quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Questão d sobrevivência Cap.4-Part.2


Part.2

Agora é seguir viagem, só pretendo parar de dia. Isso se eu não topar com mais nenhum posto policial, devia ter aproveitado aquele momento e pegado um capacete da polícia, bem que não ia adiantar muito, a polícia logo reconheceria que era roubado caso eu me topasse com ela d novo. Tenho que ir desse jeito mesmo, contar com a sorte para não ser pego, é bem capaz que eu chegue numa cidade próxima sem muitas preocupações. Serei obrigado a parar na primeira que ver, pegar um hotel e dormir nem q seja por poucas horas, para amanhã continuar com mais fôlego minha viagem. Para um tempo depois num lugar mais seguro e escondido, me destransformo e coloco minhas roupas de novo. Depois retorno a viagem, já deve estar de madrugada, o tempo voa e eu estou começando a fechar os olhos. Ontem foi um dia muito agitado, preciso arranjar logo um hotel ou qualquer lugar para dormir. Depois de muito tempo dirigindo, finalmente avisto uma cidade. Entro nela, começo passando por uma avenida cheia de bares e puteiros, até que vejo um lugar chamado: Bar Dormitório Alcantra. Desço de minha moto e dou uma olhada no lugar que pretendo dormir. O lugar não é lá um dos melhores, é um sobrado, em baixo é o bar e que tem também uma pequena área de fora onde fica uma cobertura de telhados metálicos que tem como suporte dois canos grossos, um de cada lado.

Do lado de fora, pessoas como putas, caminhoneiros e alguns motoqueiros. Não acho nenhuma outra entrada para uma portaria de atendimento, só pode ser lá dentro do próprio bar. Entro no bar sem perder tempo, chego no balcão e pergunto ao dono do bar, um homem de boné vermelho com barba fechada, branca e um cigarro na boca:
- Quanto está a noite para dormir aqui?
- Cinco reais e sem café da manhã, se quisé tem que comprá alguma coisa aqui mesmo. – diz ele com cara fechada.
- Tudo bem. Onde posso guardar minha moto.
- Aqui não tem estacionamento pra guardar moto não. Mas cê pode í ali no posto, que lá eles guardam automóveis. – depois de falar isso ele tira o cigarro e solta a fumaça pela boca.
- Certo. E tem algum quarto vago?
Ele bota o cigarro na boca e me responde olhando com uma cara de mau:
- Por sorte sua, hoje ainda tá sobrando um quarto.
- Ótimo então, reserve pra mim. Outra coisa... Sabe quanto paga pra o estacionamento no posto?
- Não, não sei... Cê tá me achando com cara de informante, cara!? – diz ele meio irritado.
- Não, mas só queria saber onde pelo menos é o posto?
- Cê segue essa avenida em frente, que cê topa com o posto.
- Obrigado.
- D nada.
- Então me espere por favor, enquanto vou guardar a minha moto.
- Mas vai logo! Num quero ficá guardando quarto por muito tempo não. Depois se me inrrola e fica vindo outros bêbados e putas a fim de trepá e num tem quarto. Se o cê num vié logo eu passo pra eles.
- Não tudo bem, eu volto rápido.

Saio do bar, pego minha moto e vou até o posto. Amanhã terei d recarregar o tanque d minha moto com hidrogênio, se quiser continuar a viajem. ( Esqueci d escrever. Nesse futuro em q se passa a história do meu livro, a maioria dos automóveis e veículos d transporte, usa o hidrogênio como combustível. Mesmo sendo movidos a hidrogênio, os automóveis são tão ou até mais explosivos do q os automóveis d hoje quando algo os propicia a isso.) Chegando lá, vejo uma lanchonete fechada, outras duas lojas fechadas, uma agência de viagens de ônibus aberta e uma oficina-borracharia vinte quatro horas. Tem um homem com aparência de trinta e poucos anos do lado de fora fumando um cigarro, usando boné e com um macacão, roupa típica de funcionários de posto. Desço da moto, chego nele e pergunto:
- Onde posso deixar minha moto?
- Pode se ali perto da lanchonete mesmo, eu fico olhando ela a noite inteira.
- Tá bom então. Quanto é que custa?
- Não, num precisa pagá nada não.
- Obrigado, tô indo então, falô cara.

Volto a pé para o bar, chegando lá começo a ouvir gritos de uma moça. Entro correndo no bar e vejo dois homens segurando uma garota nova, mulata bonita de cabelos ondulados, adolescente que não deve ter mais de quatorze anos. Ela está sendo segurada pelos braços por dois marombeiros em cima de uma mesa de sinuca e uma fila de outros três homens. Um já está quase em cima dela com as calças arriadas mostrando a bunda branca e cabeluda de fora, indo estuprar a garota sem dó, os outros dois lá gritando:
- Fóde essa cadela!
- Mete bastante na buceta dela! Arromba ela toda!
Eu vendo aquela cena degradante, acompanhado de uma música antiga e escrota, conhecida como técno-brega, cuja a letra era: “Quem vai quere!? A minha piriquita! A minha piriquita!” Uma porcaria de música com uma cantora horrível ainda por cima, que estava sendo tocada, chego perto deles e grito:
- Ei vocês! Parem com isso!
Os dois que estavam na fila pra estuprar, olham para mim e outro que estava prestes a cometer o ato obsceno vira o rosto assustado para meu lado, um deles fala:
- Cê tá pensando o que cara!? Não se mete no que não é da sua conta, o vai acabá morrendo!
- Isso é da minha conta!

Logo o marginal (O ultimo da fila.) tira uma arma escondida no seu colete, no momento que ele aponta para mim, dou-lhe uma fintada, puxo sua arma (O desarma.) e em seguida lhe dou um soco na garganta. Nisso ele já cai no chão cuspindo sangue, quando percebo o outro está vindo em minha direção com uma faca. Esse por sua vez, antes de reagir lhe dou uma coronhada bem na boca que ele chega a cai de bruços em cima do canalha estuprador que já ia molestar a garota, como se tivesse mantendo uma relação homossexual com ele de costas. Ele logo tira o homem das costas dele dando-lhe um empurrão e vem pra cima de mim com uma pistola, no momento que ele vira na intenção de atirar. Só que antes que ele apertasse o gatilho, já estou fintando ele lhe dando uma coronhada na mão, fazendo-lhe soltar a arma. Quando os outros dois amigos dele percebem, soltam a garota e tiram revolveres de suas jaquetas de couro. Aproveito-me do canalha estuprador, com minha mão vazia, eu lhe puxo pela camisa (Pelo lado de trás.) o deixando na minha frente. Os outros apertam os gatilhos e quando percebem já deram quatro tiros no peito do canalha q usei como escudo humano. Eu segurando o defunto ainda dou dois tiros. Só vejo a própria garota gritar desesperadamente: “Ah!!!” Os tiros que dou, são um em cada um deles, certeiros no peito e na cabeça, agora acabou! E é claro que não me esqueci de dar um tiro na merda do rádio que estava na mesa de um deles que estava tocando aquela música horrível, faço então um pequeno comentário:
- Agora me sinto melhor sem essa porcaria d música.

Hoje percebo que não foi bem uma perda de tempo entrar naquele clube de tiro, pois sempre pensava que não ia precisar matar ninguém. Acabei mudando de idéia e era uma vez, menos três estupradores canalhas no mundo. Os três foram apagados, quando é fé (Quando percebo.), o canalha que eu arranquei meia dúzia de dentes, está prestes a pegar a arma caída no chão. Antes que ele a pegasse já tem outros dentes arrancados com um chute na boca. Ouço um grito vindo do dono do bar:
- As suas costas cara!
Me viro e está aquele que acertei na garganta, se levantando do chão, prestes a me dar uma facada nas costas. Na hora que ele faz isso lhe aponto a arma na cabeça e digo:
- Você não quer quê eu faça isso, né? – digo isso nervoso.
- Não. – diz ele com medo.
- Ah bom.
Ouço o dono do bar falando:
- Não! Deixa que isso eu mesmo faço!
O dono do bar lhe acerta um tiro na cabeça, mais um que foi queimado. Ele, levanta a carabina pra cima, só vejo aquela fumaça saindo do cano e ainda ele diz pra mim:
- Você tem mais coragem do que eu moço, eu nunca encararia esses cinco matadores mais procurados do Pará sozinho.
- Pelo visto não são só pistoleiros, são também animais estupradores.
- Esses aí, estupra até minina e minino sô.
- É, deu pra ver que são mesmo pedófilos mal encarados.
- E olha que hoje a maior idade é dezesseis.
- Pior, mas o crime está no estupro e na exploração sexual que fazem. Até q não tenho nada contra alguém tranzar com uma garota d menor, desde q tenha o consentimento dela e q ela tenha já o corpo preparado pro ato sexual. E também tenha consciência da escolha q está fazendo. – pergunto a garota – Você está melhor agora, garota?

Percebo que todos os outros que estavam no bar olham espantados para mim e a garota, que estava de saia curta, puxa a calcinha transparente de volta, ainda com a cara chocada e chorando, me diz:
- Obrigado...
- De nada. Uma adolescente como você devia evitar andar em lugares assim e largar essa vida também.
- Tenho vinte e um anos.
- O quê!? Parece ter apenas quatorze anos!
- Todo mundo diz isso.
- Ande sempre com um spray antitarado.
- Isso eu vou lembrar. – diz ela enxugando as lágrimas dos olhos com a mão – Obrigado.
Ela me dá um abraço e depois uma beijo no rosto, me solta e diz de novo:
- Obrigada.
Vejo uma colega dela chamando:
- Vamos Carolina.
Fala outra garota com aparência de menor, dessa vez com idade de treze anos, eu logo lhe pergunto:
- Quantos anos você tem? Não me diga que é mais de dezoito!
- Não, tenho quatorze.
A colega dela fala:
- Por que você não me ajudou?
- Não queria ser estuprada, não fodo com ninguém sem ter dinheiro em troca.

Me espanto com que ouço! Aqui pelo norte sempre teve indíces fortes de pedofília, uma pequena garota andando com uma prostituta profissional. Provavelmente devem ser usuárias de drogas também. Não é bem que ouvi dizer do governo daqui, que tinham acabado com praticamente toda a exploração da prostituição infantil. Nunca matei ninguém com uma arma, isso era uma coisa que eu esperava não fazer, acabou sendo ao contrário. Depois que me aconteceu tantas coisas depois daquela expedição, minha vida não tem sido mais a mesma. Pessoas como essas que matei não tem culpa de merecerem morrer, mas o que posso fazer se elas nasceram na família que os fez tornar assassinos e estupradores sem coração, mesmo assim, meu desprezo por psicopatas assim é muito, pois sei que é difícil eles mudarem. A garota de menor me diz:
- Obrigado por ajudar minha amiga.

Depois disso as duas vão embora. O dono do bar diz:
- Tirem esse lixo daqui! – fala isso se referindo aos criminosos estupradores.
Os que estavam dentro do bar ajudaram a tirar os corpos lá de dentro, olhei com um pouco de remorso para os bandidos, depois fechei os olhos por um instante me virei para o dono do bar com meus olhos abertos, ele me disse:
- De pessoas assim não se deve ter pena. Tem que matá mesmo!
- Em certo ponto até concordo com você, um crime que pra mim não tem perdão fácil, são aqueles de muitos sereais-killers que andam a solta pelo mundo. Esses monstros sim deviam morrer. É o tipo de escória do mundo que mais detesto, é do tipo que estupra e mata.
- Cê tem razão. Sabe cara, cê pode durmi aqui de graça. E sempre que quiser pode vir aqui tomar umas cervejinhas por minha conta. É difícil ver heróis hoje em dia que não permitem estupradores fazerem o que quiser.
- Eu que tinha visto na propaganda eleitoral que esse estado chegou a reduzir quase toda a prostituição infantil aqui.
- É... Ainda me lembro da época em que tinha acabado a pedofilia de vez, mas o melhor presidente que o Brasil teve foi morto, agora parece que voltou de novo a piorar as coisas nesse país. Hoje governo faz o que pode, reduziu um numero bem considerável. Em algumas cidades nem existe mais, não só a pedofilia, como também exploração de menores d qualquer forma q seja possível explorar. Infelizmente o governo ainda não viu tudo que tinha de ver, em algumas cidades a exploração de menores ainda é grande, aqui reduziu bastante. Antes sempre se via menores viciados fazendo programas em quase todas as esquinas de noite, agora até que tá menos.
- E aqueles corpos lá fora?

- Vou ligar para um amigo meu da polícia, ele dá um jeito neles. Tome aqui a chave do seu quarto, pode ir dormir em paz.
- Boa noite.
- Boa noite... Ah! Os quartos ficam naquela porta ali. – ele me diz apontando o dedo para uma porta.

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