sábado, 2 de agosto de 2008

O começo d uma procura Cap.3-Part.3



Part.3

Nós nos escondemos em um lugar seguro entre as moitas e ficamos observando quem estava vindo. Ouvi vozes que diziam:
- Eles devem estar por ali!
- Então vamos, eu agora quero achá-los a qualquer custo!
- Se tiverem por aqui, devem estar escondidos no meio daquelas moitas.

Nayra perto de mim resmunga:
- Droga! Devem ser aqueles agentes secretos, vamos correr.

Na hora que ela estava prestes a correr eu ouço uma outra vós fina e diferente:
- Ei eles estão ali, é pra lá que estou ouvindo o barulho.
Me levanto e vejo que era um garotinho novo de mais ou menos onze anos perto de outros seis mais velhos, que aparentavam ter cerca de dezessete anos com mais dois que aparentavam ter cerca de vinte poucos anos. Todos tinham mochilas em suas costas, provavelmente tinham acampado por lá, eram aqueles que tinham nos visto de relance quando fugíamos. Nayra olha para trás e vê quem é, em seguida ela me diz:
- Ham! Heim! Eu pensei que...

Eu lhe respondo:
- Pensou errado.
- É! Eu creio que pensei mesmo.
Os garotos chegam perto de nós e o mais pequeno pergunta:
- O que vocês estão fazendo aqui?
Eu e Nayra respondemos ao mesmo tempo:
- Nós!?
E os garotos juntos retrucam cinicamente:
- Nãouuuum...
- E vocês? Que procuram? – eu lhes pergunto
E o pequeno completa:
- Uns lagartos grandões que foram poraqui. Mas o que vocês estão fazendo aqui?
Eu então respondo:
- Bem... Nada. Só estávamos passeando juntos fazendo uma trilha...
Então um cabeludo metaleiro, um pouco alto entre eles fala:
- Se não estavam fazendo nada, por que vieram andar por aqui?
Aquele garoto nos apertou em cheio, tive que pensar em uma resposta rápida para ele, falei:
- Eeeé... Bem nós somos...

Nayra me interrompe e diz dando um sorriso:
- Nós somos namorados.
O cabeludo novamente pergunta:
- E por que tinham que escolher justo este lugar para passear?
Nayra então diz:
- Nós somos...
Eu a interrompo e digo:
- Somos estudantes de medicina.
Nayra então completa:
- É! Estudantes de medicina, isso mesmo.
O cabeludo então retruca mais uma vez:
- Não tem faculdade de medicina por aqui mais. Ela se mudou para uma cidade há duzentos quilômetros daqui e por que estudantes de medicina viriam estudar a natureza?

Então eu fui lhe responder:
- É que nós estamos...
Nayra não me deixa falar e responde:
- Estamos estudando medicina das plantas também.
E o cabeludo insiste:
- Medicina das planta? Que universidade é...
O cabeludo é cortado(Interrompido.) por um outro jovem cabeludo meio loiro de mais ou menos um metro e setenta dois, que fumava um cigarro d maconha no momento:
- Milton! Seu idiota! Deixa de ser curioso e perguntar de mais cara!
O cabeludo com pinta de metaleiro então fala:
- Qualé Kel! Você que não viu o que eu vi passando! Aquele vulto naquela velocidade perto da gente cara!
Então o jovem moreno, forte, de camisa cinza, de cabelos encaracolados e um pouco mais baixo que o cabeludo metaleiro fala:
- Deixa de se paranóico Milton! Cê não acha que tá jogando muito RPG não meu!
Já não sei quantas vezes já ouvi essa palavra RPG hoje. O cabeludo metaleiro responde então:
- Pô! Até você Jairo! Parece que foi só eu que vi aquela coisa estranha passando vuando perto de nós meu.
Então o outro, também mais velho, branco de cabelos e olhos castanhos escuros, estatura mediana e usando um cavanhaque diz:
- Milton! Cê tá ficando alienado, cê tá jogando RPG de mais. Desculpa aí pombinhos, ele viaja nas idéia errada do futuro assim mesmo. – disse para nós aquele jovem.
O cabeludo irritado retruca:
- Porra caras! Não acredito que vocês não perceberam nada! Principalmente o cê, o Ernesto! Eu que achei que você tivesse visto também cara!? – diz o cabeludo aquele que o chamou de alienado.

Então outro garoto branco, alto de cabelo crespo, curto e com pinta de skatista fala:
- Milton! Eu também vi aquela coisa estranha passando! O que será que era?
Então um grandão branco com cabelo ruim e de óculos ofende o que perguntou:
- Cala boca Anderson bosta! Tu num sabe de bosta nenhuma não cara! Tu não viu bosta nenhuma cara!
Então o outro cabeludo que fumava cigarro disse:
- Ei seus idiotas! Inclusive você Harley! (O grandão de óculos.) Vamos parar de discutir isso e parar de perguntar de mais a esses dois! Afinal de contas... Quem são vocês dois? – Perguntou para nós o cabeludo que fumava um cigarro d maconha.
O moreno com o nome Jairo então fala:
- Leandro Kel... Você mesmo disse para não perguntar nada a eles e acabou de perguntar.
E o garoto cujo o nome se é Leandro ou Kel concordou:
- Ah... Sabe que é mesmo cara, eu perguntei...
E o jovem chamado Jairo retruca:
- Seu idiota! Depois fica dizendo que os outros que são idiotas! Deixa que eu falo com eles. Por a caso vocês não viram nada de estranho por aqui não? – nos pergunta ele.

Eu repondo:
- Nós! Não... Não vimos nada de estranho.
Jairo então pergunta:
- Vocês querem andar com a gente?
Nayra fala antes de mim:
- Sim! Tudo bem.
Jairo então diz:
- Então vamos.
Nos juntamos a eles e vamos andando pela mata. Eles ainda não desconfiam de nada, a não ser o garoto chamado Milton, que não para de olhar para min e Nayra. De vez em quando ele disfarça, mas a desconfiança não sai despercebida. Faço uma pergunta a Jairo:
- O que vocês estavam fazendo aqui... Ou pretendem fazer?
Jairo me responde:
- Estamos aqui a dois dias acampando, agora estamos indo embora. Qual é o seu nome?
Nessa hora eu pensei, se eu falar meu nome para ele, corro o risco deles descobrirem quem eu sou. Isso se ele já tiver lido o jornal que escrevo. Outro risco que eu corro é se ele tivesse visto o documentário que parece que eu fiz. Serei obrigado a mentir o meu nome. Lhe voltei a atenção e disse:
- Meu nome é Manuel.
- Manuel... Ah só então.
- Nós já devemos estar saindo do mato não é?
- Sim, falta pouco agora. Só dez quilômetros e estaremos no outro lado da cidade. Devemos chegar lá as duas horas da tarde.

Milton que já olhava desconfiado para mim desde o começo do nosso encontro, faz uma pergunta:
- Você tem certeza que é mesmo um estudante de medicina?
Jairo então interfere:
- Para de ficar perguntando Milton! Você com essa mania idiota de curiosidade.
Milton então responde:
- Não cara! Agora que me lembrei, esse cara parece muito com um repórter que eu já vi na televisão. Não teve um documentário que você fez sobre os índios que foi mostrado ontem na televisão? – perguntou pra mim Milton.
Para pergunta dele já tinha a devida resposta e lhe digo:
- Vocês não estavam fazendo expedição aqui, como podem saber de um programa que foi passado a mais de um dia?
Milton me responde:
- Sempre trago meu celular televisão dentro da mochila nessas trilhas que fazemos. Assim quando chega a hora de acampar. A noite, quando já não há mais nada pra fazer, vejo televisão.
O cabeludo me apertou na parede novamente, eu então lhe respondo:
- Se eu não me engano esse documentário passa nos sábados a tarde.
O garoto me dá outra resposta:
- Nesse dia eu liguei a televisão de tarde, quando todos tinham parado pra descansar.
Ele já estava quase descobrindo o meu segredo, se continuasse assim logo, logo ele me arrancaria a verdade. Tive pensar numa resposta rápida a ele:
- E o que teve de interessante nesse documentário?

Ele me responde:
- Nada de mais, mostraram sobre os remédios naturais que os índios amazonenses estavam fazendo e sobre uma lenda que eles tinham a muito tempo.
Eu lhe pergunto:
- E o que era?
O cabeludo me responde:
- Era sobre uma tal tribo Guatinchara, provavelmente algo inventado por eles pra dar mais ibope. Os índios estavam dizendo que era um espírito protetor dos índios, que resolveu dar as caras porque estava acontecendo muitas injustiças aos índios. Falaram que o desmatamento, os massacres indígenas e outras injustiças só estavam parando por causa de um defensor que tinha a forma de homem meio-onça. Eu sinceramente não acredito muito nisso não, me lembra uma revista em quadrinho que já li.

Era impressionante, as lembranças que eu tinha era de que ainda iríamos fazer uma reportagem no dia seguinte antes de ter ocorrido o massacre no nosso acampamento, que por mim foi eu que cometi. Mas não faz sentido algum, eu encontrei Fernando vivo, mas não achei nenhum dos outros que estavam na expedição por perto e ainda estou com medo disso tudo ser uma ilusão de mais um sonho. Será possível que eu fiz essa matéria antes, devo falar com Fernando ou pelo menos com quem eu acho ser Fernando. Minha cabeça já está estourando com tantas dúvidas.
Os jovens param para descansar e tiram lanches de suas mochilas, eles então me oferecem. Quando percebo, Milton tira do seu bolso seu celular q pode-se ver também tv também, a liga e começa a ver. Já é tarde de mais, me distraí comendo uns salgadinhos que me deram e ele ligou a televisão justo na notícia de ultima hora. Só ouço o seguinte: “Dois loucos fugiram hoje do hospício! Um deles é o repórter Carlos Balero, 27 anos e Nayra Vishenity, 27 também, ex-médica. Há informações de que eles estejam na floresta próxima ao bairro das mansões, cuidado! São altamente perigosos.”
O garoto cabeludo só olhou para mim e Nayra mais desconfiado ainda, os outros idem.

Ele então falou:
- Quer dizer que era você mesmo heim... Bem que eu desconfiava. Você é igualsinho a foto que mostrou na reportagem. – diz ele sorrindo.
Harley, o grandão de óculos então fala olhando para Nayra:
- Eu não posso acreditar! Você é uma mulher tão linda, nem notei que você fosse louca... Também não parece ser louca.
Nayra então responde demonstrando indignação:
- Mas eu não sou!
Harley responde:
- É impressionante! Todo louco diz a mesma coisa, já li isso em livros, vi em filmes, desenhos e em outros programas de humor. Essa sempre foi resposta que dão os loucos, isso só mostra que eles são mais loucos ainda! Quando vão inventar algo mais original? Merece antartics uma coisa dessas.
Eu então lhe respondo:
- Eu aqui no caso, sou louco e assumo que sou louco.
Jairo então fala:
- Você não deve ser mais louco do que ela... Se é que é realmente louco, é difícil ver um louco assumir a loucura.
Eu respondo mais outra vez:
- Cara! Cê que num passo pelo o que eu passei, tudo leva a crer que eu estou louco! Eu nem se quer estou acreditando no q está me acontecendo, torço pra ser um sonho q acabe logo.

Jairo diz:
- Já passei por uma fase de perturbação também, me dizia louco mas a psicóloga falava que eu não precisava de ser internado, só me receitou uns remédios antidepressivos. Psicóloga não, psiquiatra... E se vocês fossem mesmo perigosos já teriam nos feito algum mal antes.
Nisso eu lhe pergunto:
- E como você sabe disso?

Jairo me responde:
- Já li psicologia e um livro sobre linguagem corporal, com doze anos e hoje estou me formando para ser pastor, acabo tendo de ter mais informações sobre isso de novo.
Milton então fala coçando o queixo e olhando nos meus olhos:
- Interessante, é a primeira vez que eu vejo um repórter falar em sotaque mineiro. “Uaiii sô! Cê num aprendeu a fala currerto não sô!?” – diz ele rindo – Não sei como que um repórter de televisão pode falar tão errado assim para quem precisa falar em uma linguagem mais culta em um jornal.
Eu lhe respondo irritado e lhe apontando o dedo:
- Olha cara. Eu falo do jeito que eu quiser. Hora de falar direito pra mim é só na hora de ser repórter. Eu sou mineiro e de família caipira mesmo! – falei a ultima frase arregalando os olhos com cara d cínico.
Milton retruca meio cinicamente:
- Cara! Não aponta esse dedo pra mim não, eu odeio isso. Vamos conversar mais calmos ou não cara!? – falou a ultima frase arregalando os olhos com cara d cínico também.
Eu abaixo o dedo e digo mais calmo:
- Tá bom, eu também odeio quando me apontam o dedo também. Isso é mesmo irritante.
Milton me responde calmo:
- Bem que eu sou mineiro também, minha família é lá daquele lado de Araguari.
Nayra fala:
- Já que vocês viram que não somos perigosos. Nos deixem ir embora sossegados.
Leandro o outro cabeludo também fala sorrindo:
- Bem vindo a turma pessoal!

Harley completa:
- Aqui nóis é tudo doido memo!
Jairo fala ironicamente:
- É melhor que vocês voltem para o hospício. É mais perigoso ficarem com a gente!
Todos riem então. Nayra responde demonstrando espanto:
- Cê tá brincando! Nós estamos sendo perseguidos por agentes secretos e o Carlos que consegue se transformar num homem onça é o principal alvo.
Todos começaram a rir d novo, dando começo á comentários, Harley é o primeiro a sacanear:
- Meu Deus do céu! Pra mim esse tipo de coisa só existe “Guia do jogador do lobizomeco”, qual é mesmo o nome daquela tribo que você gosta de jogar Milton?
Milton responde: (LINGUICEIRA)
- São os “bastendis”, os homens felinos.
Anderson sacaneia também:
- Você deve ter jogado muito RPG na adolescência. São caras que não sabem diferir a realidade da fantasia que queimam o filme do RPG. O tanto de louco que eu já vi na televisão matando pessoas, sendo acusados de fazerem sacrifícios e a sociedade fica achando que todo rpegista é mal elemento. Tenho amigos rpgistas que são cristãos, jogam RPG e sempre tiveram a cabeça no lugar. Por mim cês tem que ir logo para um manicômio seus doidos!

Já estou começando a me acostumar com essa palavra RPG hoje. Já estou perdendo as contas d quantas vezes a ouvi só hoje. Penso eu... Milton também fala mais indignado ainda:
- Até hoje eu me lembro de uma reportagem de um jovem acusado de um crime que li no jornal. Ele tinha uns livros de Vampiro RPG e um livro cujo o nome era “Satanismo: A sedução dos jovens americanos”, foi escrito por um pastor evangélico para conscientizar famílias sobre esse mau que toma seus filhos. No maldito jornal ele foi criticado por uma jornalista também evangélica, que ele tinha o livro como forma de guia ao satanismo. Eles nem prestaram atenção de que o livro foi escrito para conscientizar famílias para saber lidar com seus filhos melhor. Por que um jovem teria um livro alertando sobre o satanismo e iria sacrificar uma jovem num ritual. As pessoas nem procuram entender melhor as coisas para depois criticá-las! Me dá uma raiva isso!

Então eu respondo:
- Eu sei disso! Já faz muito tempo que eu li esta reportagem, ela é tão velha que eu nem tinha nascido, essa história hoje é passada de rpgista a rpgista mostrando a indignação que eles tem com essa história. Eu também jogava muito RPG na minha adolescência, só parei porque hoje eu trabalho demais. Pelo menos trabalhava né...
Leandro Kel faz outra indagação:
- Eu aposto que se o livro “Vampiro o Máscarado” fosse chamado “Anjos na terra” ou “Os profetas” a Igreja olharia com bons olhos o RPG. Até hoje muita gente insiste em ver com maus olhos o RPG, depois d tantas revoluções q nosso país já passou. Só porque os jovens preferem bem mais jogar com vampiros, lobisomens, magos e outros. A Igreja vê isso como um modo de levar os jovens para violência!
Nisso eu dou meu ponto de vista:
- Eu já escrevi em um jornal sobre isso e acho que seria bem melhor que os jovens jogassem RPG de um jeito que lhes incentivasse ao certo e não é isso que “Vampiro o Máscarado” acaba ensinando no final das contas.

Milton então retruca:
- Cara isso depende, nesse ponto eu chego a concordar com você, depende do que narrador vai narrar, se é para incentivar ao certo ou ao errado, é ele q decide. Eu mesmo já narrei uma aventura que era para os vampiros ajudarem na caçá de Ozamam Bin Ladem. No final eles dão conta de prende-lo e mesmo assim quando se joga RPG é pra se divertir. Isso é tudo um mundo de fantasia, infelizmente alguns resolvem botar isso na realidade. Um jogo feito na melhor das intenções, pra estimular a criatividade e a inteligência. O RPG estimula mais que o xadrez, é visto pela sociedade hipócrita como um meio de levar os jovens para o caminho da criminalidade. Isso é uma grande babaquice! Deveriam conscientizar os jovens a jogar mais com moderação e bastante conscientização, porque não é qualquer um que deve jogar RPG. Aí sim resolveria este problema, já tá passando da hora de alguém fazer alguma coisa. Num é atoa que também certos títulos são só pra maiores de dezeseis anos, isso devia ser mais levado a sério. (DESLINGUIÇO)

Ouvindo o apelo vindo daquele garoto, comecei a refletir melhor sobre o que eu disse. Logo depois dessa conversa, continuamos andando até chegarmos perto de um riacho para descansar mais uma vez. O lado que nós íamos daria em uma parte mais perto do centro de São Luíz, no lugar onde eu morava. Só que não poderia aparecer por lá ou seria logo pego, pergunto a Nayra se ela tem alguma idéia:
- Nayra, precisaremos de dinheiro e outras coisas para fugirmos. Tem alguma idéia?
- Bem... Me lembro de ter uma amiga de confiança que mora aqui por perto. Ela vai nos ajudar.
- Tomara! Eu não sei o que nós vamos fazer sem sua suposta amiga.
- Teremos de aparecer lá o mais cedo possível. Melhor! Irei ligar pra sua casa confirmando sua presença e pedirei que ela nos busque no lugar que nós estivermos.
Pergunto a um dos jovens as horas, Leandro me responde:
- Falta quinze pro meio-dia. Iremos chegar as uma da tarde.
- Obrigado, estou um pouco ansioso para chegar.

Apesar de estarmos quase chegando ainda me sinto como se estivéssemos sendo observados. Uma sensação estranha não me sai da cabeça, como se algo me dissesse “Estão perto de você.” Por um momento eu paro e olho para os lados. Nayra então me pergunta:
- Por que você parou?
- Estou com uma sensação de que estamos sendo seguidos.
- Não me amedronte assim! Não gosto disso.
- Mas é sério! Não me sai da cabeça isso.
Por um instante eu ouço um barulho no meio do mato, olho desconfiado com o medo do que possa ser.
- Esperem um pouco! – Digo aos outros. – Vou lá ver o que é!
Milton então diz:
- Não deve ter ninguém nos seguindo.
- Não é o que eu acho, depois do que me aconteceu. Desconfio de tudo em minha volta.

Jairo diz a Milton:
- Deixa ele ir lá ver o que é cara. Provavelmente é algum animal que ele ouviu.
- Por favor todos fiquem bem em alerta no que acontecer. – digo eu.
Milton fala ironicamente:
- Isso deve ser paranóia de doido.
Não ligo para o que Milton diz, pego um pedaço de galho velho e vou ao local que está a cerca de vinte metros de nós. Quando chego perto, tenho uma surpresa, era apenas um pequeno lagarto no meio das moitas! Digo em voz alta para eles:
- Não era nada! Só um...

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ATENÇÃO! LEIA ISTO: Resolvi tirar a moderação dos comentários. Agora até você troll pode vir aqui me infernizar. Mas tudo tem seu preço! Quando você vir encher d lixo meu blog, no fim do mês vou limpar este lixo daqui e quando fizer isto. Vou estar limpando você q é um lixo no mundo. Vai doer muito em ti! Quer apostar q esta praga vai pegar? Quando sua vida depois virar do avesso, não diga q não avisei... Maktub!((Aquele q quiser se manifestar contra o q penso sinta-se a vontade, mas faça isso sem trollar, pois essa praga só inclui os trolls imbecis.) Agora você deve estar se perguntando porque estou fazendo isto? Só pra treinar minha ação com quietude mesmo.

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