quinta-feira, 1 de maio de 2008

Mais um conto meu das antigas...



OBS: C lê do jeito q tae mesmo. Porque hoje to com preguiça d corrigir erros d portugûês ou d digitação. Bem q o dia q estou postando esse conto hoje. Pode bão ser hoje pra vc a nãos er q vc leia ele exatamente hoje. De repente você deve estar lendo ele antes... Quer dizer. Depois deu já te-lo postado... A caralho!!!! Leia logo vai! Eu sei q c quer isso.

Casulo de ódio

Parte.1

- Senhor Israel Fagundes. Estamos aqui juntos a procura de uma solução. Quando vc foi transferido da ala 22 pra ala 27 da cidade prisão, foi por motivos d insanidade mental. Ouvi a versão da polícia sobre sua história fantástica, mas concerteza, a fatos não esclarecidos, detalhes q o senhor pode me contar se quiser, para q possa ser a solução para seu trauma.
- Não acredito q possa haver solução senhor Tales. Mas irei lhe narrar como fui me transformar nesse monstro q me tornei hoje.

Tive uma vida normal, nasci numa família espírita de classe média alta. Minha mãe era negra e meu pai filho de uma índia do Xingu e um branco, tinha dois irmãos também, éramos uma família feliz. Mas aqueles desgraçados me tiraram tudo q eu mais amava, começando por Luma e depois veio minha família. Tentaram me matar, mas eu escapei e aqueles desgraçados tiveram o q merecia. Eis como tudo começou. Eu conheci Luma com meus 17 anos no curso preparatório para o vestibular de Marabá em q fazia de manhã. Era meu primeiro dia de curso, queria prestar para direito, quando eu tinha me sentado na primeira fila. Vi aquela mulata com mais de 1.70cm, usava calça jeans justa e uma camisa baby-luc q dexava linda, tinha olhos verdes, corpo esbelto, seios fartos e uma bunda bem proporcional e cochas grossas. Era uma deuza, não era o único q olhava pra ela, todo garotos da sala também a secavam. No começo, todos deram em cima dela, mas eu era muito tímido e duvido muito q ela notasse, um magrelo d 1.90cm, aparelho nos dentes com óculos e com um cabelo meio grande e encaracolado, preso por uma diadema. Tinha a aparência de nerd, mas não era muito inteligente. Só com 4 anos falei minha primeira palavra, custei a aprender a ler e escrever. Nunca bombei, ma custei a terminar o segundo grau, não me dava bem com ciências exatas, apesar disso era exepcional em posrtuguês e redação, lia muito e escrevia num jornal da escola. Nunca fui bom em nenhum esporte. Fazia duas semanas q estava no curso, foi quando fiz uma redação q a professora nos passou como trabalho. O tema era: A melhor forma de acabar com desmatamento. Sempre fui preucupado com a natureza. Fiz uma redação, q foi considerada a melhor da sala, depois veio a redação de Luma. A professora leu as três melhores redações d todos seu alunos d todas as salas q dava aula. Depois q chegou o intervalo, estava comendo meu sanduíche e tomando um suco. Foi quando ela se sentou no mesmo banco q estava. Ela olhou pra mim sorrindo e falou:
-Oi.
Eu estava com o suco descendo pela boca e engasguei na hora quando ela me dirigiu a palavra. Voltei a me recompor e olhei pra ela q estava rindo.
-Oi... - disse a olhando espantado.
-Vc está bem agora? – disse ela sorrindo.
-Sim.
-Vc se chama Israel num é.
-É... É sim...
-Sou Luma.
-Sim eu sei...
Foi aí q começou uma amizade, ela sempre puxava assunto e nós falávamos de muitas coisas q tínhamos em comum. A leitura e o gosto de escrever era uma delas, mas era bem diferente de mim, jogava vôlei, era extrovertida. Gostava de axé e hip hop e trance enquanto eu ouvia MPB e curtia new age e rock. Durante pouco mais d 3 meses, viramos muito amigos. Sempre voltávamos do curso juntos e saíamos juntos também. Não tinha muita amizade com os homens da minha turma, foi através de Luma q comecei a fazer amigos, melhor dizendo amigas. Luma sempre dizia coisa boas a meu respeito para suas amigas. Elas me adoravam, teve duas delas q cheguei a ficar, mas nunca tive nada sério com elas, era apaixonado por Luma, mas nunca tive coragem pra me declarar. Um dia quando voltávamos a pé e abraçados depois do curso passávamos por um bar. Foi quando parou uma Pagero atrás de nós q nos surpreendeu. Olhamos pra trás, Luma ficou assustada, quando desceu um homem forte e loiro de cabelos ao estilo militar, um poco mais baixo q eu, desceu junto também mais outros três marombeiros de cabeça raspada q nos fitavam de braços cruzado, Luma falou espantada:
-Lúcio!
-Q q c tava fazendo abraçado com esse varapau! – dizia ele me olhando com fúria.
-Não tenho q t dar satisfação nenhuma, não estamos mais juntos!
-Eu q decido se estamos ou não mais juntos! – gritou ele mais alto.
Quis interferir na discurssão, meu coração batia acelerado, foi quando procurei dizer na maior calma:
-Calma rapaz, a Luma...
-Cala boca rapa! Ou t enfio a mão na oreia! – disse ele me apontando o dedo bem perto meu nariz.
-Eu não posso permitir essa...
Recebi um soco no olho tão forte q cai no chão, quando fui tentar me levantar ainda recebi um chute nas custelas. Estava já me recompondo quando vi aquele homem a puxando pelo braço contra a sua vontade. Meio atordoado me levantei e quando ele estava de costas pra mim lhe acertei um canga leitão na nuca. Ele soltou o braço de Luma. Os outros vieram pra meu rumo enquanto ele se virava para trás. Luma foi correndo e eu ia atrás dela, mas fui puxado pela camisa e caí de costas no chão, foi quando os quatro começaram a me espancar. Recebi chutes na cabeça, nas custelas, no nariz. Foi quando olhei pra cima e vi dois pés caindo em cima de minha cabeça. Nessa hora não vi mais nada. Foi quando comecei a ouvir a voz de Luma, ela chorava e aos poucos sua voz distanciava. Foi quando acordei, do nada numa cama de um hospital. Meus pais estavam ao meu lado. Minha mãe segurava minha mão, meu pai sorria. Ela perguntou aflita:
-Filho! Vc está bem!?
Olhei-a espantado e confirmei com um gesto de positivo com a cabeça afirmei q sim. Meu pai logo disse:
- Vc estava tendo pesadelos todos os dias q esteve em coma, gritava e chorava durmindo quase todo tempo, os infermeiros tinham de lhe dar uma enjeção para durmir. Isso com muito custo, pois vc esperneava e os socava lhes chutava com violência.
-Quanto tempo estive em coma!?
-Por 66 dias.
-Em q mês estamos?
-Junho meu filho – disse minha mãe. – Vc passou por 3 cirurgias, seu crânio era mais fácil dizer o não estava quebrado do q o q não estava.
Passei a mão na minha cabeça e vi q ela tinha sido raspada e sentia as cicatrizes de onde tinha sido cortado.
-Vc tb tinha 3 custelas quebradas.- continuou meu pais
-É um milagre q vc tenha sobrevivido, ficamos orando por vc o tempo todo. Graças a Deus está vivo! – disse meu pai sorrindo.
-Luma vinha t visitar todos os dias e ficava falando com vc, ela chorou muito segurando suas mãos. – disse minha mãe.
Sorri naquele momento, saber q Luma me vistará todos os dias me confortava bastante. Meus irmãos Rafael e Miguel chegaram. Miguel, meu irmão mais velho foi o primero a falar:
-E aí mano, como é q tá?
-Melhor agora.
-Nós ainda vamos dar um jeito naqueles canalhas! – disse Rafael, meu irmão mais novo.
Me lembrei daqueles desgraçados, minha cara fechou na hora, depois comecei a chorar. Minha mãe e meus irmãos logo me confortaram. No mesmo dia recebi alta, estava mais magro do q era, tive de fazer um certo esforço pra chegar a nossa camionete. Quando cheguei em casa logo me deitei na cama, só levantava para comer e fazer minhas necessidades básicas. Era final de junho, meus colegas estavam entrando de férias, recebi várias visitas de amigos, parentes e colegas de salas, de professores também. Passei as férias adiquirindo peso e sendo cuidado por meus pais e meus irmãos. Mas foi no final de julho q fiquei bem feliz. Pois tinha chegado em meu quarto Luma, q sorria quando me olhava, lhe retribuí da mesma forma. Ela começou a dizer:
-Ainda bem q vc está bem Israel. Fiquei muito preucupada com vc esse tempo todo. Todo dia q podia t visitava.
-Estou bem agora. Mas enquanto aquele seu ex-namorado ciumento? Voltou a t importunar? O q houve com ele?
-Ele não irá mais lhe importunar. Foi internado numa clínica de recuperação para viciados em drogas duas semanas depois do q aconteceu. Foi por causa disso q tínhamos terminado a um a dois anos atrás, ele sempre me perseguia, acabei me mudando de Belém pra Marabá, mas ele descobriu onde morava e depois foi pra Marabá também, tinha chegado lá a dois dias.
-Mas o q aconteceu com ele? E o q aconteceu com o resto?
-Nada... Pensei q seus pais tinham lhe contado q o ocorreu...
Foi nesse momento q me lembrei q nunca tinha perguntado isso a eles, meu pai era advogado. O q será q fez a respeito? Foi quando meu pai entrou no meu quarto começou a comentar:
-Não pude fazer nada filho, desculpe não poder ter t contado antes.
-Pq ele não foi preso.
-Foi sua primeira ocorrência. Era réu primário e seu pai é um político rico e influente em Belém, não foi difícil pra ele se safar dessa.
-Mas agora tudo ficará bem Israel.– disse Luma – Ele não vai sair tão cedo da clínica, ficará no mínimo seis meses.






Parte.2

Recuperei meu peso normal, pude voltar ao curso preparatório. O q sentia falta de mim era do meu cabelo grande, mas o q podia fazer... Deixar ele crescer de novo. Quando entrei na minha sala fui aplaudido e comprimentado por todos da sala. Luma me deu um forte abraço e um beijo no rosto. Me sentia feliz por isso tudo, acabei fazendo muitos amigos no cursinho. Foi um dia normal de aula, foi nesse dia também q me aconteceu a coisa mais feliz da minha vida. Voltávamos do curso pra casa, mas dessa vez íamos de carro, ela já tinha terminado o curso de direção e recebido a carteira d motorista, Luma era mais velha do q eu alguns meses, já tinha 18 anos. Ainda pensava, naquele acontecimento desagradável q me acontecera quando voltava a pé com ela. Naquele dia resolvemos parar numa sorveteria. Depois fomos nos sentar numa pracinha, no banquinho vimos q quase não tinha movimento, ficamos converssando, olhávamos muito um pro outro e nos tocávamos direto. Foi quando Luma começou a rir tanto q deixou cair um pouco de sorvete em sua calça, logo ela exclamou:
-Ai! Droga. – disse ela sorrindo – me melequei toda...
-Deixa eu limpá. – já estava rasgando uma folha do meu fichário e passando na perna dela – Pronto...
Foi quando terminei q olhamos olho no olho, ficamos uns 10 segundos nos olhando e calados, ela disse:
-Vc não vai fazer nada?
-Fazer o q?
-Ah! Deixa q eu faço então.
Ela encostou seus lábios nos meus e então começamos a nos beijar, nossas línguas se juntaram, foi um longo beijo então fui abraça-la enquanto a beijava, mas tinha me esquecido de um detalhe, eu ainda estava com o sorvete na mão, acabou q nós dois nos sujamos. Pois o sorvete de casquinha q estava na minha mão, estava no meio de nosos peitos q se chocavam, paramos na hora e começamos a rir convulsivamente! E finalmente pude mostrar melhor, meus dentes corrigidos depois de ter tirado o aparelho. Depois fomos pra casa de mãos dadas. Foi nesse dia q começamos a namorar. Quando o pessoal do curso ficou sabendo, nós éramos rodeados de gente. Meus colegas faziam comentários indiscretos do tipo como: “Mando bem cara! A moça é uma deuza grega!” “Cara de sorte! Todo mundo queria pegar ela! Realmente não sei o q ela viu num cara magrelão igual vc!” “Rapaz! C já conseguiu o amor dela! Agora vamos ver se vc consegue a segunda fase, q é leva ela pra cama!” Esse ultimo comentário q seu citei q me fez ficar pensativo, sentia muito tesão por Luma, me perguntava quando seria nossa primeira vez. Essa primeira vez aconteceu, foi quando voltávamos de carro do cinema. Como minha casa era a dois quarteirões da casa dela, ela poderia guardar o carro e em seguida eu iria a pé pra casa. Foi quando a beijei e já ia me dispedindo, ela segurou meu braço e me puxou pra dentro, não tinha ninguém em casa, só ela. Começamos a nos beijar, ela começou a tirar minha camisa e a beijar meu peito, subimos pro andar de cima do seu sobradinho, foi quando chegamos no seu quarto. Ela me deitou na cama, tirou sua blusa apertada, eu vi aqueles seios volumosos e duros. Ela estava em cima de mim, se debruçou sobre mim e começou a me beijar, foi então q eu me virei por cima dela e comecei a lhe tirar a calça, ela me ajudou, foi quando vi aquela calcinha vermelha. Logo a tinha tirado e comecei a chupar sua genitália. Ela gemia de prazer e forçava minha cabeça contra sua genitália. Logo ela teve um orgasmo, foi quando tirei minha calça e minha cueca, depois comecei a penetrá-la. Levantei sua perna e as firmei nos meus braços, fui penetrando cada vez mais rápido. Naquela noite fizemos amor selvagem, quando terminávamos estávamos sorrindo e olhando um pro outro. Ela me disse logo em seguida:
-Vc foi ótimo.
-Obrigado.
-Vc ainda era virgem num era.
-Era sim. Era...
Nos beijamos outra vez, foi quando olhei o relógio no meu pulso e vi q se passará pouco mais de uma hora desde q chegamos. Exclamei assustado:
-Meus pais! Eles devem estar preucupados! Vou ter q ir pra casa!
-Tome um banho primeiro. Vou na cozinha pegar algo pra bebermos.
Não tinha preça, entrei no banheiro do quarto dela, tomei um banho de cinco minutos. Lá dentro mesmo coloquei minhas calças, lembrei q tinha deixado meus sapatos e camisa perto da cama, quando abri a porta do banheiro e já estava saindo, senti uma pancada forte na nuca, cai desacordado. Quando acordei meio atordoado ainda, estava amarrado a uma cadeira. Lá estava aquele desgraçado de novo, era o ex-namorado da Luma. Logo Indaguei:
-Vc não devia estar na clínica de recuperação!?
-Devia, mas tenho dinheiro, por isso mando em todo mundo.
Ele então me deu um soco na cara, foi quando olhei pros lados procurando por Luma, foi quando a vi de pé, perto da sendo segurada por outros três comparsas daquele desgraçado, ele olhou pra Luma q estava aterrorizada e chorando, tinha na sua boca um pano amarrado pra q não gritasse. Ele pegou seu 38 e começou a passar no seu pescoço e a descer o cano do revolver pelos seus seios. Afastou a camisola dela começou a lhe beijar os seios. Irritado exclamei:
-Deixa ela em paz seu desgraçado!
Ele veio em minha direção e me acertou uma coronhada no rosto e começou a falar alto:
-Como vc foi me trocar por um varapau como esse!
Luma começou a chorar enquanto ele dizia:
-Mas hoje vc vai aprender a lição sua vagabunda!
Os comparsas dele a jogaram na cama e a seguravam, ela tentava a todo custo se soltar, mas por mais q chutasse, eles a seguravam. Foi quando comecei a ver a cena mais terrível de minha vida. Aquele desgraçado foi o primeiro q começou a estrupá-la. Eu não suportava ver aquele nojento em cima dela a violando. Não podia gritar, porque um de seus comparsas estava apontando uma outra arma pra minha cabeça. Só murmurava e chorava.
-Não façam isso com ela...
Não podia sair da cadeira, pois meus pés também estavam amarrados, meu choro começou a virar raiva.
-Soltem ela seus desgraçados!
Tomei uma pancada na cabeça.
-Se vc gritar eu estoro sua cabeça.- disse um dos comparssas q logo amarrou minha boca com minha camisa.
Fui forçado a ver aqueles animais a estruparem, ouvia os gemidos d desespero de Luma, comecei a chorar muito e sentia raiva de mim mesmo pela impotência minha d não poder fazer nada. Foi quando aquele desgraçado q era o ex-namorado de Luma começou seu plano, colocou uma luva hospitalar na sua mão direita e pegou uma pistola. Pegou logo em seguida um travesseiro, colocou-o por cima da cabeça dela e atirou. Quando vi aquilo chorei mais ainda, ele chegou perto de mim e começou a dizer:
-Mas não fui eu q matei essa vagabunda. Foi vc q fez essa atrocidade e logo em seguida se suicidou.
Ele colocou a arma acima do meu ouvido e atirou. Vi em câmera-lenta as coisas quando eu caía. Só conseguia me lembrar do rosto de Luma. Tudo começou a se apagar diante dos meus olhos então, vi toda minha vida naquela fração de segundos, quando tudo finalmente escureceu.




Parte.3

Derrepente me via na frente de um moreno da minha altura e de físico atlético, cabelos espetados como espinhos e raspados nas laterais fazendo um moiocano mais largo q o normal e um cavanhaque bem cerrado. Estávamos dentro de uma sala oval escura q mais parecia uma masmorra, iluminada por tochas. Ele estava de calças jeans e sem camisa, mostrando uma tatuagem tribal q cubria seu peito e parte dos seus ombros, era o desenho q parecia-se com a cara de um demônio e os chifres estavam desenhados até seus ombros. Ele me deu um soco e cai, quando me pus de pé ele gritou:
-Já estou cansado de suas idiotices, sempre bonzinho demais! Deixando os outros t humilhar! Quando vc vai começar a reagir! – falava me apontando o dedo.
Lembrei-me na hora como era sempre o cara marcado na escola q todo mundo zuava e me humilhava e apanhava de todo mundo ou ficava calado pra não apanhar.
Derrepente ele partiu para cima de mim e começou a me aplicar uma seqüência de socos, tomei um no queixo e cai, comecei a receber chutes na custela, foi quando comecei a ficar com uma raiva descontrolada, quando me levantei e comecei a enfrenta-lo. Via o rosto de Luma em minha mente q gritava apavorada e chorava naquele instante, isso me deu mais força para lutar. A cada golpe q lhe dava, recebia seis em troca, caía mas me levantava. Os seus socos e chutes passaram a diminuir, estávamos nos emquilibrando em número de pancadas. Foi uma troca de socos e chutes q parecia uma eternidade. Não sentia dor e mesmo assim continuava o enfrentando, nós dois começamos a sangrar muito, não sei d onde tirei tanta força do meu corpo raquítico pra machuca-lo. Foi quando ele parou me olhou fixamente nos olhos. Disse logo em seguida, mostrando um sorriso com sangue gotejando da boca e escorrendo pelo seu peito com corte nas duas sobrancelhas:
-Muito bem Israel! Parece q vc aprendeu. Agora vá atrás deles!
Acordei de súbito e estava com arma na minha mão, puis a mão na minha cabeça e sentia o ferimento, q não sangrava espantosamente! , olhei minha mão e não tinha sangue, a arma joguei de lado, depois q me levantei daquela possa d sangue e vi o corpo de Luma, em volta de sua cabeça estava enssopado de sangue o colchão. Eu não entedia como uma bala q atravessou minha cabeça ainda tinha me deixado vivo, esse fato me espantava muito. Tentei olhar pra Luma d novo, mas não tive mais coragem de olhá-la, já era altas horas da madrugada, foi quando ouvi uma voz na minha cabeça: “Vá pra o bar, vc sabe qual, aquele bar.” Me veio em mente logo em seguida a nítida imagem do bar em q tinha sido espancado por aqueles canalhas. Fiquei possuído de ódio e sai correndo da casa de Luma. Estava tão rápido q via tudo ao meu redor ficando pra trás como se estivessem passando entre eles um jato. Não demorou muito avistei o bar, lá estavam os quatro sentados tomando cerveja, quando Lúcio percebeu minha presença, os outros logo também perceberam todos olharam pra mim com seus rostos pálidos q mais pareciam fantasmas. Lúcio se levantou e exclamou:
-Pensei q estava morto! – disse assustado
-Eu também. – disse sorrindo cinicamente e virando meu rosto pra ele ver o buraco do tiro.
Estava a 3 metros de distância dele, num movimento rápido dei dois passos largos e lhe acertei um soco na boca do estômago q o arremessou 4 metros em cima da mesa de outro clientes. Quando percebi q os canalhas já sacavam a armas pra me matar, puxei a arma do primeiro q tentou mirar a na minha cabeça, tive um alerta na minha mente q uma bala iria me acertar pelas costas, me agachei e vi o dois tiros pegando no homem q desarmara, logo em seguida me virei e dei um salto de lado ficando deitado no ar e acertei dois tiros certeiros na cabeça de cada um deles, via tudo em câmera lenta quando fazia isso. Deitado no chão, percebi q a Pagero estava começando a se afastar, foi aí q aconteceu a cena mais surpreendente nesse momento. Me levantei rapidamente e comecei a correr numa velocidade incrível, descarreguei os tiros no vidro trazeiro q se estilhaçou todo, corri mais ainda até ficar ao lado da porta dos passageiro, quando a abri e pulei pra dentro do carro em movimento. Ele me olhou assustado, tentou puxar a arma, mas recebeu um soco no rosto, nesse momento o carro se descontrolou, como estávamos passando numa ponte, o carro quebrou a mureta e caímos no rio, tudo se apagou de novo na minha visão. Abri os olhos novamente e estava numa cama d hospital novamente, o guarda q estava lá acordou e me olhou espantado, logo avisou os médico q vieram. Eram um homem e uma mulher, logo o médico começou a dizer:
-É um milgare q vc esteja vivo meu rapaz, não sei como irá ficar depois d entrar em alta, pelo menos as sequelas vão facilitar seu julgamento. Fizemos uma cirurgia na sua cabeça, colocamos no buraco q atingiu sua cabeça q destruiu parte da sua massa encefálica q ficava na parte mais baixa do cérebro, no lugar dos buracos colocamos placas titânio e na parte danificada do cérebro enchemos com uma massa especial q contém células troncos q podem vir a fazer seu cérebro voltar ao normal. Pode se dizer q metade bala raspou o chaci do seu cérebro. Ainda pode ter consciência do q estamos falando. Mas não sabemos q seqüelas terá, temporariamente, é claro, já q a cirurgia tem muito sucesso depois q foi inventada, logo vai ser preso e condenado como um preso normal.
Lhe disse em seguida:
- Pelo menos ainda posso falar normalmente, ainda não sinto meu corpo por causa da anestesia.
- Talvez não o sinta mesmo depois do efeito, alguma parte dos seus movimentos devem ter sido prejudicadas, uma fiisoterapia pode ajuda-lo com o tempo. Quando comecei a abrir os olhos estava saindo de uma cela individual e sendo levado por dois policiais até a sala do delegado, me sentei no banco. O delegado começou a falar:
-Senhor Israel, vc é acusado de estupro seguido de homicídio da jovem Luma Sandernéli Gonçalves.
Olhei-o atônito o q dizia, ele continuava:
-Acusado também d matar 3 homens e de tentar matar Lúcio Ernandes Rodrigues.
-Matei aqueles homens e tentei matar Lúcio. Mas eu não estuprei Luma.
-Achamos seu semêm em luma, sinal de espancamento, sangue dela em sua camisa e suas digitais na arma do crime.
-Não! Foram eles q a estupraram, por isso fui mata-los!
-Segundo a versão q recebi de Lúcio, era de q Luma estava terminando o namoro com vc e pretendia voltar pra ele naquela noite como ela não chegara ao encontro e Lúcio não conseguia ligar pra ela, concluímos q vc chegou e a impediu de sair de casa, a estuprou descobriu por ela onde estava o namorado com q ela tinha voltado, a matou e em seguida foi a procura dele e cometeu os homicídios e tentou matar Lúcio.
-Isso é mentira! – disse me levantando da cadeira – Eles armaram tudo contra mim!
Os policiais então me seguraram e me forçaram a sentar. O delegado continuou:
-Hahaha! Senhor Israel, será julgado em como adulto, já q a lei foi reformulada no ano de 2012 era de q a maior idade criminal seria de 16 anos. Vc será julgado em Belém, onde está a prisão estadual para qual será transferido.
-Não! Vcs estão cometendo um erro!
Os guardas me levaram pra cela, no outro dia, minha mãe e meu pai me visitaram, contei toda a história sem omitir um único detalhe, exeto o de q tinha ressucitado, em vez disso contei q eles tinham me acertado uma coronhada na cabeça pra desmaiar. Eles pensaram q eu estava louco, a versão q haviam lhes contado foi de q todos amigos de Lúcio e ele estavam desarmados. Minha mãe chorava e lamentava, era a única q acreditava em mim, meu pai achava toda história embaraçosa, achava q eu devia estar sobre efeito de alguma droga pra ter feito isso e imaginar tal história. Uma semana depois fui pra Belém, entrando no fórum algemado as 19:30, via todos me olharem espantados. A família de Luma estavam lá, seu pai sua mãe, sua irmã mais nova, junto com parentes e amigos de Luma e da família, eles me fuzilavam com os olhos. Estava também a família de Lúcio, q era seu pai q me parecia ser viúvo pela ausência da mãe e alguns parentes dele q também me fuzilavam com os olhos enquanto Lúcio dava um sorriso cínico olhando pra mim. O veredicto não podia ser outro, fui considerado culpado, a versão de Lúcio foi aceita, não tive como me defender, todas as provas iam contra mim. Quando comecei a passar pelo corredor sendo levado por dois policiais, vi o rosto daquele desgraçado olhando pra mim e rindo, ele estava na cadeira q ficava ao lado do corredor. Não suportei aquela humilhação, consegui empurrar os guardas e tirar um da revolver bainha de um dos policiais. Numa ação rápida mirei pra Lúcio e dei 3 tiros, q lhe acertaram no peito no estômago e na cabeça. Vi com satisfação seu corpo tombando no chão, os policiais me deram cacetadas nas custelas na cabeça e na panturrilha da perna pra abaixasse, soltei a arma no chão logo eles me imobilizaram e voltaram a me levar pro camburão. Nisso vi os olhos do pai de Lúcio q o tinha em seus braços e olhava furioso pra mim e gritou:
-Vc vai pagar caro por isso rapaz!
Entrei na viatura sorrindo por ter me vingado daquele desgraçado, nem me importava se seria morto depois a mando do pai daquele desgraçado ou por qualquer outro prisioneiro da prisão. Quando cheguei lá eram 21 horas, entrando no corredor acompanhado de agentes carcerários, o silêncio na prisão era total, mas todos olhavam pra mim sérios. Observando como era as celas, vi q tinham cerca de 10 quadriliches cada uma,(4 camas sobrepostas sobre a outra) sorte minha q estava no ano de 2025 e prisão super-lotadas no Brasil eram raridades eles me mostraram a cama e tiraram minhas algemas. Eles então me entregaram umas botas de burraxa para q calçasse descalço, quando as coloquei. Não eram botas de borracha comum, tinha uma liga metálica q passavam dos tornozelos 5cm. Nesses 5cm de liga metálica, q tinha como peculiaridade uma trava eletrônica grossa, os agentes pegaram um controle e apertaram um botão. A trava se firmou mais, não podia mais tirar a bota. Me perguntei pra q servia elas, o agente logo me respondeu:
-Essa liga metálica não pode ser cortada, nela contém um GPS, não importa pra onde vc vá, nós podemos t achar se estiver com ela. Com esse controle, podemos usar uma outra utilidade da bota, podemos t dar uma choque na potência q quisermos, caso vc venha à dar problemas.
-Não pretendo dar problemas... - disse eu.
Foi então q eu entrei na no casulo, meu casulo d ódio. Não fiquei muito tempo na prisão. Como me comportava bem os presos ficavam com inveja de mim. Acabei brigando com eles dando uma surra em alguns e agora estou aqui na ala 27. Na verdade não fiz nada d errado. Sou um mutante tipo o Wolverinie, pq na evrdaade sou imortal. Por isso q não adiantava eles me darem choque e nem me baterem nem me doparem. Fui rebelde sim, mas é q eu aprendi a não ingolir sapo. Sou humilde e me considero um cristão. Sigo a Bíblia, sigo principalmente o evangelho d Mateus. E os capítulos q mais gosto estão no capitulo 5,6,7. O 5 fala das bem aventuranças o 6 ensina como orar e jenjuar e o 7 ensina a qual Deus devemos seguir, ou o Deus do dinheiro ou a Deus. E o versículo q eu mais gosto na Bíblia está no 1°Tim, cap.2, verssículos 3 e 4. Lá diz: Isso é bom e agradável diante d Deus, o qual quer q todos se salvem e alcancem a verdade total em sua plenitude. Agora só me diz uma coisa... Vc acredita q sou imortal?
-Sim acredito...
-Sério mesmo!
-Vc deve estar com um zumbido no ouvido agora não é?
-Sim.
-Eu tb.
-E então? O q vc vai fazer agora meu caro pisicólogo Milton?
-Fazer meu relatório e t colocar no emprego melhor pra q vc saia daqui em breve, uns dois meses.
-Vc conseguiria isso pra mim?
-Claro.
-Muito obrigado doutor.
-Mais uma coisa...
-O q?
-Quer entrar na Ordem do guardião.
-Sim.
-Então lembre-se. Vc não é o q os outros falam. Vc não é o q os outros pensam. Vc não é nem mesmo o q falar ou pensa. Vc é vc pela sua atitude. Atitude d Deus é ser imortal. atitude d Cristo é curar pessoas. E isso vc já faz muito bem.
-Vc é um iluminado q desceu do céu pra me salvar.
-Vc tb é. Pois a salvação é pra todos e sem restrição d raça d etinia e de crença. Pois é isso q Deus quer, pois é isso q nós queremos.

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