quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Questão d sobrevivência Cap.4-Part.6




Part.6

- Atropela!
Num instante aquele homem desconhecido, se transforma numa velocidade incrível num lobisomem de quase três metros, nesse instante suas roupas desaparecem como se tivessem fundido ao corpo, Edivaldo grita:
- É melhor da marcha ré! – diz ele com medo.
- Não!

Nesse instante eu piso no acelerador até o final, o caminhão vai com tudo para cima do lobisomem, a fera dá um salto incrível e cai em cima do capô. Edivaldo olha para cima e tem uma garra perfurando o capô, quase pegando nele se não fosse ele ter se jogado um pouco de lado para não ser furado. No desespero eu pego a escopeta e dou um tiro para cima, o lobisomem cai de cima do capô, olho para fora da janela mais aliviado e vejo ele dando um rolamento na estrada de terra, sem ter sido ferido. Nós passamos por cima de uma porteira de madeira que se estraçalha toda, nós já estamos na estrada de asfalto, eu boto minha cabeça para dentro e fico aliviado. Edivaldo diminui um pouco a velocidade e fala tranqüilizado:
- Ufa! Agora eu acredito no meu irmão. Belo tiro aquele seu cara, me salvou a vida. Será que nos livramos mesmo dele?
- Parece que sim.
Com o braço de fora do caminhão, olho no retrovisor e vejo o maldito lobisomem correndo numa velocidade surpreendente rumo ao caminhão. Grito apavorado para Edivaldo:
- Quê que cê foi fala cara! Acelera que ele tá a traz de nós!
- Merda cara!
Quando Edivaldo acelera, pelo retrovisor vejo o lobisomem chegando cada vez mais perto e digo mais uma vez:
- Acelera mais, ele tá chegando mais perto!
- Estamos a cento e vinte! Como ele pode já estar nos alcançando!?

Tomo minhas próprias providências, pego a escopeta e atiro para cima dele, mas o maldito é muito rápido! Ele sai do rumo da mira e começa a correr diagonalmente para o rumo da carroceria. Ele já está bem próximo, dá um pulo alto e longe, de uma distancia de mais ou menos dez metros. Está em cima da carroceria! Deu até para sentir um pouco do impacto dele caindo lá em cima. Na hora que pretendo atirar nele, numa velocidade incrível ele já está perto de mim mandando a garra pela janela na escopeta, me jogo para traz e encosto as costas em Edivaldo, vejo aquela garra entrando na janela quase me pegando. Tento me transformar em Guatinchara, mas não consigo, alguma coisa falhou e estou com muito medo, não consigo me concentrar em se transformar. (Digamos que ele tirou uma falha crítica nos dados. Se você joga RPG.) Pego a 9mm, miro no braço dele, o lobisomem que estava olhando por uma pequena parte da janela que sobrou, tira seu braço rapidamente de lá e eu acerto o vento. Para piorar a fera arranca com as garras a porta e começa a entrar dentro do caminhão. Ele segura com suas garras perfurando o capô, abre a boca dando aquele rugido grotesco, fico paralisado por alguns milésimos de segundo, vendo aquele animal de boca aberta na minha frente. Edivaldo quando sente a presença do lobisomem mais perto começa a perder o controle do caminhão, e grita:
- Atira nele!

Eu volto a consciência, miro novamente no lobisomem, aperto o gatilho e ele toma um tiro justo na hora que estava fechando a boca. A bala vai direto no céu da boca, ele fica bastante atordoado, quase cai do caminhão, se não fosse que ele continuou segurando com uma garra no capô. O lobisomem volta a querer entrar novamente no caminhão, fica mais furioso ainda, Edivaldo grita:
- Descarrega!

Começo a atirar feito um louco no lobisomem, pensando que iria acertar uma bala naquele ser infernal. Em movimentos rápidos, vi o lobisomem segurando com as duas garras no capo, jogando seu corpo para os lados no momento exato em que apertava o gatilho. Maldita fera, conseguiu evitar todas as balas que faltavam! As balas passaram por ele como se fossem pedras arremessadas fáceis de se esquivar. Nunca imaginei que tivesse tamanho reflexo! Agora ele estava com muita raiva, abriu a sua boca mostrando para mim aquela boca ensangüentada com o tiro que dei, usando a garra do dedão, mandou-o na boca e tirou a bala alojada no céu da boca e em seguida a jogou no chão do caminhão. Dessa vez Edivaldo ficou realmente desesperado, ele abriu a porta do motorista e me puxou pela camisa para salvar minha vida me levando junto com ele no pulo. Na hora que estou caindo para fora, sinto uma perfuração dolorida bem na minha panturrilha, o lobisomem estava me puxando pela garra, de alguma forma ele me queria com ele. A camisa se rasga, vejo Edivaldo rolando no chão e depois se levantando, quando olho para traz. Agora. Olhando mais pra frente, vejo de relance que estamos numa avenida movimentada com outras duas avenidas de cada lado e começando a entrar numa cidade que me é familiar. O caminhão está começando a sair da avenida principal, estamos prestes a capotar para segunda avenida que está do lado esquerdo.

Vejo três carros se jogando para o lado direito para não bater no caminhão, que já está a descer um pequeno morro da avenida. As coisas não podiam ser diferente, logo nós já estamos virando com caminhão prestes a mandar sua lateral esquerda no chão, minha reação é de sair da posição em que estava esticado e a de levantar meu tronco(Ou dobrando o corpo pra cima.) para agarrar firmemente numa cinta que fica presa no teto perto da janela. O caminhão bate com a lateral esquerda no chão quando começa a capotar, a porta se fecha duma vez, batendo bem nas minhas costas, e sai se arrastando com a lateral por alguns metros até passar para outra rua e quase batendo num bar. Olho para cima e o lobisomem está do lado de fora, com a garra direita segurando no capô e a outra na minha perna. No tempo em que ouço pessoas estão presenciando tudo, tem uma mulher perguntando aflita com voz de mulher:
- Q é isso?!

Olho com raiva para o lobisomem, nisso! Instantaneamente me transformo em Guatinchara(Deixando as roupas aos farrapos.), com uma impulsão usando minhas mãos apoiadas na porta fechada, dou um chute com meu pé que não estava imobilizado com toda a força na cara do lobisomem. Ele solta a minha perna na hora e voa alto pelo lugar que ficava a porta do caminhão pelo menos mais sete metros pra cima, eu ainda aproveitando o impulso fortíssimo pulando com minhas próprias mãos e de estar saindo do caminhão, aproveitando q estou ficando em pé também uso a lataria do caminhão pra mandar o pé a onde ficava a porta e ganhar uma impulsão mais forte no ar, me viro de cabeça para cima prestes a acertar uma garrada no peito do meu oponente que está começando a cair reto. Quando ele percebe que estou a fazer isso, já manda os seus dois pés verticalmente no meu peito. Pegando a impulsão no meu peito o suficiente para virar um salto mortal pra trás e cair atrás do caminhão.
Eu só me vejo voando mais ou menos nove metros e caindo de costas em cima de um telhado que é espatifado e em seguida virando um salto mortal pra trás rápido o suficiente pra cair agachado, daí já começa os gritos. Pessoas que estavam no bar começam a sair desesperadas de lá, quando olho pra cima vejo o lobisomem descendo pelo buraco que fiz no telhado, com a garra esticada para me furar, rolo para o lado e vejo a garra dele perfurar o chão d madeira. Me levanto rapidamente, logo ele vem com tudo para cima de mim para acertar-me outra garrada. Num pulo de frente bem dado, caio com os pés em cima dos ombros dele e salto mais outra vez com uma acrobacia para frente(Salto mortal), passando pelo buraco que fiz quando caí e vendo ele mandar o focinho no chão.
Caio de pé em cima de uma rua onde vejo dois adolescentes passando, um deles olha para mim e fala apontando o dedo:

- Cara! Já joguei com um personagem desses numa aventura de RPG!

Precinto que o lobisomem está para cair nas minhas costas, nem presto atenção nos garotos e já estou fugindo e pulando em cima de uma loja que tem concreto no lugar de telha. A perseguição começa agora! Corro em cima da loja e dou um tremendo salto de dez metros de distância, passando por um lote vago até cair em cima de um supermercado, começo a correr usando os quatro membros, faço isso levado pelo meu instinto felino. Corro por cima de lojas e lojas, vejo de relance o lobisomem correndo também nas quatro patas atrás d mim, mas vai se afastando aos poucos de mim. A minha frente, está um prédio de três andares, sou obrigado a subir eles como os gatos fazem em paredes, dando cinco passadas usando as garras dianteiras e traseiras ao mesmo tempo.
Em cima do prédio começo a correr e pegar impulsão o suficiente para dar um salto com cerca de aproximadamente vinte metros. O salto é algo espetacular, é um vôo de uns dois segundos por cima de uma rua até chegar no posto de gasolina, ainda consigo cair a dois metros de distância da beirada. Olho de relance para traz e lá está o lobisomem voando, um vôo não tão perfeito como o meu, pois ele cai com as garras perfurando a beirada do posto de hidrogênio e sobe de uma vez mandando de lá um pulo usando os próprios braços para jogá-lo numa cambalhota de frente no intuito de acertar meu peito com seus pés na vertical. Para me livrar dele, dou uma pequena fuga para trás e depois um pequeno salto pra frente lhe acertando com meus dois pés felinos na vertical no seu peito, o jogando para fora da cobertura do posto, aproveitando a impulsão que tirei do seu corpo pra cair virando uma cambalhota para trás. Virando rapidamente meu corpo para cair de frente para o rumo(Salto mortal pra trás torcido.) que corria. Continuei correndo quando ainda ouvia aqueles gritos de desespero de pessoas que estavam lá em baixo, ouço perto de mim vozes de um pastor gritando:
- Sai daqui demônio! Sai desse corpo que não lhe pertence!

Percebo que é uma Igreja Evangélica próxima de mim, quando pulo pra cobertura dela que estava a quinze metros de distância. Algo dá de errado, quando eu estou no meio do caminho, sinto um puxão no pé (Ou pata traseira se você preferir, tanto faz, o sentido vai ser o mesmo.), olho para baixo, é o lobisomem que pulou para me pegar e agora ele já está descendo comigo no intuito de me jogar no chão. Quando ele caiu da cobertura, correu por baixo do posto pra me pegar. Pois bem. Quando ele pulou e me puxou. No momento em que ele cai em pé no chão, me joga contra o chão numa força incrível, que chego a bater meu peito e picar como uma bola de basquete. Usando novamente minhas mãos, as uso para jogar uma impulsão para trás, num pulo com intuito de acertar minhas patas traseiras no lobisomem. Ele se esquiva, eu passo direto caindo um pouco atrás dele, vou rapidamente em seu rumo para lhe acertar uma garrada no seu peito, o maldito dá um pulo por cima de mim me deixando com as costas vulneráveis a ele. Quando menos percebo, já estou levando um chute giratório de frente e na horizontal bem na minha cabeça. Vôo em direção a parede, batendo minhas mãos abertas para não quebrá-la e evitar me machucar. Olho para trás, ele já está vindo preparado pra me atacar com sua garra.

Quando ele se aproxima, acerto um chute lateral que vai como um coice no peito dele, para botar mais força ainda uso um empurro com minhas mãos contra a parede. Vejo ele cair a dez metros de distância, logo ele se levanta e vem rumo minha direção, mais raivoso e mais rápido. Quando ele se aproxima, tento lhe dar um pulo sobre sua cabeça, mas logo sou catado novamente pelo pé. Se aproveitando de minha vulnerabilidade ele gira 360°graus e me arremessa contra a parede da Igreja, bato minhas costas fortemente contra ela que chego a atravessá-la. Do outro lado, dentro da Igreja com os pedaços de concreto no chão. Caído nas quatro patas no chão, mais gritaria e correria começa a ter lá dentro. Até mesmo o fiel que o pastor dizia estar o exorcizando do demônio, quando me vê, para de babar como um possuído e sai correndo feito veado quando vê seu predador. As pessoas estão tão desesperadas, que mal conseguem abrir a porta do santuário que por sua vez estava fechada. Enquanto isso, quando olho para trás, sou recebido com um chute na cara e arremessado contra cadeiras de plástico que estão a minha frente. Olho de relance para o pastor e ele está falando em voz alta:
- Irmãos! Nós devemos unir nossas forças para tirar daqui esses dois demônios e mandá-los para o inferno novamente! – diz ele se borrando nas calças – Gritem comigo! O sangue de Jesus tem poder!
De repente vejo metade dos fiéis que estavam tentando sair, convencidos pelo pastor começam a gritar:
- O sangue de Jesus tem poder! O sangue de Jesus tem poder!

O lobisomem para por um momento, olha para os fiéis, olha para o pastor, dá um rugido para ele e vai em sua direção andando lentamente na intenção de matá-lo. Não poderia deixar aquilo acontecer, saí rapidamente da posição em que estava, cheguei perto do pastor e o peguei nos braços antes que fosse rasgado ao meio por uma garra. Sinto no meu pêlo algo quente, foi o pastor que se mijo todo em cima de mim. Quando o solto no chão, ele cai desmaiado, quando menos espero tomo uma ombrada no peito do lobisomem, fazendo eu atravessar a parede em que ficava o altar da Igreja Evangélica e entrar numa área dela em que tinha um pequeno campo de futiçal sendo construído.

Sem perder tempo, corro em direção meu lado direito, pulo um pequeno muro, saio correndo por uma rua até pular por outro muro e entrar num estacionamento de uma Igreja Católica. Continuo correndo, até chegar perto de uma quadra de futebol que ficava depois de um salão paroquial e atrás da Igreja Católica, ao meu lado esquerdo. Quando vou pegar a direção da quadra de futebol, o lobisomem me segura pelo braço esquerdo enfiando-lhe suas garras, dá um giro de 360° graus comigo e em seguida me joga para cima da Igreja, contra os telhados dela que se quebram na hora. Mais uma vez estou dentro de uma Igreja em plena celebração de um casamento pra variar. Justo atrás dos noivos que estavam prestes a se casar e mais gente gritando e correndo as pressas para saída dela. Quando os noivos olham para trás assustados, a noiva olha para mim e desmaia nos braços do noivo que diz irritado:
- Esse casamento já está atrasado a duas horas! O que mais falta acontecer!?
De repente já pula pelo buraco feito nas telhas o lobisomem com vontade de me atacar e o noivo diz mais uma vez irritado:
- Já era de se esperar!
O lobisomem começa a andar devagar para meu lado, me levanto rapidamente, logo ele vem me atacar, ele só não esperava tomar um crucifixo de ouro jogado na sua cabeça, o lobisomem olha para o lado vê os noivos e o padre dizendo:
- Olha aqui cachorrão! Minha Igreja não é lugar pra destruição não meu! Vai tratando de cair o fora daqui!
O lobisomem olha para o padre com raiva, o noivo puxa sua noiva para perto do padre e diz:
- Acho que cê deixo ele mais bravo ainda... Acho que ele tá um pouquinho irritado...
- Minha Santa Maria e meu pai!? Quê que eu faço agora?!

Antes que o lobisomem cometa um massacre, corro rapidamente em sua direção e ouço o noivo dizer:
- Deixa que ele faz!
Pego o lobisomem pelo braço enfiando minhas duas garras bem nele, (Braço direito.) o puxo em minha direção, deixo o passar do meu lado o jogando um pouco para frente e termino com um chute(Perna direita.) aéreo em que giro de costas 360° graus batendo meu calcanhar na sua nuca. Ouço o padre dizer:
- Essa foi boa. Graças a Deus!

Vejo ele voando uma distância de seis metros, caindo e deslizando pelo chão cerca de mais dois, ele se levanta e sai correndo em minha direção, dá um pulo sobrenatural preparando a garra para me acertar. Nesse instante dou um pulo tão alto quanto o dele para contra-atacar sua garrada que vem descendo para me atacar no peito, estico minha perna esquerda para cima e lhe acerto uma patada no peito, fazendo ele atravessar os outros telhados do lado oposto do que viemos. No instante em que estou voando, também atravesso pelo buraco feito nas telhas, nós dois estamos sozinhos do lado de fora da Igreja, em cima de uma grama. Ele se levanta e passa a olhar para meus olhos mostrando-se bem furioso dessa vez. Seus olhos começam a ter um brilho vermelho dessa vez, olho firmemente dentro dos seus olhos, a raiva está expressa nos dele.

Vem para cima de mim como um cão furioso, daí começa uma batalha violenta e sem definição para o ganhador. Ele começa atacar numa velocidade bem maior do que antes, dá três garradas vindas todas no meu rumo. A primeira ele tenta me acertar a cabeça, me abaixo rapidamente(Se esquiva.) e volto a minha posição de defesa, já na segunda, ele tenta me acertar no peito, dou uma pequena fuga para o lado. Na terceira, tenta me acertar no pescoço, faço uma fuga para trás e volto com tudo para acertá-lo com uma garrada(Direita.) na cara, mas ele faz uma finta sobre meu braço(Pelo lado de fora.), atacando com sua garra nas minhas costelas. No momento em que estou prestes a voltar girando com a outra garra(Gira de costas com a garra esquerda.), que ainda não ataquei, sinto ela pegando no vácuo(Ele se abaixa.) e o lobisomem contra-atacando com uma garrada que vem de baixo furando as minhas costelas. Ele tira rapidamente sua garra de minha costela, que espirra sangue na hora, estou bem invalidado no momento. Quando boto minha mão esquerda (Ou palma da garra se você preferir.) nas costelas, deixo meu outro braço exposto, logo sinto os dentes da maldita fera estraçalhando a carne do meu antebraço.

Um rosnado expressando minha dor é automático. Ele começa a girar por todos os lados com a boca no meu antebraço, a dor é terrível, tenho que fazer esse cachorrão parar de morder meu braço antes que ele vire osso para ser enterrado de baixo da terra. Minha reação vem por instinto, dou-lhe uma garrada com o outro braço que pega atrás do pescoço e antes dele me soltar, aproveita a força do giro para me arremessar bem longe. Vou parar numa rua que estava a 10 metros da grama em que lutávamos.
Dessa vez não me vejo em condições de lutar, o mais sensato é fugir como os gatos fogem de cachorros, antes que acabe sendo morto. Olho para o meu lado e está vindo um caminhão do tipo blindado(“Dezáine” moderno.) e um carro preto, que me parecem carregar mercenários de Danrrou, sigo correndo em linha reta na rua, avistando uma floresta que está alguns metros a minha frente. Corro de pé e com a mão nas minhas costelas que estão sangrando muito. Quando entro no mato, começo a ter a respiração um pouco melhor, mais ainda muito grave, já que ele me acertou em cheio no pulmão, ainda bem que metamorfos regeneram-se rapidamente. Me embrenho entre árvores e arbustos, quando continuo correndo, sinto minhas costas sendo rasgadas profundamente.

Desequilíbro meu corpo e começo a cair, para piorar, antes que isso aconteça, sinto dentes do lobisomem me puxando pelo ombro direito. Mais uma vez, eu sou arremessado de costas pelo lobisomem com a cabeça contra o chão, mando violentamente minha cabeça numa pedra. Ainda sofro um ataque do cachorrão em cima de mim, rasgando meu peito com muitas garradas e ele ainda termina furando muitas vezes minhas costelas com suas garras. Não agüento e me destransformo na hora, depois que ele me vê já em minha forma humanóide e agonizando no chão quase nu. Ele sai de cima de mim se transformando no agente que começou a me perseguir e ainda usando as suas roupas de caráter, se não fossem elas estarem bem enssanguentadas. Olha para mim e ri de minha desgraça, se diverte em ver meu sofrimento, logo que olho para todos os lados estão os soldados mirando suas luzes verdes no meu corpo, das lanternas acopladas nas suas próprias armas, só podem ser os mercenários de Danrrou. Está um círculo em minha volta de soldados(Do estilo Teken... Cês já sabem.), ainda tomo um chute na cara sem perceber, quando estou olhando para os lados... Vejo que foi Nayra que me chutou! Que quando olha novamente nos meus olhos, movimenta sua cabeça para os lados fazendo sinal de desprezo, tomo outros chutes nas costelas vindos dela que me diz:
- Meu chefe quer falar com você. – diz ela com cara de raiva.

Já não entendia mais nada. Porque Nayra me traiu e estava fazendo isso? Não fazia sentido essa situação. Ela se afasta de mim, logo que olho para cima, vejo Danrrou com o cigarro em cima de mim e jogando cinzas nos meus olhos, que diz com sua cara de cínico olhando para mim:
- Parece que o gatinho foi pego pelo cão... Não é? – dá uma risada ele – Isso é o que dá tentar fugir, agora vai ter que vir comigo mais machucadinho.
- Seu desgraçado! Vá tomar no cu Danrrou! E você Nayra? Como pode me trair assim!? Eu pensei que estivesse do meu lado sua traidora! Como pode ser tão fria a ponto de me trair e se voltar contra mim? Como se nada tivesse acontecido entre nós dois. Você me ajudou a fugir na rodoviária! Não se lembra! Você arriscou sua vida no bar para me salvar como pode me fazer isso!? Como pode!?
Ouço uma reposta estranha de Nayra:
- Não sei do que você está falando?
- Como!?
Danrrou logo me corta e fala rindo de minha cara e se abraçando com Nayra:
- Digamos meu bom amigo Carlos, que ela passou por um processo de reabilitação.
- O que você fez com ela seu desgraçado!?
Danrrou dá uma lambida no rosto de Nayra e diz com uma cara de cínico:
- Isso não importa agora, o que importa é que ela agora está do meu lado.
- Seu miserável! Vou adorar acabar com você!
- Você não pode fazer definitivamente mais nada idiota. – diz ele abaixando-se um pouco para dizer isso para mim lançando aquele bafo fedorento de cigarro na minha cara.

Mas ouço uma voz familiar do nada que me deixa surpreso:
- Mas eu posso!
- Como!? – diz Danrrou espantado.

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