sábado, 2 de agosto de 2008

O começo d uma Procura Cap.3-Part.2


Part.2

Nayra então começa a dar o seu relato:
- Olha! Tudo começou assim pelo q eu me lembro. Eu entrei no exército depois que me formei em medicina. Eles me mandaram para o Amazonas para fazer um trabalho com os índios por lá, uma vez eu fui trabalhar dentro de uma aldeia indígena sozinha. Tinha sido chamada pelos índios para um caso de emergência. Era noite de lua cheia, cheguei lá já estava de noite e chovendo. Fui levada a um índio que tinha tomado um tiro na costela. O ferimento era grave, perguntei a ele se sabia quem fez aquilo, mas ele não estava conseguindo falar direito. Falei pra os outros dois índios me ajudarem a botá-lo no jipe,(Estilo Pagero.) quando estávamos já do lado de fora da óca. Enquanto os dois q me acompanhavam iam no banco de trás, o índio ferido foi no banco da frente do passageiro. Foi nisso q um grupo de muitos homens usando umas armaduras de infantaria com alta proteção no corpo e na cabeça.(Estilos os mercenários do Heirrachi do Tekken 3 e dos Tekken seguintes.) Tecnologia incluindo capacete de visão noturna e metralhadoras de grande poder de fogo. Entraram atirando nos índios, eu consegui entrar dentro do jipe junto com índio ferido que tinha sido colocado pelos outros.

Liguei o jipe e acelerei o mais rápido que podia. Liguei para o quartel pedindo reforços, eles me disseram que viriam o mais rápido que pudessem. Mas tive a infelicidade do nosso jipe ser atingido no pneu por uma bala vinda de soldados que estavam logo na minha frente. Não consegui manter o controle do jipe e capotamos três vezes na rodovia, eu até vi os soldados saindo do meio do asfalto, antes que chocássemos com eles. Eu estava com poucos ferimentos, o jipe virado de cabeça para cima apesar de ter capotado, só estava consciente porque em nenhum momento deixei de segurar com firmeza o volante! Foi muita sorte ter caído logo de cabeça para cima, se tivesse caído de outra forma estaria bastante ferida. Mas mesmo assim eu não consegui evitar bater a testa na janela do lado do motorista. Fiquei bastante zonza, olhei para o sofá de passageiros e os índios estavam desmaiados. Abri a porta e caí no chão. Os soldados chegaram a poucos metros e começaram a atirar contra a lateral do jipe. Não perdi tempo, saí logo do rumo deles me arrastando para o lado da frente do jipe. Depois vi ele ser esburacado por todos os lados. Gritei desesperadamente: “Não!” Mas eles continuavam, descarregaram toda munição no jipe. E quando ele estava prestes a explodir, acontece algo inacreditável. O vidro da frente é quebrado, sai um vulto muito rápido do jipe que me pega e vai numa velocidade incrível se afastando da explosão comigo.

Quando menos percebo, estou largada no chão á uns trinta metros de distância e vejo o vulto correndo para o lado dos mercenários e os rasgando com garradas antes deles pensarem em recarregar as armas. Mais de dez homens mortos em cerca de alguns segundos. Saio imediatamente daquele lugar ouvindo gritos de pessoas sendo exterminadas por aquela coisa, provavelmente os mercenários, pois o barulho de tiros tentando acertá-lo não eram poucos, era melhor eu não ficar por perto também. Parecia que estava numa favela do Rio de Janeiro no início do século quando elas ainda existiam, ouvia tiros e gritos de desespero e não parava de correr. Mal corri cinqüenta metros, me escorrego na lama da estrada, na parte q ainda não tinha sido asfaltada e me deparo justo com uns cinco mercenários apontando armas na minha cabeça. Um deles me pega pelo braço e começa à passar aquela mão asquerosa no meu corpo. Não deixo a aquilo barato, lhe dou um chute nos ovos e aquele desgraçado me retribui com um soco no rosto. Caio no chão e começo a chorar, aquele covarde me chuta nas costelas e me ofende gravemente. Dois deles me seguram e aquele covarde vem com a intenção de me estuprar. Quando ouço o rugido de um animal, os que me seguravam me jogam no chão, empunham suas armas e olham atentos ao seu redor. Um silêncio ronda perto de nós, não se ouvia mais os tiros na tribo, nem pessoas gritando. A chuva começa a raliar, um deles se comunica com os mercenários pelo rádio, mas ninguém os atende. A tensão é máxima, nem eu estava calma com que estava acontecendo. O soldado liga dessa vez pra mandarem reforço e os tirarem de lá, dessa vez há sinal e eles são atendidos. Aquele vulto vem de novo numa velocidade extraordinária, eles passam a atirar feito loucos para o lado dele, sem se saírem bem sucedidos. Num piscar de olhos, mal vejo eles sendo exterminados a garradas pelo vulto. Todos caem no chão mortos com os pescoços rasgados, com sangue se espalhando pela estrada de lama. A chuva volta a ficar forte novamente, um relâmpago cai distante de nós e eu me assusto ao ver melhor com a luz dele um animal de pé, meio homem e meio pantera.

Fico sem fala, quando percebo tem um avicóptero que chega nos pegando desprevenidos com uma luz, a fera me põe no ombro e começa a correr. Atrás de nós fica aquela lama sendo espirrada com a pressão das balas. Ele entra comigo na mata e continua correndo entre aquelas árvores. Me deixa encostada numa árvore, perto de uma cachoeira de dez metros que caía num rio perto da aldeia, quando passa o avicóptero a mais ou menos uns cinco metros em cima das árvores. Nada acontece, eles não me acham, passam por cima do rio e começam a subir pela cachoeira. Saio de meu lugar pra conferir se eles estão indo embora de vez e realmente estava certa, a fera pula de cima da cachoeira uma distância de dez metros entrando dentro do avicóptero q tinha uma certa abertura, pra o mercenário atirar com a metralhadora e grande o suficiente pra fera entrar. Ouço mais gritos de morte, logo em seguida, o avicóptero caindo e a fera pulando a tempo em uma distância segura dentro da água. A fera nada para o outro lado, sai da água indo para margem do rio e vai embora. Ouço vozes altas me chamando, era o meu resgate, grito por eles também e até que me encontram. Sou levada para dentro do caminhão que eles vieram que me leva de volta para o quartel.

Descanso até o outro dia e sou recebida pelo coronel que estava na minha busca, me revelou ter sido um ataque de uma empresa multinacional que quer tomar a terra dos índios para montar uma fábrica de cigarros de maconha. Os índios já denunciaram isso antes, mas não tinham como provar as ameaças e chantagens feita por eles. Aqueles empresários só pensavam em se instalarem por lá, porque a aldeia dos índios ficava a vinte quilômetros da rodovia mais próxima. Um ótimo ponto estratégico para distribuição de seus produtos nos países vizinhos como as Guianas e Venezuela. A fabrica na verdade seria de fachada, na verdade eles produziriam “RCL” (A droga mais pesada e letal do mundo inventada depois que a legalização da drogas começou a fazer cada vez menos consumidores de drogas no Brasil. É como o LSD no modo d usar, mas sua substância é d cor azul. Uma das poucas drogas ilegais no Brasil e em todo o mundo, justamente pelo fato d ser muito usada por bandidos, soldados e guerrilheiros, terroristas, pra aumentarem os reflexos, raciocínio, atributos físicos e mentais os tornando verdadeiras máquinas d guerra. Com efeitos colaterais q reduzem muito a expectativa d vida dos usuários, você saberá mais sobe essa droga no meu próximo livro.) para venderem aos países vizinhos. Tínhamos todas essas informações, mas não tínhamos provas. Os índios estavam sendo protegidos por soldados especiais do exercito brasileiro para que não houvesse nem um atentado. Mas mesmo assim eles foram atacados e tiveram setenta por cento da tribo morta. Quando fizeram a perícia descobriram que tinha no meio dos mercenários soldados nossos. Tinham sido comprados pelos poderosos, teriam matado todos se não fosse por um animal que os índios chamam de espírito Guatinchara, que matou brutalmente os mercenários. Os índios diziam que agora estavam protegidos e que não precisavam mais da nossa ajuda. Ele me perguntou o que tinha visto na noite do massacre, disse tudo pra ele, que por sua vez ficou espantado. Que não era normal encontrar um batalhão inteiro com os pescoços rasgados e mortos pelo chão. Ele já não sabia mais o que fazer, disse que eu teria de conversar com um homem chamado Dário Mantéles. Fui a sala que ele estava, chegando lá está Dário, homem gordo, um metro e noventa, negro com uma barba bem aparada e careca. Junto dele... Mais três homens. Então... Ele começa a me dizer o que sabe.

Me disse que já tinham descoberto quem estava envolvido no massacre e que ele estava no próprio exército. Era o sargento Gregório, que tinha sido comprado por um grande empresário e que pretendia aumentar seu dinheiro além da venda da maconha, também com tráfico d RCL. Nisso ele me fez uma proposta! Que eu iria ter que espionar o sargento até conseguir uma prova que e o coloca-se na parede para contar tudo que sabe. Seria uma única maneira de ameaçá-lo era com mídia se ela descobrir o que aconteceu aos índios e que um sargento estava envolvido no meio disso. Eu fiz então uma pergunta... Por que tinha de ser justo eu que tinha de fazer isso? Ele me disse que ninguém levantaria suspeita de uma médica, que não tinha ninguém perto todo o tempo para essa missão e que eu teria uma grande recompensa no final dependendo da minha performance. Topei o negócio, pois só tinha a ganhar com aquilo, recebi uns equipamentos especiais de espionagem e usei minha sedução para descobrir no que estava envolvido o sargento. Comecei a me sentir uma agente secreta, mandava todas as informações que descobria para Mantéles. Chegou um ponto que eles já não precisavam mais de mim, tinham provas o suficiente para encurralá-lo. Me pediram para deixar tudo por conta deles daquele dia em diante. Conseguiram prendê-lo, ele foi interrogado e o exército nem tinha conhecimento disso, para os militares ele tinha viajado por alguns tempos ao exterior com a família. Foi então que fui chamada mais uma vez por Mantéles, que me deu duas escolhas, a primeira era de entrar para organização secreta deles para poder ver o que eles realmente fazem, a segunda era deixar isso de lado e tudo aquilo que tinha visto e sabia, eu não me lembraria mais. Preferi a primeira é obvio, então ele já começou a me contar do que se tratava. Ele fazia parte de uma corporação denominada “CIS”. Perguntei a ele o que significava? Me respondeu que significava Corporação Internacional do Sobrenatural. Então eu perguntei a ele por que o sobrenatural estava no meio disso tudo?
Ele então me falou que a fera que tinha visto é só mais uma coisa que faz parte do envolvimento deles e que eles tinham de evitar que se espalhasse pelo mundo tantas informações que a mídia não deveria de maneira alguma saber. Falei para eles de brincadeira. “Vocês por a caso são uma espécie de MIB homens de preto ou agentes tipo ArquivoX?”

Ele então me disse o seguinte: “Todo agente novato e quem conhece a ‘CIS’ faz essa comparação. É impressionante! Acham que nós estamos para brincadeira e como sempre dizemos. Somos a ‘MIBI’ melhorada e bem melhor do que aquele seriado do ‘ArquivoX’ também. Só que real, só que com outro nome.” Achei engraçado tudo aquilo, fomos então para um avicóptero que nos levaria ao “QG” deles, que se situava perto de São Luís, minha cidade.

Mantéles me deu um aviso dentro do avicóptero, que se eu revelasse alguma coisa para meus familiares minha carreira seria totalmente diferente, eles acabariam com a minha vida na sociedade e eu nunca mais me lembraria daqueles que eu amo. Isso no caso se eu revela-se o que sabia ou se eles descobrissem. Tudo estava ocorrendo muito bem na viagem do nosso vôo, só não esperava acontecer uma catástrofe justo quando chegávamos perto do nosso ponto de desembarque. O nosso avicóptero tinha sido atingido por um lazer do nada nas asas, começamos a cair dentro de uma fazenda, o Dário tentou abrir as portas mais estavam travadas. Ele rapidamente usou uma arma, mandou que eu me afastasse e deu um tiro de plasma na porta que se abriu logo em seguida. Ele grudou nas minhas costas uma almofadinha de plástico estranha e me jogou do avicóptero. Pensei que iria morrer! Naqueles duzentos metros de altura não demorei descer nem cinqüenta metros e aquela almofadinha se abriu, virando uma proteção, embrulhando em todo meu corpo numa bola transparente com duas vezes o meu tamanho. Bati e repiquei no chão três vezes como uma bola, só deu tempo de ouvir a explosão do avicóptero.

Tinha uma abertura entre aquela bola que estava, saí de dentro dela e fui ver se sobrou mais alguém vivo perto do avicóptero que estava caído à cem metros de meu alcance. Não via nenhum sinal de vida, até que ele explodiu novamente, vi um pequeno extilhaço cair na minha cabeça... Daquela hora em diante já não me lembrava de mais nada... Não tinha mais idéia do que tinha me acontecido. Acordei então no hospital e ia ter um dia de trabalho normal, mas com a consciência de que era uma agente secreta, pensado que tudo foi um sonho estranho, até encontrar você e entrar no avicóptero, presenciar tudo aquilo que você fez e tomar um choque dos soldados também. E depois acordei em uma cama que me parecia de um hospital. E depois vim a descobrir que era um hospício! E veio um psiquiatra dizendo que eu estava delirando, por que eu achava que fazia parte de uma corporação secreta e que tinha uma missão. Eu perguntei a ele porque não me lembrava de que tinha falado isso? Ele me disse que eu tinha espalhado isso pra minha família inteira! De tal Corporação que manipulava a mídia, que eu era agente, por isso e aquilo e que eu não me lembrava nunca que tinha falado isso. Ele disse, que num dia eu penso que sou uma agente secreta da “CIS”, que acredita no sobrenatural, etc... Essas coisas... E que no outro eu sou uma mulher completamente cética e que nunca me lembro do que disse antes. O pior que toda hora que eu dormia, eu sempre tinha uns sonhos seguidos de mais sonhos estranhos que me pareciam bem reais e duradouros, onde eu fazia coisas de agente secreta, quando acordava, sempre era no hospício e não sabia se também era um sonho. Sempre que fechava os olhos nos sonhos e os abria de novo, eu acordava em outro sonho. Toda vez que acordava no hospício e contava isso para o psiquiatra ele me dizia que eram alucinações, o pior que quando eu dormia de novo e acordava no hospício, sempre parecia que eu voltava no passado, só as vezes que me parecia que o tempo continuava. Eu comecei a ficar confusa com isso e estava realmente louca! Até q me apareceu você transformado naquele bicho estranho. Agora que eu já sai do hospício, talvez eu descubra a verdade. Então eu não sei se eu sou mesmo uma agente secreta ou não.

- Ei! Essa história está sendo bem parecida com a minha. Bem que o doutor me contou que tinha uma mulher com caso parecido com o meu. Que paranóia será essa afinal?
- Se você não deixar eu contar a história... Como é que você vai saber!?
- Tá bom. Não fica brava o esquentadinha.
- Como eu ia dizendo...
- Só estou querendo ter minhas conclusões do que cê vai me contar.
Nesse momento ela me olhou com uma cara de brava para mim e perguntou:
- Posso?
- Tudo bem... Tava só brincando.
- Legal então. Eu ia...
- Espere! Eu ouvi alguma coisa na mata! Tem alguém chegando.
- Que saco! Droga!
- Vamos! Se esconda!
- Ok.

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