terça-feira, 19 de agosto de 2008

Hora dos ensinamentos Cap.7-Part.1


Part.1

Todos seguiram Rânara até uma oca da tribo, entrando lá havia três mesas de quase dez metros, os pés delas eram baixos, vinte centímetros. O chão da oca era formado por pedras lisas do tamanho de bolas de gude, podia se deitar em cima delas e se conseguiria ter um bom descanso. Nas laterais das mesas, havia um tapete feito de palha em que comíamos sentados com as pernas cruzadas, o prato principal era peixe assado com os pedaços servidos em uma cuia de tamanho médio. A comida estava acompanhada com carne assada de anta, descobri isso pois foi a primeira carne que experimentei lá dentro. Tínhamos uma deliciosa salada de couve com limão e sal, um refogado de folhas variadas com temperos diferentes, desde uma leve pimenta até alho com cebola. O velho e bom arroz com feijão, principalmente com o feijão bem amassado e feito na panela de barro, do jeito que eu mais gosto! Um queijo fresco pra acompanhar. Não pude me esquecer de deliciosos bolinhos assados feito com farinha de mandioca e a boa e velha tapioca indígena.(Ou biju, também conhecido.) E muitos outros derivados da farinha de mandioca, a mesa era farta, toda essa variedade era bem distribuída com cuias. Com direito de repetir e ainda tomar um suco de cacau para acompanhar. A comida lá presente era a necessária para alimentar as trinta e cinco bocas da aldeia indígena. Era a única coisa que se misturava com a cultura branca, a comida, que era bem deliciosa e aprimorada com pratos indígenas, havia talheres para comermos também, só que feitos de madeira. O que se preservava naquela aldeia, era que os índios e índias sempre estavam de tanguinha, usavam pinturas pelo corpo que podiam ser lavadas. As mulheres se diferenciavam por usar vários colares de madeira colorida, alinhados em volta do pescoço, cobrindo parte dos seios mas, ainda sim mostrando as tetas de fora. Faço uma pergunta para o cacique Manguri:
- Vocês só usam vestias indígenas?
- Não, nós também temos nossas roupas de branco, as vestias indígenas só usamos aqui. Quando precisamos sair para cidade do homem branco, colocamos roupas pra respeitar a civilização deles. Apesar de reconhecermos que o homem branco não era lá muito gentil com povo índio, reconhecemos que alguns deles são amigáveis e tem coisas úteis para nos ajudar nas nossas condições de vida. Ainda mais nos dias d hoje. Em pleno século 21.
- Sabe, para um índio você fala um português bem.
- Estudei em faculdade para relações exteriores, já representei o índio em várias nações, sei falar mais de vinte línguas. Nós temos fazenda, terras grandes e muito gado, apesar de nós podermos ter um certo luxo, agora que o índio conseguiu mais respeito nesse país. Mesmo assim preferimos viver em tribos como essa. É pra manter a tradição de nosso povo, conhecer outras culturas sim, mas nunca se desviar da nossa raiz.
- Tem razão.

Uma coisa que me impressionou na tribo Guatinchara, é que seus homens tinham de um metro e oitenta a dois metros de altura e corpos atléticos. As mulheres também eram altas, mediam cerca de um e setenta a um e oitenta de altura. Rânara era a única índia um pouco mais alta que o normal e ela não tem o sangue totalmente índio, a tribo é formada por pessoas de beleza exótica. O cacique tem cento e oito anos, muita sabedoria e experiência de vida, só que aparenta ter cinqüenta, com poucas mexas brancas no cabelo que bate até nos ombros. Isso é devido uma alimentação saudável da tribo, muita fartura em proteína. O normal na tribo, são todos os homens de cabelo até os ombros e com franja, ou então tiaras feitas de borracha de seringueira segurando os cabelos. As mulheres tem corpos bem delineados, bem ao tipo de brasileiras, bundudas e com seios de tamanho médio, as que tem mais pudor deixam os cabelos longos cobrirem os seios. Durante o almoço fiquei conversando com o cacique a respeito da cultura deles, depois que acabou, nós fomos nos deitar um pouco nas redes, tiramos um cochilo e esperamos a tardinha para acordarmos.
Eram três horas da tarde, levantei da rede e já vi Rânara de pé, ao lado de Marcelo dava para se perceber uma pequena diferença de altura entre os dois, Marcelo devia ser um ou dois centímetros maior do que Rânara. Marcelo dessa vez não estava com roupas pretas, usava camiseta cavada branca, com a estampa de uma banda de metal escrita Rammstein (Uma de minhas bandas favoritas.) e de calça larga com as cores do exército, deixando-a cobrir suas coturnas. Eu com a mesma roupa de sempre, só que sem camisa, pois a tirei quando ia dormir. Rânara me fala:
- Vamos, o treinamento começa agora.
- Vamo. – eu confirmo.
Coloco uma camisa leve e sigo Rânara para um rio perto da aldeia, chegando no rio vejo uma extensa área de areia e nela Jesus treinando movimentos de Ki Cong.(Arte marcial milenar na China, na qual adimiro muito.) Pergunto a ele:
- Irá fazer parte do nosso treinamento também?
- Digamos que irei lhe dar o apoio moral pra você. Q precisa para aprender mais rápido o que necessita. – me responde ele.
Jesus então para, se senta numa pedra grande, que está perto do rio, lá ele fica olhando para nós, levanta a mão fazendo um sinal fechando toda a mão e deixando o dedão erguido nos falando(Ele fez o jóia.):
- Sei que vai dar tudo certo. – diz ele sorrindo.
Rânara me fala:
- Você que não sabe muito sobre o dom que tem, eu irei te explicar, você pode-se transformar em cinco formas diferentes. No entára, a forma de homem que você está e eu estou. Na rentára, que é a que vou demonstrar agora.

Rânara numa questão de segundos se transforma numa mulher com pequenos pêlos bejes claro e lisos pelo corpo inteiro, com unhas maiores na mão, presas na boca acompanhados de olhos felinos no rosto. Sua altura continua a mesma, ela ficou como uma mulher coberta por pele de gato. Com o rosto de com aparência mais felina, mais sem perder os traços humanos, as orelhas pontiagudas e uma pequena divisão da parte de cima da boca,(Caracteriza-se como o lugar que nasce o bigode do homem.) como dos gatos. As suas roupas ficaram mais apertadas, devido a um pequeno aumento da massa muscular. (Tipo a Xitára do desenho Tander Cats pra quem se lembra.) Em seguida ela nos fala:
- Nessa forma você pode se transformar sem arrebentar suas roupas, sua visão fica quase que totalmente normal. Se não fosse que os reflexos sofrem mudanças drásticas, ficam cinco vezes melhores e nós podemos enxergar a noite perfeitamente em que nossa visão fica em cores psicodélicas. Nossa agilidade fica um pouco melhor que o normal e eu não tenho rabo, nas próximas formas não mudam muito, em todas nós conseguimos ver a noite, menos a entára. Nas próximas formas, nós a chamamos de guentára, uma das mais fortes dos Guatinchara e em seguida a que irei fazer depois se chama vetára.
Então falo a ela:
- Creio que essa forma eu já conheço e as outras também, eu já li isso em livros de “RPG”, só nessa segunda que me transformei até agora, pode passar para próxima.
- Espera, num fala de “RPG” não, vamos ao real por favor, você tem que ver essa e vê o que eu vou fazer e depois fala que conhece.
O seu corpo, numa questão de segundos se transforma numa onça parda robusta e grande (Guentára.), suas roupas se fundiram no corpo e desapareceram. Dá um rugido enorme, depois se transforma rapidamente numa onça parda normal(Vetára.)e em seguida volta a ser mulher com as roupas que estava antes. Eu falo a ela maravilhado com um sorriso:
- Já esperava essas formas. E sei qual deve ser a próxima, é única que sei fazer também, e que eu confundi com as outras, essa você não precisa me ensinar.
- Não, tem uma coisa que você não conhece nela, como se transformar instantaneamente e sem rasgar as suas roupas e dando um bom dano no seu oponente que estiver próximo.

Marcelo então fala:
- Isso eu já sei essa e as outras formas também, mas essa de atacar o oponente eu não sei ainda.
Ela responde:
- Então você não sabe dessa forma? – pergunta ela a Marcelo.
- Como? – pergunta ele.
- Se afastem pelo menos cinco metros de mim. – diz ela a nós dois.
Quando nos afastamos dela, ela bate o pé no chão e uma explosão de energia em forma de raios de luz, toma conta em volta do corpo dela num raio de três metros, fazendo as areias subirem para cima como se tivesse caído uma bomba nelas. Se estivéssemos perto seriamos jogados longe e não nos sentiríamos muito bem.(Copiei essa do jogo Blood Road, do Playstation.) E uma coisa diferente acontece com ela. Apesar de ter virado uma fera de dois metros e meio, ela ainda continua com a sua calça por cima, bem mais apertada e com sua camisa. Mas os coturnos que calçava, desapareceram e o cabelo grande que não apareceu nas ultimas duas formas, volta aparecer nessa. Depois ela se transforma novamente em mulher, com todo conjunto de suas vestias de volta, ajoelha no chão um pouco cansada e nos diz:
- Deixei essa forma por ultima, por que ela gasta muita energia do corpo, ela é usada quando você está tomando uma surra de outro oponente. Ou quando você quer surpreender um ou mais oponentes começando a chegar perto de você, nessa forma, nossa agilidade fica muito alta, os reflexos ficam tão perfeitos, que conseguimos até nos esquivar de balas. Essa forma se chama Quintára.

Então eu a pergunto:
- E como você conseguiu se transformar só fundindo as suas cuturnas.
- Posso fazer isso fundido todas as roupas se quiser, de preferência, quando for fazer dessa forma. Que use calças elásticas e largas o suficiente, para quando se transformar, não as rasgue e não se esqueça de um detalhe importante. Nossa cintura aumenta de sete a quatorze centímetros de circunferência, então é bom usar calças com elásticos na cintura, ou elas podem se arrebentar.
- É legal e como faço pra fazer isso? É só se imaginar transformando na forma que quiser, só naquela em que se transforma fazendo a explosão que precisa de um pouco mais de prática, que só os mais experientes que conseguem pelo visto. E eu tenho quanto tempo para aprender isso?
- Calma! Vai devagar, tudo tem seu tempo. Até a manhã pra aprender.
- Mas eu mal sei me transformar em Quintára, imagina me transformando com uma explosão dessas!
Ouço Cristo dizendo então:
- Tente você, tenho certeza que vai conseguir. – me dá um apoio moral ele.
- Vou tentar. Só uma coisa Rânara? Como faço pra fundir as roupas no meu corpo e pode ser qualquer roupa que estiver usando?
Ela me responde:
- Sim, qualquer roupa. E é só imaginar ela fundindo no seu corpo.
- Tá bom vou tentar o rentára.
Me concentro um pouco, quando menos percebo, estou com o corpo inteiro coberto por uma nova pele de onça parda, minhas roupas não se arrebentam, chego perto do rio e vejo meu reflexo. Mais massa muscular e um tipo de beleza exótica, ouço um elogio de Rânara:
- Ótimo, seu espírito selvagem é muito forte! Consegue aprender as coisas rapidamente, está conseguindo domar bem ele. – diz ela sorrindo.
Em seguida eu me transformo num ventára, minhas roupas não se rasgam, mas minha visão fica em preto e amarelo, estou com a forma de onça parda. Depois me transformo em Guentára, fico como uma onça enorme e robusta. As diferenças que eu noto, são ótimas percepções. Ouço Rânara me dizer:

- Em forma de onça normal ou robusta, pode-se conversar com todos os animais e subir uma pequena árvore como onça normal, nessa forma de onça robusta, pode escalar árvores de até setenta metros ou escalar arranhásseis furando com suas garras o concreto. O ruim nelas, é que não se pode comunicar com um ser humano, já que suas cordas vocais não ficam bem desenvolvidas. Mas seus sentidos, tanto como extrassenssoriais e o olfato mais a audição, ficam incríveis.
Então, depois de ouvi-la, saio correndo e subo na árvore mais próxima como um gato escalando paredes. Ela volta a me dizer de novo:
- Agora só falta você se transformar em Quintára, nessa forma a sua agilidade fica sendo a mesma que a do Guentára, o que diferencia é que você poderá se comunicar comigo e com os animais. Porem você não tem a mesma audição e faro aguçado que tinha como Guentára.
Em cima da árvore, pego uma impulsão e dou um salto de cerca de sete metros me transformando instantaneamente em Quintára, a forma que já sabia desde o começo. Em cima da árvore e com minhas véstias fundidas ao meu corpo falo com Rânara:
- Consegui me transformar, agora só falta aprender como fazer isso da outra forma, como faço isso?
Rânara responde:
- Respire fundo, prenda a sua respiração e faça qualquer movimento brusco soltando toda a respiração num grito, se transformará instantaneamente.
- Que tipo de movimento brusco?
- Qualquer um, pode até ser batendo o pé no chão, que é o que prefiro fazer. Mais uma coisa, solte seu ar dando um grito.
- Como você espera que um novato como eu faça isso logo de “prima”(Primeira.), agora que to começando nessa de super-herói.
Jesus então fala:
- É só acreditar e conseguirá. Bem simples num acha? Se conseguiu fazer as anteriores, dará conta do resto. – diz Jesus sentado numa pedra. – Procure-se concentrar.

- Tá bom. Vou tentar.
- Se concentre, mas antes volte a forma de homem, só nela tem como fazer essa transformação especial.
Me transformo em homem de novo com minhas roupas de volta, olho para os outros lá em baixo e sigo os conselhos que me disseram. De cima de uma altura de vinte metros, me dá a idéia de pular lá de cima e me transformar no ar, mas o medo é de querer fazer bonito mas acabar me dando mal. Pensando melhor, é melhor descer do que se espatifar no chão. Jesus novamente me fala:
- Não deixe o medo de errar tomar conta de você, encare ele de frente e faça o que lhe der na cabeça, tenho certeza que irá conseguir! Se fazer isso, o que teme acontecer com você, será totalmente ao contrário.
Quando ouço isso, já fico mais animado, então resolvo seguir o que ele me disse, a hora é agora. Respiro fundo, prendo a respiração e dou um salto mortal para frente, solto o ar de dentro de mim dando um grito esticando meu corpo em forma de “X”. A transformação é instantânea, a explosão de luz acontece em volta de mim. Caio em pé no chão, falo bem alto:
- Hé hé, eu sou de mais!
Quando olho para os lados, vejo pedaço de roupas caindo no chão e um pedaço de minha cueca voando na cara de Rânara. O pedaço de cueca que estava na cara dela, desliza para o chão e vejo a cara de Rânara meio fechada olhando para mim. E o Marcelo rindo do que aconteceu, mas logo ele para quando Rânara olha para ele com cara séria. Eu logo a digo:
- I! Foi mal.
- Foi mal mesmo! – diz ela irritada – Mas dexa, sempre acontece com iniciantes. Pelo menos você conseguiu fazer a explosão de energia, pena que se esqueceu de fazer suas roupas se fundirem ao seu corpo ao mesmo tempo que fazia isso!

- O que mais devo aprender hoje?
- Só isso que lhe ensinei é o suficiente, tente descobrir sozinho o que você pode fazer com a energia da natureza.
- Peraí? Você não vai me falar nada além disso?
- Outra coisa, tente não mostrar a sua verdadeira natureza para o homem que desconhece ela. Você não sabe o que fez lá naquela cidadizinha q você saiu lutando com o Marcelo.
- É mesmo? Quê que será que vai acontecer com eles agora? Outra coisa, como que nós surgimos? – pergunto a ela.
- Primeiro o que aconteceu na cidadizinha ou como surgimos?
- A segunda.
- A história é longa, a muito tempo atrás, no começo da descoberta do fogo, nós fomos visitados por deuses que desceram dos céus, esses Deuses, na verdade extraterrestres. Escolheram os mais bravos e sábios guerreiros de todas as partes mundo. Falaram que eles seriam os protetores da natureza de cada área que ficassem, mas para alcançarem tanto poder eles tiveram que passar por um duro teste, ficar sessenta dias isolados e meditando em qual animal da terra poderiam se transformar, a idéia era libertarem seu animal interior. Seus espíritos indomáveis até então. Só quando conseguirem domar seus próprios espíritos, teriam a honra d receber o dom dos Deuses. Quando eles descobrissem, segundo a lenda. Uma luz apareceria para eles e se formaria no animal que eles tem escondido dentro de si mesmos. Felizmente, todos conseguiram a aprovação dos deuses pra carregarem o dom lhes dado! Se tornando os Guardiões d Gaia. A nossa mãe Terra.

Com o poder que eles ganharam, suas gerações daquele dia em diante, teriam o poder dentro de sis e poderiam desperta-lo mais facilmente. Os que não tinham o dom, poderiam adiquiri-los com o jejum ou matando um deles e se banhando com seu sangue, assim despertariam facilmente o dom dentro de sis, ou poderiam despertá-lo depois de um grande ato de coragem se tivessem o dom dentro de sis. Como aconteceu com você, q já tinha essa descendência, quando enfrentou um Guatinchara naquele ato d bravura, foi merecedor do dom, mas voltando pra história. Começou-se a haver intrigas entre esses guerreiros guardiões, tudo começou quando um, se revoltou e foi para o lado das trevas e fez muitos seguirem seu exemplo. Depois disso, muitas espécies de raças metamorfas foram extintas, hoje nós somos apenas 0,8% da humanidade. Mesmo assim é um bom numero pra 9 bilhões d habitantes na Terra. Na maioria somos lobizomens, homens-felinos, homens-morcego, homens-cobra, homens águia e homens-corvos.
Jesus me responde a primeira pergunta:
- Não se preocupe, quanto a cidadezinha. A “CIS” já está cuidando disso, agora lá vai ser só mais uma cidade turística como João Pessoa, aquela cidade dos lobisomens sabe? Outra coisa, sabia que você destruiria suas roupas de novo, deixei mais umas atrás daquela árvore. – diz ele apontando o dedo para uma árvore.
- Poxa cara! Agora que reparei que estava nu!
Vou lá, me destransformo, pego uma calça meio larga verde e um colete preto, coloco umas botas pretas que ele deixou lá também. Vou até ele de novo e continuo a conversa:
- Sei sim, já ouvi falá d João Pessoa. Qué dize que é assim que eles fazem quando há um alvoroço como esses. Outra coisa, gostei dessas botas.
- Eram minhas, comprei na liquidação, foi déizim real. Voltando assunto. – diz ele se levantando – A mídia deu sorte dessa vez, a “CIS” acabou deixando informações vazarem, então por isso que irão fazer lá uma cidade turística pra amenizar as coisas. Isso é o q acontece com todas cidades q acontecem fenômenos sobrenaturais q não passam desapercebidos. Viram cidades turísticas. Foi assim em Colares e em Varginia também.

- Que nem o irmão gêmeo do Muapi conto. Que sempre tem uns agentes disfarçados de policiais federais pra cuidar de tudo. Ele me contou um caso desse tipo, maçom ganancioso morto por fera desconhecida.
- Exatamente. Mas tem algumas coisas que você devia saber mais sobre aquele maçom.
- O que?
Cristo se levanta e sai andando pela floresta com seu cajado, eu o sigo pela floresta, lhe faço uma pergunta:
- Pra onde está indo?
- Pra aldeia, quero deixar os dois conversando em paz, eles tem muito a se acertarem.
- O que eles tem que se acertarem?
- Isso é outra história, chegando na tribo eu te explico tudo.
Finalmente nós chegamos na tribo, Jesus então se deita numa rede, dentro da oca e eu sento em outra, volto a nossa antiga conversa:
- Então? Continue.

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