terça-feira, 26 de maio de 2009

Carta pra Sofia Part.2


Ano d 2003- Os rolos com as garotas

O ano d 2003 tinha chegado e eu era o mesmo rebelde e polêmico na nova escola quando estudava d noite, eu tinha até raspado a cabeça, na máquina 4, qd comecei a estudar. Andava como um punk na escola, era o doidão, o anti-social, como sempre fui na escola. Arranjei um monte d companheiros e companheiras, até encontrei o Moisés, uma amigo meu da época d Uberlândia. Os outros colegas eram pessoas legais, todos no começo não iam muito com a minha cara, mas eles se acostumaram comigo depois e passaram a apreciar minha companhia, pelo menos foi assim com a maioria.
Depois raspei a cabeça d novo na zero, parecia um skeenred. Mas do pessoal da escola, vim a conhecer duas galeras q eu andava e q delas me renderam amizades q cultivo hoje. A 1° galera fora da escola era do meu tipo, curtiam rock, RPG, artes-marciais, filosofia, essas coisas q gosto. A maioria dessa galera não era da minha escola e não ia com minha cara, me consideravam o chato, mas tinha um deles q começamos a criar laços d amizades, seu nome é Everton.

Os melhores amigos dele me evitavam, ele não. Saíamos muito, só viemos a ficar bem íntimos, isso já devia ser em novembro d 2003. Nesse tempo q saíamos, íamos em bares e bebíamos cerveja, eu bebia moderadamente, mas mesmo assim, algumas vezes exagerava e ficava bêbado, isso preocupava meus pais, pelo menos uma vez por mês eu ficava chapado. E tinha a outra galera q eram meus amigos, q essa primeira não gostava deles, nessa outra galera eu era pode-se dizer o líder, os amigos com quem tinha mais intimidade e ainda tenho contato pela net até hoje são o Tiago e o Leandro(O Leandro eu não tenho mais), mais o Moisés também, eles também curtiam o q a outra galera curtia, menos artes marciais e filosofia, nós 4 erámos considerados os caras pregos pela outra galera.

Tiago e Leandro, eram meus melhores amigos também, mas não gostavam do Moisés, achavam ele muito chato, assim como o Buda e o Tarabal, os melhores amigos do Everton não me suportavam e me achavam um pé no saco. Nas férias d julho, fui pra Brasília numa reunião d família, meu cabelo tinha crescido de novo e estava curto e eu cultivava um cavanhaque no queixo e resolvi q ia deixar o cabelo crescer d novo. Quando voltei d Brasília conheci Luana, a minha segunda paixão q passou a se tornar uma obsseção, eu fazia d tudo por ela, mas não enxergava q estava me destruindo, nossa relação foi muito dolorosa, se t contasse o q acontecia entre nós, você ficaria pasma e me chamaria d idiota por ter perdido 9 meses da minha vida com ela.

Não tinha o q mais queria em uma namorada, carinho, era pouco, quando saíamos, era raro, quando ela me visitava, em casa, era de séculos em séculos. Sexo não existia, nunca passávamos das preliminares e o pior q ela sempre incendiava, mal me ligava e reclamava quando ligava pouco pra ela. Antes dela tive um relacionamento com uma garota católica bem fervorosa q minha mãe aprovava o namoro e queria q ficássemos juntos, só durou 2 meses, mas mesmo assim não me deixou cicatrizes. A Luana sim! (Deixou muitas cicatrizes apesar d hoje sermos amigos.) Só pra você ter idéia, no primeiro mês era tudo perfeito, até fiz um desenho dela e d mim juntos, pode parecer estranho, mas isso q fez a ruína do nosso namoro, antes disso tudo ia bem, saíamos juntos, ela me visitava eu a visitava era um namoro perfeito, também não me assustaria se você tivesse tido um namoro q não estava dando certo por aí, mais pra frente vou t explicar porque.

Foi depois q me mudei pra escola dela, pois lá seria mais fácil pra mim cumprir a dependência e passar d ano, estudava d manhã. Luana é 3 anos mais nova q eu, parda, introvertida, inteligente, corpo esbelto e perfeito, mas andava com roupas bem discretas na escola q lhe faziam parecer uma garota normal, em compensação quando se produzia pra sair os homens a secavam com os olhos. Foi numa festa q a conheci e ficamos, foi quando me apaixonei, no dia seguinte fomos ao cinema, uma semana depois nós já namorávamos.

Bem... Continuando. Foi quando me mudei pra escola dela, ela odiou a idéia, não queria o namorado estudando na mesma escola q ela, me impôs não conversar com ela na escola. Eu terminei com ela, fiquei um tempo sem conversar com ela, foi nosso primeiro desentendimento, acabamos fazendo as pazes quando ela ligou pra mim e pediu q eu voltasse, como eu não gostava da idéia d eu na sua escola, a perguntei porque não queria eu lá. Ela disse q não gostava da idéia, porque se sentia com a privacidade afetada, mas no fundo eu sabia o q era, era por eu ser diferente, não sei porque ainda voltei pra ela e continuei aceitando essa imposição.

Todos na escola me achavam estranho, pois eu ia bem desengonçado pra lá, usava botinas sem meias, tinha um tremendo chulé, em parte até dou razão a ela. Pois todos me viam como o garoto estranho, rebelde e anti-social. Tinha poucos amigos nessa nova escola. O mais estranho ainda, q ninguém me entendia. Mas o q ninguém passou a entender mesmo era o fato deu ter passado a ir mais arrumado pra escola, aí q ninguém entendia mesmo. As garotas começaram a me assediar e eu permanecia fiel a Luana e sem trocar uma palavra com ela na escola.
O pior q ela percebeu isso e ficou com muitos ciúmes e começou a pensar q eu a estava traindo, isso me feriu muito, eu não pensava em traí-la nunca, pois era apaixonado demais por ela. As brigas começaram d novo, acabamos saindo cada vez menos com, só a via quando a visitava e o pior q ela tinha muitos problemas, era depressiva e não se abria comigo, isso me fazia se sentir impotente por não poder ajuda-la. Nisso vivíamos brigando mas mesmo assim continuávamos juntos.

A gota d’água foi no dia do meu aniversário, ela me chamou em sua casa, me deu um relógio, mas ela sabia o q eu queria, q ela fosse no meu aniversário, ela disse q ia pensar. Meu aniversário tinha começado e ela não apareceu liguei pra casa dela e falei q a buscaria, ela se recusou. Foi um aniversário triste pra mim. No outro dia, como ela não estava em casa, deixei o relógio e deixei na casa dela um bilhete do q sentia declarando o fim do nosso namoro.

Fiquei 3 semanas sem conversar com ela, esperando q ela me ligasse arrependida, mas nem isso teve coragem, foi sua mãe q chegou em casa e pediu pra q eu conversasse com ela e se possível voltasse pra ela, pois ela sentia falta d mim e estava arrependida do q tinha feito. Como estava apaixonado por ela, fui em sua casa, conversamos e acabamos voltando d novo. Mas ela me pediu uma coisa, como os colegas da escola dela já sabíamos q tínhamos um caso, ela não queria q o pessoal da escola soubesse q tínhamos voltado, concordei contrariado, mas ela tinha me prometido q no próximo ano, assim q formássemos nós poderíamos assumir o namoro.

Eu bobo aceitei... Estava preso a ela, tinha me prendido a ela. O ano foi passando eu aproveitei muito ele ao lado dos meus amigos d verdade e daqueles companheiros temporários, foi quando aprendi a reconhecer aqueles q realmente eram meus amigos, q eram esses q citei a você. Nesse ano mesmo, antes mesmo d conhecer a Luana, tinha visitado um amigo meu d Patrocínio q tínhamos nos conhecido antes deu mudar pra Catalão, o cara tinha uma família difícil e seus pais tinham se separado, era o Cezar, 3 anos mais novo q eu, trabalhava numa lanchonete mas tinha um péssimo hábito, fumava maconha, ele tentou esconder isso d mim, mas não adiantou acabei descobrindo, conheci os amigos maconheiros dele, nos juntamos e eu fumei maconha pela primeira vez.

Quando pus aquele cigarro na boca foi só pra experimentar, mas na minha cabeça tinha: “Eu não vou me viciar nisso.” Pensei isso e deu certo, até hoje essa foi a primeira das 3 vezes q eu fumei maconha, a segunda foi no carnaval d 2004 q seria no ano seguinte e em julho d 2004 na festa da cidade d Patos d Minas. També, mais tarde cheguei a experimentar o cigarro, quando fumei 7 cigarros e tos pensavam que já era fumante a um bom tempo, cocaína também foi outra e chá ayuasca também, mas isso é outra história q t conto mais tarde. Hoje faz mais d ano q não toco nisso, nunca me viciei e nunca me viciarei e nunca perdi dinheiro com isso, sempre me ofereceram, prefiro gastar essa grana com gastronomia.(Isso foi pelo menos o q tinha escrito em 2005, mas depois andei fumando poucas vezes maconha e cigarro, mas nunca me viciei.)
Mas mesmo assim as coisas entre eu e Luana não iam muito bem. Continuava a mesma bosta, eu estava no meu inferno astral, acabei traindo ela e como tinha prometido q na primeira traição q eu fizesse lhe contaria e lhe contei foi um choque pra ela. E dessa vez terminamos d verdade e ficamos um bom tempo sem nos ver. O pior, q ela me ligou e voltamos outra vez, eu descobri q era o desenho q eu tinha feito de mim e dela junto q era a causa d todas nossas desavenças, mostrei a ela e o queimei ela não duvidava q tinha algum poder sobre nós aquele desenho, aquele desenho d nós 2 também, queimei na frente dela, ela sabia da existência dele.

A sua carta d amor também queimei, mas ainda me lembro dela na cabeça, foi uma tolice, não devia ter feito isso mas sua foto eu guardo até hoje comigo essa eu não tive coragem d queimar. A Luana não duvidou pois ela mesma já tinha presenciado eu fazendo coisas sem explicação natural e percebia q eu era diferente. As coisas tinham melhorado bastante até o dezembro, ela passou a me visitar em casa, almoçou comigo e minha família antes deu ir pro Pará ver minha avó.
No dia do almoço ela estava completamente diferente, até deitei em seu colo e ela me acariciava a cabeça, cheguei a cochilar em seu colo. Quando ela teve de ir, a acompanhei até a praça onde paramos e ela resolveu conversar comigo sobre minha viagem. Ela não queria q eu a traísse, ia ficar 2 meses longe dela e ela sentiria muito minha falta, falei a ela q só ficaria com outra menina se ela permitisse e daria o mesmo direito a ela se ela quisesse, ela não era obrigada a ficar presa em mim e nem eu a ela se assim ela e eu aceitássemos.

E q ela tinha todo o direito d acabar o namoro, mas prometi a ela q contaria se eu ficasse com outra, ela não queria q isso acontecesse, achava se tal coisa acontecesse nós não devíamos ficar juntos mesmo q ela me amasse tanto como ela amava. Aquelas palavras me fizeram me sentir muito bem, não a traíria quando chegasse no Pará, assim eu pensava... Não cumpri essa promessa e isso me corroeu por dentro depois. Enquanto ia acabando o ano eu me lembrava d Catalão onde tinha muitos amigos parecido com os amigos d Patrocínio. No ano d 2003 fui pra o Pará em dezembro. Lá passei o “reveion”, onde sai com um primo meu e um amigo dele d Mitsubichi, entramos numa festa de “reveion” da Igreja, antes d ter ido pra lá, nós tomamos banho no riacho da fazenda, 2 homens pelados tomando banho e eu d calção me lavando, sou um cara vergonhoso enquanto a isso.

Eles me zuaram, mas logo coloquei minhas roupas q eram roupas casuais e com as quais tinha chegado da longa viagem d MG e nem tive tempo d trocá-las quando fomos a tarde pra Tucumã beber umas cervas, quando voltamos d lá era mais d 10 da noite, e todos já tinham ido pro “reveion” q seria em Tucumã. Foi então q aconteceu esse imprevisto e tivemos d improvisar, eles conseguiram pegar suas roupas q estavam na sala perto da janela, eu não tive a mesma sorte, as minhas estavam longe. Bem... Tomamos o banho e como eu estava d uma calça minha verde, botas d salto alto por baixo e um camisa azul da minha escola q tínhamos mandado fazer já q era nosso ultimo ano.
A camisa eu tenho até hoje é d estimação, azul escura e com um desenho cômico do Lula fazendo churrasco d livro escrito a frase: “Projeto Ignorância zero: Matando a fome d conhecimento”. No “reveion”, quando entrei o amigo d meu primo me emprestou uma jaqueta dele, entrando no salão todos me olhavam, inclusive as mulheres, era o mais diferente do salão, rosto sério, cabelos meio grandes batendo no pescoço já, cara séria e depressiva e barba a fazer, estava com cara d pistoleiro, mas um pistoleiro atraente pra variar.

Agarrei uma garota linda, mesmo com a aparência q tinha, ela me quíz. Mas isso são só detalhes, eu também fiquei com mais outra menina na temporada q estive na fazenda. Nessa temporada, a Noêmia(Minha prima) estava junto e eu perguntei sobre você, foi ae q as coisas começaram a se encaixar, não sei se as palavras delas são verdadeiras, mas ela me disse q você estava passando por um namoro meio conturbado também e foi ae q me lembrei do desenho pensei no caso dele ter t influenciado também, são só hipóteses. Mas voltando ao assunto deu ter traído minha namorada.
Eu estava me remoendo por dentro, como é q eu podia ser tão canalha, máguei Luana demais e isso eu não poderia contar ela. Fui na praia em janeiro d 2004, eu desci as dunas d areia numa prancha, foi ótimo! Quando voltei pra Patrocínio, o Leandro prestou vestibular e em fevereiro foi pra faculdade d economia numa cidade do Paraná. A amizade minha e do Everton se intenssifcou mais, eu passei a ficar mais sociável com todos com passar do tempo e até os melhores amigos do Everton começaram a gostar d mim.

Tinha terminado o terceiro ano e cumprido minhas dependências. Meu pai estava construindo uma piscina no nosso hotel. Eu e Luana ainda estávamos namorando, mas mesmo assim, eu não estava me sentindo bem pelo q fiz com ela e por estar a enganando, justo agora q íamos tão bem. Acabou q eu dei um jeito de esfriar a relação e influenciando a ela a dar um tempo na nossa relação d namorados e ficar sendo só amigos e estávamos indo muito bem.
Deu certo. Bem... Agora assim q começa um dos anos maismarcantes da minha vida, as linhas q irá ler a partir d agora irão t surpreender e t deixar d queixo caído, o q eu passei na minha vida nesse ano é digno d um livro. Como t disse pelo telefone q eu ia t mandar uma carta imensa. O q irá ler aqui vai t mostrar muito da minha pessoa e muito d um lado meu q você nunca conheceu, porquê nunca t mostrei e evito mostrar pra os menos confiáveis, são poucos q me conhecem verdadeiramente. Quando você terminar d ler essa carta, terá uma outra opinião sobre mim, q talvez não seja muito satisfatória.

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