sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Entrando num pesadelo Cap.1-Part.3


Part.3

Minha cabeça se encheu de confusões, comecei a gritar desesperado depois de ter acordado. A porta da enfermaria que eu estava presente se abriu, dela veio uma enfermeira meio apavorada, simplesmente linda. Morena, cabelos curtos, lisos castanhos claros com mexas vermelhas, batendo mais ou menos no seu nariz. Saia curta, decote bem a mostra, seios nem grandes e nem pequenos, bunda bem trabalhada, quase ia me esquecendo! Olhos verdes meio azulados e aqueles lábios carnudos com batom vermelho. Mais ou menos um metro e setenta de altura, era a mulher que eu tinha pedido a Deus, um monumento de uma deusa grega na minha frente, uma obra divina!

Até parecia que ela era a personagem de um filme ou livro que as mulheres sempre são bonitas e que pernas ela tem! Me lembrei daqueles tipos de livros que eu mais gosto os que descrevem mais detalhadamente as características das personagens femininas do que os masculinos. É claro! Os escritores que eu conheço, são na maioria homens, por que iriam botar só os cuecas em seus livros? Naquele momento até esqueci que tinha saído de um pesadelo, se isso era um sonho, não queria que acabasse, aí ela me perguntou:
- Você está bem!? Ei!? Você está bem?

Aí eu aterrissei de volta a terra e respondi com um sorriso cínico:
- Agora ...
- Ótimo então! Eu pensei que tivesse acontecido algo de ruim. Puxa! Ainda bem.
- Você é enfermeira? Perguntei a ela.
- Não. Sou médica.
- Nossa! É que você andando com essa roupa até parecia uma enfermeira pra cuidar de mim, nunca imaginava que um dia viria uma enfermeira linda para cuidar de mim. Gostaria de sair um dia comigo?... Um dia para comermos pizza e nos conhecermos melhor... – falei cinicamente.
Só não esperava levar um fora mais agradável da minha vida com aquela vós encantadora:

- Em primeiro lugar... Não sou enfermeira, sou médica e gosto muito de andar com esse tipo de roupa. Mas talvez um dia eu posso pensar no seu caso. Isso porque adoro pizza! Mas é melhor você se recuperar primeiro.
Fiquei bem feliz e lhe dei outra cantada:
- Com você do meu lado eu vo recuperar rapidinho! Se eu fosse chegá em você afim de ganhar um beijo seu. O que me diria?
- Te diria não!
- Ah! Então tá bom! Nem vo chegá então! – digo rindo e ela faz o mesmo, logo continuo – Outra coisa, por que eu estou aqui? O que aconteceu comigo? E que lugar é esse!?

- Olha eu não sei de nada. Só posso te responder que você está aqui já faz três dias em coma. Aqui é um hospital do exercito que fica nessa selva para atender os índios. Sou uma médica voluntária, adoro fazer isso.
Falou sorrindo, ela ainda me disse outra coisa:
- E me parece que você está com amnésia. Qual é o seu nome?
- Isso não importa. Você é solteira?
- Bem... Sou. Perae!? Isso não importa seu depravado! Diz logo seu nome. – ela perguntou expressando um pouco de raiva e graça junto.
- OK. O meu é Carlos. Ah, agora eu estou me lembrando! Sou jornalista e estava aqui pesquisando sobre índios também, estava fazendo um documentário. Só não me lembro sobre o que? E me parece que você sabe alguma coisa. Qual é seu nome?
- É Nayra. Mas pode me chamar d Nay
- Agora? Sobre o que eu pesquisava mesmo?
- Você mesmo não disse que era sobre os índios?
- É! – digo entusiasmado – Sobre o que deveria falar deles... Isso que não me lembro.
- Você não se especificou. Como poderia saber que fosse isso?
- É! – digo meio irritado – Tá bom eu entendo. Agora me diga... Quando vou sair daqui?

- Hoje mesmo. Só que antes você vai ter de falar com o coronel Raimundo, meu superior, ele que liderou o seu resgate .
- Resgate!? Q resgate?
- Não sei muito sobre isso, tome essas roupas e as vistas. Vejo que consegue isso sozinho, espere aí que o coronel irá chamá-lo e responderá o que você quer saber.
- Ah! Tá bom então. – digo com descrença, mas logo digo sorrindo – Você quer meu telefone? É nove, meia, sete, oito, três e três, quatro, dois.
- Vou ver se me lembro de... Até mais! O coronel já vem aí.
- Não se esqueça de ligar heim! E meu nome é Carlos viu! Acho que já falei isso pra você...

Nesse momento eu pensei. O que foi feito do meu celular? Depois disso eu ainda falei:
- Há! Não sei se vou conseguir me vestir? Pode me ajudar?
Ela olhou para mim e disse com uma cara de raiva:
- Não! Arrumasse logo!

Ela então saiu da enfermaria, fechou a porta e foi embora. Então veio na minha cabeça, por que um coronel quer falar comigo, acho que não deve ser nada grave. Espero que ele não queira me processar por alguma coisa ou me comprar, do jeito que militar e jornalista não se dão muito bem, mas isso não importa, o importante é que estou feliz com aquela divindade de mulher cuidando de mim, até quero que ela volte de novo, até que em fim que fico num hospital e me sinto bem. Todas as outras vezes, quando eram mulheres que me atendiam, só dava aquelas gordas feias, se fossem pelo menos bonitas e bem arrumadas... Mas hoje é meu dia de sorte! Então eu peguei e me vesti com alguma dificuldade, sentindo dores no corpo, mas mesmo assim eu consegui.
Fiquei esperando sentado o tal do coronel... Passou-se um bom tempo, então resolvi sair logo de lá para encontrá-lo por minha conta. Abri a porta, comecei a andar pelo corredor... Não se passaram nem três segundos e lá estava aquele homem fardado de beje, cabelos brancos, óculos escuros, baixinho e gordinho, com um bigode e medalhas na farda. Me lembrava um cara velho da propaganda da “Kaiser, a número um”, ele estava acompanhado por dois militares negros, com mais o menos um metro e noventa, fortes igual uns bois, usando também aqueles óculos escuros, só se diferenciavam porque tinham boinas, pareciam ser gêmeos e o seu superior ainda me disse:
- Ei!? Peraí cara! A enfermeira não disse pra o cê ficá lá no seu quarto meu? (LINGUICEIRA)

Então eu peguei e lhe disse com uma cara de cínico:
- Pra começar. Não é quarto, é uma enfermaria e ela não é enfermeira, é medica. Eu saí de lá. Porque não aguentava mais esperar. E você? Fala como se fosse mineiro ou paulista... Qual dos dois você é afinal? Uaiiiiii ?

Os grandalhões deram uma risadinha e o baixinho, meio sem graça e com raiva, dá duas cotoveladas ao mesmo tempo no estômago dos dois. Só se ouve os dois falando ao mesmo tempo:
- Desculpa chefe...
Depois dessa, aquele baixinho ainda me fala com raiva:
- Cara! Toma cuidado com quem cê fala! E eu paulista do interior e afalo do jeito que quiser!

Ele coça o bigode e fala:
- Bem que aquela mulher tem cara de enfermeira meu? Agora entre no quarto e vamo cunverssa!
- Cunverssa? Você fala como se tivesse “u” no lugar de “o”... Você escreve assim também cara? Hehehe...

Dessa vez eu deixei ele bem irritado, simplesmente tirou seus óculos, guardou no bolso de sua calça. Já estava um pouco perto de mim, correu três metros e me segurou bem na camisa, olhou nos meus olhos e disse:
- Olha aqui cara! Meus pais são paulistas e mineiros, por isso eu falo assim... Pois aprendi assim, então eu falo assim!

- Calma cara... Tavazuando, assim mesmo, tenho essa mania de brincar com uma pessoa quando ela fala uma coisa errada. Não devo falar nada que também eu falo meio errado apesar de ser jornalista. – digo fazendo um sorriso cínico – Bem que você parece com um cara da “Kaiser”.

Ele se acalmou, me soltou e disse:
- Poisé . Ele era meu pai... Era dono de dez por cento dessa empresa que quase faliu.
- Me desculpa... É que eu tenho mania de escrever certo, é claro que as vezes eu também erro. Mas essa mania vem da minha mãe de corrigir tudo. Peguei um pouco disso também, cê sabe como são essas coisas
- Num sei. Só sei que é assim... E você falo como mineiro! – disse o Coronel com uma cara meio neurótica.

Então lhe respondi:
- Que eu sou mineiro também! E o cê falo você certo dessa vez.
Então ele me disse bem humorado:
- E o cê falo errado.
Apontei o dedo pra ele e falei:
- Agora foi você que erro!
- Ih cara! que é memo .
- Cara! Já pensou se começarem a escrever mais assim nos livros. Ia ficá interessante.
- Há! Mas você sabe como é esses críticos de português! “Mas que linguagem mais pobre essa, como é que alguém escreve isso num livro.”
- Pior que é verdade. Eles nunca aceitam que a língua portuguesa evolui... Pelo menos uma grande parte deles... E sempre foi difícil gramática pra mim, hoje eu já sei escrever bem, mas tento melhorar e inovar bastante no que escrevo.
- É ! – o coronel disse isso conçando seu bigode. – Acho que esses caras num ía gostar de se críticados bicho.
- E vocês dois? São gêmeos? – pergunto aos soldados.

Aí aqueles dois soldados me responderam ao mesmo tempo:
- Não... Só parecidos!
Então eu lhes disse:
- Vocês devem ser sósias então... Mas acho difícil...
E de novo eles responderam ao mesmo tempo:
- Todo mundo pensa isso.
Depois fomos interrompidos pelo tal coronel:
- Muito bem! Agora voltando ao assunto. A prosa tá boa mais nóis tem de para. Vamo pará de trelêle e vamo logo ter uma cunversinha.
Nós fomos para sala dele, eu me sentei e o coronel começou a explicar o que aconteceu comigo: (DESLINGUIÇO)
- Nós o achamos quando estávamos voltando do treinamento. Você devia estar perdido na selva, estava inconsciente, descalço, com a roupa meio rasgada, deve tela rasgado quando corria no meio do mato pelo menos você não tinha nenhum ferimento no corpo.

Nesse momento me deu um medo e comecei a me lembrar do sonho que tive antes de acordar e perguntei logo para ele assustado:

- Eu estava perto de onde!? Heim... Me fala? Me fala logo!
- Calma cara... Já te dizer. Não precisa ficar aperriado assim, já vou te contar. Você estava no mei d pedras d um rio debaixo da ponte d uma rodovia, todo sujo parecia que você correu de alguma coisa. Pois pelos seus rastros no chão, que nos levou a achá-lo cerca de 25 quilômetros de distância do acampamento com muita dificuldade, o que foi que te aconteceu? Você se lembra de alguma coisa?

Nesse momento comecei a raciocinar, as coisas estavam se encaixando muito umas com as outras. Tudo indica que eu matei meus companheiros. Isso é a lógica, mas depois dessa o coronel me diz:
- Temos a informação de que você foi fazer um documentário sobre os índios. Sobre a Lenda dos Guatincharas.

- É sim! Como vocês sabem disso?
- Fizemos uma perícia no lugar que você estava, o que nós vimos foi terrível.
- De que você está falando!?
- Quando chegamos lá, encontramos seu acampamento todo bagunçado, as coisas estavam todas quebradas, tudo distruído e revirado. Como se algo tivesse passado por lá e matado todos. Obviamente foi isso...
- Matou todos!? O que você quer dizer com isso!?
- Calma! Já vou chegar lá. Achamos oito mortos, estavam todos do avesso, um sem braço e com um ferimento horrível na garganta. Outro estava com as costas rasgadas por quatro marcas de garras. Os que estavam dentro do acampamento, todos mutilados! Era um horror! Meus soldados se espantaram com que viram, comuniquei a meus superiores. Foram nesse local para investigar melhor o que tinha ocorrido. A explicação que recebemos, é que alguma espécie nova de animal, assemelhada com onça, provavelmente uma. Matou todo mundo e você foi o único sobrevivente .

Com isso que eu ouvi, me deu aquela paranóia que eu tinha matado meus companheiros, só não entendia por que isso!? As coisas não estavam ligando umas com as outras e se eles já soubessem que era eu... Como ficaria as coisas pra meu lado? Será que desconfiavam de mim? E agora... O que me falta acontecer? Como se o pesadelo tivesse entrando de novo em minha mente. Senti aquela vontade de esclarecer minhas dúvidas e me expressei logo de uma vez:

- Eu... O único sobrevivente! Como isso foi acontecer!?

O coronel me respondeu com bastante clareza e calma:

- E tem mais! Descobrimos um outro corpo a mais ou menos duzentos metros do acampamento. Ele estava com um buraco enorme no meio do peito, não conseguimos entender bem como ele foi feito. Estamos fazendo testes pra ver o que poderia ser. Mas seria impossível ser uma onça, ela nunca teria força para fazer aquilo. Teria de ser um bicho muito forte para fazer aquilo. Até fico com medo de pensar no que podia ser, que não é pouco. Isso tudo é muito estranho. Era um cara índio, alto e forte, não achamos nenhum documento em suas calças, mas achamos seus documentos no acampamento. Ele se chama Francisco Teodoro de Mendes.

Nisso que ele falou, me bateu na cabeça que provavelmente fosse o nosso guia Muapi, pois o índio geralmente tem o nome dado pela tribo e um outro de homens brancos, bom homem aquele, apesar de ser meio bravo. Era até simpático e ele queria ser o tal do Guatinchara, acabou sendo morto por um pelo visto. Eu!... Tive sensação de culpa horrível, tinha aprendido tanta coisa boa com ele. Porque isso devia acontecer? E lá continuava o coronel me falando:

- Aquela lancha de grande porte, estava totalmente destruída. Deduzimos o que realmente aconteceu, foi que você e o guia tinham fugido juntos na embarcação e algo lhes fez se chocar contra uma árvore. Quando isso aconteceu, houve uma explosão imediata, vocês eram pra ficar bem feridos, mas você está sem nenhuma marca de ferimentos, o seu amigo era pra ter sobrevivido. Tudo indicava que ele caiu na água, saiu do rio, depois que veio a ser morto não se sabe como, ainda é um mistério.

Ou talvez eu o matei nesse fato ocorrido, como é triste ter de levar toda essa culpa no peito, eu o matei, as coisas agora estão se ligando. Mas estou confuso, por que isso? E o coronel continuava falando e eu ouvindo aquela história de terror e pensava. Isso não pode estar acontecendo comigo. Então continuava o coronel:

- Tudo leva a crer que você deve ter pulado da lancha e caído sem se ferir na margem e deve ter corrido desesperado da Fera pela floresta até chegar na rodovia provavelmente. Você viu alguma coisa? Se lembra do que aconteceu? Se lembrar, nos fale. Pois temos de desvendar esse mistério e chegarmos a quem ou o quê fez isso tudo.

Eu comecei a ficar irritado e inquieto, com vontade de fumar, coisa que eu já tinha parado a muito tempo. Passei a mão na minha cabeça, no meu rosto, estava nervoso. Coisa difícil de me acontecer. E disse a ele:

- Não... Não consigo me lembrar do que era.

- Vamos mandá-lo para uma cidade mais próxima e lá você irá conversar com um psicoterapeuta. Talvez lá você se lembre de alguma coisa. Aí ficaremos sabendo. Agora você está muito nervoso. Então é melhor você ir para cidade.
- Tá bom. Eu então.
- O avicóptero(Meio avião, meio helicóptero, se você viu o filme “O sexto dia”, sabe do que se trata.) parte daqui cinco minutos, achamos algumas coisas intactas no acampamento, inclusive seu celular e outros pertences seus. As armas que me parece que vocês usaram contra tal animal, não serão devolvidas. Pode se aprontar, cume um lanchim, ou até mesmo levá-lo com você caso não haver tempo. Que entendemos.
- Tá legal então...

Fui tomar um café, comer uns salgadinhos para aliviar, pois não parava de pensar em tal coisa na minha cabeça, estava eufórico. Depois disso, subimos no campo de pouso em cima do próprio hospital. Estávamos isolados no meio da selva, graças a Deus ia embora. Entrei no avicóptero depois de ter me despedido do coronel, dentro dele tinha muito espaço, era daqueles usados também pela marinha brasileira, enorme, de duas hélices que viravam asas de avião.

Também percebi, que estavam no compartimento de passageiro, com dois estofados de sete metros cada, bem confortável pelo meu ponto de vista. A médica que tinha me atendido estava de um lado e do outro lado, uma poltrona com outros três homens brancos fortes fardados e outro de terno preto. A médica Nayra então me perguntou:
- Descobriu alguma coisa sobre você, quando falava com o coronel?
- Descobri eu descobri. Mas em compensação eu ouvi umas coisas absurdas.
- O que?
- Nem eu mesmo sei direito, por isso estou indo para essa cidade. Consultar um psicoterapeuta pra ajudar a me lembrar do que houve. E você? Por que está indo também?

- Não, é que eu fico a metade do ano aqui cuidando dos índios e depois fico o resto do tempo com minha família que mora em São Luiz do Maranhão. Visitar a minha mãe, e outros parentes. Estou indo nessa quinta para chegar lá na sexta-feira.
- São Luís!? Moro lá também.
- Que coincidência! Onde você trabalha?
- Na rede de televisão do estado.
- Uma rede de televisão filiada a Globo ou a SBT?
- Filiada a Globo e lá não é só uma rede de televisão, é também uma editora de jornal, sou repórter e ainda escrevo para um jornal.
- Interessante essa sua vida dupla de jornalista.
- Acabei ocupando dois cargos por ser bem competente.
- Bom pra você então, ganha um salário bom pelo visto.
- O suficiente para me sustentar e me dar alguns luxos.
Era dez horas da manhã, o avicóptero começou a levantar voo e a viagem começou, não parava de pensar o que seria de minha vida daqui pra frente.

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