quinta-feira, 1 de maio de 2008

Conto q eu ainda não terminei d escrever e q já tão a muito tempo encostado...



Nem to me preocupando pra corrigir os erros d português e gramática, quebra a cabeça e se vir apra entender, porque to com preguiça pra corrigir isso agora... Hehe...

O feiticeiro e as 12 crianças

Cidade de Muapé, Rondônia, 1966. Uma série de crimes desumanos estava acontecendo desde 1965, nos ultimos 6 meses. Cerca 12 crianças foram mortas de forma brutal, encontradas nuas e sem o coração, com indícios abuso sexual antes e depois da morte, seis meninas, seis meninos ao todo. Os pais das crianças tinham o mesmo perfil, todas crianças eram filhos únicos e tinham entre 6 a 12 anos. A polícia, não conseguia achar o culpado, o assassino em questão tratavasse de um profissional frio e calculista, por mais q procurassem, nunca achavam suas pistas. Mas sete dias depois do ultimo assassinato, a polícia recebe um telefonema pelas oito da manhã, a voz atrás da linha dizia aos choros o seguinte:
-Decidi me entregar. Vocês irão me encontrar na rua...
Foi passado o endereço e numero da casa para polícia. A polícia vai a casa do possível assassino. Chegando lá, avistam uma casa humilde, o delegado Antônio Figueiredo, q comandava a operação arromba a porta, saca sua arma e vê um homem sentado no sofá de frente para porta de cabeça baixa chorando. Cinco policiais entram em seguida, o homem é preso sem nenhuma reação. Logo depois, os perítos acham a arma do crime, uma faca e as roupas das crianças assassinadas dentro do banheiro da casa. Uma multidão se reúne em volta da casa, as pessoas olham assustadas para o homem com quem a polícia saía. Todos o conheciam pelo nome de Olívio Oliveira, um homem de seus 57 anos, cabelos grisalhos, mas uma pessoa boa, q trabalhava no asilo municipal e q tratava bem os velhinhos, nunca tinha se ouvido uma reclamação desse senhor, o assassino estava acima de qualquer suspeita.

O assassino foi levado para delegacia, no momento em q o puseram algemado e uma surpresa para o delegado quando o interrogava, esse foi dialógo:
-Bem seu canalha, pode começar me dizendo porque matou e como matou essas crianças!
-Eu não me lembro... Não sei como isso aconteceu... – dizia o Olívio chorando.
-Quem você pensa q sou! Um idiota! Quer se fazer de inocente agora!
-Eu juro q não sei como aconteceu! – gritou aos berros Olívio.
-Então como sabe q é o assassino!?
-Foi horrível quando descobri, nessa noite tive um pesadelo muito ruin, via as crianças q tinham sido mortas no meu sonho e elas diziam. “Não deixe mais sangue inocente escorrer pelas suas mãos... Não deixe...” As crianças me falavam aquilo chorando e com os rostos tristes. Acordei todo molhado de suor, minha cama estava ensopada, isso devia estar quase amanhecendo. Logo eu pensei se por acaso havia sido eu quem tinha matado as crianças, daquela hora em diante, não consegui mais dormir. Preparei um café forte e tomei um copo americano cheio. Logo fiquei pensando na possibilidade de ter sido eu o assassino das crianças. Mais uma vez ouvi as vozes das crianças, elas diziam pra mim ir no banheiro de casa e no teto acharia as provas. Fiquei um bom tempo ouvindo aquelas vozes q não saiam da minha cabeça. Elas diziam: “As provas estão no teto do banheiro... No teto do banheiro...” Não suportei mais! – dizia Olívio com lágrimas jorrando pelos olhos – Fui conferir. Quando, cheguei no banheiro e olhei para cima, tinha uma parte do forro de madeira q estava meio solto. Puxei com minha mão o pedaço de madeira, achei uma corda, comecei a puxa-la, quando a corda chegou ao fim, lá estava ela amarrada numa trouxa. Na hora q tirei a trouxa lá de cima, ela estava com manchas, de sangue e quando a abri estava a roupa das crianças q via no sonhos, todas cheias de sangue, já secos na roupa... Quando eu vi aquilo eu paralisei... As roupas eram iguais as das crianças no meu sonho... Eu fiquei chorando muito, nisso eu liguei pra polícia e me entreguei...
-Você é louco cara! Está querendo mesmo q eu acredite nessa baboseira! E o coração das crianças! O q foi q você fez com coração de cada um!? Andou os comendo!
-Nãoooo!!! Eu já disse q não sei demais nada! Ah não ser disso! Não tenho mais nada à dizer!
-Cale a boca! – grita o delegado dando um tapa no rosto de Olívio – Você não tem o direito de gritar aqui comigo! Eu q dou as ordens aqui! E você não vai pensando q irá ficar solto seu filho da puta! Mande esse cara pra o sanatório mais próximo da cidade! – diz ele se levantando e batendo com força a mão na mesa.

Os policiais por perto tratam de cumprir as ordens e levar o assassino para o sanatório mais próximo da cidade. Antes do assassino sair da sala, o delegado diz apontando o dedo para Olívio:
-Por mim eu já te mandava uma bala na sua cabeça seu desgraçado... mas como tenho q cumprir meu dever... A lei tratará de t julgar.
Nesse momento, Olívio Oliveira está em um aposento dentro do sanatório da cidade Mandurinas, a cidade fica a 30km Muapé. A porta se abre, entra então o doutor Reginaldo Dastores com mais três enfermeiros pra lhe garantir a segurança. Logo q o doutor entra na sala ele pergunta para Olívio:
-Como senhor está no momento senhor Olívio?
-No momento estou muito preucupado.
-Preucupado com q senhor Olívio.
-Com q aconteceu e com o q pode vir a acontecer. – fala Olívio sério.
-Sim o delegado me falou a respeito do q aconteceu, poderia me contar essa história, quero ouvi-la de você.
-Sim, claro, mas ainda tem uma coisa q o delegado não ouviu. Vou t contar no final da história q eu disse a ele.
-Tudo bem, seja como o senhor quiser.
Olívio diz detalhadamente para o Dastores o q tinha dito para o delegado. Dastores então fala:
-Estou impressionado com o fato. Quer dizer q você acredita estar sendo manipulado e q tem algo t dominando pra fazer todos esses atos monstrusos, mas não sabe o q aconteceu com coração das crianças. Você por a caso não teria feito nada com eles, o senhor não se lembra.
-Não.
-O senhor já imaginou o q poderia ter feito com os corações?
-Nem quero imaginar o q eu possa ter feito, é uma coisa q eu tenho muito medo de imaginar.
-Tudo bem então. Sobre o q aconteceu, não se preocupe, você não é um monstro sei q aí dentro de você tem também uma boa pessoa q quer ajudar os outros. Você só deixou um lado obscuro seu tomar conta de você, não foi culpa sua...
-Foi culpa minha sim, nunca deveria ter deixado isso acontecer, prefiro morrer do q estar vivo depois do q eu fiz.
-Não diga isso, você tem q ser tratado, você pode ter feito o q fez mas ainda é um ser humano, todo ser humano merece uma chance.
-As minhas chances nessa vida já acabaram.
-Não diga isso, você ainda as tem.
-Não, não tenho. Doutor não tenho mais o q conversar com senhor, pode retirar-se, por favor.
-Tudo bem, depois nós conversamos de novo.
O doutor Dastores assim q sai da sala se encontra com o um homem q lhe parece ser da polícia, q lhe dirige a palavra no corredor do sanatório. Ele diz o seguinte:
-Doutor Dastores. Detetive Orlando, estou aqui investigando sobre Olívio, você pode me dizer o q ele lhe disse?
-A mesma história q contou para o delegado, desconfio eu e acredito q ele deva ter feito uma ato de canibalismo e comido os corações. Isso é bastante comum entre esses tipos de assassino. E é o óbvio q pode ter acontecido, senão ele não rançaria o coração das crianças.
-Mas qual seria o motivo disso?
-Talvez um ritual do tipo satânnico q ele. Mas estranho ele não pertencia a nenhuma seita desse tipo q eu saiba.
-Ele fazia parte de uma seita q se chama União Vegetal, eles bebem um chá q chamam de ayuasca. Esse chá é alúcinogeneo.
-Conheço essa seita, estranho, geralmente os participantes dela são serenos e calmos e não são de fazer mal a ninguém.
-Amanhã quero conversar com ele sobre essa seita. Agora tenho q ir.

O tempo se passou chegou outro dia, doutor Dastores está mais uma vez na sala junto de O... Foi aqui q parei. Ainda devo terminar algum dia.

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