sábado, 2 de agosto de 2008

O começo d uma procura Cap.3-Part.7


Part.7

- Esqueci de te dizer manão! – diz Bárbara sorrindo – Esse é Carlos, um amigo meu e amigo de Nayra também.
- Aí cara, bão?
- É né. Hummm... Um poco conturbado com tudo q aconteceu, mais tudo bem agora que acabou.
- E aí Nayra. Tudo bão?
- Também... Pelo menos agora.
- É heim! Eu já fiquei sabendo do caso do cês, num tenho nada contra minha irmã ajuda vocês não, só que em termos técnicos eu não vi nada e não sei de nada. – fala Marcos brincando e sorrindo para Nayra.
- Tudo bem Marcos, isso não vai vazar. – fala Nayra rindo também.
- Então tá bão. Mais esses vampiros quando resolvem aparecer heim ...

Bárbara fala:
- Me desculpe Marcos. Eles estão sendo perseguidos por uma conspiração ou corporação... Sei lá!
- Não, não, fala nada não. Deixa eu deduzir.
- Tá bom.
- Provavelmente esses vampiros não são daqui, devem fazer parte dos Prezas Negras para fazerem tanto fuzuê assim. Só eles mesmo para desobedecerem a nova ordem dos seres sobrenaturais. Eles chegaram a revelar sua verdadeira natureza pra quem não devia?
- Até que não.
- Ótimo! O ordenado daqui, não vai precisar de muito esforço para ocultar isso de olhos não recomendáveis.
Nayra se espanta com Bárbara:
- Não sabia que você era envolvida com o sobrenatural.
- Nem eu sabia que você era uma agente da “CIS”, pelo o q tudo indica. O que eles querem com você?
- Descobri que há uma conspiração dentro dela e agora eles querem me ferrar.
- Nayra! Quem diria heim, todo esse tempo nós não revelamos todos os nossos segredos de amigas. Sempre pensei que você fosse uma simples médica...
- Suponho que essas, tenham sido a única coisa, que não sabíamos entre nós.
- Creio que sim Nayra.
Surpreso, eu também dou meu ponto de vista:
- O que? Deixa eu vê se entendi... Você Bárbara!? Uma caçadora de vampiros?

- Não é necessário nós caçarmos mais vampiros, apesar de tudo eles são pessoas normais que precisam de sangue – responde ela – Não tão normais assim... Já q são uma raça híbrida d aliens... Pelo menos esses... Já não são a única raça... Dificilmente eles matam pra sobreviver, nem matam mais para se alimentarem e ninguém fica sabendo que foi sugado por um já que dificilmente se lembram do que realmente aconteceu. Eles até usam outros meios para se alimentarem hoje em dia ...
- Nossa meu Deus! Pode para poraí! – coloco minhas mãos na frente fazendo um sinal de pare – Não me diga mais nada. Tô cansado de sabe de mais... Esses caras não vão pegar fogo ou virar pó igual nos filmes?
- Vampiros só pegam fogo por duas maneiras, quando joga fogo neles ou quando ficam expostos por muito tempo aos raios de sol. – diz Flávio – Só assim eles morrem definitivamente. E isso também depende da raça d vampiros. Vou levá-los pra área atrás de casa e queimalos.

Flávio leva os vampiros pra área e os queima, depois volta pra choperia. Marcos olhando a choperia destruída e faz um comentário com cara de conformado:
- Minha nossa... Depois disso tudo que eu vi, me deixou nervoso... Se eu tivesse com meu maço de cigarros eu fumaria. Mas já que estou tentando parar... Vou beber um pouco.
Bárbara fala:
- Há anos que você tenta, fez de tudo quanto é tratamento e toda hora que para volta depois de um tempo.
- Ainda vo parar definitivamente com isso Bárbara. Cê vai vê... Se já tô conseguindo agora, por q q não vo dá conta um dia.
Marcos então passando por Flávio, vê ele ferido, entra no balcão e exclama:
- Quê que foi isso na sua nuca Flavin? – pergunta ele se servindo com uma garrafa de vinho.
- Ah não se preocupe, são só ferimentos superficiais.
- E que roxo esse no seu peito? – fala tomando um pouco do vinho. ( obs: ele estava com um colete jeans aberto.)
- Nada não, só um hematoma que um vampiro idiota fez quando me acertou em cheio.

De repente! Ouve-se um barulho de tiro vindo do lado da entrada, uma bala pega justo em Flávio que estava de costas pra entrada. Marcos e Bárbara pulam pra dentro do balcão. Nayra que ia fazer o mesmo tem a infelicidade de tomar um tiro na coxa. Vou socorrê-la, sem que eu perceba, tomo um tiro que pega de raspão no meu braço. A única coisa que percebi que as balas vinham do nada. Vi as faíscas, mas não vi de que ela saía, é como se o ar tivesse armado. Por surpresa minha, vejo se materializando um corpo, Marcos e Bárbara se levantam e vêem aquilo também. Quando vejo, esse corpo é de Fernando andando em minha direção com uma pistola na mão esquerda, dizendo cinicamente:
- Parece que agora eu te peguei patinho. – anda apontando a arma para minha cabeça.
- Fernando! Como você pode?
- Não me chame de Fernando seu idiota! – diz ele ao mesmo tempo que seu rosto muda de forma. Seu rosto agora fica com uma cara horrenda e esverdeada, de orelhas pontiagudas.
Com um rabo de cavalo em forma d trança grisalho, amarrado em cima da cabeça, os únicos cabelos que tinha, pois de baixo do rabicó preto não tem mais nenhum cabelo no resto da cabeça, é totalmente careca, olhos vermelhos escuros. Se caracterizando de um sobretudo preto fechado, mostrando apenas as canelas coberta por uma calça social e sapatos italianos bejes no pé, seus dentes d vampiro a mostra dando aquele sorriso cínico e intimidador. Na hora que ele vê Marcos e Bárbara apontado com as submetralhadoras já recarregadas, numa pensada rápida ele já atira no ombro de Marcos e na cabeça de Bárbara. Só se ouve os gritos de Marcos segurando Bárbara nos seus braços:
- Cacete! – grita Marcos cheio de raiva.
Nayra e eu também gritamos:
- Nãooo!

Marcos desesperado com sua irmã nos braços, chora de raiva. Rapidamente ele pega a sub-metralhadora e atira na direção do monstro. Mas incrivelmente ele raciocina tão rápido que já se abaixou mostrando também que tem um ótimo reflexo, acertando três tiros no peito de Marcos que por sua vez cai no chão do balcão. A raiva toma conta do meu corpo, nunca estive na presença de um massacre, o vampiro a minha frente é um verdadeiro monstro frio e cruel. Nesse momento saio correndo para o lado dele com meu corpo começando a se transformar na fera escondida dentro de mim. Não pensava em outra coisa não ser em dilacerar aquele assassino. As roupas já começam a ficar apertadas, sinto minha boca já crescendo minhas presas felinas, minhas mãos começando a criar garras. No momento em que ia começar a atacá-lo! Ele se vira com uma velocidade impressionante a meu rumo, ergue seu braço direito em minha direção. Levanta seu pulso, de dentro de sua manga sai uma garrinha de três dedos metálicos pequenos e afiados, embutida num fio largo e preto. Essa garra vem direto no meu peito, entra na minha carne sem perfurar meus ossos, mas penetrando o suficiente para me soltar uma dolorosa descarga elétrica. Caio no chão, começo a perder a consciência. De repente o choque acaba, começo a voltar a consciência ao normal. Mesmo assim, com a garra no peito, quando olho de novo para ele, já está correndo em minha direção.

Aproveitando meu momento em que estou atordoado, ele amarra rapidamente com o fio dando duas voltas no meu pescoço. Puxa o fio rapidamente me jogando de costas contra o chão, termina acertando um chute com o peito do pé nas minhas costelas. Percebo que não estou mais no chão, mas sim voando no ar e prestes a bater de cara na parede. Ainda antes disso acontecer, ele faz uma manobra, dá um puxão forte com o braço. E o fio que me puxa pelo pescoço de volta, dessa vez ele me joga contra o teto. Em seguida me faz picar como uma bola de basquete contra o chão. Ouço ele falar com sadismo:
- Só está começando imbecil!

Faz um giro de 360°graus comigo no ar e me joga violentamente contra as mesas da choperia, eu já estou começando a perder a respiração. Minhas costas batem de forma brutal contra as mesas até chegar na parede, onde sinto mais dor. Caio no chão novamente, começo a engasgar e a perder o ar, ainda para me ferir mais, outra descarga elétrica no meu corpo. A descarga acaba e ele me puxa pelo fio violentamente me arrastando pelo chão. Quando chego perto dele, já recebo mais um chute na barriga, dessa vez ele me segura perto dele e começa a me esganar com o pé em cima de minhas costas dizendo:
- Antes deu te levar ao meu chefe você vai ter que sofrer um pouco nas minhas mãos! – fala isso me dando outra descarga elétrica no corpo. – Eu não sei o que ele quer descobrir de você, mas pelo visto você já descobriu que eu não sou nenhum dos amigos que você matou na expedição. Mas sim aquele que ficou incumbido de te fazer alucinações no seu trabalho, você caiu direitinho mesmo. Poderia fazer o mesmo aqui, mas não o quis pra não perder a diversão q estou tendo agora. Seu bando de idiotas! Isso é o que dá quererem saber de mais!
Ele então afrouxa um pouco o fio e eu lhe pergunto:
- Afinal de contas... Uarf, uarf. Como que um vampiro pode andar de dia disfarçado?
- Isso é segredo de profissão! Um profissional como eu nunca erra também! – ele diz isso me dando outro chute na barriga me deixando a uma pequena distância d si. – Eu sempre acerto meu alvo e nunca falho numa missão! Venha comigo.
Ele começa a me puxar para fora da choperia, antes disso ele fala:
- Quase me esqueci da sua amiga, tenho novas ordens de matá-la antes que ela me mate com a 12 que ela quer pegar.

Na hora que ele se vira, Nayra já estava prestes a pegar a 12, ele atira na arma que desliza para perto do corpo de Flávio e nisso o monstro fala:
- Você acha que me esqueci de pregar os olhos em você, cadela! Se matei todos seus amigos, acha que me esquecerei de você!? – fala isso apontando a arma para Nayra – Nós não temos mais nenhum interesse em você, puta!
Ele então puxa com o dedão o gatilho armando novamente a pistola. Começo a ver a vida de Nayra indo embora. Fecho meus olhos para não ver a morte dela. Ouço um tiro. Espere! Um não, eu ouço uma rajada de tiros! Abro os olhos e tenho uma incrível surpresa.

Vejo Bárbara descarregando as balas em cima do vampiro e dizendo:
- Nunca erra né seu desgraçado!?
O vampiro começa a ser esburacado no peito. Ainda vivo e cuspindo sangue depois das balas terem sido completamente descarregadas, cai de joelhos no chão e diz suas últimas palavras:
- Ainda te levo pro inferno comigo, vadia! – diz isso apontando a arma para Bárbara.
Só que ele não esperava que, por algum milagre, Flávio, mesmo esticado no chão, acertasse um tiro certeiro na sua cabeça, com a escopeta. A sua cabeça estourando jogava miolos para todos os lados. Era o óbvio que podia acontecer. Um comentário a parte de Flávio não pode ficar de lado:
-Vá pro inferno você, vampiro desgraçado! (Aposto que você, meu caro leitor, deve estar pensando: “Isso sempre acontece nos filmes.”)
Surpreso, desenrolo o fio do meu pescoço, tiro a garrinha do meu peito e pergunto a Flávio:
- Como você sobreviveu?

Flávio ainda esticado no chão diz:
- A bala não deve ter chegado ao meu coração já que acertou uma placa de platina colocada aí até meu osso voltar ao normal, foi por causa de um acidente de carro.
- Porra cara! – digo espantado – Você é duro de morrer heim cara.
- Não é atoa que bebo muito leite d soja como muita soja para sempre ter os ossos fortes, senão era pra mim estar com crânio quebrado quando mandei a nuca na parede e nem estaria aqui. Mas bem q meus ossos são mais duros do q o normal desde criança, sou um mutante. Hehehe.

Flávio vê um anel no dedo do vampiro horroroso e o pega. Responde a pergunta que eu queria saber:
- É com esse anel com cara de demônio que esses vampiros de elite conseguem andar ao dia sem problemas. Ele tem poderes mágicos. Só os Presas Negras tem isso pra facilitarem suas vidas.
- Cruz credo! E a sua prima! Como é que pode...
Ouço Bárbara gritando:
- Meu irmão está morrendo! Alguém me ajude!
Flávio e eu nos levantamos, Nayra consegue ficar de pé e vem nos acompanhando. Entramos dentro do balcão, Nayra para. Observa Marcos e diz:
- Temos que agir rápido ou ele vai morrer de hemorragia, me arranje qualquer coisa que evite o sangramento. Panos, muitos panos e roupa, qualquer coisa! Ligue para o pronto-socorro Flávio, aliás ligue o carro e vamos levá-lo de pressa!

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