quinta-feira, 1 de maio de 2008

Algo q é bom os cristãos saberem

Contradições q descrençam a Bíblia e outras coisas legais q tirei da net e coisas q escrevi também.


O q vcs leram aqui, foi tirado da internet, em sua maioria, retirada d comunidades do orkut. Ezequiel 09:06- Matai velhos, mancebos e virgens, criancinhas e mulheres, até exterminá-los.

Êxodo 32:27- Então ele lhes disse: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho.

Números 31:17,18 - Agora, pois, matai todo o homem entre as crianças, e matai toda a mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele. Porém, todas as meninas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós.

Deuteronômio 20:16,17- Mas, das cidades destes povos, que o Senhor teu Deus te dá em herança, não permitirás que alguém fique vivo, mas passá-los-ás todos ao fio da espada;

Isaías 34:06- A espada do SENHOR está cheia de sangue, está engordurada da gordura do sangue de cordeiros e de bodes, da gordura dos rins de carneiros; porque o SENHOR tem sacrifício em Bozra, e grande matança na terra de Edom.

Oséias 13:16- Samária levará sobre si a sua culpa, porque se rebelou contra o seu Deus; cairá à espada; seus filhinhos serão despedaçados, e as suas mulheres grávidas serão fendidas.

Levíticos 26:27 a 29- Se nem ainda com isto me ouvirdes, mas continuardes a andar contrariamente para comigo, também eu andarei contrariamente para convosco com furor; e vos castigarei sete vezes mais, por causa dos vossos pecados. E comereis a carne de vossos filhos e a carne de vossas filhas.

Êxodo 29

O poderoso, "sábio e bondoso" criador do universo exige um bárbaro no qual, entre outras baboseiras, haveria os seguintes procedimentos:

* Pegar um novilho e dois carneiros sem defeitos - vers. 01

* Matar o novilho, por seu sangue nas pontas do altar usando os dedos e derramá-lo em redor da base do altar - vers. 11,12

* Queimar as gorduras e vísceras sobre o altar - vers. 13

* A carne, a pele e o esterco deveriam ser queimados fora do arraial; era um sacrifício pelo pecado - vers. 14

* Após essa primeira sessão sangüinolenta, deveria ser morto um carneiro, o qual também seria destrinchado e o sangue seria espalhado sobre o altar em redor - vers. 15-17;

* Queimar todo o carneiro sobre o altar, pois é um cheiro suave (:D) para o Senhor - vers. 18

* Matar o segundo carneiro, por o sangue na ponta da orelha direita de Arão, na ponta da orelha direita dos seus filhos, no dedo polegar da mão direita, no dedo polegar do pé direito e, finalmente, espalhar o resto do sangue sobre o altar (de novo?!) - vers. 20

* Pegar o óleo da unção e o SANGUE que sobre o altar e ASPERGIR sobre Arão e suas vestes e sobre os seus filhos e suas vestes (Se e não tivesse lido isso nunca acreditaria que tamanha barbaridade pudesse ser encontrada na Bíblia) - vers. 21

* Pegar a gordura, a cauda, a gordura que cobre as entranhas, o redenho do fígado, ambos os rins... etc. Pegar tudo isso e oferecer ao Senhor dando uma SACUDIDA - vers. 22-24

* Queimar o carneiro para que Deus possa sentir o cheiro suave de carne queimada - vers. 25

Se entendi bem, esse "belo" ritual deveria ser feito durante sete dias continuamente (vers. 35 e 37) para que Deus habitasse no meio deles e todos soubessem que o Senhor é o Deus - vers. 45 e 46

Detalhes de toda essa nojeira podem ser vistos em uma Bíblia próxima de você.

Esse foi um dos principais motivos por eu ter perdido a fé na bíblia.

Aparentemente em algumas passagens Deus quer que todos se salvem:

1 Tim. 2, 3-4: Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

II Pedro 3, 9: O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.


Porém em outras, ele fala explicitamente que quer mandar, e que realmente manda pessoas para o inferno:

Prov. 16, 4 O Senhor fez tudo para um fim; sim, até o ímpio para o dia do mal.

João 12, 39-40: Por isso não podiam crer, porque, como disse ainda Isaías: Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos e entendam com o coração, e se convertam, e eu os cure.

Rom. 9, 18: 18 Portanto, tem misericórdia de quem quer, e a quem quer endurece.


E a maior de todas, a que está na cara de todos os crentes, mas mesmo assim eles se recusam a enxergar:

2 Tess. 2, 11-12: 11 E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira; para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na injustiça.

O próprio Deus sadmite que fará as pessoas acreditarem na mentira, para assim poder castigá-las sem sentir peso na consciência...

Triste, muito triste saber que milhares acreditam nesse Deus carrasco e tirano, enganador e mentiroso, hipócrita e, acima de tudo, sádico ao extremo...

Engraçado, até agora o assunto rodou, rodou, rodou e não apareceu ninguém para explicar as passagens abaixo, postadas por mim no início de discussão.

I Samuel 19:9
Então o espírito maligno da parte do Senhor veio sobre Saul, estando ele sentado em sua casa, e tendo na mão a sua lança; e Davi estava tocando a harpa.

ou

1 Samuel 18.6-10

6 Voltando o exército, depois de Davi ter matado o filisteu, de todas as cidades de Israel saíam as mulheres ao encontro do rei Saul, cantando e dançando alegremente, ao som de tamborins e címbalos. 7 E enquanto dançavam, diziam umas às outras: Saul matou seus milhares, e Davi seus dez milhares. 8 Saul irritou-se em extremo, e desagradou-lhe tal coisa. Dão dez mil a Davi, disse ele, e a mim apenas mil! Só lhe falta a coroa! 9 E a partir daquele dia, Saul olhou Davi com maus olhos. 10 No dia seguinte, apoderou-se dele o mau espírito de Deus, e teve um acesso de delírio em sua casa. Como nos outros dias, Davi pôs-se a tocar a cítara..

ou ainda

I Reis 22:20-25
20 O Senhor disse: Quem seduzirá Acab, para que ele suba e pereça em Ramot de Galaad? Um disse uma coisa e outro, outra. 21 Então um espírito adiantou-se e apresentou-se diante do Senhor, dizendo: Eu irei seduzi-lo. O Senhor perguntou: De que modo? 22 Ele respondeu: Irei e serei um espírito de mentira na boca de seus profetas. - É isto, replicou o Senhor. Conseguirás seduzi-lo. Vai e faze como disseste. 23 O Senhor pôs um espírito de mentira na boca de todos os profetas aqui presentes, mas é a tua perda que o Senhor decretou. 24 Nesse momento, Sedecias, filho de Canaana, aproximou-se de Miquéias e deu-lhe uma bofetada, dizendo: Por onde saiu de mim o espírito do Senhor para falar a ti? 25 Tu o verás, respondeu Miquéias, no dia em que fores de quarto em quarto para te esconder.


Portanto a única conclusão que chegamos ao ler os versículos acima é que os espíritos malignos também tem sua origem no deus do antigo testamento...

DEUS CRIOU O MAL? 24/08/2006 17:56
Isaías 45:7 Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas.

Reflexão d um orkuteiro

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=22646546
O futuro pode ser de duas maneiras:
1- Determinado: Todos temos um destino. Esse destino não pode ser modificado, de maneira nenhuma. Não temos livre-arbítrio, pois todas as nossas ações já estão dentro desse destino pré-definido e serão como esse destino já determinou.
2- Indeterminado: O futuro está "em aberto", e depende de nossas ações. Ninguém pode prever o que alguém vai fazer com 100% de certeza, pois essa pessoa pode modificar a sua decisão até o momento que faz alguma coisa. O livre-arbítrio é completo.
Agora vamos supor a existência de um ser onisciente. Ele tem todo o conhecimento e sabe de tudo o que vai acontecer. Ele já sabe de tudo o que você faz fazer durante toda a sua vida, com 100 % de certeza, antes de você fazer.

Ou seja, o fato de existir um ser onisciente já deixa o futuro determinado. Porque, se ele pode ser previsto, ele já tem que estar determinado. E, no futuro determinado, não há livre arbítrio.
Deus é onisciente.
Logo, se há Deus, não pode haver livre arbítrio e vice-versa.

Matéria da Super Interessante.
A doutrina do deserto
História, doutrina, crença e hábitos do povo essênio.
Em 1923, o húngaro Edmond Szekely obteve permissão para pesquisar os arquivos secretos do Vaticano. Estava à procura de livros que teriam influenciado São Francisco de Assis. Curioso e encantado, vagou pelos mais de 40 quilômetros de estantes com pergaminhos e papiros milenares. Viu evangelhos nunca publicados e manuscritos originais de muitos santos e apóstolos, condenados a permanecer escondidos para sempre. De todas essas raridades, uma obra em especial lhe chamou a atenção. Era o Evangelho Essênio da Paz. O livro teria sido escrito pelo apóstolo João e narrava passagens desconhecidas da vida de Jesus Cristo, apresentado ali como o principal líder de uma seita judaica até então pouco comentada - os essênios. Szekely não perdeu tempo. Traduziu o texto e o publicou em quatro volumes. Sentindo-se traída pelo pesquisador, a Igreja o excomungou.
Não foi uma punição tão grave. Considere o que aconteceu com o reverendo inglês Gideon Ouseley. Em 1880, ele achou um manuscrito chamado O Evangelho dos Doze Santos em um monastério budista na Índia. O texto em aramaico - a língua que Jesus falava - teria sido levado para o Oriente por essênios refugiados. Ouseley ficou eufórico e saiu espalhando que tinha descoberto o verdadeiro Novo Testamento. Afirmava que a Bíblia estava incorreta, pois Cristo era um essênio que defendia a reencarnação e o vegetarianismo. Se hoje essa tese soa estranha, dizer isso na Inglaterra vitoriana do século XIX era blasfêmia da pior espécie. Resultado: os conservadores atearam fogo na casa de Ouseley e o original foi destruído.
O mistério que envolve esses dois textos e o tom místico que os descobridores deram aos seus achados acabaram manchando seu crédito diante dos historiadores. Além do mais, teorias exóticas sobre Jesus é o que não falta. Em 1970, o pesquisador inglês John Allegro, que já havia estudado os essênios, tentou provar que Jesus nunca havia existido e que teria sido uma alucinação coletiva causada pela ingestão de cogumelos. Por motivos óbvios, essa teoria não foi muito bem aceita pelos seus colegas cientistas. Segundo eles, Allegro entendia mais de cogumelos do que de Cristo.
Para os historiadores, os essênios seriam até hoje uma nota de rodapé na História se, em 1947, dois pastores beduínos não tivessem por acidente levado a uma das maiores descobertas arqueológicas do século. Escondidos em cavernas próximas ao Mar Morto, em Israel, 813 manuscritos redigidos pelos essênios entre 225 a.C. e o ano 68 da nossa era guardavam as mais antigas cópias do Antigo Testamento, calendários e textos da Bíblia. Perto das cavernas, em Qumran, estavam as ruínas de um monastério essênio e um cemitério com cerca de 1 200 esqueletos, quase todos masculinos.
O achado deu início a um longo e árduo esforço de tradução dos manuscritos por teólogos e cientistas de várias universidades no mundo. Milhares deles estavam em pedaços minúsculos, menores do que uma unha. "Hoje, 90% dos textos já foram transcritos", diz o teólogo Geza Vermes, da Universidade de Oxford, que pesquisa os manuscritos. O que já é suficiente para moldar uma imagem mais precisa da história, da doutrina, da crença e dos hábitos essênios, que ficaram séculos a fio esquecidos nas ruínas daquele monastério.
O surgimento da doutrina essênia aconteceu em tempos conturbados. Os judeus viveram sob dominação de diversos povos estrangeiros desde 587 a.C., quando Jerusalém foi devastada pelos babilônios, habitantes da atual região do Iraque. Por volta do século II a.C., o domínio era exercido pelos selêucidas, um povo grego que habitava a Síria. A cultura helenista proliferava e a tradição hebraica sofria fortes ameaças. Para recuperar o judaísmo, os israelitas acreditavam na vinda do Messias que chegaria ao final dos tempos para exterminar os infiéis e salvar os seguidores da Bíblia. A chegada do Salvador poderia se dar a qualquer instante.
Os mais ortodoxos seguiam tão à risca os preceitos religiosos e buscavam a ascese e a pureza com tal fervor que ficavam chocados com os hábitos mundanos dos gregos e a presença de leprosos, cegos, surdos e cachorros passeando pela cidade e pelos templos. Entre eles estavam os essênios. Um dia boa parte deles, liderados por um sacerdote, partiu para o Deserto da Judéia (atual Israel) para orar, meditar e estudar as leis sagradas. Longe, bem longe, de tudo o que eles consideravam impuro. Surgia assim o monastério de Qumran, uma das primeiras comunidades monásticas do Ocidente.
A região escolhida para a construção do monastério é a de menor altitude no planeta - 400 metros abaixo do nível do mar. As chuvas são raras e o mar é tão salgado que é impossível mergulhar nele, pois a enorme densidade da água mantém o banhista na superfície. Para prosperar, os bens individuais e as tarefas foram divididos entre toda a comunidade e regras de disciplina e de hierarquia foram instituídas. A presença de mulheres em Qumran, por exemplo, era proibida. Transgressões eram duramente punidas. A interpretação das leis e profecias cabia ao mestre da justiça, o mesmo sacerdote que teria guiado os essênios até Qumran. Ele era respeitado e cultuado por todos e logo virou uma entidade mítica. O guardião, por sua vez, presidia as refeições e decidia as questões a respeito da doutrina, justiça e pureza. Essa figura inspirou a formação da palavra grega "epis copus" (aquele que olha de cima), que foi a origem de "bispo".
É possível conhecer o dia-a-dia dos essênios a partir do legado do historiador judeu Flávio Josefo (37-100). Aos 16 anos, Josefo recebeu lições de um mestre essênio, com quem viveu durante três anos. Os membros da seita acordavam antes do nascer do Sol. Permaneciam em silêncio e faziam suas preces até o momento em que um mestre dividia as tarefas entre eles de acordo com a aptidão de cada um. Trabalhavam durante 5 horas em atividades como o cultivo de vegetais ou o estudo das Escrituras. Terminadas as tarefas, banhavam-se em água fria e vestiam túnicas brancas. Comiam uma refeição em absoluto silêncio, só quebrado pelas orações recitadas pelo sacerdote no início e no fim. Retiravam então a túnica branca, considerada sagrada, e retornavam ao trabalho até o pôr-do-sol. Tomavam outro banho e jantavam com a mesma cerimônia.
Os essênios tinham com o solo uma relação de devoção. Josefo conta que um dos rituais comuns deles consistia em cavar um buraco de cerca de 30 centímetros de profundidade em um lugar isolado dentro do qual se enterravam para relaxar e meditar.
Diferentemente dos demais judeus, a comunidade usava um calendário solar de 364 dias, inspirado no egípcio. O primeiro dia do ano e de cada mês caía sempre em uma quarta-feira, porque, de acordo com o Gênesis, o Sol e a Lua foram criados no quarto dia. O calendário diferente trouxe vários problemas para os essênios. Outros judeus poderiam atacar o monastério no shabbath - o dia sagrado reservado ao descanso, no qual era proibido qualquer esforço, inclusive o de se defender.
A correta observação das regras garantiria a salvação dos essênios quando chegasse o apocalipse, que seria a vitória dos puros "filhos da luz" contra os "filhos das trevas". No mundo essênio, aliás, tudo era dividido segundo uma visão maniqueísta que tornava possível até mesmo determinar quantas porções de luz e de escuridão cada um possuía. Um sectário de dedos rechonchudos, coxas grossas e cheias de pêlos teria oito porções na casa das trevas para uma de claridade. No mesmo manuscrito, um outro membro obteve um placar mais favorável. Por ter olhos negros e brilhantes, voz suave, dentes alinhados, dedos longos e canelas lisas seu espírito foi condecorado com oito partes de luz para uma de trevas. Para os essênios, a beleza do corpo também era sinal de pureza espiritual.
Graças a essa organização toda, Qumran produzia tudo de que precisava. A dieta era vegetariana. Os essênios tinham um enorme respeito pela natureza. Nenhum homem poderia sujar-se comendo qualquer criatura viva. A regra permitia uma única exceção. Eles podiam comer peixe, desde que fosse aberto vivo e tivesse seu sangue retirado. As refeições eram frugais, com legumes, azeitonas, figos, tâmaras e, principalmente, um tipo muito rústico de pão, que quase não levava fermento. Eles possuíam pomares e hortos irrigados pela água da chuva, que era recolhida em enormes cisternas e servia como bebida. Além dela, as bebidas essênias se resumiam ao suco de frutas e "vinho novo", um extrato de uva levemente fermentado. No shabbath, os sectários deveriam passar o dia inteiro em jejum. Os hábitos alimentares frugais e a vida metódica dos essênios garantiam-lhes uma vida saudável. Segundo Josefo, muitos deles teriam atingido idade extraordinariamente avançada.
A água também era canalizada para os banhos rituais, que eles tomavam duas vezes ao dia para se redimir dos pecados e das impurezas do corpo. O ritual consistia em relatar todas as faltas e então submergir. "Essa prática influenciou o batismo e a confissão dos católicos", diz a historiadora Ruth Lespel, da Universidade de São Paulo. Outro ponto em comum entre os essênios e o catolicismo seria a figura de São João Batista, o profeta que batizou Jesus Cristo. O santo promovia batismos no Rio Jordão numa região próxima a Qumran. Sua postura messiânica era muito próxima à dos essênios. Há quem acredite que, quando foi batizado, Jesus teria visitado o monastério e sido influenciado por sua doutrina.
Há outras relações entre essênios e cristãos. "Existem passagens dos Manuscritos do Mar Morto, aqueles encontrados em 1947 nas cavernas de Qumran, que soam como as do evangelho cristão", afirma James Vanderkam, da Universidade de Notre Dame, Estados Unidos. Traços da doutrina dos primeiros seguidores de Jesus - como o elogio de uma vida humilde, a proibição do divórcio e a invocação a Deus como um pai - têm ressonância na fé de Qumran. "É possível que essênios e cristãos tenham entrado em contato", diz o cônego Celso Pedro da Silva, do Mosteiro da Luz, em São Paulo.
Quanto a Jesus Cristo, apesar das descobertas e polêmicas levantadas por Ouseley e Szekely, não há nos manuscritos encontrados nas cavernas do Mar Morto uma única menção a ele. É por isso que a maioria dos pesquisadores duvida da teoria de que Jesus tenha se aproximado dos essênios. "Não existe nenhuma evidência concreta disso", diz o historiador Nachman Falbel, da USP. Para o exegeta Valmor da Silva, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Jesus pode ter recebido influência das mais diversas correntes do judaísmo, inclusive deles. "Mas não dá para garantir que ele tenha freqüentado uma de suas comunidades."
Afirmar que Jesus se alimentava apenas de vegetais é ainda mais complicado. "Eu duvido muito que Cristo tenha sido vegetariano, pois ele celebrou a páscoa judaica, que envolve alimentos como ovo, patas de cordeiro e frango", diz Vanderkam. Fernando Travi, líder da pequena igreja essênia do Brasil, tem um ponto de vista oposto ao de Vanderkam. "Cristo pregava o amor a todos os seres vivos e não matava animais para aliviar a sua fome", afirma. Assim como ele, os seguidores de Szekely e Ouseley duvidam da veracidade das passagens do Novo Testamento em que Jesus se alimenta de carne. Eles acreditam que essas histórias não passam de invenções criadas pelo apóstolo Paulo, já na segunda metade do século I. A doutrina do vegetarianismo não seria bem recebida pelos judeus, acostumados a fazer sacrifícios e a comer carne, e Paulo teria modificado os evangelhos para tornar o cristianismo mais popular. Um exemplo dessas alterações estaria na passagem do Novo Testamento em que Jesus multiplica pães e peixes para alimentar uma multidão. O Evangelho dos Doze Santos, encontrado por Ouseley traz uma outra versão desse milagre, na qual os peixes são substituídos por uvas.
No ano 68 o monastério de Qumran foi aniquilado numa devastadora investida do exército romano que arrasou a Judéia e destruiu Jerusalém. O ataque era dirigido principalmente aos judeus zelotes, que se insurgiram contra o domínio romano. Qumran, que não era nenhuma fortaleza, foi presa fácil para as legiões do César. Mas nem todos os essênios morreram aí.
Alguns fugiram para Massada onde, aí sim, no ano 73, descobriram o que é um final trágico. O esconderijo, uma fortaleza zelote ao sul de Qumran, localizada no alto de uma colina, parecia impenetrável. Mas 15 000 romanos fizeram um cerco que durou dois anos e metodicamente construíram uma rampa de terra e areia para alcançar o topo da fortaleza. Quando os soldados finalmente invadiram Massada tiveram uma surpresa: todos os 1 000 rebeldes estavam mortos. Em um sorteio, os zelotes haviam escolhido um grupo de soldados para assassinar todos os habitantes da fortaleza e, em seguida, cometer suicídio. Eles preferiram morrer entre os judeus a se tornar escravos dos romanos. Sobraram para contar a história apenas duas mulheres e cinco crianças, que haviam se escondido nos reservatórios de água. O episódio foi relatado por Josefo e provou ser verdadeiro em 1965, quando arqueólogos pesquisaram a região. Eles acharam as marcas dos oito acampamentos romanos e pedaços de cerâmica com inscrições dos nomes dos zelotes, utilizados no dramático sorteio.
Segundo Josefo, os essênios existiam em grande número em diversas cidades da Judéia. Mas algumas variações da seita podem ter ocupado regiões ainda mais distantes. Uma comunidade egípcia do século I, os terapeutas, possuía um modo de vida semelhante ao da seita de Qumran e a mesma divisão entre luz e trevas. Também é possível que ebionitas e nazarenos, duas das primeiras seitas cristãs, sejam descendentes dos essênios. Há quem acredite que os nazarenos formaram uma grande comunidade em Monte Carmel, no norte da Israel atual, que seguia os ensinamentos de Qumran, mas com algumas diferenças. As regras seriam muito próximas daquelas encontradas nos escritos de Szekely e Ouseley. Ao contrário de Qumram, eles não praticavam o celibato e até mesmo formavam famílias. Fanáticos pelo princípio de amar todos os seres vivos, eram muito mais rigorosos em relação ao vegetarianismo: não comiam peixes nem matavam os vegetais para comer (comiam folhas de alface, por exemplo, sem arrancar o pé!).
"Eles viviam em tendas, que mudavam de lugar freqüentemente, pois construções permanentes matariam a relva", afirma Fernando Travi. Ele acredita que Jesus, apesar de ter passado por Qumran, viveu muito mais tempo em Monte Carmel. A região em que teria existido essa comunidade está próxima ao local em que Jesus nasceu e realizou muitos de seus milagres. Afirma também que Cristo não era conhecido como "Jesus de Nazaré", mas sim como "Jesus, o Nazareno".
Algumas dessas comunidades essênias existem, de certa forma, até hoje. Na região sul do Iraque e do Irã, cerca de 38 000 pessoas, os mandeans, mantêm uma tradição muito semelhante à doutrina essênia. Eles afirmam ser seguidores de João Batista e praticam o batismo. Sua origem, no entanto, ainda não é de todo compreendida.
No Ocidente, o essenismo surgiu com a divulgação dos escritos de Szekely e Ouseley. Na sua época, Szekely quase abandonou seus planos de difundir a doutrina quando a tradução rigorosa e detalhada que fez do segundo volume do Evangelho Essênio da Paz não contou com a aprovação de um amigo seu, o escritor Aldous Huxley, autor de Admirável Mundo Novo. "Isto está muito, muito ruim", disse-lhe Huxley, "é até pior do que o mais chato dos tratados enfadonhos dos escolásticos, que ninguém lê hoje em dia." Szekely ficou sem fala. Huxley continuou: "Faça-a literária, legível e atraente para os leitores do século XX. Tenho certeza de que os essênios não falavam uns com os outros em notas de pé de página". A crítica abalou Szekely e ele pôs de lado o trabalho durante muito tempo. Mas, anos mais tarde, seguiu o conselho do amigo e reescreveu o manuscrito inteiro em linguagem contemporânea, mais coloquial. Foi um sucesso. O livro, publicado em 1928, já foi traduzido para dezenas de línguas e vendeu milhões de exemplares em todo o mundo. Com o respaldo editorial, Szekely construiu em 1940 um spa no México onde praticava tratamentos com base nas práticas essênias. Cerca de 350 000 pessoas já se hospedaram no chamado Rancho La Puerta nos seus sessenta anos de existência. Até hoje, muitas pessoas vão ao lugar em busca de um estilo de vida baseado nos ensinamentos de Szekely, que inclui exercícios, meditação e, principalmente, dieta vegetariana.
A alimentação possui um papel central na doutrina encontrada nos evangelhos de Szekely e Ouseley. Ao afirmarem que Jesus era frugívero, ou seja, que ingeria apenas alimentos que não significavam a morte de nenhum ser vivo, como folhas e frutos, eles pregam que as refeições devem ser um momento de compaixão e comunhão com Deus. O contato com a natureza é essencial. Tanto que os novos essênios (veja o quadro nesta página) possuem uma planta em todos os cômodos de sua casa.
Os essênios permanecem como um assunto vivo. Os pergaminhos e evangelhos que eles deixaram são exaustivamente estudados por cientistas e religiosos do mundo inteiro. Seus ensinamentos recrutam milhares de fiéis e, qualquer que seja a relação que mantiveram com Cristo, deixaram, sem dúvida, sua influência impressa no coração e na mente do cristianismo.
Para saber mais
Na livraria: Os Manuscritos do Mar Morto, de Geza Vermes, Editora Mercuryo, São Paulo, 1997.
Os Homens de Qumran, de Florentino Garcia Martínez e Julio Trebolle Barrera, Editora Vozes, Petrópolis, 1996.
O Evangelho Essênio da Paz, de Edmond Szekely, Editora Pensamento, São Paulo, 1997.
Na Internet:
www.essene.org
rkenski@abril.com.br e duda.teixeira@ig.com.br

Filosofia enterrada na areia

Um pouco antes de um ataque romano destruir o monastério de Qumran, os essênios esconderam seus manuscritos em potes de cerâmica e os enterraram em cavernas

Refúgio de eremitas

BanhosApesar da falta d'água no deserto, os essênios se banhavam duas vezes ao dia, sempre antes das refeições. Assim acreditavam que purificavam o corpo e a alma

Cisternas
A água da chuva era cuidadosamente armazenada nas cisternas

Escritórios
Aqui foram redigidos centenas de manuscritos

Bons modos à mesa

A refeição essênia era ultra-ritualizada. Gestos incorretos eram punidos com a exclusão da "pureza" , privando o infrator de coisas "puras" como comida, pratos, vestes e rituais
GESTOS
Gesticular com a mão esquerda dava dez dias de exclusão

RISO
Rir tolamente também era condenado. Quem fizesse isso durante uma reunião pegava trinta dias

TRANSPARÊNCIA
Ao esconder parte de suas posses, o infrator ficava excluído da "pureza" por um ano e tinha sua cota de alimentos reduzida em um quarto

A filosofia essênia

Szekely pesquisou o pensamento dos essênios durante toda a vida. Uma de suas principais obras é a tradução de um manuscrito encontrado em 1785 pelo historiador francês Constantine Volney em viagens pelo Egito e pela Síria. É um diálogo entre Josefo e o mestre essênio Banus a respeito das leis da natureza. Eis alguns trechos:Bem - Tudo aquilo que preserva ou produz coisas para o mundo, como "o cultivo dos campos, a fecundidade de uma mulher e a sabedoria de um professor".
Mal - O que causa a morte, como a matança de animais. Por esse motivo, o sacrifício de bichos, mesmo que para a alimentação, é condenável.
Justiça - O homem deve ser justo porque na lei da natureza as penalidades são proporcionais às infrações. Deve ser pacífico, tolerante e caridoso com todos, "para ensinar aos homens como se tornarem melhores e mais felizes".
Temperança - Sobriedade e moderação das paixões são virtudes pois os vícios trazem muitos prejuízos à saúde.
Coragem - Ela é essencial para "rejeitar a opressão, defender a vida e a liberdade".
Higiene - Uma outra virtude essencial dos essênios é a limpeza, "para renovar o ar, refrescar o sangue e abrir a mente à alegria".
Perdão - No caso de as leis não serem cumpridas, a penitência é simples. Banus afirma que, para se obter perdão, deve-se "fazer um bem proporcional ao mal causado".

Os essênios, hoje

Em 1984, o teólogo e filósofo americano Abba Nazariah fundou a Igreja Essênia de Cristo na cidade de Creswell, no Estado do Oregon, Estados Unidos. Tudo começou em 1966, quando tinha apenas 8 anos de idade. Naquele ano, Abba, que então se chamava David Owen, teria recebido a visita de Jesus Cristo, que, em carne e osso, teria lhe passado a missão de preparar a sua segunda vinda à Terra. Mais tarde, com 17 anos, Owen teria encontrado um egípcio de nome Zadok pedindo carona numa estrada da Califórnia, sentado na posição de lótus - a mesma do Buda. Ele afirmava ser um essênio e acabou ajudando Owen a formar a nova igreja.Desde então, Abba (o nome significa "pai" em aramaico) tem professado sua teoria e recrutado muitos seguidores. Seus adeptos vivem hoje de acordo com os ensinamentos contidos nas obras de Szekely e Ouseley. Diferentemente dos antigos habitantes da Judéia, os fiéis de hoje não habitam monastérios, mas, assim como os que os precederam, estudam com rigor as escrituras sagradas e reservam o shabbath ao descanso e às orações.
Os novos essênios são despojados. Vestem-se de branco, usam barba longa e cabelos que em alguns casos tocam o chão. Pregam uma vida saudável que passa por uma dieta absolutamente vegetariana e por exercícios espirituais. Fazem relaxamentos, meditações e preces. O reverendo Abba Nazariah foi treinado em várias técnicas de ioga, com especial ênfase no que considera a mais holística e compreensível de todas, a ioga essênia - uma união de dezesseis modalidades da prática indiana. "A saúde depende do amor por todos os seres. Inclusive pelos animais", diz o líder dos essênios americanos.
Segundo a Igreja Essênia de Cristo, depois de dez anos de constante aperfeiçoamento, os fiéis se tornam aptos a receber a visita de Jesus. Eles também acreditam em reencarnação. Para o psicólogo paulista Fernando Travi, líder da igreja essênia no Brasil, "todas as pessoas iniciadas estão aptas a conhecer suas vidas passadas".
As atividades no Brasil são mais modestas. Elas se resumem a reuniões semanais para discutir a doutrina essênia e formas de melhorar a saúde de acordo com os evangelhos de Ouseley e Szekely. "Os essênios ensinam a nos relacionarmos melhor com a natureza e com o Cosmo", afirma Travi.

(http://super.abril.com.br/)


Reflexão minha, trecho tirado do meu livro

“Meu livro contém muitos dos meus idéias e convicções q fui formulando até amadurecer o suficiente pra ser o q sou hoje. Ele é cheio d Utopias, quando o escrevi foi na intenção d viver um dia em um mundo melhor, numa sociedade melhor. Por isso esse meu livro também toca em muitos temas filosóficos, éticos, políticos e religiosos. Passei por muita coisa na minha vida q me fez bolar uma regra d conduta pessoal, q pra mim são perfeitas. Essas regras q bolei, devem servir d base pra toda conduta moral do homem, pra toda lei q ele criar e pra vários aspectos da vida em q ele deseje viver bem. E principalmente, pra se libertar em todos aspectos da vida. Elas são apenas 4 regras e são bem simples. Escreverei mais sobre elas no próximo livro. Conheça agora, as Regras d ouro da Libertação.
Regra.1-Exerça sua liberdade e livre-arbítrio sem impedir a si mesmo d exercê-los. Ou liberte a si mesmo d si mesmo. Quebrar essa regra é se escravizar pelas próprias atitudes. Só depois d você se libertar d si mesmo, conseguirá se libertar dos outros. Ae q entra a próxima regra. Você não tem a obrigação d segui-la, mas é recomendável q a siga pra ter melhor qualidade d vida.
Regra.2-Sempre evite e nunca permita q os próximos exerçam a liberdade e livre-arbítrio impedindo você d exercê-los. Quebrar essa regra é deixar seus próximos t escravizarem pelas atitudes q tem com você. Liberte-se dos próximos. Resume bem essa regra. Claro q essa segunda regra, tem d estar d acordo e harmonia com a terceira regra.
Regra.3-Exerça seu livre-arbítrio e liberdade sem impedir seus próximos d exercê-los Também. Quebrar essas regras é escravizar seus próximos pelas suas atitudes. Liberte os próximos d você, resume essa regra. Essa regra, também tem d estar d acordo e em harmonia com a segunda regra. Afinal, o q você gostaria q fizessem a você, deve-se fazer com os outros também, q no caso são seus próximos.
As regras 2 e 3 devem estar em harmonia pra coexistirem juntas numa sociedade. E elas são essenciais q sejam seguidas pra q haja essa harmonia. Se você quebra a regra 1, você torna na maioria das vezes só a sua vida um caos, agora quando se quebra as regras 2 e 3, a sociedade em a tendência natural em virar um caos completo! Agora vem a quarta regra.
Regra.4-Procure sempre garantir q seus próximos sigam as 3 primeiras regras. Ou liberte os próximos deles mesmos. Quebrar essa regra é se omitir diante dos q se escravizam a si mesmos. Nem todos tem também a obrigação d seguir essa ultima regra, mas pra alguns ela deve ser dever e obrigação a se seguir. No caso ela se aplica aos q nos governam, nossas autoridades q devem ser nossos Guardiões.
Toda regra tem sua exceção a parte, essas também não são uma exceção a parte. Você pode querer libertar os próximos dos próximos. Mas não pode obrigar a seu próximo a se libertar dele mesmo ou d outros. Se fizer isso, está quebrando a regra 3. Os q nos governam tem no mínimo q garantir q as regras 2 e 3 sejam mantidas numa sociedade. Se você já leu ou ouviu aquela frase do tipo: Sua liberdade vai até onde começa a minha e minha liberdade q termina até onde começa a sua. Liberdade e livre-arbítrio caminham juntas. Afinal. O q seria nossa vida sem liberdade d escolha ou o tão conhecido livre-arbítrio? Mas uma coisa é sempre bom todos termos. Temos d ter consciência do q queremos escolher pra nós e d como agiremos com nossa liberdade. Pra mim isso também é um dever dos q nos governam nos ensinar e nos aconselhar como usarmos nossa liberdade e livre-arbítrio. Mesmo q você quebre ou a regra 2 ou a 3, você acaba seguindo uma das duas, se você quebra a regra 2, está seguindo a 3, se quebra a regra 3, está também seguindo a 2.
A muitas maneira d se escravizar e d ser escravizado. Você se escraviza quando trabalha em excesso, sem tirando d si por escolha própria o tempo mínimo q se gostaria d ter pra dedicar a sua família. Você se escraviza quando tem conceitos arcaicos q o impedem d usufruir melhor a vida. Se você tem em mente q não se deve assumir casar com a mulher negra q ama por q a sociedade é preconceituosa contra negros e vão falar mal d você. O mesmo vale pra quem quer se casar com uma ex-prostituta ou assumir um namoro homossexual pra si mesmo ou até mesmo pra sociedade. Você se escraviza quando deixa padrões arcaicos e desnecessários da sociedade tomar conta d você. Você se escraviza até mesmo quando se vicia em drogas ou em sexo. Não seria nada bom pra alguém q só vive d sexo ao ponto d deixar d trabalhar por causa d uma tranza ou trabalhar mal por falta dela. Você se escraviza até por convicções religiosas arcaicas. Imagina se você q é o único q pode doar sangue pra o seu filho q está morrendo no leito. Você não tem outra escolha, ou você doa seu sangue, ou seu filho morre e você sofrerá pelo resto da vida. Ou você só faz sexo pra se reproduzir, deixando d ter momentos d prazer q você nunca vai ter. Você se escraviza também quando evita d tranzar sem camisinha porque sua religião considera isso pecado. As conseqüências não são nada boas depois, disso, gravidez indesejável e DST são uma delas. Você mesmo está se impedindo d ser feliz, por causa d suas atitudes q lhe levam a escolhas q só o prejudicam e t aprisionam em vários aspectos. O homem em geral se escraviza a si mesmo quando destrói a natureza, conseqüentemente, ele é escravizado aos poucos pela natureza devido as atitudes q teve perante a ela. O aquecimento global é um exemplo disso. Você deixa os outros t escravizarem, até quando eles estão t matando. Afinal, não interessa q tipo d animal você seja, você sempre escolhe sobreviver e preservar sua vida. Quando a situações ou em q você mata ou morre. Mesmo q você não queira matar, mas não tem outra saída a não ser matar. Então mate! Ou morra tentando. Lute até o fim d suas forças. É a lei da sobrevivência, é a lei da auto-preservação, afinal, ninguém quer ser obrigado a passar por situações q não tem seu consentimento. Quebre essa regra e sua vida vira um caos. Se Deus nos deu o livre-arbítrio, é justamente porque Ele odiaria algum babaca dizendo o q ele deve ou não fazer e é claro o obrigando a fazer algo sem seu consentimento. Pra mim, a perfeição d Deus, o q prefiro chamar d Espírito Universal ou D Guardião Universal. A meu ver, sua perfeição, como ia dizendo, está justamente em saber fazer bom uso dessas 4 regras. E como ELE sabe as usar bem, faz a vida d quem quebra essa regras um verdadeiro caos! O mesmo deve ser pra nós suas criaturas. Quebre essa regra e sua vida vira um caos. Quanto mais você se escravizar, deixar lhe escravizarem, escravizar e deixar q seus próximos se escravizem. Mais o caos perpetuará em sua vida. Embora o caos venha mais rápido pros q quebram as duas primeiras regras, aqueles q quebram a 3 e 4, cedo ou tarde, também colheram o caos.
Eis também os exemplos d quem deixa se escravizar por seus próximos, você pode ser escravizado por outros tanto no aspecto mental e físico e até mesmo espiritual se você acredita nele. Quando você deixa conceitos arcaicos impostos a você por pessoas d sua religião, você está deixando eles t escravizarem no aspecto mental e as vezes também no físico e também espiritual. Quando você deixa padrões desnecessários q você deixa a sociedade t impor, você faz o mesmo também no aspecto mental e dependendo também no físico junto. E se você também deixa alguém t escravizar, seja por chantagem emocional, seja pela mentira e seja até mesmo por trabalho forçado e escravo mesmo.
Escravizar os próximos, também não é nada justo, afinal, você não gostaria d ser escravizado por seus próximos como os exemplos q t deixei ae em cima? Por isso não faça o mesmo com os seus próximos, porque com certeza, você não iria gostar q fizessem o mesmo com você. Até mesmo se você se escraviza quando usa drogas, você deve evitar ao máximo escravizar os seus próximos também. Isso significa q você deve sustentar seus vícios, q você deve usar sua droga sem incomodar ninguém. Não fume em ambientes fechados em q tenham não fumantes. Não sai porae igual um loco fazendo bagunça depois ter bebido umas e cheirado outras, não roube ou furt pra sustentar seu vício. Se você quer se fuder, se fôda d preferência sozinho ou com quem quer se foder como você, evite ao máximo foder com a vida dos outros q não querem se foder como você. (Me perdoem as palavras d baixo calão. Mas pra mim essas são as mais apropriadas.) Se você escraviza seus próximos, a tendência natural é haver resistência da parte deles e eles irão fazer d tudo pra transformar sua vida um caos. Zumbi criou seu movimento pra libertar seu povo. Tiradentes criou sua revolta pra ter a independência do Brasil. Foi através d líderes revolucionários q os EUA também se libertaram da Inglaterra. Gandhi também fez o mesmo pra libertar a Índia. A vida dos repressores se tornou um caos e eles tiveram d ceder. Quando também se criou a lei seca nos EUA, não deu certo isso. Você querer libertar as pessoas do álcool os proibindo d beber e se fuderem porque quer não deu certo. A máfia matou bem mais gente por causa do confronto com a polícia, com o governo em si, do q o álcool em si, q acabou matando um numero relativamente pequeno d viciados por overdose. A situação ficou insustentável pra o governo e pra sociedade q o governo dos EUA na época não tiveram outra escolha. Tiveram de legalizar a bebida e também os cassinos. A criminalidade caiu um numero significativo por caos disso.
No Brasil, não vai ser diferente. Enquanto nosso governo manda policiais arriscarem sua vidas pra fazer lutar contra o tráfico q é fortemente armado e tem soldados q não tão nem cagando pra morte. Não dá em outra, guerra e caos. Se as diversas facções se unirem pra lutar contra o governo. Vocês já sabem no q vai dar. Guerra civil, q dessa vez vai ser pra valer, pois já vivemos uma não declarada. As autoridades não vão ter outra escolha, vão ter d legalizar as drogas gostem disso ou não. Se querem mesmo reduzir o numero d dependentes, invistam em conscientização. Invistam em Instituições pra recuperar esses dependentes químicos ou psicológicos, vai dar muito mais resultado. Vai chegar também um tempo, q os cidadãos brasileiros também vão ficar tão putos da vida com esses nosso políticos e autoridades FILHOS DA PUTA, q não fazem merda nenhuma pra fazer o nosso país progredir, vão se revoltar pra valer e vão fuder com a vida desses FDP!
Agora se você entendeu a regra 4, é só você se lembrar dos abolicionistas no tempo do Brasil colônia, homens e mulheres q lutavam pra libertar os escravos negros, homens q fizeram esse país realmente crescer enquanto fazendeiros viviam na mordomia. Lebre-se também da revolução industrial na França, lembre-se também do q Gandhi fez por nós, lembre-se também do q Jesus Cristo fez em sua época pra libertar seu povo. É em todos esses homens, principalmente em Cristo q me espelho pra libertar nosso povo Brasileiro dessa prisão q estamos, pra sairmos dessa falsa liberdade em q vivemos. Lembre-se disso e guarde bem minhas palavras e o q você está lendo nesse livro e faça alguma coisa. Tenha atitude! Por você não é o q os outros pensam ou falam q você é. Você não é nem mesmo o q fala ou pensa ser. Você é você mesmo, pela sua atitude perante a todos aspectos da vida. Se você quer saber como é seu próximo, também não importa o q os outros falam ou pensam q ele é, e nem mesmo o q ele fala ou pensa ser. Embora isso as vezes possa ser verdade, você só saberá quem realmente é seu próximo, convivendo com ele e o observando e analisando suas atitudes perante a vida, d perto e d longe sempre q lhe for possível, pra q você tire conclusões sobre quem ele é realmente. Está decretado o caos agora. Porque é isso q você fará quando terminar d ler esse livro, pois só assim se libertará e libertará seus próximos também.”

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