terça-feira, 19 de agosto de 2008

Hora dos ensinamentos Cap.7-Part.7


Part.7

- Em nenhum momento eu menti pra você. Eu realmente morri, mas aí eu ressuscitei. Quando eu sofri o atentado na explosão d minha casa. A bomba soltou projéteis d alumínio numa velocidade tão forte q meu corpo foi todo perfurado. E olha q eu tenho ossos bem resistentes! Extremamente resistentes! Já tomei cada pancada na cabeça q num ser humano normal, já seria traumatismo na hora! Até tiros no peito, na cabeça e nas costas a queima roupa d calibre 38 e até A.12, d AK.47 já tomei tiro no tórax! As balas entravam na minha carne, mas num chegavam a atravessar meus ossos, mesmo q entrassem um pouco neles. Eu tenho um verdadeiro colete a prova d balas natural no meu corpo. A carne pode se estrumbichar toda, mas ossos ainda continuam inteiros. Meus ossos são bem pesados meu! Quantos quilos você acha q peso?
- Aparentemente uns 80, 84.
- As pessoas me olham e dizem q eu tenho 84 kg, mas na verdade tenho 114, sempre aparentei ter 10 kilos a menos. Isso até exige mais forças do q o normal no meus músculos pra q eu consiga me movimentar, ainda bem q eles já vieram também adaptados, tanto q tenho minhas pernas bem grossas por causa disso. Os músculos não se concentram muito nos meus braços. É 42 cm d bíceps e 69 em cada perna.
- É... Se é bem fortim mesmo.

- Eu também sô cheio d cicatriz no corpo, tanto q até fiz tatuagens e também as refiz pra tampar as outras cicatrizes. Como ia dizendo. No dia da explosão. Os projéteis atravessaram meu corpo e as paredes da minha casa toda. Sorte q só tava eu lá. Foram muito rápidos meu. Eles tem o mesmo principio daquelas armas q foram usadas pelos soldados q tentaram me matar quando eu fui te salvar. Aquelas armas, nem colete d titânio resiste. A bomba tava dentro do meu som, quando liguei pra ouvir minhas músicas. Ainda consegui me levantar pra tentar me salvar, mas não consegui sair d casa e nem ficar muito tempo d pé. A casa tava pegando fogo e ia explodir d novo. Eu tinha d sair d lá logo, fui me arrastando mesmo reunindo todas forças q tinha. Meu coração ainda pulsava mesmo tendo sido perfurado, mas não ia ser por muito tempo. A casa então explodiu d vez. Fui jogado pra fora dela e cai no mar. A casa tinha uma varanda q ficava em cima d suportes d madeira em cima do mar. Minha casa era na ilha do Marajó. Tanto q quando cai no mar já não tinha forças mais pra nadar mesmo, meu coração parou d bater d vez. Já passei por experiências d quase morte. Mas dessa vez não tinha jeito, ia morrer mesmo. Não sei quanto tempo ao certo meu corpo ficou no mar. Milagrosamente também não virei comida d peixe.
Mas num deu cara. Morri mesmo. E quando isso aconteceu, eu já não me lembrava d nada mais do pós morte. Só sei q acordei no mar sem saber ao certo quem eu era e como fui parar ali. Nadei pra ilha d Colares, encontrei uma família q morava perto da praia q moravam numa comunidade evangélica da Igreja Assembléia d Deus, isolada do resto do mundo, eles não deviam ser nem 90 habitantes. No máximo 100 habitantes. Eles nem tinham idéia d quem eu era, porque não tinha televisão lá. Me deram o nome d João do Mar. Eles tinham uma certa desconfiança d mim por causa d minhas tatuagens, q eram só em preto, verdadeiras obras d arte em tribal. Eles viam aquilo como algo satânico. Logo me julgaram como uma pessoa q devia ter um passado macabro e pecaminoso. Achavam q devia ser um dos piores bandidos e assassino. Mas como eu fui parar na comunidade deles, viram isso como um sinal de Deus, passaram a acreditar q eu era um novo homem q renasceu em Cristo. Me deram então a oportunidade d ser “salvo” por Deus. Como ia viver entre eles, tive q aceitar seus costumes locais, cortei o cabelo e tirei o cavanhaque. Eu não me lembrava mais também do conhecimento q tinha adquirido ao longo dos tempos. Eles então me doutrinaram ao protestantismo.

Mas com tempo fui percebendo o fanatismo deles e as suas contradições, num falava nada não, ficava na minha a respeito disso. Não achava legal o machismo q os homens tinham com as mulheres. Como elas também não e o único q as entendia era eu. Sempre elas me procuravam pra desabafar e pedir conselhos q sempre as eram úteis. Como também tinha muito a confiança delas, acabava ouvindo segredos estarrecedores, desde a do pastor e fiéis q violentavam tanto fisicamente e psicologicamente mulheres adultas e meninas, problemas com as relações sexuais com os maridos. Também coisas bobas do tipo fofocas sobre os outros. Fofoca era o mais comum entre aquelas mulheres! Q povo fofoqueiro aquele!
- Isso eles sempre foram.
- Os homens também faziam o mesmo quando era pra fofocar. Teve até uma adolescente d 15 anos casada q se declarou pra mim! Eu fiquei na minha. Mas certos homens d lá começaram a me ver com maus olhos minha amizade com as mulheres. Começaram a pensar q era gay, também pelo fato d fazer bem os serviços domésticos, coisa normalmente d mulheres pra eles. Machismo puro cara! Quando também me botavam pra fazer trabalho d homem, fazia também muito bem, mas sempre era mais requisitado pelas mulheres, principalmente pra cozinhar, elas adoravam minha comida. Mas teve um irmão q estava tão inciúmado por causa da mulher, porque andaram inventando pra ele q ela o traía comigo. Era a jovem d 15 anos, q gostava muito de mim, mas q sofria nas mão do canalha q vivia dando chicotadas nela depois q tranzavam, porque via aquilo como pecado da carne. O idiota também se chicotava quando fazia sexo anal com ela. Ainda me lembro do nome dela. Cristina, foi um grande amor q também passou pela minha vida. Era branca d pele clara, esguia, rosto sarnento e cabelos loiros. Belos lábios e corpo também. Seu rosto tinha uma beleza angelical. Quem causou intriga pra os outros ficarem contra mim, era sua melhor amiga q também não ia com minha cara porque eu dei um fora nela quando ela se jogou em mim. Ela também tinha um caso com esse irmão casado com Cristina, como ela queria ele só pra ela, já q não me teve.

Envenenou mais ainda o cara contra mim, q já não ia com minha cara. Ele espancou e estuprou Cristina em casa antes d irem pro culto. Depois saiu pra Igreja pra me matar já com uma peixeira enorme nas mãos. Eu já estava lá na Igreja quando ele chegou, tava perto a entrada d pé olhando o pastor fazendo o culto, d costas pra o tal desgraçado, q tinha o nome d Gabriel.
O cara tava tão possesso, q mesmo dentro da igreja, ele já chego me furando debaixo das costelas, perfurando meu rim esquerdo. Quando me viro eu nem tenho tempo d reação. Ele já dá umas 3 facadas na barriga, tento me afastar dele, mas ele dá um golpe com a faca na minha garganta. Eu caio no chão d costas e no chão e começo a sangrar. Ele ainda sobe em cima d mim e tenta dar o golpe final no meu peito pra perfurar meu coração, ele dá várias facadas no meu peito, mas a faca num entra. O pessoal chega e segura ele. Tanto q a Cristina também chega toda machucada, com o rosto todo roxo, corte no olho nariz sangrando, parecia q tinha levado uma surra do Tyson. Ela fica minha frente e tenta me proteger dele. E grita pra todos não deixarem ele chegar perto mim e eu sangrando e desesperado e assustado ainda pelo fato d ainda estar vivo. Ae q acontece algo estranho, não passa nem 10 segundos, meus ferimentos todos se cicatrizam. Cristina fica boba e começa a falar q é milagre. O povo fica assustado, ae outra q se dizia ser amiga dela mas pegava o marido dela. Começa a dizer q eu fiz uma pacto com Lúcifer. O pessoal fica confuso, só sei q eu me levanto. E o tal irmão Gabriel vem pra cima d mim d novo tentando me matar. Na hora q ele vem pra fazer isso, a Cristina se soca na minha frente e toma a facada no peito e começa a morrer nos meus braços. Eu deixo ela no chão e olho triste pra ela, nunca senti tamanha tristeza igual senti naquele momento. Ae q me sobe o sangue na cabeça, enquanto tal desgraçado ainda vem me matar com a pexeira.

Eu desarmo ele e enfio a faca na barriga dele e vo subindo com ela do umbigo pra cima. Tinha colocado tanta força q cortei até o tórax dele subindo direto pra garganta. Quando tiro ele cai no chão e morre agonizando com as tripas d fora. O povo olha pra mim e quando é fé. Ficam histéricos achando q eu sou o demônio, as mulheres e crianças, começam a chorar e orar ajoelhadas no chão, agora os homens, saem tudo correndo atrás d mim pra me matar. E saem correndo atrás d mim. O irmão d Gabriel q se chamava Marconi, ainda arranja tempo pra entrar na casa e pegar uma A.12 pra vir atrás d mim.

E eu só correndo, tinha deixado a faca cair. Como o Marconi também não ia com minha cara e era tão ruim quanto o irmão, veio com tudo correndo atrás d mim. Eu tava d costas, só sei q tomei um tiro na perna direita, não sabia como ela ainda não foi decepada, mas sangrava muito. Tava me arrastando no chão quando me viro pra cima eu vejo o desgraçado só apontando a arma pra mim e dando outro tiro no meu peito. “Você num morre disgraçado! Quero ver se vai sobreviver com um tiro na cabeça!” Dizia ele. Na hora q ele vai pra atirar ainda consigo me levantar e desarma-lo. Num movimento rápido eu só miro no peito dele e aperto o gatilho. PUL! Ele voa longe e cai morto. Deixo a arma no chão, já com meu corpo cicatrizado. Quando eu vou correndo em direção ao mar. Eu topo com a exmelhor amiga d Cristina, esqueci d dizer. O nome dela era Dalila. Ela me v e grita por todo mundo. Quando é fé, vem a crentaiada toda pra me pegar e me matar. Pulo no mar e começo a nadar. Não foi uma boa idéia, depois q olho pra trás e vejo Veridiana já entrando num barco com outros 3 crentes. Ela vai ligá o motor e ae q acontece. Um raio cai justamente no barco explodindo junto com Veridiana e com outros crentes q iam me matar. Já eu no mar, nado pra ir pra o outro lado da ilha, quando encontro a margem. Eu não penso duas vezes e já to andando sem rumo pra encontrar meu destino e descobrir quem eu era. Não tinha dado nem 5 meses q estava naquela comunidade. Olha q fiquei um bom tempo vagando pelo Brasil como andarilho bem ao estilo o personagem Dorijos. (Dorijos: Em busca da verdade. É um livro muito bom do meu tio Gilberto, um escritor muito criativo! Pra mim o livro dele é bem melhor do q os do Harry Potter e quase chega perto d Senhor dos Anéis! Recomendo a vocês q o leiam, eis o site pra maiores informações www.dorijos.com.br)

Vivia como um mendigo, minha companhia era apenas... Com o tempo era só um cabo de inchada feito d tambu, q achei jogado porae, uma mochila velha q continha poucas roupas e produtos pra higiene pessoal. Já se tinha passado 3 anos depois q sai daquela comunidade, nesse tempo meu cabelo e barba cresceram novamente e estavam imensos. Começava a ter lembranças sem sentido e nexo na minha cabeça do q fui no passado. Não parava quieto no mesmo lugar. De repente comecei a ser perseguido por outro imortal q queria minha cabeça. Tive uma batalha com ele. Seu nome era Ranfarad, ele é o chefe da “SODO” aqui na Terra, meu pior inimigo. Ele q é o clone d minha reencarnação quando era Jesus q vim a descobrir mais tarde. Quando estava prestes a ser morto por Ranfarad. Um homem misterioso e oriental apareceu e me salvou depois d lutar contra Ranfarad. Nenhum dos dois tinha morrido, não puderam continuar a luta porque a polícia tinha chegado. Fugi com o guerreiro misterioso. Ele me contou sua vida então, foi ae q me surpreendi quando ele se revelou ter sido um famoso ator d filmes d artes marciais dos anos 70, coisa do século 20 ainda. Ele bem q me aprecia familiar. E era! Eu estava d frente pra o Bruce Lee! Não o reconheci d início porque estava d cabelos nos ombros usando um mulets. Quando ele foi envenenado e morreu, logo q ressuscitou, tratou logo d se afastar da família pra q eles não corressem perigo. Pra sua felicidade. Também seu filho Brandon Lee. Eles moravam na mesma casa. Também tinha sido privilegiado com o dom da imortalidade e também estava vivo entre nós!
- Nurrrrr!!!! Eu so fã do Brandon meu! O filme O Corvo pra mim é o melhor d todos q ele fez!

- É! Também sou fã do filme! Só primeiro e o segundo q presto, o resto foi um lixo.
-Também acho. Pois bem cara. Passei a viver com os dois na cidade de Belém dividindo uma republica com mais outros dois caras. E também fiz a minha barba, fiquei um tempo andando d cara limpa. Eles estavam vivendo disfarçados d estudantes da UFPA. O Bruce Lee, usava o nome d Fernando Yutsun e seu filho Brando Lee, usava o nome Alberto Ytsun. Os dois diziam ser irmãos pra quem os conhecia. Foi lá então q eu descobri q era um “Railender”. Era tudo q queria mesmo, sempre fui fissurado nos filmes do Railender. So fã do “Cristofer Falanber” desde q vi o primeiro filme do Railender! Todos os filmes do “Raylender” também eu já vi! Achei todos muito bons. Só o 2 q foi mais fraquinho. Mas o 4 viajo demais. Mas o 5 foi legal. Vi também o anime dele q saiu como filme e o anime q também virou série. Obviamente também vi todos os seriados já.
- Digo mesmo também. Pelo visto você gosta mesmo d Railender, num é atoa q também já é um. Hehe... Chega até se uma piada essa conversa nossa. Isso q é ser destinado pra ser um “Railender”! – risos – Huahuahuahauhauhaua!!!!
- Poisé. O quarto filme só foi paia por causa daquela palhaçada q num tinha nada have. Não existe essa d um Railender matar um simples mortal pra q esse se torne imortal também se esse for o desejo do Railender! (Mais uma coisa. Estou colocando esses nomes d forma abrasileirada mesmo d propósito.) Não q não seja possível. O paia é q isso fico lembrando coisa d filme d vampiro, q transforma outro em vampiro também. Pois bem. Meus dois novos companheiros passaram a me treinar. Tinham uma academia d kung fu. Foi então q fui me lembrando das minhas habilidades d guerreiro antes d morrer e ressucitar. Não sabia bem ao certo quem era, mas sabia q tinha muita facilidade com armas d fogo, armas brancas e na luta corpo a corpo. O Bruce Lee se espantou comigo. Quando nós lutávamos eu enfrentando ele o Brando Lee junto. Os dois quase não davam quase não davam conta d mim. Era um racha bem equilibrado... Com os dois juntos é claro.

Quando ouvi isso eu não aguentei. Rachei o bico d rir! E Cristo também riu muito comigo! (Pra fala a verdade. Depois também d ter escrito essa história tão viajante até eu estou me segurando pra não cai pra trás d tanto rir! Imagino q não deva estar sendo diferente com você q está lendo esse livro agora.) Jesus então volta ao seu relato:
- Poisé cara. Foi vendo televisão, q depois vi um rosto muito familiar na imagem. Estava fazendo já 5 anos q o presidente Estervez tinha morrido e nunca acharam o corpo dele, era essa a notícia q veio. Foi então q veio a tona todas minhas lembranças. Como o Bruce Lee e o Brandom Lee quase nunca viam televisão, eles estavam completamente por fora d quem eu era. Foi então q resolvi fazer meu novo caminho. Como não tinha espada, recebi deles uma d presente. É deles q guardo até hoje uma espada como lembrança. Mas nunca cheguei a usá-la pra matar outro Railender. Sube me afastar bem deles e principalmente d Ranfarad. Mas o meu cajado sempre levei comigo. Cheguei também a ver minha família depois d um tempo perambulando pelo Brasil com uma moto ao estilo Pop.100, um pouqinho melhor q a Pop 100. Tava vivendo uma vida d hippie. Quando encontrei meus filhos e minha mulher, deixei d presente pra meu filho mais velho a espada q ganhei, pois sentia q ele também seria um imortal. Depois q matei aqueles caras lá na comunidade, prometi não matar mais ninguém. Nem mesmo outro imortal, porque a única forma deu me manter imortal era matando outro também e tirando toda a energia dele pra continuar sempre jovem. Cê pode viver muito tempo ainda sem ter q decaptar um outro imortal. Em média d 100 a 150 anos. Você também pode prolongar esse tempo sugando energia d seres vivos, mas não é a mesma coisa, só retarda o envelhecimento e a morte. Pelo menos comigo é assim porque sou uma exesção a parte. Agora tem outros imortais q só morrem perdendo a cabeça mesmo. Outra coisa q também é rara pra um imortal. É raro o filho q um Railender teve antes d se tornar imortal ser um Railender também no futuro. E mais raro ainda é alguém destinado a ser um Railender conseguir ter filhos, já nascemos hestéreis também pra variar. Voltando ao assunto. Tive q me mandar d novo. Mais uma vez resolvi dar uma d Dorijos. Aí que começou minha verdadeira missão.

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