terça-feira, 19 de agosto de 2008

Hora da verdade Cap.8-Part.3


Part.3

Nós dois contamos toda a história, ele nos ouviu e anotou tudo lá dentro da sala, então ele disse:
- Realmente cara, confio mais na versão de vocês do que na versão que seu professor venha a contá, pois vejo na cara de vocês que estão falando a verdade.
Rávew então fala:
- Muita gente acha que na escola, o problema é dos alunos ou é do professor, mas na verdade é do próprio sistema escolar.
- Eu concordo com você, mas tem sistemas bons nas escolas.
- Não cara, é que eu fico indignado com a escola ensinando um monte de coisas inúteis que a gente nunca vai usar.
- Mas num tem outro jeito, nós temos que aprender um monte de coisas inúteis para descobrir com que realmente nós damos certo e que nos é útil.
- Já penso se a escola nos mostrasse os melhores caminhos para nós seguirmos de acordo com as nossas aptidões?
- Taí uma boa idéia, seria bom para formar os cidadãos, mais como?
- A gente num vai te que í pra sala não?
- Não precisa, daqui quinze minutos vai bater o sinal do recreio, já estamos no terceiro horário mesmo.
- É.
- Então me fala.
- Qual é o objetivo da escola?
- Formar cidadãos.
- E como eles avaliam o aluno?
- Ele deve ter no mínimo 60% de aproveitamento do que aprendeu na escola.
- Certo. Mas esse 60% é pra cada matéria num é?
- É.
- Muito bem então se ele precisa te 60% de aproveitamento do que aprendeu na escola. Num seria mais fácil se o aluno tivesse no mínimo 60% de aproveitamento contando com todas as matérias juntas?
- Como assim?
- Por exemplo. Imagina 10 matérias pra se aprender na escola. Matemática, Português, Física, Química, História, Geografia, Inglês, Literatura, Filosofia e Sociologia. Imagina que cada matéria vale 10 pontos o bimestre.
- Ih?
- Agora vamos vê como é feita a avaliação de hoje, ce tem que tirá no mínimo 6 em cada matéria, aí você tem 60% de aproveitamento do que aprendeu na escola. Ou seja, 60 pontos num é?
- É.

- Agora vamo vê o meu caso, eu que so pésimo em ciências exatas. Tiro 2 em Química, 2 em Matemática, 2 em Física, seis no total juntando as três. Mas em compensação sou um crânio nas outras matérias, que juntando as pontuações tiro 54 pontos, que somando com 6 das matérias exatas vai dá 60. ou seja eu tive os 60% de aproveitamento num tive? Ah e outra coisa que esqueci de dize, isso não vale pra educação física, que em educação física se tira a média brincando.
- Boa essa cara, ia facilita muito as coisas se fosse assim.
- Aproveitava e tirava esse negócio idiota de dependência. Que isso num estimula ninguém a estuda, só a escora e deixá pro próximo ano, o cara chega no segundo grau sem sabe nada e desiste logo da escola. Se qué estimula, coloca uma proposta pra aquele aluno que conseguir 60% do aproveitamento das matérias logo no terceiro bimestre ou antes de acabá o ano. Pode casca fora se quisé, num precisa mais de vim na aula, fica de férias mais cedo e vai trabalha pra ajuda a família. Já passo de ano mesmo. E quem consegui isso pra mim logo no terceiro bimestre, nem precisa faze vestibular, vai logo pra faculdade. E se num conseguiu fazer os 60%, num tem problema, faz recuperação, se num passo repete o ano de novo. Só quero ve isso acontece, vai te um monte de gente estudando de verdade só pra sai mais cedo da escola. Quem ia se bobo de num querer se livrar da escola tão cedo. Os alunos iam te gosto pra estudá, num iam ficá com aquela pressão de tirá 60% na matéria que não é apito, ia investi com gosto nas que dá conta ia aprende aquilo que fosse mais útil pra ele. Num ia se bem melhor?
- Pior cara! Só que você precisará de uma forma boa para divulgar isso e ver se todos vão aceitar, mas uma coisa eu te garanto. Você tem meu apoio, eu nunca me dei muito bem em matemática e até hoje eu não achei nenhuma utilidade pra porra dos logarítimos. Mas voltando ao meu trabalho, eu tenho que dar uma advertência pra vocês. Me desculpem, mais se eu não fazer isso pode queimar meu filme aqui.
Então eu digo:
- Não, tudo bem, foi melhor a gente ficar conversando esse tempo todo do que ficar na sala daquele professor new...
- Ele é newnazista!? – diz o coordenador espantado.
- Não, newxatista só... E decendente de alemães também.
- Ah bom. Pois se ele ousasse mexer comigo, eu ia chamar minha...
- Tudo bem, apesar de ser um pouco preconceituoso ele também tem seu lado bom.
- Só pouco! Íhchi... Até me lembro uma vez que fui visitar uma fazenda quando meu pai ia ter uma reunião com um amigo dele que é embaixador. Nóis foi tudo bem arrumado, bem no tipo africano gringo. A mãe do amigo do meu pai, olho pro meu pai e pergunto pro filho dela quem ele era. Ele então falo que meu pai era embaixador do Senegal, aí que veio o comentário dela. – o cordenador começa a dizer igual uma velhinha caduca – “Cê é embaixador é? Nossa, eu pensava que só existisse preto jogador de futebol famoso. Eu nem tenho nada contra sua raça não, só acho que pretos fedem e deveriam trabalhar na roça.” (Um amigo meu que me contou que a avó dele pensa desse jeito dos negros.) Eu quase vuei no pescoço daquela velha, deu vontade de arrancar a cabeça dela!
- Isso aí é fóda mesmo, eu que sô filho de japonês e chinês, quando eu era novim eu fui cum primo meu pruma vilinha do interior. Aí ele chego falando pros cara gonorante de lá: “Meu primo aqui fais caratê.” Veio uns vinte moleque pra cima de mim.
- E aí você arrebentou todos eles! Bateu pra vale!

- Bati... Bati nuns vinte... Nuns vinte passo bem longe deles, isso depois de te dado umas bicuda em alguns idiotas pra eles largarem meu primo que saiu correndo e me deixo apanhando um poco, eu nunca tinha treinado nada na vida ainda. Só tinha oito anos e meus pais católicos fervorosos num queriam que eu fizesse artes marciais, porque achava que eu ia ficá agressivo e tal e tal... E isso não é de Cristo.
- Porra cara! Cê é filho de orientais católicos fervorosos meu! O cê tá brincando comigo...
- Sô.
- Não... Cê tá curtindo comigo?
- Não.
- Mais cê num é católico não né, tu é contra essas coisas de seus pais serem ocidentálisados, então se deve ser budista ou hinduísta né?
- Eu não, me converti ao protestantismo.
- Puta que pariu! Por que quê eu fui te perguntar... Cara é tão melhor o budismo. E de qualquer forma prega mesma coisa mesmo, desapego e amar o próximo quanto a si...
- Nem fala que eu já sei! E aposto que cê é budista num é?
- Eu não, eu sigo minhas raízes afro-brasileiras, eu vô em terreiro de candomblé.
- Cara, eu encontrei Jesus na Igreja...
Rávew então me corta:
- Não, não, não, não vamo começa com esse trem de conceitos étnicos religiosos não, pelamor de Deus!
O sinal então bateu, tivemos um dia de aula comum, foi passando o tempo, já deu sábado e o Rávew ainda continuava depressivo e sem inspiração para escrever seu livro, o mais estranho q ele tinha uns momentos d extrema euforia d vez em quando, assim como teve quando começou a escrever o livro. Isso estava me deixando preocupado, pois afinal de contas ele era meu amigo, não gostava que ele continuasse assim,. O tempo foi passando, passou-se três meses e eu via raras vezes o Rávew tanto na escola como fora. Até que num sábado a noite, quando vinha de uma festa de uma prima minha que acabará de completar quinze anos, no carro do meu tio. Passando por uma praça, eu vejo o Rávew junto de um grupinho de uns quatro rapazes bêbados. Ele com uma garrafa de vódica na mão e fumando um cachimbo na outra, que eu desconfiava ser de crack, pois aqueles caras com quem ele andava tinha essa má fama de drogados. Pedi meu tio para parar o carro na hora, ele não tinha percebido do que se tratava. Quando foi perceber, eu já estava fora do carro e ele gritou:
- Rafael! Volta aqui!
Nem lhe dei ouvidos, cheguei perto daqueles caras e falei com o Rávew:
- Cara! Que quê cê tá fazendo aqui com esses drogados meu! Cê tá totalmente chapado velho!

- Eu só tô viajando meu, se tu num curte essa minha parada, então vasa daqui que eu quero me diverti. Tô afim de tomá um banho naquela fonte da práça. – diz ele olhando pra fonte.
- Vamo embora daqui cara! Num fica com esses caras não meu! – digo isso o puxando pelo braço.
Um deles me deu um empurrão e falou:
- Cai fora daqui cara! Cê num tá ouvindo que ele tá dizendo não meu! Se manda o a gente parte tua cara, moro!?
- Olha aqui, a gente não precisa brigar não, só quero ajudá meu amigo e se possível vocês, vocês todos estão precisando conhecer Jesus.
- Tu que vai conhece Jesus cara! Que eu vô te matá!
Ele então tirou uma faca da cintura, veio me dar um furo, mas antes que ele conseguisse. Já lhe tinha dado um golpe bem dado no braço, um quebramento fazendo seu braço dar uma dobrada pra cima.(Lhe pega com a mão direita no pulso direito do adiversário e usa sua mão esquerda a colocando no cutuvelo e o pressionando até que se quebre para cima.) Logo já lhe chutei a canela com a sola do sapato(Pé direito.), com o lado do meu dedão virado para diagonal de cima. Ele caiu de boca no chão, veio um outro de frente comigo, tentando me socar, mas já antecipei lhe dando um soco(Direito.) bem eficiente na garganta, caiu no chão na hora.
Nisso já envinha outro me pegar por trás, logo eu já giro de costas acertando um chute horizontal fazendo 180° com a minha perna(Esquerda.) que estava na frente quando soquei a garganta do outro, é certeiro no queixo dele, que por sua vez cai inconsciente no chão. Quando eu ouço uma voz gritando de perto:
- Parado aí seu desgraçado!
Eu me viro e vejo, o último deles me mirando um trinta e oito à uns dois metros de mim, em seguida eu falo:
- O sangue de Jesus tem poder! O sangue de Jesus tem poder! O sangue de Jesus tem poder!
- Cala boca japa alto! Tu é primeiro japa de um oitenta que vô matá e que é crente ainda por cima! Tu vai morre!
Ele puxa o gatilho da parte de cima do revolver e mira bem na minha cabeça, eu ainda continuo falando:
- O sangue de Jesus tem poder!

Quando vejo, tem uma viatura da polícia dobrando a esquina, vindo em direção da praça. Era a Taticos, tropa d elite da policia paraense. Nessa questão de um segundo ou menos, eu já vou rapidamente em direção ao drogado que me ameaçava, aproveito esse tempo fulminante em quanto ele vira o rosto pra ver quem era. Dou uma arrancada rápida indo um pouco de lado, lhe pego com as duas mãos no antebraço, coloco meu ombro esquerdo entre ele e desço de uma vez seu braço, só se ouve o crac, o revolver cai. Seu braço faz uma fratura de noventa graus, em seguida uso minha mão esquerda a fecho e subo de uma vez ela no queixo dele. Ele já está esticado no chão (Alguma coisa de oriental ele tinha de ter.) e enquanto isso vejo Rávew tomando banho nu na fonte, sai três policiais da viatura já sacando as armas, um deles fala para Rávew:
- Trata de saí daí vagabundo!
O Rávew sai da fonte, quando pisa no chão, já levanta as duas mãos e fecha seus punhos deixando apenas os dedos do meio esticados. Fazendo aquele sinal desagradável(Aquele de vai tomá no seu*****! Ou então vai se fu****! Cês sabe do que to falando, mas isso é só pra quem não sabe.) para os policiais, em seguida ele fala:
- Cês vai tudo tomá no cu!
Ele se virou de costas e ainda, batendo a mão na bunda disse:
- Vem cheira minha bunda seus babacas!
- Meu cacetéte que vai cheirá tua bunda vagabundo! – gritou um dos policiais.
Logo foram todos os policiais para cima de Rávew, lhe deram cacetadas na panturrilha, abdome, ele caiu de bruços no chão. Tomou pontapés nas costelas e eu estava correndo para o lado deles gritando:
- Parem! Parem! Parem! Esse não é o bandido!
Logo ouço a voz do meu tio:
- Parem com isso ou vou processar vocês!
Logo os policiais pararam e viram meu tio que é advogado, ficaram assustados, não fizeram mais nada com Rávew. Um deles disse:
- Senhor Kasanavi!
- Parem logo com isso! Seus incompetentes, os bandidos de verdade vão acabar fugindo se não os pegarem logo!
Logo os três mal-elementos que tinha derrubado já estavam levantando e começando a correr, os policiais foram direto pegar os outros três enquanto um prendia o que eu tinha quebrado o braço fatalmente. Enquanto isso meu tio dava as calças(As de Rávew) para Rávew vestir, ele se vestiu molhado mesmo. Eu pergunto para Rávew:
- Por que quê você fez isso cara? Você até me dizia que o slogan do seu livro seria: Não viagem usando drogas! Viagem lendo livros. Leia A Espíritos Indomáveis.
- Quando comecei a escrever o livro Espíritos Indomáveis. Minha mãe disse que queria ler o livro, depois que aconteceu aquele acontecimento com o Paulo. Aí que ela foi ler o livro mesmo. Quando leu ela não gostou e apagou meu livro do computador. – diz ele começando a chorar – Nisso eu fiquei revoltado, sumi de casa e fui ficar na casa de um amigo meu que morava sozinho. Um dia teve uma festa na casa dele, aí eu conheci esses caras, fiquei amigo deles e eles me ofereceram essa parada. Sempre quis saber como era e minha vida não tinha mais sentido depois que tive cinco meses de trabalho destruído pela minha mãe, minha intenção era se suicidar, então resolvi usar essas paradas e morrer numa bagunça ou por overdose.

- Mas que amigo é esse que te deixa na casa dele!
- Depois que ele descobriu que eu fiquei viciado ele me espuçou de sua casa e eu fui viver com eles.
- Você sempre teve uma cabeça tão boa. Por que tu foi fazê isso meu?
- Numa hora de fragilidade dessas a gente faz tudo quanto é besteira. – disse ele lacrimejando pelos seus olhos.
Nós então o colocamos no carro e o levamos para sua casa, chegando lá, a mãe já abre o portãozinho da casa e quando vê o filho bastante machucado, estando apoiado com os braços nos nossos ombros. A pobre mãe chora, o pai de Rávew sai da casa também e abraça seu filho chorando, logo coloca o braço de Rávew apoiando em seu ombro e fala para nós:
- Obrigado, que Deus lhes abençoe. – nos diz mostrando uma cara triste.
Entramos no carro e fomos embora, no meio da viagem faço um comentário com meu tio:
- O Rávew precisa conhecer Jesus.
- E você precisa conhecer Buda.
- Tio!

Então nós chegamos em casa, no dia seguinte recebo a triste notícia através de comentários da escola falando que Rávew tinha sido internado num sanatório, que trataria tanto de seu vício, quanto de sua paranóia por causa do livro. A mãe quando leu o livro, começou a pensar que o filho estava ficando louco achando ser Jesus Cristo e depois que ele ficou depressivo e fugiu de casa, que ela teve certeza que ele realmente precisava de atendimento psicológico, diagnosticaram-no como bipolar. Foi então q fui pesquisar sobre os sintomas da bipolaridade. Inquietção, compulsões, fanatismo religioso ou fanatismo com qualquer coisa. O cara também se acha estar sempre envolvido em alguma teoria da conspiração. Ele tem delírios d como se fosse alguém especial, uma celebridade. As vezes anda rápido demais, as vezes lento demais, fala demais. A qualquer momento pode ser agressivo ou extremamente pacífico. A bissexualidade é normal em quase a metade dos bipolares. Rávew já teve envolvimento homoafetivo com homens também, seus pais não sabiam disso. Insônia era comum também, bipolares chegam a ficar dias e noites sem dormir quando estão em crise e quando dormem, dorme no máximo 2 horas por dia, só conseguem fazer isso quando esta quase amanhecendo. Alucinações auditivas e visuais, q podem lhe causar mania d perseguição. E o principal sintoma, mudanças bruscas d humor, horas eufórico ao extremo e horas extremamente depressivo.
Pra medicina, um bipolar não tem cura, deve sempre tomar medicamentos controlados pelo resto da vida. Ele pode até ficar um tempo sem tomar remédios, mas as crises sempre voltam d forma cíclica, seja em pouco tempo ou até depois d muitos anos. Os efeitos colaterais variam muito d bipolar pra bipolar. Os medicamentos podem engordar, dar dores d cabeça, fazer eles dormirem demais e ficarem praticamente vegetando dormindo a maior parte do dia. Disfunções sexuais. O tratamento pode ser brochante também e outras tantos efeitos colaterais também. A especialistas q defendam q o bipolar só deve ter acompanhamento psicológico pra saber se controlarem por conta própria. Argumentam assim, porque os remédios tiram não só o q é ruim no bipolar, mas também o q é bom. Um bipolar é extremamente inteligente, principalmente em quando se trata d criatividade e os remédios acabam cortando esse potencial deles. Por isso q os especialistas q defendem o uso d psicoterapia pra bipolares, quando não tem outra opção melhor a não ser tomar medicamentos, acreditam q o tratamento médico deve ser o mais leve possível. A euforia d um bipolar também pode lhe ser muito útil pra fazer qualquer esporte q exige muito da mente e do físico, por isso lhes é recomendável fazer alguma artemarcial pra se controlarem. A bipolaridade pra um lutador é perfeita, porque ele vira um lutador extremamente rápido e ágil.

Tanto q há grandes lutadores d vale-tudo q são bipolares e são campeões, há quem especule q Bruce Lee era bipolar, porque ele nunca parava d treinar e dormia muito pouco. Bipolares também são muito criativos pra o meio artístico, cantores como Kurt Cobain era excepcional no q fazia. Assim como pintores e escritores desde a idade média aos dias d hoje. Há também alguns mais místicos q vêem o bipolar como um vampiro energético. Pra eles um bipolar q se desenvolver no reiki, pode vir a encontrar seu equilíbrio e curar os outros. Espíritas d cara, os vêem como médiuns. Há quem diga q bipolares, são paranormais em potencial, mas isso é só mais uma teoria da conspiração retirada da Internet. Rávew apresentou todos os sintomas, tanto pro lado negativo como pro lado positivo, ele também estava assim. Mas o q pode acontecer d pior a um bipolar. A pior coisa mesmo, q ae q o deixa realmente no limite da loucura. É se envolver com drogas igual ele fez também. Quando um bipolar está no limite, pode se tornar perigos podendo até matar em um d seus delírios, as drogas só aumentam essa possibilidade. Assim também como a possibilidade suicídio.
Pobre Rávew, um amigo tão legal que acaba se envolvendo no mundo das drogas e entrando num caminho errado e cheio de espinhos. Ele que dava tantas lições de morais, tinha pensamentos bem sábios e sempre ajudava aos amigos quando eles realmente precisavam. Logo ele que sempre achou uma tremenda idiotice usar drogas e sempre que conhecia um drogado, sempre tentava ajudá-lo a largar de algum modo. É mesmo uma grande decepção e angústia para alguém tão amigo dele, agora só devo fazer meu papel indo visitá-lo e ajudá-lo a se livrar desse inferno que está passando. Como ele mesmo vivia dizendo: “As pessoas pensam uma coisa, falam outra e fazem outra completamente diferente.” Que Deus ilumine o caminho de meu amigo, que tanto precisa de mim como um anjo, para ajudalo a lembrar como se deve voar.

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