sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Entrando num pesadelo Cap.1-Part2


Part.2

Eu pergunto a Muapi :

- E o padre? O que foi feito dele? É bem teoria da conspiração essa história...

- O padre me contou isso porque era muito meu amigo, sumiu do mapa depois de ter me contado essa história, nem tenho menor idéia de onde ele possa estar agora.

- Legal essa história. Poderia entrar em mais uns dos contos que já li, uma expedição... Um ataque!

Fernando, rapaz meio baixo e magro, moreno, o paulista da nossa expedição. Fã de histórias de terror, nosso câmera-mam, fala no seu tipo de maluco:

- Massa de mais mano! Gostei dessa história cara! Mando bem mano. Cê narro ela d forma bem bacana. Isso q entreteu a gente.
Nisso me lembro de outra coisa e falo para Muapi:

- Já tive lá nessa cidade de Ourilândia que você falo Muapi. Meu tio mora lá e me contou que tinha um bicho apavorando aquela região. Fui perguntar para os moradores e eles não me falavam nada, devia ser isso. Aí que fui descobrindo mais coisas nas aldeias indígenas. Comuniquei isso ao meu patrão, ele resolveu querer saber mais e por isso estou aqui de repórter do desconhecido, do sobrenatural. Vai ser um ótimo documentário pra se exibir na TV. Só não gostei de você ter falado mal da Maçonaria...

Depois de ter ouvido isso, que Muapi contesta indignado:

- A Maçonaria!? Eles são todos interesseiros! Demagogos e hipócritas! Odeio eles! Não confio nem um pouquinho neles. – Falou bravo Muapi.

- Porra Muapi... Me decepcionei com você nessa. Eu sou maçon quase a sete anos.

- Tu é maçon!?

- Cê tem uma visão muito negativa de nós, até pode ter algum maçom envolvido com relação à isso. Mas não somos todos desse jeito. Do jeito que cê falo foi como se generalizasse tudo, a Maçonaria não passa de uma entidade em que para entrar tem que se ter um certo dom com o dinheiro, boa moral e um espírito de companheirismo com todos da sociedade além de muita popularidade para arranjar cada vez mais contatos pra ela q possam vir a ser úteis pra a evolução da sociedade em geral. Num é a toa que nós portamos de conhecimento de um pouco de tudo, ocultismo, ufologia, tecnologia e outros, pra ter esse conhecimento, é só entrar nela e evoluir de aprendiz para mestre. Mas o verdadeiro maçom, segue a mesma filosofia de Jesus Cristo, num é a toa que nós ajudamos ao próximo e principalmente quem faz parte da Irmandade, mas cê fala como se todos nós fossemos maus. Não somos perfeitos pra selecionar novos membros, sempre acaba entrando um q é podre mesmo. Mais não generalize. Seria mesma coisa de dizer que todo índio cai na conversa do branco igual um patinho, sendo que a maioria dos índios estão de olhos abertos com o homem branco, aliás. Com alguns homens brancos, pois não são todos que hoje em dia querem se aproveitar de vocês.

- Mas eles são uns desgraçados! – Disse Muapi. (LINGUICEIRA)

- Tem maldade em qualquer seita mesmo, isso depende das pessoas que estão nelas, não das seitas em si. Pois sempre tem uma treta em qualquer sociedade mesmo.

- Eu não confio naqueles pilantras.

- Credo do cê então, esses caras te passaram a imagem mais negativa da Maçonaria. Cê não sabe o tanto que maçons ajudam as pessoas.

- Cês são tudo rico! Isso só pode se de tanta malandragem que devem fazer!

- Somos ricos, porque não somos bobos, mas isso também não significa q são todos, fala q todo maçom é rico é mito, mas q todos vivem bem, vivem. Te garanto que nós não somos assim como todo mundo pensa. O barão de Mauá, o cara era maçom, mas tinha idéias super boas meu. E mesmo que uma religião, seita ou sociedade o mais corrupta que seja, acaba mostrando algo que é verdade e bom. O problema é que muitas crenças não aceitam o modo de pensar dos outros, falam que tá errada e ficam aí se criticando, ainda bem que hoje é pequena a intolerância diante do que já foi. Mas não faltam os ismos pra acrescentar a algum movimento. Como ia dizendo, ficam falando que uma é melhor do que a outra, que a outra não leva para o céu, que é só a crença dele é que leva... E blá blá blá! Esses ismos todos q acabam sendo uma achologia, um achismo. Acho isso errado, que leva para o céu. Como dizem os cristão mais esclarecidos. É a pessoa ser boa e ter fé em Deus, não importa a maneira que ela crê nele. Mas nem todo mundo entende isso, aí fica esses conflitos idiotas por causa dessa besteira e atentados terroristas sem sentido. Moral da história, há vários caminhos que levam a mesma porta. Uns são mais fáceis, outros mais difíceis e outros intermediários entre os dois. Eu te conto isso, porque já estudei por conta própria teologia pra descobrir no que essas seitas tinham em comum, elas tem sua diferença, mas a principal é a amar a Deus, a si mesmo e quem estiver próximo e o desapego material. Se soubesse disso antes, teria estudado bem menos sobre teologia. E pra que isso, hoje as religiões estão se unificando cada vez mais, ficar com esse preconceito é coisa ultrapassada. Mais o ponto principal disso, é que nunca se deve julgar uma classe social por apenas um exemplo. Mesmo que a maioria dela seja ruim, sempre vai ter um que não é.

Muapi dessa vez tira outra conclusão:

- Até agora eu não vi nenhum maçom que não ajudasse índios sem ter algum interesse. Ainda mais depois desse tal de Valdemir! Nunca mais confiei em um deles!

Dou outro argumento para Muapi:

- Confesso q há corrupção também na Maçonaria, no meio também há hipocrisia. Mas a onde não se tem hoje em dia? Talvez esses caras até fossem os que se aproveitavam de serem maçons. Creio que nem todos maçons possam ser assim. Talvez nem fossem maçons de verdade. E eu q maçom? Cê me acha uma má pessoa e que sou servo de satanás?

- Não...

- Então tamo resolvido.

- Tá bom... Cê tá certo até certo ponto.

Fernando dá o seu ponto de vista também:

- Ou Carlos! Pior que tu tá falando a verdade mano. No mundo sempre teve muito esses problemas de religião fera.

Pedro, o nosso geólogo, o ignorante da turma, velho de cinquenta anos, (Nem vou especificar que ele tem cabelos brancos.) irmão mais velho de Jorge. Um dos nossos acompanhantes que resolve me interromper e começa falar:

- Gente! Religião pra mim é igual time de futebol. Cada um tem a sua.

E Gerônimo ainda bota mais “lenha na fogueira”:

- Peraí! Cês num vai entrá num acordo não!? encerra isso então. Pra mi padre, pastor, político é igual puta, tem que tudo mete o pau. – diz ele tonto.(Meu pai tinha mania de dizer isso quando ainda era ateu e descrente.)

Eu fiquei bobo como, é que existe gente ignorante desse jeito, tem de ser muito besta para falar uma tamanha asneira dessas. Me deixa indignado pessoas desse tipo e nisso, Felipe, nosso médico de cabelos loiros, homem de quase quarenta anos. Tonto, se levantou com uma cara bem humorada e disse:

- Sabe, isso tá me lembrando aquele joguinho de faz de contas que meus filhos são acostumados à jogar nos dias de sábados e feriados. Como é o nome mesmo? Há! Já sei... É RPG. Lobisomens, vampiros, fadinhas e duendes, não existem. Isso é prejudicial pra molecada meu, podem levar a sério demais essas viajem e matá uns porae. Muito menos homem-onça! Hahahahaha!!!

Vi o que Felipe disse, resolvi contestar:

- Ei! Não fala isso não meu! Quando era mais novo eu jogava muito RPG. E em vez em quando ainda jogo. Pode até ser que teve uns pervertidos jogando isso que resolveram levar uma fantasia pra realidade, mas a maioria não é assim não.
Felipe só soube retribuir gozando do que eu dizia:

- Eu ainda estudava no primeiro ano do colegial, tinham uns malucos pervertidos que jogavam isso. Sempre muito místicos, meio roqueiros... Eram todos uns malas doidões! Tinha alguns que até pareciam acreditar naquela fantasia idiota, não faziam muito sucesso com as garotas, só com as estranhas igual eles. Há! Alguns deles eram metidos a filósofos... Na maioria eram uns nerds mais evoluídos, que não ficavam só com a cara nos livros. Um deles até teve de ser internado num hospício. Aqui é terra chamando! Então acorda cara!

Nessa hora os outros se levantaram e começaram à rir e a zuar da cara de Muapi e da minha. Um dos nossos fala:

- Mais se eu vejo um bicho desses na minha frente, pego minha carabina e lhe meto uma azeitona de chumbo na testa – disse Pedro para nossos acompanhantes, depois Marlon, o biólogo da expedição e em seguida o Fernando:

- Ah! E eu, convido ele pra tomar uma cervejinha. E se ele não quiser... Vai te que me encara no dente! – Disse Marlon.

- Agora já eu não! Seria melhor do que vocês dois. Perguntava pra o cara peluda de que filme ele saiu, qual seria o próximo lançamento e que eu queria ser mocinho na cena que salvava a donzela em perigo das garras do Guatinchara! – Completou Fernando.

Nicolas ainda faz uma gracinha com a cara de Muapi e também com a minha:

- Gente! Vamo tomá cuidado com o Carlos. Ele é jornalista e jogador de RPG... Ele deve acreditá nesses trem também. Já q é fã d histórias do tipo.

Eu então retruco a Nicolas:

- Eu não acredito nesses trem não cara! Sou cético cara, pelo menos nessa parte d faz d conta e em muitas outras coisas também.
Nicolas toma a palavra de novo:

- E o Muapi! Ele deve ser uma pantera cor d rosa. Ele também acredita nessas coisas.
Muapi ficou tão bravo, que deu um soco na cara de Nicolas que caiu no chão. Muapi segurando ele pela camisa ainda dá um aviso:

- Se eu fosse um Guatinchara, saiba que eu ia te rasgar bucho e botar suas tripas pra fora! Agora pede disculpas, que eu não levo desaforo pra casa!

- Calma Muapi! Desculpa então! Eu tava só brincando seu isquentadinho!

Eu me intrometo no meio e falo pra Muapi:

- Muapi! Deixa ele. Cara ele só tava brincando, não precisava fazer isso meu.
Muapi se acalmou, deixou o Nicolas e disse com cara de desgosto:

- Eu não ergo a mão pra ninguém. Mas amo tanto as culturas indígenas, que se alguém falar mal, ficar tirando chacota de uma tribo é arrasar com minha vida.
Depois, até o Jorje resolve defender Muapi:

- Nicolas você devia respeitar mais os sentimentos dos outros cara. Mas não! Sabendo que o Muapi se irrita facilmente, foi curtir com a cara dele.
Nicolas retruca com desgosto:

- Não! Eu vou durmir! Cês sai fora da minha frente!
Nicolas irritado foi dormir em sua barraca, então o Jorje se levantou querendo nos dar um aviso: (DESLINGUIÇO)

- Bem feito pra ele mesmo! Esse cara é muito xato, sempre fazendo graça com a cara dos outros, isso é irritante! Com os outros ele não dá nenhuma afrochadinha! Agora com você não Muapi... Ficou caladinho e foi embora. Mas vamos combinar outra coisa, quem irá vigiar o acampamento? Já são nove horas, temos que durmir muito, amanhã será um dia longo e não devemos nos cansar. Mas alguns teram de ficar acordados para vigiar o acampamento. Ta rolando porae boatos d índios, bandidos, revolucionários metidos as Farc, q atacam expedições fazendo emboscadas a noite nos acampamentos, quem se habilita?

Eu não imaginava q corríamos esse perigo, levantei meu braço e falei pra Jorje que sim e perguntei quem mais viria comigo:

- Eu! Posso ficar acordado a noite inteira se for necessário... Se alguém mais vier comigo. Quem topa? Outra coisa que me lembrei, se deixarmos o fogo aceso, nenhum animal virá.

Nesse momento, Jorje responde:

- Isso não tá adiantando aqui não, ouvi casos de acampamentos atacados por onças e outros animais por aqui e índios também. Se tiver de haver ataque, vai haver mesmo. E não precisa ficar acordado à noite inteira, não é necessário, nós podemos ficar revezando de duas em duas horas. Chamo outros três companheiros.

- Tá bom, num com sono mesmo.

- Eu também me habilito a ficar acordado esse tempo. – disse Marlon, em seguida Muapi que também se apresentou e Jorje dá um ultimo recado:

- Boa noite pra vocês então. Me chamem, daqui duas horas, não esqueçam de pegar as armas lá no barco.

Então nós pegamos as armas no nosso barco, passamos um repelente no corpo, pegamos cada um uma lanterna e nos posicionamos cada um em um local do acampamento.
Os outros foram dormir em suas barracas e redes penduradas nas árvores, eu me escorei em uma árvore e fiquei vendo a noite passar. Ouvindo aqueles insetos e prestando atenção no que se passava naquela noite. O tempo foi passando, já me dava sono, olhei no relógio e vi que faltava quinze minutos para o nosso tempo acabar. Foi justo aquela hora, que eu comecei ficar com sono. Tentava ficar de olhos abertos, mas não conseguia, não agüentei e apaguei naquele momento. Escureceu tudo, comecei à sonhar com um índio velho perto de uma onça pintada. Estávamos num lugar lindo com uma cachoeira encantadora dentro dela uma caverna, árvores para todos os lados. Uma paisagem tão bela, que eu nunca tinha visto antes para fotografar. Ouvia os cantos dos pássaros e admirava o que escutava.

O índio misterioso estava olhando para mim do outro lado da margem do rio, então ele começou à andar por cima d’água naquele rio de uma largura de mais ou menos trinta metros, a onça também o acompanhava. Eles não se afundavam e quando chegaram no meio do rio, o índio me chamava com suas mãos me dizendo:

- Venha! Não tenha medo. Você pode andar na água também.

Então eu botei o pé na água e vi que ela estava me sustentando, botei o outro, estava em pé em cima d’água, fiquei confiante e comecei à andar em cima dela também. Cheguei perto do índio e ele começou a andar para o lado da cachoeira. Fazia um sinal me chamando e então eu comecei à segui-lo.

Quando nós chegávamos perto da cachoeira, nela então se abriu uma passagem com a força do vento, entramos sem nos molhar numa caverna. Olhei pra trás e se fechou novamente, estávamos próximos uns dos outros, então o índio parou, olhou para mim e disse:

- Você é digno de receber esse novo dom. Ficará confuso por um tempo com que irá lhe acontecer, mas garanto q não vai se arrepender.
Daí. Surge do nada uma onça parda q correu em minha direção, pulou direto com o intuito de me acertar o peito, botei as mãos na minha frente e a vi entrando no meu corpo como se fosse um espírito. Caí e comecei a me retorcer e rasgar minhas vestias no chão, meu corpo começou a sofrer uma metamorfose... Me deixando meio aos farrapos, transformei-me em um homem onça-parda com mais de dois metros. Levantei olhando para cima com os olhos arregalados e dei um rugido enorme, depois tudo escureceu.

Passou um certo tempo daquele cochilo, já estava acordando daquele sonho estranho. Comecei a sentir meu corpo esquentando! Algo vinha me incomodando, tentava abrir os olhos mas não conseguia, parecia que eu estava inchando. Que todos meus ossos estavam tomando uma forma estranha, esticando-se mais e engrossando também. Tentava a todo custo abrir meus olhos, parecia estar tendo ainda um pesadelo... Finalmente, eu os abri e vi meu companheiro que me perguntava apavorado:

- O que está acontecendo com você!?
Caí de joelhos no chão, olhei minhas mãos, vi elas em forma de garras e elas estavam negras por causa da escuridão... Olho pra meu companheiro e ele está com sua arma apontada para minha cabeça.(A.12) Na hora que ia puxar o gatilho... Dou-lhe uma fintada, pego-lhe pelo braço enfiando minhas garras em sua carne. Ele atira para o rumo do chão, solta na hora a arma, dá um grito de dor. Nisso ele já leva outra garrada em sua garganta, arranquei o braço dele e joguei bem longe, foi parar bem no meio do acampamento.

Os outros apavorados, saem de suas barracas e de suas redes, com pistolas e seus rifles, me escondo no meio da escuridão. Começo à agir por instintos, sem saber por que? Vejo todos se pondo em prontidão, olhando para todos os lados. Senti uma vontade imensa de matar alguém, saí do meio daquelas moitas e fui direto dando garradas no primeiro que via pela frente. Uns três que estavam perto de mim, nem tiveram tempo de reagir, com três garradas foi o suficiente para matá-los.
Os que viram aquilo, começaram a atirar contra mim. Mas não me pegavam, eu estava me movendo muito rápido, até via as balas saindo rapidamente de suas armas. Meus reflexos estavam incríveis! Entrei de novo na escuridão e conseguia vê-los em uma cor de preto e amarelo, com várias tonalidades. Um deles começa a correr desesperado e meu instinto assassino me guiava até ele, lhe rasgo as costas, numa pancada ele já cai dilacerado e morto no chão. Os outros que estão próximos de mim, tentam apavorados me acertar, mas não tiveram tempo nem de mirar em minha direção. Os peguei de surpresa, tiveram um triste fim como seus companheiros, comecei a matá-los um por um. Eu dilacerava seus corpos, só sobrava-se membros mutilados e eu sem entender por que matava meus companheiros? Agia como um animal feroz, não me sentia feliz com a morte deles, cada milésimo que se passava, mais sede de sangue me dava, mais eu matava. Parecia que estava num pesadelo que não acabava mais, mas o que menos esperava é que eu tinha razão.

Do nada eu acordo deitado numa cama de hospital, me perguntando por que estava ali? Nunca tive um sonho mais doido do que esse, sem saber o que se passava no momento e ainda com uma paranóia de que aquilo realmente tinha acontecido. Não sabia me dizer se aquilo tinha sido real ou pura fantasia, mas me sentia com o corpo cansado.
Afinal de contas o que aconteceu comigo? Que loucura é essa? Será que isso não é só mais um pesadelo? Ou eu que estou ficando louco?

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