domingo, 31 de maio de 2009

Cumprindo uma promessa Part.1


Obs: Essa crônica eu criei em homenagem a Nicollau. Meu primiro amor gay. É baseado em fatos reais d sua vida q ele me citou, com ficção q eu misturei. É o cara da foto. Ele é passivo. E como foi bom as vezes q tranzamos! Essa crônica já está toda completa aqui no meu blog. A diferença q agora q estou repostando ela, eu corrigi seus erros d português e d digitação.

Cumprindo uma promessa
Part.1(A vida GLS)

Meu nome é Nicole – dizia a mulher – esse é meu nome já faz 5anos, antes era Lindomar Borja Nicolau, mas isso era antes deu fazer a operação de mudança de sexo, como você pode ver, hoje tenho o corpo de mulher, sou considerado pela sociedade um transexual, mas isso não importa. Vou começar a dizer aqui a minha história, um resumo da minha vida q deixei pra você ver. Desde criança, sempre fui diferente, não entendia porque eu brincava com os brinquedos das meninas e deixava d lado as coisas dos meninos. Meus pais sempre me davam uma surra quando viam eu fazendo isso. O tempo foi passando e fui descobrindo q tinha algo de errado comigo, não me interessava por meninas, como qualquer adolescente de 13 anos, mas sentia desejo por homens e não gostava de ter o corpo de homem, achava q minha alma estava no corpo errado, porque eu não nasci menina? Porque Deus fez isso comigo?

Tinha algo de muito errado comigo, guardava uma tristeza dentro de mim. A pergunta era porque tinha de ser assim? Bem, vou começar dizendo pra você sobre minha primeira experiência sexual, melhor dizendo... homossexual. Estava numa festa em João Molevage, cidade do interior de Minas Gerais, uma amiga minha de 16 anos, me convidou pra ir nessa festa q acontecia num apartamento, ela era única pessoa q sabia d todos meus segredos. Eu estava triste naquele dia, havia discutido com meus pais, queria lhes dizer o q eu sentia, mas acabou dando errado, não consegui dizer uma palavra porque peguei os dois discutindo, minha mãe tinha traído meu pai e ele tinha descobrindo, discutiram na minha frente.

Meu pai agrediu minha mãe e ele ainda disse q aceitaria ela d volta, mas q tudo seria diferente dentro d casa, quando vi aquilo, sai correndo de casa e fui pra casa da minha amiga Laura, essa q me levou pra festa. Foi nessa festa q eu conheci Roger, ele me pareceu muito gente boa, conversava comigo e se mostrava interessado em mim, ele tinha uns 18 anos, muito lindo e sentia bem atraído por mim, eu tinha 1.68cm, corpo andrógino e uma beleza exótica pra um menino, ele era uns 20cm mais alto q eu.

Foi então q naquela noite, nós entramos no seu carro, fomos pra um hotel e... Bem essa parte não preciso descrever pra vocês o q aconteceu, pois ela não tem importância. Mas só uma observação, eu fui o passivo como sempre fui. Ficamos 3 dias no hotel, nesses dias não queria aparecer em casa, por causa dos meus pais. Quando voltei pra casa, decidi pra eles q iria dizer o q estava acontecendo comigo, pois já não suportava mais esconder deles o q sentia, não importava por qual situação estavam passando.

Pensei q provavelmente meu pai me expulsaria de casa, mas minha mãe não deixaria. Contei pra eles, acabou saindo tudo errado, meu pai disse, disse não, gritou comigo! Falou q naquela casa ele não me queria mais e não iria ter mais seu respeito qd morasse com ele, pois se quisesse teria de agir como ele queria q eu agisse. Isso eu poderia suportar, mas o q não suportei foi minha mãe ter dito q eu deveria ter morrido em sua barriga. Nesse dia eu me senti tão infeliz, fui chorando pro banheiro, mas antes disso tinha pego uma tesoura q estava na estante da sala, quando entrei no banheiro, não pensei duas vezes e enfiei a tesoura no meu pescoço, cai no chão e minha visão começou a escurecer.

Quando eu acordei, estava numa cama dentro d um pronto socorro. Minha mãe me visitava todos os dias, chegou a pedir desculpas pelo q disse. Sabia, q no fundo, era isso mesmo q ela desejava, eu me recuperei, fui pra, casa e lá era tratado com secura, meus pai me mandaram pra psicólogos, psiquiatras, mas isso não resolvia nada. Meus pai estavam sempre brigando, foi numa sexta feira de outubro, faltando 13 dias pro meu aniversário, q resolvi fugir de casa, peguei escondido dos meus pais, 300 reais q eles guardavam no caixa da loja deles de concertos de eletrodomésticos. Foi naquela madrugada, q fui pra rodoviária e peguei o primeiro ônibus q ia sair, q era um q ia pra Brasília. Eu só tinha 13 anos, não agüentava aquele ambiente de discriminação em q ficava, naquele ambiente q não me aceitavam e tinha sido muito duro ter ouvido da própria mãe q ela queria q você morresse em sua barriga. Foi em Brasília q aprendi a viver da pior maneira, usar os outros como escada eram sempre o meu objetivo.

Quando cheguei em Brasília, procurei um hotel, q ficava na zona d Brasília, procurei emprego sem sucesso, meu destino acabou sendo o destino d muitos q ficavam na zona, se prostituir, odiava isso desde o primeiro dia em q um velho na casa dos ciquenta me levou pra um hotel. Ganhei 100 reais, mas quando cheguei no hotel, fui logo pro banheiro e tomei um banho e sentia nojo de mim, foi assim pra mim durante 8 meses q estive naquele lugar, todo dia alguém diferente pra se prostituir, tinha de enfrentar o perigo dos travestis q queriam me matar, porquê sempre roubava seus clientes, ganhava cerca de 100, e até 300 por dia, quanto mais ganhava dinheiro menos me prostituía, me mudei daquele hotel e comecei a morar na casa de uma amiga q tinha conhecido por lá, seu nome era Lívia, morávamos juntos numa casa q ficava em Taguatinga, dividíamos as despesas com mais 8 garotas, eram todas estudantes fazendo curso pro vestibular ou q já estavam na faculdade. Fazíamos festas direto lá, vivíamos com bastante conforto. Nessas festas passei por situações d bastante orgia, tive contato com drogas pois comecei a frequentar boates e raves, êxtase rolava solto, foi nessa época também q comecei a desenvolver dons sobrenaturais, conseguia saber o q os outros pensavam, conseguia entra nas suas mentes quando eles dormiam e fazer com q eles fizessem o q eu queria e mais outras coisinhas menos importantes.

Aconteceu também coisas engraçadas nessas orgias q fazíamos lá, como eu tinha um beleza exótica e andrógina, tanto heteros como homossexuais se fascinavam por mim, já estava um pouco mais alto e meu cabelos batiam nos ombros, isso me dava uma aparência mais andrógina ainda. Uma vez tive de correr 4 mulheres louca e nuas atrás de mim, todas querendo me dar. Não é por mal não, Deus me fez nascer gay pois se fosse homem, nenhuma mulher ia sobrar pra os homens! Se eu fosse bissexual então! Eu já era bastante conhecido no mundo GLS, sabia de tudo sobre homossexuais. Tinham os homossexuais normais, q geralmente eram ativos e passivos, tinham as barbies, q eram homens fortes q gostavam na maioria das vezes de bancar o passivo, os ursos homossexuais fortes com pintas de machões e com muito pêlos pelos corpos, tinham aqueles q eram drag queens de final de semana também, tinham os travestis e entre os travestis tinham os travestis os travestis q bancavam só ativos, q eram chamados de um nome q eu esqueci, tinha as lésbicas também e suas exentricidades, sem falar nos mais estranhos q começavam a aumentar, q eram os bissexuais e transexuais, no caso eu me encaixava nesse ultimo, a dos transexuais, só q ainda era um sonho pra mim ser operado um dia, no qual ainda queria realizar.

Bem... Foi numa dessas festas q fazíamos e de boates em q íamos q eu conheci Rafael, começamos a ficar mais íntimos, a ter mais relações sexuais com mais freqüência e começamos a namorar. Era minha primeira paixão, ele era modelo conhecido pela mídia, acabei virando modelo também, nessa época já tinha 1.76cm, já tinha pouco mais 14anos e posava pra algumas revistas. No começo foi maravilhoso, fizemos muitas coisas juntos, pulamos de pará-quedas, eu achava q ele era o amor da minha vida, nós nos mudamos pra São Paulo, lá também comecei a fazer shows como drag queem, ganhava bastante, vivia gastando meu dinheiro com festas e drogas. Mas Rafael começou a mudar comigo, começamos a discutir muito, ele me agredia bastante. Foi então q o larguei e fui morar sozinho. Conheci, outra drag queem com quem comecei a ter um caso, terminamos quando ele quis q eu virasse o ativo. A minha vida sem Rafael não tinha mais tanto conforto, morava na São Paulo capital, não andava mais de carro, as ruas eram perigosas, principalmente pra nós homossexuais, ainda mais agora q eu já não podia andar mais na segurança do carro de Rafael.

Tinha de pegar os metros e andar a pé sempre em bandos d 5, 7, dez travestis quando saíamos da boate em q fazia apresentações como drag. Já apanhei de skeenrads e já bati em muitos também, nesse tempo, acabei entrando nas aulas de kung fu artístico, lá também eu aprendi a me defender. Tinha muitos relacionamentos q duravam menos d semanas, já bati em mulheres por puro ciúme também só delas olharem pra o homem q pretendia ter. Eu não era uma boa pessoa. Tudo estava indo bem, mas de repente entrei num confusão por causa de drogas, poderia ser preso e pra minha infelicidade estava nas mãos de quem mais detestava, Rafael, meu primeiro namorado. Ele tinha filmado eu distribuindo êxtase numa rave e tinha fita q pretendia mostrar a polícia se caso eu não ficasse com ele.

Foi nesse tempo q estive com ele q eu tive de usar meus dons pra sair de suas mãos, acabei conseguindo a fita, junto com um comparsa roubei e vendi o carro dele pra um traficante, q me rendeu bastante dinheiro, 40mil reais q dividi meio a meio com meu comparsa, o carro devia valer uns 80 mil, mas precisava de dinheiro rápido. Na mesma noite eu me mandei de lá, fui pra Brasília, pra mim lá seria o ultimo lugar q ele me procuraria, pois sabia q eu não seria burro pra voltar pro luar onde nos conhecemos, pelo menos foi isso q coloquei na mente dele. Mas não pretendia ficar lá muito tempo, mas um dia eu me vingaria daquele desgraçado q me humilhou tanto. Lá em Brasília fui morar com Carlota, um travesti dono d prostíbulo. Fazia muito tempo q eu não conversava com minha mãe, nessa época já ia completar 15 anos, ainda tinha o telefone de casa, liguei pra lá e por minha surpresa, minha mãe q atendeu. Disse q eu devia voltar, porque sentia saudades de mim e q meu pai se arrependia muito do q fez e q queria me ver, pois estava com câncer de próstata. Falei pra ela q iria no ano seguinte, nisso já era véspera de final de ano.
Foi antes de ir q me aconteceu uma coisa muito extraordinária, conheci um homem q me chamou pra entrar num seita secreta, q tinha o nome de A Despertação, eu seria iniciado e conheceria uma personalidade famosa q era quem coordenava a seita, Paulo Coelho, isso mesmo.

Paulo Coelho, ele me deu algumas instruções. Foi nessa iniciação onde tive uma grande revelação. Foi nesse encontro com Paulo Coelho q eu tive minha primeira visão do futuro, como foi q aconteceu? Éramos 8 reunidos em volta de um circulo, estávamos metade com túnicas brancas e outra metade com túnicas pretas, e no centro estava Paulo Coelho com uma túnica cinza. Paulo Coelho começou a citar umas palavras numa língua estranha, falou pra q nós fechássemos os olhos e repetíssemos o q ele falava tb, disse q teríamos visões do nosso passado e do nosso futuro e q nós não estávamos ali por acaso.

Tínhamos sido escolhidos pra uma grande missão q poderia afetar drásticamente o mundo se falhássemos. As visões q eu tive pareciam bem reais, entrei numa espécie de tranze e voltei no passado, era o ano de 1675, Alemanha, no passado eu era uma mulher, pertencia a uma seita secreta de assassinos e tínhamos um mestre q já tinha mais de 100 anos, o nosso mestre era homossexual, mas era lindo, uma beleza q o deixava com uma aparência de 20 anos, nós não sabíamos como conseguia ficar tão jovem. Nosso mestre nos ensinava as artes da magia negra e da magia branca, nos ensinava também a arte de matar, tinha aprendido muitas técnicas d luta com sábios do oriente. Seu rosto era andrógino, seus cabelos batiam no pescoço e eram lisos. Seu corpo era magro, mas rígido e tinha 1.80cm. Nós lutávamos contra o cristianismo, contra o islamismo e contra o judaísmo, nossa seita já existia a séculos, foram por causa de nós q essas 3 religiões entravam em guerra, nós tínhamos como objetivo fazer com q os lideres dessas 3 religiões guerreassem entre si pra se acabarem até o dia em q seus fiéis não os seguissem mais. Pois nosso mestre tinha recebido a revelação d q os futuros líderes dessas religiões trariam o mal pra humanidade no futuro, tínhamos de conter q essas religiões ganhassem fiéis, era isso q fazíamos, intriga entre essas religiões, nós assacinávamos os seus líderes e os fazíamos pensar q eram eles mesmos q estavam matando seus líderes. Nossa seita tinha cada vez mais adeptos, estávamos espalhados pela Europa, pelo oriente médio e por parte da África.

Comecei então a me apaixonar pelo meu mestre, eu era uma linda loira nessa vida e tinha os olhos azuis, de naturalidade franceza.
Acabei tendo um caso com esse meu mestre, q também começou a se apaixonar por mim, começamos então a ter um caso. Mas um dia nossa seita foi descoberta pela Igreja Católica, eles começaram a nos eliminar um por um, nossa seita foi sendo destruída.

E o pior, meu mestre achava q a culpa era minha, ele tinha razão, pois eu acabei entregando pra Igreja a nossa seita por causa de um descuido. Foi numa noite numa floresta iluminada pela lua cheia onde começava a nevar q nos encontramos pra uma batalha em q apenas um de nós iria sair vivo. Empunhamos nossas espadas, fazia 10 anos q não via meu mestre, a seita tinha se dividido pra sobreviver. Quando o encontrei estava com a aparência diferente, parecia agora ter uns 40 anos, ainda era bonito, mas agora usava com seus cabelos grandes uma barba e seu corpo era forte e musculoso, tinha um aparência máscula, revelou pra mim, q só permanecera jovem por mais de 300 anos porque era homossexual, mas q no dia em q se envolvesse com uma mulher, a desgraça caíria sobre ele e q cada dez anos de sua vida seria como se 20 anos tivesse se passado e q perderia todos seus poderes mágicos, só me matando q ele poderia se livrar de parte da maldição, no caso ele poderia recuperar seus poderes mágicos, mas não sua imortalidade.

Começamos então uma batalha mortal, nós mostrávamos um pra o outro todas nossas habilidades, nas artes da luta, mesmo eu estando com a vantagem de poder usar a magia contra ele conseguiu me vencer com suas habilidade de guerreiro. Mesmo estando muito ferido, ele conseguiu arremessar sua espada contra meu peito, foi certeiro no coração, já estava muito feria pra poder lutar também, caí no chão e vi meu mestre olhando arrependido pra mim tb. Foi então q disse suas ultimas palavras. “Não devia ter feito isso, pois a amo. Daria minha vida por você pra q possamos nos encontrar nos mundo dos mortos e nas próxima vidas.” Ele chorando, olhou pra mim, pegou uma adaga q tinha consigo, enfiou-a debaixo de sua costela e em seguida a moveu dentro de seu corpo pra chegar ao seu coração. Morreu lentamente e com muita, dor, eu antes de morrer, o vi morrendo mas ostentando um sorriso em sua boca, logo eu também morri, sorrindo. Depois tive outras visões d todas as vidas q viveria com ele, a ultima visão era minha vida hoje. Eu me encontrava novamente com ele, mas ele me rejeitava. Mas nessa mesma visão, algum tempo depois ele estava comigo e nessa visão nós tranzávamos e tudo entre nós terminava.

E quando isso acontecia, eu o via se transformando num homem q era o contrário daquele q conhecia, se tornava frio, sanguinário e malévolo. Era ele q tornava a vida das pessoas um inferno se caso não agissem como ele queria. Ouvi a vós d Paulo Coelho, q falou pra nós abrirmos os olhos e nos disse pra não nos espantarmos com o nevoeiro q estaria em volta d nós, eu nem tinha acreditado nisso quando ouvi, mas quando abri os olhos... Em volta do circulo havia um nevoeiro branco, nele brilhavam fagulhas de energia d cor azul e vermelha! Mas como isso surgiu? Estávamos dentro de um lugar fechado? Quando olhei pra Paulo Coelho, seus olhos tinham um brilho de uma luz, ofuscante.

O nevoeiro foi dezaparescendo. Logo depois da seção, Paulo Coelho me procuro no salão pra conversarmos. Ele então começou a me dizer toda a visão q eu tive durante o tranze e ainda me disse coisas sobre minha vida, detalhes q poucas pessoas sabiam a meu respeito. Fiquei espantado, mas o q mais me espantou, foi o q ele disse sobre o homem q apareceu nas minhas visões, era minha alma gêmea e era meu protegido. Era ele também q poderia causar um grande mal a humanidade, se caso seu corpo conhecesse o homossexualismo, disse q se caso acontecesse uma relação entre nós dois despertaria dentro dele uma mal inominável q iria tomar conta de sua alma generosa e boa aos poucos até torna-lo o algoz da humanidade, seria o anti-cristo q todos cristãos esperavam um dia chegar e destruir a humanidade! Era o grande amor de minha vida, com ele passaria por um teste. Veja, mas não toque, toque, mais não prove, prove, mas não engula! Essas foram as palavras q ele me disse, logo ele me entregou um frasco q continha um olho sagrado q vinha de Jerusalém, me ensinou um ritual d proteção, no qual eu deveria fazer com ele.

Sai de lá um pouco cético, não acreditava em amor, nunca senti amor nem nos sexo e nem sem ele, nunca tive uma demonstração de carinho e nunca amei alguém de verdade, muitos homens passaram pela minha vida, porque alguém q eu não encontrei seria minha alma gêmea? Não acreditava nisso.

Tive outros encontros com Paulo Coelho, cerca de mais 4, 5 no total desde o primeiro ritual. Ele me ensinou muitas coisas e me dizia muitas palavras sábias. Bem... Chegou o dia q voltaria pra minha casa. Mas antes deu ir, no meu ultimo encontro com Paulo Coelho, ele me disse q eu iria ter revelações q me eram escondidas e q meu grande amor me ensinaria muitas coisas q precisava aprender e seria a chave pra meu auto-conhecimento. Já era janeiro d 2002 quando cheguei na minha cidade natal, voltei de Brasília com muito dinheiro q acabei acumulando em minha conta com minhas trapaças e com meu esforço no trabalho, um dia pretendia usar esse dinheiro pra alguma coisa especial. Mas uma da intenções q tinha com ele, primeiramente era usar pra minha operação de mudança de sexo.

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