terça-feira, 19 de agosto de 2008

Hora da verdade Cap.8-Part.1


Part.1

Eu estava lendo um livro cheio de erros de português e redação, mas interessante, ele estava sendo escrito por um amigo meu, Rávew Cordinário. O livro ainda precisava d ser lapidado, pois tinha algumas partes dele q ainda estavam meio confusas e não se entendia muito bem a história. Apesar dos erros, o rascunho do livro dele digitado no computador é ótimo, só não foi corrigido automaticamente, porque Ravew estava apanhando pra mexer no Word do se computador e não tava conseguindo faze a correção gramatical. Mas um caso surpreendente lhe aconteceu naquela época, não tinha sido só eu que li o livro, mas também um amigo dele que ia ser seminarista. Paulo, um católico fervoroso que dedica a vida para religiosidade, ele sempre foi um bom amigo de Rávew, um dos melhores dele. É dois anos mais velho que Rávew q tem dezessete, Rávew deu-lhe um disquete com o livro para que ele o lê-se no computador de sua casa. Quando Paulo leu o livro, voltou para casa de Rávew indignado, quando ele viu Rávew, logo tirou um “38” escondido na sua jaqueta e deu um tiro no meio do peito de Rávew. Quem viu isso foi sua irmã, Maísa, que ficou horrorizada e gritou por socorro. Paulo ainda deu mais dois tiros no corpo de Rávew que estava no chão, fez isso sem nenhuma pena de Rávew e na frente da sua irmã de apenas 12 anos. Logo ele mirou a arma para Maísa, ele deu um tiro. Sorte que Maísa não se feriu, porque Roberto, pai de Rávew, lhe deu uma pancada com um cano de ferro na cabeça. Paulo errou o tiro e acertou na parede, em seguida ele caiu no chão largando a arma, naquela hora eu estava chegando na casa de Rávew, fiquei assustado com o barulho do tiro. Fui até lá correndo, quando cheguei, Roberto já estava levando Rávew todo sujo de sangue em seus braços, apesar dele ser um pouco mais baixo que o filho ele é muito forte. Me disse pra chamar a polícia e ficar de olho em Paulo, no momento eu não sabia de nada, mas quando entrei na casa vi Paulo desmaiado no chão, ao lado dele um “38”. Aí eu entendi o que o pai de Rávew queria dizer, chutei a arma no chão que foi para perto de Maísa. Que estava agachada no chão, tampando a cabeça e chorando, sua mãe que estava a seu lado a disse: “Vou acompanhar seu pai, fique aí com Rafael que ele vai cuidar de você”.

Ia esquecendo d dizer. Meu nome é Rafael. Continuando. Dona Ana me deixou com Maísa, liguei para polícia, eu ainda não acreditava, Paulo apesar de ser fervoroso e santinho demais. Sempre foi bem equilibrado, como podia ter feito aquilo com o Rávew, um grande amigo da galera? Talvez Rávew não devia ter dado o livro que estava fazendo para Paulo ler, já esperava que ele não iria gostar, que pelo que o Rávew me contava sobre seu livro e o que cheguei a ler nele, era de deixar qualquer crente puto da vida. Bem capaz que fosse isso que deixou Paulo tão irritado, esperava que ele fosse dar umas catracadas(broncas) boas no Rávew, mas não isso! A polícia chegou, Paulo foi levado para delegacia. Depois desse dia, com o furdunço acabado, recebo uma má notícia quando acordo cedo para ir a aula. Ligando a televisão do meu quarto, cai logo no “Bom dia Pará”, o tele jornal falando do crime acontecido com o Rávew. O jornal dizia que Paulo confessou matar o anticristo, a quem se referia a Rávew. Depois que voltei da escola, já vejo um repórter conversando com minha mãe sobre mim, querendo que eu lhe responda algumas perguntas. Eu digo que não quero dar nenhum relato, mais mesmo assim ele deixa um cartão com seu telefone caso eu mudasse de idéia. Ele se foi então, passou-se três dias em que eu fiquei preocupado com a saúde do meu melhor amigo, minha mãe que é muito amiga de dona Ana, mãe de Rávew, me contou que Rávew estava em estado grave entre a vida e a morte num coma profundo.

Ela me disse que ele tomou um tiro quase no meio do peito que passou de raspão no coração, outro pegou no meio das costelas do lado direito e um no meio do abdômen, um pouco acima do umbigo. No mesmo dia decidi visitá-lo e agora, depois de ter descobrido melhor a história, estou no corredor do hospital indo para o quarto dele, consegui com muito custo a permissão de entrar para visitá-lo. Entrando no apartamento em que ele estava, o vejo deitado na cama, agora já respirava sem ajuda d aparelhos, mas ainda continuava tomando soro na veia. Sento-me num banquinho que está perto da cama dele no intuito de conversar com ele, pois dizem que quem está em coma, as vezes nos ouve e se lembra do que dizemos e que também ajuda a se recuperarem. Então começo a conversar:
- Rávew, você ixagerou demais no que escreveu, não devia ter dado o disquete com o livro para o Paulo, agora você está aqui... Você devia imaginar q ele não ia gostar nada do q leu e ia t esculachar por isso. Confesso q apesar d ter achado seu livro interessante e q também com certas idéias q até vão contra o q aprendi, me deixaram meio confuso sobre minhas convicções quando eu o li o teu livro. Agora tu tae... Internado e entre a vida e a morte.

Logo que falo isso, vejo a mão de Rávew com os dedos começando a se mexerem, ele abre os olhos de uma vez. Levanta o tronco de seu corpo se apoiando com as mãos, faz uma cara de dor, bota sua mão direita na costela ferida e começa a se deitar de novo. Em seguida ele me pergunta:
- Onde estou?

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