sábado, 2 de agosto de 2008

O começo d uma procura Cap.3-Part.4


Part.4

Quando olho para traz, todos estão rendidos por nove homens armados, de uniformes, armaduras de infantaria e máscaras de cor cinza e preta.(Estilo os soldados do Heirrachi do Tekken. Acho q já escrevi isso antes...) Já imaginava que aqueles malditos agentes nos achariam. Ouço um barulho de “trak” perto da minha cabeça. Olho para traz e lá está mais um maldito agente olhando para mim vestido com as mesmas roupas dos outros, que diz ironicamente:
- Deveria confiar mais na sua intuição.

Ele então se comunica pelo transmissor preso em sua cabeça:
- Chefe, estamos com ele, a mulher e mais outros garotos que os acompanham. O que fazemos com eles?
Ouço do pequeno transmissor a ordem que é dada ao soldado: “Levem os dois! E os garotos... Trate de eliminá-los sem deixar pistas.”
É desligado o transmissor, revoltado ainda falo:
- Vocês não devem matá-los! Eles não tem culpa de nada!
- Eles sabem de mais! Isso não pode vazar de nenhuma forma, só estou seguindo ordens. Levem eles para um outro local.

Oito homens vão levando os pobres jovens para serem executados, começo a me sentir nervoso e nessa hora em que mais preciso, felizmente começo a me transformar. O soldado percebe, antes de atirar, num movimento rápido eu lhe chuto as mãos e sua arma cai a dois metros de nós e aproveito ainda para lhe dar um soco na cara, que o faz cair pouco atordoado no chão. Os outros percebem na hora e deixam os garotos, voltam a atenção diretamente para mim e começam a atirar com suas metralhadoras. Os garotos fogem um para cada lado e os soldados atiram para meu rumo. Corro para meu lado direito, pulo para um lugar mais seguro e ouço o soldado que bati gritando:
- Seus idiotas! O chefe quer ele vivo!
Outro exclama:
- E os garotos!?
- Vão cinco matá-los! Enquanto um cuida da mulher e o resto venha comigo capturá-lo!

Tinha que pensar rápido, os garotos seriam mortos se algo não fosse feito, naquele instante a transformação já estava completa e novamente minhas roupas estavam rasgadas por não serem muito largas meio aos farrapos, uso minhas garras e termino de rasgalas logo de uma vez, com exceção da bermuda. Com minha velocidade e força incrivelmente aumentada corro pelo meio da mata em direção dos soldados que iam matar os jovens. Os que queriam me capturar sacaram armas estranhas que estavam em suas costas. Pareciam com escopetas, se diferenciavam por parecerem ter três canos, cada um soltava projeteis do tamanho de bolinhas de pingpong que explodiam espalhando um monte fragmentos de gosma verde num raio de vinte metros. Qualquer vacilada estaria imobilizado, as gosmas quando batiam nas árvores soltavam um choque que seria capaz de desmaiar qualquer homem. Apesar de estar muito rápido elas, quase me pegavam, os soldados corriam para meu lado e não paravam de atirar. Correndo entre as árvores vi um dos que procuravam os garotos, lhe acertei uma braçada em seu peito que o fez parar em uma distância de pelo menos sete metros. Aquele já estava fora, ouvindo outro próximo, vou ao seu encontro lhe acertando outra braçada que o joga bem longe. Este também já foi desclassificado! Faltam três e dessa vez estou me livrando deles sem precisar de espirrar uma gota de sangue, pois não me conformo com a idéia de matar ainda. Vejo outros dois perto de um pequeno lago prestes a matar três dos garotos. Antes deles atirarem, saio com toda velocidade do mato, pego os dois soldados pelas costas, levanto-os e bato suas cabeças uma contra a outra. Os três garotos olham espantados e sem reação para mim. Corro a procura do outro antes que ele faça alguma coisa aos outros jovens, vejo o ultimo a minha frente, mas percebo outros três soldados atirando aquelas gosmas verdes para meu lado. Saio rapidamente da mira deles, nisso eles acertam seu próprio companheiro que é eletrocutado e cai inconsciente, dessa vez estava ficando encurralado! Não sabia mais para onde fugir, eles me acertam uma gosma verde no braço, fico meio atordoado. Agora eu fui pego, não conseguiria fugir, foi a hora de esperar um milagre acontecer! A garoto de nome Milton, pula do mato fazendo um golpe de mestre! Com precisão ele solta uma voadora de três chutes aéreos, certeiros na cabeça de cada um dos agentes que caem no chão largando suas armas. Quando um deles se levanta, é surpreendido por um soco rápido e preciso no queixo que o desmonta na hora. O garoto olha para mim e se assusta, nisso eu já vejo um outro soldado há cerca de trinta metros de Milton. Ele dá um tiro, uma das gosmas acerta no Milton que cai inconsciente no chão. O choque da gosma que tinha me acertado, já tinha acabado, mesmo assim eu estava fraco, se me acertassem mais uma vez poderia não levantar. Por sorte vejo o resto dos jovens rendendo aquele que faltava, o agente q estava com as armas apontadas para sua cabeça não poderia fazer nada a não ser largar a sua arma.

E por minha surpresa ainda vejo Nayra apontando uma arma para cabeça do agente que a procurava, para uma mulher que aparentava ser frágil, vejo que ela sabia se virar sozinha. Ela vê Milton desmaiado no chão, deixa o ultimo soldado aos cuidados dos garotos e corre para socorrê-lo.
Anderson faz uma pergunta a ela:
- O que aconteceu a ele?
- Só está incapacitado por alguns minutos, nada que um pouco de água não resolva.
- E essa gosma verde nas costas dele?
- Com água ela também se solta.
Ouvindo isso, me levanto ando para o rumo deles, Ernesto um dos jovens mais velhos e cético da turma que não tinha me percebido, se assusta e aponta sua arma para mim. Nayra lhe grita:
- Não! – depois fala calmamente – Ele é nosso amigo.
Ernesto abaixa a arma, olha espantado para mim e o resto dos garotos fazem o mesmo. Quando chego perto deles, estou ofegante e com meu braço direito queimado, de brincadeira Harley ainda exclama:
- Uau! Quer dizer que vocês existem mesmo!
Nisso eu lhe respondo grunhindo:
- Não me diga! Agora que você viu!
- Interessante você está falando você, em vez de cê. Fala mais certo como mostro do que como homem! Riririririri... – ri ele.
- É que em vez em quando eu falo sem meu sotaque mineiro mesmo. Eu sô meio prus coco assim mesmo...

- Legal! De acordo com o livro de Lobizomem RPG, quem conversa normalmente com um lobizomem tem força de vontade nove! No caso você é um bastend.
- Não fale em RPG perto de mim! – falo baforando na cara dele – Já estou cansado d ouvir essa palavra! Sabe quantas vezes eu ouvi isso hoje! E lembre-se de acordo com “Lobisomeco” Guia dos Jogadores eu sou um “bastend” cara! – falei pra não perder a piada.

Nesse instante todos entram numa tremenda risada, se distraem um pouco e os dois agentes começam a fugir. Eu exclamo:
- Ei vocês dois!
Numa arrancada rápida eu lhes seguro pelas costas, levanto-os e digo:
- Pra onde cês pensam que vão?
Um deles apavorados diz:
- Me solta sua fera! Me larga!
- Só depois disso! – digo eu.
Bato a cabeça dos dois uma contra a outra, eles caem inconsciente no chão. Digo:
- Tudo já está resolvido agora.
Ouço um comentário vindo de Jairo: (LINGUICEIRA)
- Eu não acredito no que tô vendo!
Eu lhe respondo:
- Eu não estou te obrigando a acreditar...

Jairo fala outra vez:
- Isso só pode ser um sonho.
Em seguida o mais pequeno da turma comenta também:
- Se isso é mesmo um sonho... Que eu acorde logo então.
- Só uma coisa? – lhe pergunto – Quantos anos tu tem?
- Treze.
- Você precisa de tomar hormônios.
- Já tomo, graças a meu pai que se chama Jhoni e tem condição pra isso, que ele nessa idade era mais baixinho ainda.
- Também né... O Brasil agora é primeiro mundo.

E o garoto mais novo também não perde a oportunidade de dar seu comentário:
- Essa história ficaria boa se botássemos na “Dragon Brasil”. Se isso tudo não passar de um sonho maluco. Pois é difícil de se imaginar um grupo de adolescentes conversando sobre política com uma fera de aparência de onça parda e com quase três metros.
Espantado ainda digo:
- Essa história toda já está virando um tremendo esculacho! Por que isso tudo não é apenas um livro ou filme de ficção científica! Bem que daria mais certo pra humor. Por que justo eu que sou um jornalista cético em relação a esses assuntos, tem que ser um homem meio onça parda de quase três metros! Bem que eu nem tinha reparado nisso antes... (DESLINGUIÇO)
Nayra então fala:
- E você não vai voltar ao normal não?
- Deixa eu tirar essa gosma estranha do meu braço e pegar uma roupa desses caras já que a minha foi rasgada.
Tirei a gosma de meu braço jogando água, Nayra fez o mesmo com Milton que por sua vez tinha acordado. Novamente peguei as roupas(Tirando a armadura e a máscara.) de um daqueles soldados para substituir a minha ultima. Depois de tudo realmente terminado, eu em minha forma normal chego em Milton e lhe digo:
- Obrigado por ter me salvado, você foi muito corajoso garoto.
- Quer dizer que você que era a tal fera?!
- Sim... Era eu.
- Se isso não for um sonho eu já não sei mais o que é.
- Também estou confuso. Não sei se isso tudo que está acontecendo é um sonho ou a pura realidade. Eu sou meio cético, aliás. Bem cético com muitas coisas. Espero que isso não passe de um sonho muito louco, mas cada vez parece mais real. Por isso eu procuro por respostas do que realmente está acontecendo.
- E o que iremos fazer agora se esses caras continuarem vivos, iremos acabar sendo mortos. Mesmo se os matassem, nós estaríamos encrencados de qualquer forma. Não duvido que seremos caçados pelo resto dos outros agentes.
De longe, ouço outra voz de um homem que á poucos metros de nós:
- Não se preocupe garoto! Não precisará fugir de ninguém, nem seus amigos. E você Carlos lembre-se disso. Tome cuidado antes de tomar qualquer decisão. Pense duas ou mais vezes antes de tirar suas conclusões, talvez aquilo que lhe parece mentira é verdade.

Quando olho é o cara q se dizia Jesus, lá está ele, vestido de roupas q fazem parecer um jedai. Carregava consigo um cajado que tinha um símbolo da cruz desenhada em suas duas pontas. Chegou em Milton e disse:
- Seus Anjos Guardiões encarregaram de protegê-los, mesmo assim aqueles homens não estarão mais preocupados com vocês jovens, o que eles querem é só o Carlos e a Nayra.
Nayra fala espantada:
- Como você sabe meu nome?
Então eu respondo a Nayra:
- Não se preocupa não, ele faz isso com todo mundo. Sempre adivinha o nome dos outros.

Nisso Harley faz uma pergunta:
- Peraí! Você não é o cara maluco que se veste parecido com um jedai q andam dizendo q se declarou Jesus Cristo? O q foi para um manicômio pouco tempo atrás? Tu é uma lenda meu! Num acredito q to d frente pra você.
Cristo responde:
- Ele mesmo em pessoa. Surpreso com isso meu jovem? – ele sorri – Só que eu não me declarei Cristo, eles me perguntaram e eu simplesmente respondi q era a reencarnação dele. Bem que de certa forma você está certo... – diz ele coçando o queixo.
- A onde é que esse mundo vai parar meu Deus! – diz ele ironicamente.
Cristo dá uma gostosa gargalhada e fala bem humorado mais uma vez:
- Ah meu filho! Você ainda tem muito a descobrir, é uma história muito longa pra contar.
Nayra olha para Cristo e o elogia:
- Você parece um homem de vinte sete anos mas com uma barba um pouco grande que já está precisando fazer. Quantos anos tem?
Cristo responde:
- Na verdade já to na casa dos sesenta.
-Como? – se espanta Nayra – Como você aparenta ter menos q metade da idade então?
-Ah! Isso é comer de tudo, ter uma alimentação bem farta desde criança. Graças a Deus meu Pai, o todo Poderoso que me deu essa benção! E você já ouviu falar de urinoterapia?
- Ham? Que dia que vou ter coragem de experimentar isso meu Deus!
- Você devia tentar, na verdade foi bebendo minha urina que consegui ficar 40 dias e noites no deserto.

Curioso para saber eu pergunto a Cristo:
- O que você fez que saiu lá do hospício?
Ele me responde:
- Depois de ter curado todos os loucos de lá e libertado muitas mentes iludidas, os psiquiatras passaram a acreditar em mim e me deixaram ir embora.
- Você curou todos aqueles loucos!
- Sim e depois ainda fui fazer milagres com os velhinhos do asilo ao lado.
- E que tipo de milagres?
- Curar aleijados, velhinhos doentinhos e insanos. Esse tipo d coisa né. Foi engraçado eu conversando com dois velhinhos que me contaram que tinham visto um homem meio onça correndo perto deles e um deles depois disse: “Só faltava Jesus Cristo aparecer aqui e começar a fazer milagres.” Cinco minutos depois eles se encontram comigo e um deles exclama: “Sabe amigo... Ainda bem que Deus existe mesmo.” Estou muito feliz. Ainda mais depois dessas situações cômicas q me deixam bem humorado. E estou começando a fazer milagres pra valer agora!

- Que tipos de milagres você agora consegue fazer a mais?
- Num vo ficá te falando não que se não, eu vou ficá me exaltando e isso não é legal e nem é pra se mostra. Na hora que for necessário você descobre que tipos de milagres, não faço coisas desnecessárias, pelo menos procuro não fazer. Agora, digamos que estou me aprimorando mais nos meus dons.
Milton então pergunta:
- E o que você tem em mente agora?
- Ficar mais um tempo por aqui, fazer milagres, mostrar a palavra do nosso Guardião Universal, organizar um exército de iluminados com tempo pra fortalecer a Ordem dos Guardiões e Guardiãs do Universo nesse mundo estabelecendo mais uma sede nesse planeta. Trazer a paz em todos os sentidos e principalmente fazer a paz entre os homens no mundo e desmascarar certas pessoas. E salvar mais uma vez o mundo é claro. – falou ele d forma completamente normal.
- Legal esses seus planos... É... Legal. Me parece simples. Bem simples... Tanto q até me assusta. – diz ele embasbacada – Vai em frente meu... Mas OGGU já existe. Foi feita e idealizada a pouco tempo ainda.
- Essa OGGU q estou falando engloba bem mais ainda do q você possa imaginar.

- Beleza... Vai em frente então. – diz Milton com cara d meio q espantado.
- Carlos. Procure por Manguri, o velho índio que você viu em seu sonho. Irá achá-lo no Amazonas, nas partes mais escondidas, procure se informar pelos índios, ele é um feiticeiro muito conhecido por eles, é necessário q você o ache pra ele t explicar certas coisas. Te encontrarei por lá também. Agora se me der licença, eu devo dar umas voltinhas por aí. – fala ele pra mim.

Então Cristo anda normalmente para o meio da mata e desaparece nela. Harley pergunta:
- Será que esse cara é Cristo mesmo? Não vi nada d extraordinário nele.
Milton responde:
- Depois de tudo que eu vi hoje eu não duvido d mais nada, esse mundo tá virando uma coisa de louco mesmo!
Nisso eu exclamo:
- Droga! Esqueci de fazer algumas perguntas a ele! Ah! Quando eu encontrá-lo de novo eu pergunto.

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