhos estava saindo de uma cela individual e sendo levado por dois policiais até a sala do delegado, me sentei no banco. O delegado começou a falar:
-Senhor Israel, você é acusado de estupro seguido de homicídio da jovem Luma Sandernéli Gonçalves.

Olhei-o atônito o q dizia, ele continuava:
-Acusado também d matar 3 homens e de tentar matar Lúcio Ernandes Rodrigues.
-Matei aqueles homens e tentei matar Lúcio. Mas eu não estuprei Luma.
-Achamos seu semêm em luma, sinal de espancamento, sangue dela em sua camisa e suas digitais na arma do crime.
-Não! Foram eles q a estupraram, por isso fui mata-los!
-Segundo a versão q recebi de Lúcio, era de q Luma estava terminando o namoro com você e pretendia voltar pra ele naquela noite como ela não chegara ao encontro e Lúcio não conseguia ligar pra ela, concluímos q você chegou e a impediu de sair de casa, a estuprou descobriu por ela onde estava o namorado com q ela tinha voltado, a matou e em seguida foi a procura dele e cometeu os homicídios e tentou matar Lúcio.
-Isso é mentira! – disse me levantando da cadeira – Eles armaram tudo contra mim!
Os policiais então me seguraram e me forçaram a sentar. O delegado continuou: -Hahaha! Senhor Israel, será julgado em como adulto, já q a lei foi reformulada no ano de 2012 era de q a maior idade criminal seria de 16 anos. Você será julgado em Belém, onde está a prisão estadual para qual será transferido.
-Não! Vocês estão cometendo um erro!

Os guardas me levaram pra cela, no outro dia, minha mãe e meu pai me visitaram, contei toda a história sem omitir um único detalhe, exeto o de q tinha ressuscitado, em vez disso contei q eles tinham me acertado uma coronhada na cabeça pra desmaiar. Eles pensaram q eu estava louco, a versão q haviam lhes contado foi de q todos amigos de Lúcio e ele estavam desarmados. Minha mãe chorava e lamentava, era a única q acreditava em mim, meu pai achava toda história embaraçosa, achava q eu devia estar sobre efeito de alguma droga pra ter feito isso e imaginar tal história. Uma semana depois fui pra Belém, entrando no fórum algemado as 19:30, via todos me olharem espantados. A família de Luma estavam lá, seu pai sua mãe, sua irmã mais nova, junto com parentes e amigos de Luma e da família, eles me fuzilavam com os olhos.

Estava também a família de Lúcio, q era seu pai q me parecia ser viúvo pela ausência da mãe e alguns parentes dele q também me fuzilavam com os olhos enquanto Lúcio dava um sorriso cínico olhando pra mim. O veredicto não podia ser outro, fui considerado culpado, a versão de Lúcio foi aceita, não tive como me defender, todas as provas iam contra mim. Quando comecei a passar pelo corredor sendo levado por dois policiais, vi o rosto daquele desgraçado olhando pra mim e rindo, ele estava na cadeira q ficava ao lado do corredor. Não suportei aquela humilhação, consegui empurrar os guardas e tirar um da revolver bainha de um dos policiais. Numa ação rápida mirei pra Lúcio e dei 3 tiros, q lhe acertaram no peito no estômago e na cabeça.

Vi com satisfação seu corpo tombando no chão, os policiais me deram cacetadas nas costelas na cabeça e na panturrilha da perna pra abaixasse, soltei a arma no chão logo eles me imobilizaram e voltaram a me levar pro camburão. Nisso vi os olhos do pai de Lúcio q o tinha em seus braços e olhava furioso pra mim e gritou:
-Você vai pagar caro por isso rapaz!

Entrei na viatura sorrindo por ter me vingado daquele desgraçado, nem me importava se seria morto depois a mando do pai daquele desgraçado ou por qualquer outro prisioneiro da prisão. Quando cheguei lá eram 21 horas, entrando no corredor acompanhado de agentes carcerários, o silêncio na prisão era total, mas todos olhavam pra mim sérios. Observando como era as celas, vi q tinham cerca de 10 quadriliches cada uma,(4 camas sobrepostas sobre a outra) sorte minha q estava no ano de 2025 e prisão super-lotadas no Brasil eram raridades eles me mostraram a cama e tiraram minhas algemas. Eles então me entregaram umas botas de burraxa para q calçasse descalço, quando as coloquei.

Não eram botas de borracha comum, tinha uma liga metálica q passavam dos tornozelos 5cm. Nesses 5cm de liga metálica, q tinha como peculiaridade uma trava eletrônica grossa, os agentes pegaram um controle e apertaram um botão. A trava se firmou mais, não podia mais tirar a bota. Me perguntei pra q servia elas, o agente logo me respondeu:
-Essa liga metálica não pode ser cortada, nela contém um GPS, não importa pra onde você vá, nós podemos t achar se estiver com ela. Com esse controle, podemos usar uma outra utilidade da bota, podemos t dar uma choque na potência q quisermos, caso você venha à dar problemas.
-Não pretendo dar problemas... - disse eu.

Foi então q eu entrei no casulo, meu casulo d ódio. Não fiquei muito tempo na prisão. Como me comportava bem os presos ficavam com inveja de mim. Acabei brigando com eles dando uma surra em alguns e agora estou aqui na ala 27. Na verdade não fiz nada d errado. Sou um mutante tipo o Wolverinie, porque na verdaade sou imortal. Por isso q não adiantava eles me darem choque e nem me baterem nem me doparem. Fui rebelde sim, mas é q eu aprendi a não engolir sapo. Sou humilde e me considero um cristão. Sigo a Bíblia, sigo principalmente o evangelho d Mateus. E os capítulos q mais gosto estão no capitulo 5,6,7. O 5 fala das bem aventuranças o 6 ensina como orar e jenjuar e o 7 ensina a qual Deus devemos seguir, ou o Deus do dinheiro ou a Deus. E o versículo q eu mais gosto na Bíblia está no 1°Tim, cap.2, verssículos 3 e 4. Lá diz: Isso é bom e agradável diante d Deus, o qual quer q todos se salvem e alcancem a verdade total em sua plenitude. Agora só me diz uma coisa... Você acredita q sou imortal?
-Sim acredito...
-Sério mesmo!
-Você deve estar com um zumbido no ouvido agora não é?
-Sim.
-Eu. também.
-E então? O q você vai fazer agora meu caro pisicólogo Rávew?
-Fazer meu relatório e t colocar no emprego melhor pra q você saia daqui em breve, uns dois meses.
-Vc conseguiria isso pra mim?
-Claro.
-Muito obrigado doutor.
-Mais uma coisa...
-O q?
-Quer entrar na OGGU?
-Sim.
-Então lembre-se. Você não é o q os outros falam. Você não é o q os outros pensam. Você não é nem mesmo o q falar ou pensa. Você é você pela sua atitude. Atitude d Deus é ser imortal. atitude d Cristo é curar pessoas. E isso você já faz muito bem.
-Você é um iluminado q desceu do céu pra me salvar.
-Você também é. Pois a salvação é pra todos e sem restrição d raça d etinia e de crença. Pois é isso q Deus quer, pois é isso q nós queremos.

Casulo d ódio Part.2


Parte.2

Recuperei meu peso normal, pude voltar ao curso preparatório. O q sentia falta de mim era do meu cabelo grande, mas o q podia fazer... Deixar ele crescer de novo. Quando entrei na minha sala fui aplaudido e cumprimentado por todos da sala. Luma me deu um forte abraço e um beijo no rosto. Me sentia feliz por isso tudo, acabei fazendo muitos amigos no cursinho. Foi um dia normal de aula, foi nesse dia também q me aconteceu a coisa mais feliz da minha vida. Voltávamos do curso pra casa, mas dessa vez íamos de carro, ela já tinha terminado o curso de direção e recebido a carteira d motorista, Luma era mais velha do q eu alguns meses, já tinha 18 anos.

Ainda pensava, naquele acontecimento desagradável q me acontecera quando voltava a pé com ela. Naquele dia resolvemos parar numa sorveteria. Depois fomos nos sentar numa pracinha, no banquinho vimos q quase não tinha movimento, ficamos conversando, olhávamos muito um pro outro e nos tocávamos direto. Foi quando Luma começou a rir tanto q deixou cair um pouco de sorvete em sua calça, logo ela exclamou:

-Ai! Droga. – disse ela sorrindo – me melequei toda...
-Deixa eu limpá. – já estava rasgando uma folha do meu fichário e passando na perna dela – Pronto...

Foi quando terminei q olhamos olho no olho, ficamos uns 10 segundos nos olhando e calados, ela disse:
-Você não vai fazer nada?
-Fazer o q?
-Ah! Deixa q eu faço então.

Ela encostou seus lábios nos meus e então começamos a nos beijar, nossas línguas se juntaram, foi um longo beijo então fui abraça-la enquanto a beijava, mas tinha me esquecido de um detalhe, eu ainda estava com o sorvete na mão, acabou q nós dois nos sujamos. Pois o sorvete de casquinha q estava na minha mão, estava no meio de nossos peitos q se chocavam, paramos na hora e começamos a rir convulsivamente! E finalmente pude mostrar melhor, meus dentes corrigidos depois de ter tirado o aparelho. Depois fomos pra casa de mãos dadas. Foi nesse dia q começamos a namorar.

Quando o pessoal do curso ficou sabendo, nós éramos rodeados de gente. Meus colegas faziam comentários indiscretos do tipo como: “Mando bem cara! A moça é uma deuza grega!” “Cara de sorte! Todo mundo queria pegar ela! Realmente não sei o q ela viu num cara magrelão igual você!” “Rapaz! C já conseguiu o amor dela! Agora vamos ver se você consegue a segunda fase, q é leva ela pra cama!”

Esse ultimo comentário q seu citei q me fez ficar pensativo, sentia muito tesão por Luma, me perguntava quando seria nossa primeira vez. Essa primeira vez aconteceu, foi quando voltávamos de carro do cinema. Como minha casa era a dois quarteirões da casa dela, ela poderia guardar o carro e em seguida eu iria a pé pra casa. Foi quando a beijei e já ia me despedindo, ela segurou meu braço e me puxou pra dentro, não tinha ninguém em casa, só ela. Começamos a nos beijar, ela começou a tirar minha camisa e a beijar meu peito, subimos pro andar de cima do seu sobradinho, foi quando chegamos no seu quarto. Ela me deitou na cama, tirou sua blusa apertada, eu vi aqueles seios volumosos e duros. Ela estava em cima de mim, se debruçou sobre mim e começou a me beijar, foi então q eu me virei por cima dela e comecei a lhe tirar a calça, ela me ajudou, foi quando vi aquela calcinha vermelha. Logo a tinha tirado e comecei a chupar sua genitália. Ela gemia de prazer e forçava minha cabeça contra sua genitália. Logo ela teve um orgasmo, foi quando tirei minha calça e minha cueca, depois comecei a penetrá-la. Levantei sua perna e as firmei nos meus braços, fui penetrando cada vez mais rápido. Naquela noite fizemos amor selvagem, quando terminávamos estávamos sorrindo e olhando um pro outro. Ela me disse logo em seguida:
-Você foi ótimo.
-Obrigado.
-Você ainda era virgem num era.
-Era sim. Era...

Nos beijamos outra vez, foi quando olhei o relógio no meu pulso e vi q se passará pouco mais de uma hora desde q chegamos. Exclamei assustado:
-Meus pais! Eles devem estar preocupados! Vou ter q ir pra casa!
-Tome um banho primeiro. Vou na cozinha pegar algo pra bebermos.
Não tinha presa, entrei no banheiro do quarto dela, tomei um banho de cinco minutos.

Lá dentro mesmo coloquei minhas calças, lembrei q tinha deixado meus sapatos e camisa perto da cama, quando abri a porta do banheiro e já estava saindo, senti uma pancada forte na nuca, cai desacordado. Quando acordei meio atordoado ainda, estava amarrado a uma cadeira. Lá estava aquele desgraçado de novo, era o ex-namorado da Luma. Logo Indaguei:
-Você não devia estar na clínica de recuperação!?
-Devia, mas tenho dinheiro, por isso mando em todo mundo.

Ele então me deu um soco na cara, foi quando olhei pros lados procurando por Luma, foi quando a vi de pé, perto da sendo segurada por outros três comparsas daquele desgraçado, ele olhou pra Luma q estava aterrorizada e chorando, tinha na sua boca um pano amarrado pra q não gritasse. Ele pegou seu 38 e começou a passar no seu pescoço e a descer o cano do revolver pelos seus seios. Afastou a camisola dela começou a lhe beijar os seios. Irritado exclamei:
-Deixa ela em paz seu desgraçado!

Ele veio em minha direção e me acertou uma coronhada no rosto e começou a falar alto:
-Como você foi me trocar por um varapau como esse!
Luma começou a chorar enquanto ele dizia:
-Mas hoje você vai aprender a lição sua vagabunda!

Os comparsas dele a jogaram na cama e a seguravam, ela tentava a todo custo se soltar, mas por mais q chutasse, eles a seguravam. Foi quando comecei a ver a cena mais terrível de minha vida. Aquele desgraçado foi o primeiro q começou a estuprala. Eu não suportava ver aquele nojento em cima dela a violando. Não podia gritar, porque um de seus comparsas estava apontando uma outra arma pra minha cabeça. Só murmurava e chorava.
-Não façam isso com ela...
Não podia sair da cadeira, pois meus pés também estavam amarrados, meu choro começou a virar raiva.
-Soltem ela seus desgraçados!
Tomei uma pancada na cabeça.
-Se você gritar eu estoro sua cabeça.- disse um dos comparsas q logo amarrou minha boca com minha camisa.

Fui forçado a ver aqueles animais a estruparem, ouvia os gemidos d desespero de Luma, comecei a chorar muito e sentia raiva de mim mesmo pela impotência minha d não poder fazer nada. Foi quando aquele desgraçado q era o ex-namorado de Luma começou seu plano, colocou uma luva hospitalar na sua mão direita e pegou uma pistola. Pegou logo em seguida um travesseiro, colocou-o por cima da cabeça dela e atirou. Quando vi aquilo chorei mais ainda, ele chegou perto de mim e começou a dizer:
-Mas não fui eu q matei essa vagabunda. Foi você q fez essa atrocidade e logo em seguida se suicidou.

Ele colocou a arma acima do meu ouvido e atirou. Vi em câmera-lenta as coisas quando eu caía. Só conseguia me lembrar do rosto de Luma. Tudo começou a se apagar diante dos meus olhos então, vi toda minha vida naquela fração de segundos, quando tudo finalmente escureceu.

Cásulo d ódio Part.1


Obs: Esse é mais um conto meu bem trabalhado q está postado no inicio do blog q resolvi corrigir os erros d português e d digitação.

Parte.1

- Senhor Israel Fagundes. Estamos aqui juntos a procura de uma solução. Quando você foi transferido da ala 22 pra ala 27 da cidade prisão, foi por motivos d insanidade mental. Ouvi a versão da polícia sobre sua história fantástica, mas com certeza, a fatos não esclarecidos, detalhes q o senhor pode me contar se quiser, para q possa ser a solução para seu trauma.

- Não acredito q possa haver solução senhor Tales. Mas irei lhe narrar como fui me transformar nesse monstro q me tornei hoje.
Tive uma vida normal, nasci numa família espírita de classe média alta. Minha mãe era negra e meu pai filho de uma índia do Xingu e um branco, tinha dois irmãos também, éramos uma família feliz. Mas aqueles desgraçados me tiraram tudo q eu mais amava, começando por Luma e depois veio minha família. Tentaram me matar, mas eu escapei e aqueles desgraçados tiveram o q merecia. Eis como tudo começou. Eu conheci Luma com meus 17 anos no curso preparatório para o vestibular de Marabá em q fazia de manhã. Era meu primeiro dia de curso, queria prestar para direito, quando eu tinha me sentado na primeira fila. Vi aquela mulata com mais de 1.70cm, usava calça jeans justa e uma camisa baby-luc q deixava linda, tinha olhos verdes, corpo esbelto, seios fartos e uma bunda bem proporcional e cochas grossas. Era uma deusa, não era o único q olhava pra ela, todo garotos da sala também a secavam. No começo, todos deram em cima dela, mas eu era muito tímido e duvido muito q ela notasse, um magrelo d 1.90cm, aparelho nos dentes com óculos e com um cabelo meio grande e encaracolado, preso por uma diadema.

Tinha a aparência de nerd, mas não era muito inteligente. Só com 4 anos falei minha primeira palavra, custei a aprender a ler e escrever. Nunca bombei, ma custei a terminar o segundo grau, não me dava bem com ciências exatas, apesar disso era exepcional em português e redação, lia muito e escrevia num jornal da escola. Nunca fui bom em nenhum esporte. Fazia duas semanas q estava no curso, foi quando fiz uma redação q a professora nos passou como trabalho. O tema era: A melhor forma de acabar com desmatamento. Sempre fui preocupado com a natureza. Fiz uma redação, q foi considerada a melhor da sala, depois veio a redação de Luma. A professora leu as três melhores redações d todos seu alunos d todas as salas q dava aula. Depois q chegou o intervalo, estava comendo meu sanduíche e tomando um suco. Foi quando ela se sentou no mesmo banco q estava. Ela olhou pra mim sorrindo e falou:

-Oi.

Eu estava com o suco descendo pela boca e engasguei na hora quando ela me dirigiu a palavra. Voltei a me recompor e olhei pra ela q estava rindo.

-Oi... - disse a olhando espantado.

-Você está bem agora? – disse ela sorrindo.

-Sim.

-Você se chama Israel num é.

-É... É sim...

-Sou Luma.

-Sim eu sei...

Foi aí q começou uma amizade, ela sempre puxava assunto e nós falávamos de muitas coisas q tínhamos em comum. A leitura e o gosto de escrever era uma delas, mas era bem diferente de mim, jogava vôlei, era extrovertida. Gostava de axé e hip hop e trance enquanto eu ouvia MPB e curtia new age e rock. Durante pouco mais d 3 meses, viramos muito amigos. Sempre voltávamos do curso juntos e saíamos juntos também. Não tinha muita amizade com os homens da minha turma, foi através de Luma q comecei a fazer amigos, melhor dizendo amigas. Luma sempre dizia coisa boas a meu respeito para suas amigas. Elas me adoravam, teve duas delas q cheguei a ficar, mas nunca tive nada sério com elas, era apaixonado por Luma, mas nunca tive coragem pra me declarar. Um dia quando voltávamos a pé e abraçados depois do curso passávamos por um bar. Foi quando parou uma Pagero atrás de nós q nos surpreendeu. Olhamos pra trás, Luma ficou assustada, quando desceu um homem forte e loiro de cabelos ao estilo militar, um pouco mais baixo q eu, desceu junto também mais outros três marombeiros de cabeça raspada q nos fitavam de braços cruzado, Luma falou espantada:
-Lúcio!

-Q q c tava fazendo abraçado com esse varapau! – dizia ele me olhando com fúria.
-Não tenho q t dar satisfação nenhuma, não estamos mais juntos!

-Eu q decido se estamos ou não mais juntos! – gritou ele mais alto.

Quis interferir na discussão, meu coração batia acelerado, foi quando procurei dizer na maior calma:

-Calma rapaz, a Luma...

-Cala boca rapa! Ou t enfio a mão na oreia! – disse ele me apontando o dedo bem perto meu nariz.

-Eu não posso permitir essa...

Recebi um soco no olho tão forte q cai no chão, quando fui tentar me levantar ainda recebi um chute nas costelas. Estava já me recompondo quando vi aquele homem a puxando pelo braço contra a sua vontade. Meio atordoado me levantei e quando ele estava de costas pra mim lhe acertei um canga leitão na nuca. Ele soltou o braço de Luma. Os outros vieram pra meu rumo enquanto ele se virava para trás. Luma foi correndo e eu ia atrás dela, mas fui puxado pela camisa e caí de costas no chão, foi quando os quatro começaram a me espancar. Recebi chutes na cabeça, nas custelas, no nariz. Foi quando olhei pra cima e vi dois pés caindo em cima de minha cabeça. Nessa hora não vi mais nada. Foi quando comecei a ouvir a voz de Luma, ela chorava e aos poucos sua voz distanciava. Foi quando acordei, do nada numa cama de um hospital. Meus pais estavam ao meu lado. Minha mãe segurava minha mão, meu pai sorria. Ela perguntou aflita:

-Filho! Você está bem!?

Olhei-a espantado e confirmei com um gesto de positivo com a cabeça afirmei q sim. Meu pai logo disse:

- Você estava tendo pesadelos todos os dias q esteve em coma, gritava e chorava dormindo quase todo tempo, os infermeiros tinham de lhe dar uma enjeção para durmir. Isso com muito custo, pois você esperneava e os socava lhes chutava com violência.
-Quanto tempo estive em coma!?

-Por 66 dias.

-Em q mês estamos?

-Junho meu filho – disse minha mãe. – Você passou por 3 cirurgias, seu crânio era mais fácil dizer o não estava quebrado do q o q não estava.
Passei a mão na minha cabeça e vi q ela tinha sido raspada e sentia as cicatrizes de onde tinha sido cortado.

-Você também tinha 3 custelas quebradas.- continuou meu pais

-É um milagre q você tenha sobrevivido, ficamos orando por você o tempo todo. Graças a Deus está vivo! – disse meu pai sorrindo.
-Luma vinha t visitar todos os dias e ficava falando com vc, ela chorou muito segurando suas mãos. – disse minha mãe.

Sorri naquele momento, saber q Luma me visitará todos os dias me confortava bastante. Meus irmãos Rafael e Miguel chegaram. Miguel, meu irmão mais velho foi o primero a falar:

-E aí mano, como é q tá?

-Melhor agora.

-Nós ainda vamos dar um jeito naqueles canalhas! – disse Rafael, meu irmão mais novo.
Me lembrei daqueles desgraçados, minha cara fechou na hora, depois comecei a chorar. Minha mãe e meus irmãos logo me confortaram. No mesmo dia recebi alta, estava mais magro do q era, tive de fazer um certo esforço pra chegar a nossa camionete. Quando cheguei em casa logo me deitei na cama, só levantava para comer e fazer minhas necessidades básicas. Era final de junho, meus colegas estavam entrando de férias, recebi várias visitas de amigos, parentes e colegas de salas, de professores também. Passei as férias adquirindo peso e sendo cuidado por meus pais e meus irmãos. Mas foi no final de julho q fiquei bem feliz. Pois tinha chegado em meu quarto Luma, q sorria quando me olhava, lhe retribuí da mesma forma. Ela começou a dizer: -Ainda bem q você está bem Israel. Fiquei muito preocupada com você esse tempo todo. Todo dia q podia t visitava.

-Estou bem agora. Mas enquanto aquele seu ex-namorado ciumento? Voltou a t importunar? O q houve com ele?

-Ele não irá mais lhe importunar. Foi internado numa clínica de recuperação para viciados em drogas duas semanas depois do q aconteceu. Foi por causa disso q tínhamos terminado a um a dois anos atrás, ele sempre me perseguia, acabei me mudando de Belém pra Marabá, mas ele descobriu onde morava e depois foi pra Marabá também, tinha chegado lá a dois dias.

-Mas o q aconteceu com ele? E o q aconteceu com o resto?

-Nada... Pensei q seus pais tinham lhe contado q o ocorreu...

Foi nesse momento q me lembrei q nunca tinha perguntado isso a eles, meu pai era advogado. O q será q fez a respeito? Foi quando meu pai entrou no meu quarto começou a comentar:

-Não pude fazer nada filho, desculpe não poder ter t contado antes.

-Porque ele não foi preso.

-Foi sua primeira ocorrência. Era réu primário e seu pai é um político rico e influente em Belém, não foi difícil pra ele se safar dessa.

-Mas agora tudo ficará bem Israel.– disse Luma – Ele não vai sair tão cedo da clínica, ficará no mínimo seis meses.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mãos limpas ou mãos armadas?


Obs: Mais um conto meu q está no inicio do blog mas q tratei de reeditá-lo aqui d novo corrigido dos erros d dgitação e d português.

Ele está andando pelo showmício da cidade, época de eleição e uma banda conhecida tocando no palco. Lá está ela, uma garota bonita q olha pra ele. O olhar é correspondido, logo surge a aproximação. Quando se tem o: “Oi como vai...” E os três beijinhos em seguida, ele é interrompido por um outro homem q se aproxima violentamente. O elemento puxa seu cabelo grande pra evitar q ele conheça a garota ainda na apresentação, logo ele olha pra o lado pensando q está tomando um puxão de brincadeira de um amigo. Mas se espanta q quando v se tratar de um namorado ou talvez ex-namorado ciumento. Uma pequena discussão, empurrões, ameaças do tipo: “Eu sei onde você mora rapaz!

Eu t pego se você der em cima dela!” Pra se evitar confusões, a discussão não dura muito, logo o rapaz q só tinha tentado conhecer a moça vai embora do local. Depois se encontra com a garota. “Seu ex-namorado?” diz ele “É”, responde ela afirmando.

Ele se afasta, desiste da moça bonita pra evitar futuras confusões. Andando mais um pouco pelo showmício e com raiva do homem q lhe atrapalhou, derrepente resolve fazer algo diferente nessa noite, caçar uma briga. Olhou com desprezo para o elemento, não demorou muito e o elemento chegou perto empurrando. “Qualé a tua! Q q é!” Outra discussão começa, mas logo surge a pergunta. “Porque eu estou fazendo isso?” Eis a pergunta q ele se fazia no momento, porque nunca caçou confusões e geralmente quando entrava em uma sempre resolvia com suas palavras ou simplesmente ia embora e deixava de lado algo q sempre considerou perda de tempo.

Também lhe vinha os seguintes pensamentos em sua cabeça: “Ele está com dois capacetes em suas mãos, nada o impediria de acerta-los em sua cabeça de uma vez. Será q compensa essa discussão boba?” Logo palavras saem de sua boca: “Qué sabe cara, não vou discutir com você. Porque você é um Mane cara.” “Mané!” O homem q é mais alto q ele o empurra e fala: “ Quem você está chamando de Mané!”

Um outro empurrão é dado de volta, o jovem já espera no momento receber a capacetada logo em seguida. Mas em vez de reagir, deixa o homem lhe dar a capacetada sem nenhuma fazer nada. Os capacetes lhe pegam no lado esquerdo da cabeça lhe dando um corte profundo no couro cabeludo, o seu lado esquerdo fica com o olho inchado e o nariz sangrando por causa da pancada.

O jovem simplesmente não sente dor e continua olhando para o homem q lhe deu a capacetada. Não demora muito o homem q lhe acertou com o capacete já lhe agarra dando-lhe uma chave na cabeça. Mesmo com sua força aparentemente maior, o agressor não consegue segurar sua vítima.

O jovem sai da chave e tenta lhe pegar na garganta com uma mão pra lhe apertar a garganta. O agressor afasta seu pescoço sentindo um puxão na garganta, saindo com alguns arranhões nela. Logo o jovem tenta lhe pegar o braço, assim q o pega e o torce vai direto com os dentes morde-lo. Na mordida, dá uma puxada e sente gosto de sangue na boca. O agressor já se afasta com medo, de repente olha pra aquele q lhe agrediu q agora parece um possuído e está com a boca suja com seu sangue. Lhe espanta alguém menor e aparentemente mais fraco ter recebido duas capacetadas na cabeça ao mesmo tempo e ainda ter continuado de pé pra lutar com ele.

O jovem vai para seu rumo com os olhos fixados em seu rosto, ele anda calmamente e olhando pra seu oponente e em sua cabeça vem o pensamento de rasgar o pescoço de seu oponente com uma mordida. O agressor olha meio aflito mas não deixa de ter coragem, logo q chega perto o jovem, o agressor vem e lhe puxa o cabelo grande, mas toma um empurrão e lhe solta. As pessoas começam a observar aquela cena. Um tumulto começa, o agressor começa a se afastar do jovem de cabelo grande. Toda hora q o jovem chega perto e tenta agarra-lo, ele tenta de todas maneiras o evita-lo, dessa vez não tem nada nas mãos pra poder acerta-lo. O agressor mesmo assim, também enfurecido decide levar adiante o q começou. No meio dos agarrões q o jovem lhe tenta fazer, ele toma um soco no rosto.

Depois de tomar o soco, empurra seu oponente. O jovem cai a alguns metros do seu agressor q logo recupera a confiança em si mesmo. Com a raiva lhe fazendo ferver a cabeça, o jovem ainda assim se levanta e sai andando para o lado do homem q lhe empurrou. De repente os seguranças chegam e seguram os dois, do nada o jovem volta a sua consciência. Resolve deixar de lado a briga, a pedido dos seguranças.

O tumulto então acaba, depois q o jovem se escora no carro, toca seu rosto, ele sente um inchado em seu olho, uma galo muito grande está onde tomou a pancada e seu nariz sangra muito. Encosta na sua cabeça, olha sua mão e ela está suja de sangue. E isso lhe foi só o começo d um trauma q superaria com muita dor e muito custo, mas q o ajudaria a se encontrar futuramente pra ser um grande Guerreiro q é hoje.

P.S: Esse fato ai narrado, é verídico e aconteceu comigo! Fiquei um bom tempo com ódio desse cara. Mas as leis do universo trataram d puni-lo.

O santo e sodomia


Obs: Mais um conto meu q está no inicio do blog mas q tratei de reeditá-lo aqui d novo corrigido dos erros d dgitação e d português.

Essa é a história é uma lenda muito antiga. Da época em q Atlantida ainda estava sobre as águas do mar. Essa história as vezes se repete nos dias de hoje. Havia um homem santo, chamado Ravernel era sábio e conhecedor das artes místicas. Sua riqueza material e espiritual eram grandes. Mas teve um dia q uma mulher aprisionada no corpo de um homem o conheceu e se apaixonou por ele, seu nome era Ílissis. Ílissis foi amaldiçoada no ventre de sua mãe a nascer com a alma de uma mulher presa no corpo de um homem. Era uma punição q tinha sido dada a seus pais por destratarem as pessoas q eram diferentes. A filha do casal só se tornaria mulher se vivesse por sete anos com sua alma gêmea sem se tocarem. Como 'ela' queria Ravernel de qualquer forma, mas o corpo do santo rejeitava seu físico masculino, eles se tornaram inimigos mortais. Acabou q nessa batalha Ílissis perdeu. Mesmo assim os dois se conciliaram e acabaram se tornando bons amigos.

Mesmo assim Ílissis não se sentia satisfeita apenas com a amizade de Ravernel, pois apesar dele a amá-la, eles não mantinham nenhuma relação intíma pra evitarem o pecado da carne. Ravernel havia prometido a Ílissis q só teriam sua noite de núpicias no dia q 'ela' se tornasse mulher de verdade. Mas Ílissis tinha um terrível defeito, não tinha paciência para esperar e era completamente luxuriosa. Com seu corpo andrógino tinha atraído muitos homens e com seus encantos mágicos tinha feito todos eles praticar a sodomia.

Ravernel, tinha sido o único q não tinha caído em seus encantos. Nisso, apareceu para Ílissis Arnomom, uma entidade q lhe propos transformar seu corpo em um corpo de mulher pra q pudesse ter uma noite com Ravernel. Ílissis não resistiu a tentação e procurou pela entidade malígna q era o pior inimigo de Ravernel. Arnomom, era uma entidade q invejava Ravernel e fazia de tudo pra lhe destruir. Ílissis pediu para q Arnomom q lhe realizasse o desejo de ter uma noite com Ravernel. Queria q ele transformasse seu corpo no corpo de mulher antes q a maldição acabasse. O seu desejo foi realizado, Ílissis se tornou uma linda mulher, mas era uma mulher apenas pra seus olhos e para os olhos de Ravernel. Como Ravernel não resistiu a beleza de Ílissis, eles tiveram a sua noite.

Mas quando Ravernel acordou ao lado de Ílissis, se encheu de ira! Logo depois os dois tiveram uma batalha sangrenta, Ravernel matou Ílissis e logo depois se matou. Os dois então receberam uma maldição de Deus. Reencarnariam durante 777 vidas até o dia em q poderiam ficar completamente juntos. Durante essas 777 vidas os dois se reencarnaram e nunca puderam realizar o seu sonho de poderem estar juntos. Sempre passavam pelo mesmo teste, mas nem sempre eles conseguiam vence-lo. E isso só os atrasava mais pra ficarem juntos. Mas chegou a ultima vida em q eles teriam q passar pelo ultimo teste, outra vez Armanom realizou o pedido de Ílissis. Outra vez houve a sodomia entre os dois.

Mas Ravernel então já tinha se cansado dessa maldição e lançou uma maldição e uma benção ao mesmo tempo sobre Ílissis. Ílissis teria de ficar em abstinência sexual, por um período de tempo, só assim poderia se tornar mulher. Mas se caso ousáse quebrar sua abstinência, desgraças lhe aconteceriam e lhe arruinariam a vida a impedindo de ter seu corpo de mulher.

Ílissis sempre ficava em abstinência, mas toda vez q tinha uma caída, todas as riquezas materiais e espirituais q ganhava desapareciam quando ela cometia o ato de sodomia. Chegou o dia em q conseguiu ficar o tempo suficiente pra poder ter a benção de poder se tornar mulher. Logo se uniram na ultima vida, se tornaram homem e mulher de verdade os dois. Nisso eles finalmente viveram felizes até o resto de suas vidas.

A maldição foi quebrada e os dois puderam nascer em suas próximas vidas como homem e mulher até o dia q se reuniram no mundo espiritual depois de cumprirem sua missão na Terra de trazerem a paz aos corações dos homens e lhes ensinarem a serem procuradores da paz e tolerantes com os seus semelhantes diferentes. Essa é uma história para q nós saibamos respeitar, mesmo não entendo o nosso próximo.

Casamento Amaldiçoado: A lenda d Fernandes


Obs: Esse é um dos meus contos presentes no inicio do blog q eu fiz as devidas correções d português.

Era ainda a época em q os coronéis mandavam nas cidades pequenas q faziam divisas com suas terras. No caso essa cidade se chama Vazante hoje, quando ainda era apenas um vilarejo. Um coronel muito rico e com uma filha muito bonita de 16 anos, ela se chamava Ana Maria dos Reis Cortes, em q o pai queria q ela se casasse com o filho de um político muito conhecido em Minas Gerais. Nessa época era comum esses casamentos arranjados, mas q sempre tinham por trás alianças políticas e interesses extremamente financeiros. Mas tinha um problema nesse casamento, a filha era apaixonada por um jovem capanga de seu pai (Isso lembra uma novela da globo... Mas essas novelas de época sempre retratam mesmo como era as coisas antigamente.) O capanga se chamava Antônio Fernandes.

O jovem era trabalhador, honesto, boa pessoa, tranqüilo, não esquentava a cabeça fácil e tinha garra, era corajoso e ainda todas mulheres do vilarejo o cobiçavam. Pela sua coragem ele chegou a pedir com toda franqueza ao coronel a mão de sua filha em casamento e se revelou estar apaixonado por ela. O seu coronel se irritou e o despediu. A moça descobriu tudo, depois disso o seu pai começou a fazer de tudo para impedir q sua filha se encontrasse com ele. O coronel resolveu proibi-la de sair de casa.

Mas ainda assim não impedia os dois de se encontrarem. Faltando apenas uma semana para o casamento da moça, o seu pai tinha viajado a negócios. Os dois aproveitaram e se encontraram numa casa abandonada e lá dormiram juntos. Não demorou muito tempo, quando o coronel chegou de viajem, acabou descobrindo a história. Enraivecido foi com seus capangas para o sítio dos pais do jovem q lhe servia. Como não acharam o moço, o coronel mandou q expulsasse toda a sua família de lá. Quando seus pais iam embora de lá e voltavam com a carroça e sua coisas q puderam pegar com suas coisas q puderam pegar de casa. Toparam com o filho q descobriu toda a história. O moço irritado foi para sua casa q tinha sido tomada, desobedecendo os pais q não queriam q ele fosse, pois ele corria risco de vida. Ele foi de cavalo até lá. Com a carabina na mão e o facão na cintura.

Chegando perto, avistou de longe os capangas, adentrou nas moitas e as escondidas analisou q tinha cerca de 9 capangas q começavam a atear fogo em sua casa. De longe e escondido na mata, se posicionou no meio da mata e começou a atirar, matando um a um os capangas. Quando 3 deles q sobraram perceberam de onde vinha os tiros, foram em sua direção. Mas logo dois deles foram mortos na bala. Sobrou um q era um dos melhores capangas do coronel e inclusive era seu amigo, os dois tiveram uma luta sangrenta no facão. Antônio Fernandes sobreviveu. Logo em seguida, mesmo ferido foi acertar as contas com o coronel. Chegando na fazenda do coronel, enfrentou mais de seus capangas num tiroteio, entrou na casa do coronel.

Chegando lá viu Ana Maria, ele a abraçou e a beijou. Logo perguntou a ela: "Onde está seu pai!? Irei matá-lo pelo q fez!" "Não Antônio não faça isso!" Mas quando menos percebe Antônio recebe um tiro fatal nas costas, quando cai ensangüentado nos braços de sua amada. Os dois olham para o homem q atira pelas costas, era o coronel.

Q olhava com toda frieza o casal. "Larga o homem Ana Maria!" "Não pai! Ele precisa de um médico." Larga o desgraçado Ana Maria!!!"Maria obedece, o coronel olha para os olhos de seu antigo capanga. "Nunca pensei q um dia eu iria precisar de matar alguém q mataria por mim..." "Ainda bem q eu nunca precisei de usar uma bala pra matar alguém por você..."" "Sua vida chega ao fim agora Antônio..." "Não... Minha vida vai se perpetuar pela sua filha, pois em seu corpo ela agora carrega uma parte de mim...

Eu t juro q se ela casar com aquele desgraçado q você sabe muito bem q não presta, sua vida vai ser um desastre e você ainda estará fazendo a vida de sua filha também uma desgraça!" O coronel enraivecido matou Antônio. O dia do casamento chegou, no dia com muita tristeza, houve muitos sinais de q aquele casamento não devia acontecer, pessoas convidadas sofreram acidentes, um outro coronel q não gostava de Antônio teve um ataque do coração e até mesmo uma criança se machucou. Mas nem por isso o casamento foi impedido de acontecer. A filha do coronel se casou com quem não amava. Logo após o casamento seu pai começou a entrou em falência em pouco tempo e se suicidou.

Ana Maria teve um casal de irmãos gêmeos, o padrasto das crianças não tratava bem Ana Maria e nem seu seus filhos q tinham já 5 anos cada. Logo ele começou a ter pesadelos e sua casa começou a acontecer coisas estranhas tipo objetos caindo do nada, aparições do fantasma de Antônio, essas coisas de casa mal-assobrada. Mas chegou um dia q Ricardo viu q as coisas não estavam mais dando certo, suas riquezas estavam se esgotando. Logo começou a mudar e seu ódio por Antônio começou a sumir.

Logo fizeram então uma missa pela alma de Antônio, nisso sua casa nunca mais teve problemas, logo as coisas voltaram a dar certo e as crianças q eram filhos de Antônio começaram a viver bem com seu padrasto e sua mãe.

Os dois conseguiram viver felizes até o fim de suas vidas. E sua família veio a gerar muita prosperidade. Essa meu caro leitor é apenas mais uma história de muitas q acontecem nessas épocas dos coronéis, em q raramente duas pessoas sem interesses, mas mesmo assim isso não indica q elas não venham a se amar um dia. Mas o caminho para o amor entre elas se torna bem mais complicado. Mas nada q um pouco de vontade e fé para superar esses deslizes. Deus sempre ajuda aqueles q querem sua ajuda. É só querer.

sábado, 6 de junho de 2009

Teclando com Ed Mc Load


Obs: Essas mensagens foram trocada com Ed Mc Load, dono do blog http://cerebelonabrita.blogspot.com/ Teclamos um pouco e depóis ele me entrevistou. Eis nossa converssa.

Nunca forneça sua senha ou o número do cartão de crédito em uma conversa de mensagem instantânea.

Ed Mc Laud imortal diz:
vc é o cara famoso da net certo?
Milton diz:
sim
Milton diz:
Eu me lembro d ter lhe adicionadop pelo msn do seu blog
Ed Mc Laud imortal diz:
achei tua historia interessante, vi no seu blog q c tava com um problema de saude
Ed Mc Laud imortal diz:
já tá numa boa?
Milton diz:
Sim
Milton diz:
me tratando
Milton diz:
tenho Transtorno Bipolar d humor
Milton diz:
me interessei em vc pq sou fan Highlander tb
Ed Mc Laud imortal diz:
ah legal cara, curto muito a mitologia do personagem
Ed Mc Laud imortal diz:
sem falar q vida eterna é um assunto muito interessante
Milton diz:
Eu acredito em vida eterna
Milton diz:
mas a vida eterna q acredito é a consciência eterna
Milton diz:
q vem mesmo depois da morte
Ed Mc Laud imortal diz:
sim, eu tenho um pensamento parecido, a eternidade não está nesse corpo (como no filme), mas além dele
Milton diz:
na minha visão
Milton diz:
existe universos paralelos em q nossa consciência desperta como se estivessemos acordando d um sonho e outro sonho
Milton diz:
a minha idéia, é q quando nós despertamos, esse despertar pode acontecer em qualquer fase da vida nesses outros universos paralelos. quando somo crianças, adultos, adolescentes, velhos, quando estamos saindo do ventre d nossas mãe
Ed Mc Laud imortal diz:
como eu posso saber, ou sentir, que despertei na sua visão?
Ed Mc Laud imortal diz:
tipo, tem como eu perceber?
Milton diz:
o q acontece é da consciência viajar no tempo pra despertar nesses planos d existência em q progromamos e condicionamos nossas mentes a fazer outras escolhas q podem piorar ou melhorar nossas vidas
Milton diz:
vc já teve sonhos tão reais q nem parecia q estava dormindo
Milton diz:
foi sua consciência viajando nesses planos
Ed Mc Laud imortal diz:
e há como ficar definitivamente em outro plano?
Milton diz:
Só apos a morte no q acredito
Milton diz:
mas geralmente qd se desperta tem se poucas lembranças
Milton diz:
eu já despertei
Milton diz:
tinha 6 anos qd isso aconteceu
Ed Mc Laud imortal diz:
e vc lembra?
Ed Mc Laud imortal diz:
de detalhes?
Milton diz:
me lembro, foi uma experiência tão surreal q até hj tenho dúvidas, mas espero confirmar d novo qd morrer outra vez
Milton diz:
leia meu blog
Milton diz:
vo t passa o link q tá essa experiência
Ed Mc Laud imortal diz:
blz
Milton diz:
http://ojovemsonhador.blogspot.com/2009/02/intergressao-d-vidas-paralelas-uma.html
Ed Mc Laud imortal diz:
nossa... vc teve uma especie de premonição
Milton diz:
Foi mais q uma premonição
Milton diz:
estava acontecendo q nem no filme premonição
Milton diz:
eu consegui evitar minha própria morte
Milton diz:
depois d ter morrido em outro plano em q vi eu sendo enterrado
Milton diz:
foi minha consciência q despertou nesse corpo q estou hj
Ed Mc Laud imortal diz:
interessante a chance de poder evitar a morte
Ed Mc Laud imortal diz:
mas acho q nem todo mundo tem essa "chance"
Milton diz:
Eu despertei quando era criança
Milton diz:
normalmente se desperta quando está nascendo, ae a pessoa já deixa programada e condicionada a mente pra q ele possa fazer outras escolhas q melhorem ou piorem a vida dele nesse outro plano
Milton diz:
qd se desperta mal se lembra, mas fica no inconsciente sacou
Ed Mc Laud imortal diz:
to ligado
Ed Mc Laud imortal diz:
todos os relatos seus do blog são pessoais? ou vc cria alguns contos?
Milton diz:
crio contos tb
Ed Mc Laud imortal diz:
tava lendo aquele do seu primo
Milton diz:
do meu primo
Milton diz:
qual o título?
Ed Mc Laud imortal diz:
um q tem o sobrenome de Nicolau
Milton diz:
ah sim
Milton diz:
ele não é primo meu
Milton diz:
foi um caso meu
Milton diz:
quando ainda era bisexual
Milton diz:
O Carta pra Sofia né
Milton diz:
Ou o cumprindo uma promessa q é outro em q falo sobre o Nicolau
Ed Mc Laud imortal diz:
esse da promessa
Ed Mc Laud imortal diz:
vc era bi e não é mais, é isso?
Milton diz:
na verdade sou um hetero flexivel, o homem bisexual q tem muito mais preferência por mulhers
Milton diz:
hj tenho uma namorada
Ed Mc Laud imortal diz:
compreendo
Ed Mc Laud imortal diz:
bom, esse é nosso blog, se quiser apoio pra divulgar alguma obra tua, estamos aí
Ed Mc Laud imortal diz:
http://cerebelonabrita.blogspot.com/
Milton diz:
na hora cara
Ed Mc Laud imortal diz:
Ae Milton, podemos marcar uma entrevista via msn mesmo qualquer dia desses? Uma matéria especial pra gente colocar no blog sobre vc, sua filosofia e um pouco sobre quem vc é
Milton diz:
pode ser agora se vc puder
Ed Mc Laud imortal diz:
Blz, então, vamos lá... lembre-se que não vou editar o que vc falar, vou publicar exatamente a resposta q vc der aqui ok?
Ed Mc Laud imortal diz:
Milton, vc usa um pseudônimo na internet ou seu nome é Milton Mirote ?
Milton diz:
Milton Mirote é meu nome mesmo. Na verdade Mirote, é o nome da minha família q é um apelido pra Rodovalho, os Rodovalho são conhecidos como Mirote tb. Meu nome memso é Milton José Rodovalho Moreira d Lima
Milton diz:
Uso o apelido Mirote pq acho mais bonito. Gosto d ser chamado d Milton Mirote
Ed Mc Laud imortal diz:
Depois que vc ficou conhecido na internet com o famoso video no youtube, sua filosofia de vida ficou bem conhecida, e alguns dizem que é uma seita, apesar de vc afirmar que não é. Qual o nome dessa filosofia, e no que ela consiste basicamente? Pode ser qualificada como seita?
Milton diz:
Minha filosofia d vida chama-se Guardianismo. Sempre acreditei ser Guardião d uma coisa. O q acredito é q somos todos guardiões, guardiões universais. E o universo q guardamos, é o nosso universo pessoal
Milton diz:
nosso universo pessoal é tudo q faz parte d nossas vidas
Milton diz:
Isso inclue nós, nossos próximos, o nosso planeta. Tudo q devemos saber guardar bem pra viver bem
Milton diz:
Eu não considero minha idéias como uma seita, mas como uma filosofia d vida q qualquer um pode seguir pra complementar sua vida não importa q religião ela siga. A idéia da minha filosofia d vida
Milton diz:
é fazer q as pessoas se despredndam d dogmas d sua religião d padrões desnecessários q só atrapalham as pessoas a viverem melhor. As 4 regras d ouro são a os pilares pra uma sociedad melhor na minha visão
Milton diz:
e a minha idéia d vida eterna q eu prego q é o despertar da consciência. É justamente pra convencer os cristãos e todos aqueles q acreditam no dogma q Deus condena alguém a sofrer eternamente é ultrapassado
Milton diz:
Afinal, na Bíblia Jesus mesmo ensina q deve se perdoar 77 x 7, q dá um numero q pros hebraicos signifia o infinito. Na minha visão. Deus nos dá qtas chances forem nescessárias pra mudarmos e pra um dia estarmos junto dele
Milton diz:
Pode passar pra próxima pergunta
Ed Mc Laud imortal diz:
Há quanto tempo você difunde esses ensinamentos?
Milton diz:
Eu comecei a bolar minhas idéias em 2005, mas só em 2008 q vim a organizá-las e difundilas na net
Ed Mc Laud imortal diz:
No video, você é apontado como agressor de um homem (e acaba sendo agredido no final). Há tambem outros videos em que vc faz uma demonstração de alguns golpes. O que vc pensa sobre a violência num contexto geral e no seu modo de agir?
Milton diz:
No video KBça de ferro, nem eu e nem Paulo, o cara q agredi estavamos certos. Mas quanto a violência. As vezes as pessoas necessitam usar violência pra se defenderem, mas isso só deve ser aplicado em ultimo caso
Milton diz:
manda a próxima
Ed Mc Laud imortal diz:
Muitas pessoas tem te procurado para saber mais sobre o Guardianismo?
Ed Mc Laud imortal diz:
Já existem adeptos do guardianismo?
Milton diz:
Já me relataram via msn q tão montando grupos d gente q só debatem sobre minha idéias. As pessoas vem mne adicionando no orkut. Dão mais atenção a meu video. D cada 5 q me adiciona no orkut, 1 vai no meu orkut pq gostou tb d minhas idéias
Milton diz:
não sei qts adéptos tenho ao certo da minha filosofia
Milton diz:
contando as pessoas do msn q me adicionaram. Creio q seja entre 500 e 700
Milton diz:
sem contar os q não tão no meu orkut
Milton diz:
bem q meu blog já tem mais d 3000 visitas
Milton diz:
tiro pelo menos a metade dessas pessoas leram minhas idéias
Milton diz:
próxima
Ed Mc Laud imortal diz:
Apesar de ter se tornado uma "celebridade da net", já aconteceu de vc ser reconhecido na rua mesmo por alguem que viu os videos?
Milton diz:
já sim
Milton diz:
tem gente q já me parou na rua pra me elogiar pela coragem
Milton diz:
teve tb gente q me via e tirava sarro tb. O numero d gente q tiro sarro e q me elogio na rua tá empatado
Ed Mc Laud imortal diz:

Dando uma rapida navegada nos foruns e sites da net, persebe-se que vc tem vários simpatizantes, assim como também gente que não vai muito com as suas idéias, te taxando de louco, doente, etc... vc já sofreu ou sofre algum tipo de ameaça, represália ou qualquer outro tipo de demonstração de desafeto?
Milton diz:
Utimamente tinha um cara xato postando comentários ofenssivos no meu blog. Tive q colocar ele no moderado pra evitar xateação. No inicio tb. Qd o video saiu no youtube. Muita gente postava scrap ofenssivo no meu orkut
Milton diz:
tive q colocar tb no privativo
Milton diz:
mas apesar disso
Milton diz:
até hj sempre tive mais afeto dos internautas do q desafeto
Milton diz:
pode passar pra próxima
Ed Mc Laud imortal diz:
No seu blog, através de alguns dos seus relatos ficamos sabendo que você sofre de um tipo de doença. Pode nos falar um pouco sobre isso e em como isso afeta sua vida?
Milton diz:
Tenho transtorno afetivo bipolar d humor. A minha doença qd estou em crise meu humor varia d depressão a extrema euforia. Qd a pessoa q tem esse meu transtorno está em crise ela pode se envolver em situações desastrosas q podem levála a morte
Ed Mc Laud imortal diz:
Milton Mirote, o difundidor do Guardianismo, já tem planos para o futuro? Quais seus projetos mais próximos?
Milton diz:
Tenho sim. Quero publicar meu livro q está todo postado no blog. meu sonho é virar um escritor best seller e ser reconhecido mundo afora
Milton diz:
O projeto mais próximo agora é a publicação do meu livro q vai ser d forma independente
Ed Mc Laud imortal diz:
E para as pessoas que desejam saber mais sobre você, ou mesmo manter algum tipo de contato, como devem fazer?
Milton diz:
Tem meu blog. Lá tá o meu msn e indica o nome pro meu perfil d orkut, pegae meu blog www.ojovemsonhador.blogspot.com
Milton diz:
Só não lhe passo meu e-mail, pq quero manter minha privacidade
Ed Mc Laud imortal diz:
Milton, manda um recado final pra galera que vai ler essa matéria, e pra todo mundo que simpatiza com vc, ou que te odeia, te acompanha, te defende ou te sacaneia, pro povo em geral
Milton diz:
Muita gente precisa se drogar pra ficar doidão. Eu só preciso ficar uns dias sem meus remédios q fico piradão! hauhauhauahuahua
Ed Mc Laud imortal diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ed Mc Laud imortal diz:
encerrou legal
Milton diz:
Falou meu

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Milton: O Jesus d Preto

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